No clássico dos hexacampeões, só deu São Paulo.

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Era o jogo “Vamos sair da crise?”. E o hexa de casa se deu melhor. 2 vira, 4 a 1 acaba. Melhor atuação do São Paulo neste Brasileirão, com a estreia do seu capitão, o goleiro&artilheiro Rogério Ceni na edição 2012. O que contribuiu e muito para o bom público no Morumbi. Mais de 33 mil pessoas. Deveria ser proibido abrir esse estádio tão grande para menos de 20 mil pessoas. Rogério não vai jogar pra sempre. É bom o torcedor são-paulino aproveitar. Em post anterior,atualizei a lista com todos os 103 gols de Rogério Ceni.
Luís Fabiano mais tranquilo, deixou uma dobradinha, e o jovem Ademílson em grande tarde.
Olha, no Flamengo o trem tá feio. Posso estar muito enganado, mas não sei se Dorival Júnior é “o cara” para arrumar o time rubro-negro. Continuar lendo “No clássico dos hexacampeões, só deu São Paulo.”

Domingão do Waldir


Bem legal a ideia do evento “Tarde com o Ídolo”, do restaurante COPA, que fica no portão 5 do estádio do Morumbi. Neste domingo em que o São Paulo joga em Mirassol, às 18h30, o COPA convidou o ex-goleiro Waldir Peres para a programação especial, que terá mini-tour pelo estádio, tábua de frios, jogo na TV e brindes. Começa às 16h30 e adultos pagam 60 reais.
“O único goleiro na história do futebol mundial que hipnotizava os cobradores nas horas dos pênaltis”, definiu Conrado Giacomini, tricolor roxo, no livro “Dentre os Grandes, és o Primeiro” (da coleção Camisa 13). Continuar lendo “Domingão do Waldir”

Morumbi (5.1)

Deve ser ruim uma cidade ter um estádio que só em 2011 já recebeu três shows do U2um do Iron Maiden e outro do Eric Clapton, e ainda vai abrigar dois concertos do Pearl Jam, não?
É claro que uma cobertura poderia dar mais conforto pra quem fica na arquibancada, que faltam um plano de transporte para grandes eventos e um mega estacionamento e que o metrô ainda demora pra chegar.
Mas não dá pra para descartar este grande estádio -que acaba de completar 51 anos – como praça de esportes e arena de shows numa região de São Paulo que não para de crescer.
Leia sobre o show de Clapton na minha Coluna de Música. Continuar lendo “Morumbi (5.1)”

Para o torcedor do São Paulo, dia de vestir uma camisa NOVE e sair po aí. . .

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Finalmente, chegou o dia da reestreia de L u í s F a b i a n o, homem-gol, no São Paulo, bem no 2 de outubro em que o estádio do Morumbi completa 51 anos. A ver se o ex-Sevilla vencerá os problemas físicos e corresponderá, aos poucos, à fabulosa expectativa criada pela contratação.
São Paulo x Flamengo, jogo pra ir.
E ficar de ouvido grudado no radinho para saber o andamento de Vasco x Corinthians, outro grande clássico do “Rio-São Paulo” que parece ter se tornado mesmo o Brasileirão 2011.
Jogaços!
* Luís Fabiano obviamente não está entre as figurinhas do Sevilla no álbum oficial de cromos da Liga Espanhola 2011/12. Mas sua foto aparece impressa no próprio álbum, nas páginas do Sevilla, acompanhado pelo seguinte texto: “´O Fabuloso, uno de los maás prolíficos goleadores de la historia sevillista”.
Dica do amigo Joia.

U2 no Morumbi. Macca no Engenhão.


S e n s a c i o n a l  “a nave” da turnê 360º, do U2, pousada no Morumbi, para os shows de hoje, 9 de abril, amanhã, 10, e quarta-feira, 13.  Aliás, é inacreditável que um estádio que recebe shows desse porte não possa sediar jogos de Copa do Mundo. Não que o seu dono e as autoridades não precisem planejar áreas para estacionamento e planos de transporte coletivo enquanto o Metrô não chega perto. Inclusive, conseguir um táxi depois de um grande jogo ou show é um inferno.

Outro estádio que receberá um megashow é o carioca Engenhão. Em 22 de maio, Paul McCartney volta com a turnê Up and Coming. É show pra ir!

Informações sobre ingressos aqui.
Gosto muito dos megaconcertos, sei da necessidade de ganhar dinheiro com aluguel das arenas para os espetáculos, no entanto, fico meio dividido quando um músico ou banda tira um grande e/ou decisivo jogo de futebol de sua casa natural. O ideal é os calendários pudessem ser conciliados. Shows nas datas em que os times que costumam mandar  jogos nos estádios atuem fora de casa. Nem sempre será possível. Vamos então curtir o show do U2 nesta semana, que o set-list da turnê está bom pra caramba (tem mais foto do palco dentro do texto). Continuar lendo “U2 no Morumbi. Macca no Engenhão.”

Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!

2010
O professor Carpegiani reestreia como técnico do São Paulo Futebol Clube logo mais, contra o Vitória, na Arena Barueri. Porque hoje tem Bon Jovi no Morumbi (leve um casaco, tá com uma neblina danada e pinta de garoa). Gosto muito de Livin´on a Prayer, onde Richie Sambora brilha no talk-box (usado também por Frampton, Beck e Matthias Jabbs, entre outros – veja post anterior).

Na sexta-feira, dia 8/10/2010, o cinquentenário Morumbi recebe de volta o Rush (leia sobre show e filme). Desta vez, a turnê inclui o álbum Moving Pictures na íntegra – e muito mais.

Em 21 de novembro, a atração não é de N. Jersey nem do Canadá, mas de Liverpool. Ninguém menos do que Paul McCartney.  Antes, em 7 de novembro, a Up and Coming Tour para no Beira-Rio, em Porto Alegre. Ingressos à venda em breve aqui neste link (tanto pro show de POA como pro de Sampa).

Isso me lembra a notícia do Blog do repórter Ricardo Perrone, sobre um projeto de venda de naming rights para uma parte do Morumbi, que seria usada para shows não tão mega assim, com palco atrás de um dos gols e sem galera no gramado. Segundo o Blog do Perrone, a negociação do nome desse mini Morumbi pode ajudar a pagar a cobertura do estádio. E a “briga” será boa quando a Arena Palestra Itália estiver pronta e o Corinthians começar usar o Parque São Jorge para shows. Quem sairá ganhando com a oferta cultural em várias regiões da cidade será o público (bom, e o preço poderia não ser tão alto assim…). A cidade de São Paulo não tem áreas para shows não tão mega, entre casas como Via Funchal e Credicard Hall e os estádios de futebol. E o Pacaembu? Deixa de gerar dinheiro com o veto a shows por lá. Continuar lendo “Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!”

Do Queen aos Stones e Sabbath: os shows do Morumbi, roqueiro cinquentão.

JOÃO R 01-09-13 - 00002Atualizado em 2015

O U2 entra no gramado, digo, no palco, em abril de 2011!

O Rock in Rio I marcou de vez a entrada do Brasil no circuito de festivais, em 1985. Mas não dá para falar da história dos megashows no país sem lembrar da passagem de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor pelo Morumbi, em março de 1981. O coro da galera em “Love of My Life” virou parâmetro para a banda. Continuar lendo “Do Queen aos Stones e Sabbath: os shows do Morumbi, roqueiro cinquentão.”

O dia em que Djalma Santos jogou pelo São Paulo. 9/10/1960, segundo amistoso de inauguração do Morumbi.

Que a primeira parte do hoje cinquentão Morumbi foi inaugurada com um amistoso entre São Paulo e o Sporting Club de Portugal, em 2 de outubro de 1960, todo são-paulino roxo sabe. Um gol de Peixinho deu a vitória ao tricolor: 1×0. Este Álbum Comemorativo – Inauguração Estádio Cícero Pompeu de Toledo me chamou atenção para outro momento histórico. Uma semana depois da partida inaugural contra o Sporting, o São Paulo enfrentou o Nacional de Montevidéu, em outro amistoso, que também fez parte das comemorações pelo ano zero do Morumbi. Marcaram Canhoteiro e Gino Orlando, duas vezes. São Paulo 3×0. Detalhes nada pequenos: o lateral Djalma Santos, o ponta Julinho Botelho (ambos do Palmeiras) e o atacante Almir Pernambuquinho (então do Corinthians) vestiram a camisa tricolor (literalmente: o São Paulo jogou com o uniforme nº 2 contra o Nacional, que vestiu sua camisa nº 1, branca). Algo praticamente inimaginável hoje em dia: craques de times rivais emprestados para amistoso de inauguração. E mais. Pelé, o 10 do Santos, só não vestiu a camisa do São Paulo no amistoso porque sofreu uma distensão.

FONTE http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2013/7/24/sao-paulo-futebol-clube-lamenta-morte-de-djalma-santos/
Almir, Djalma e Julinho.: são-paulinos por um dia. FONTE http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2013/7/24/sao-paulo-futebol-clube-lamenta-morte-de-djalma-santos/

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40 anos do Paulistão de 1970

DIAS Pontes EditoresSérgio, Pablo Forlán, Jurandir, Roberto Dias e Gilberto (ou Tenente); Édson e o canhotinha de ouro Gérson (Nenê disputou alguns jogos, inclusive os 2 últimos); Paulo (Miruca), Terto (Zé Roberto), Toninho Guerreiro e Paraná. É o time-base do São Paulo campeão paulista de 1970, depois de um jejum de 13 anos (o último Paulistão tricolor havia sido em 1957), período que coincide com a construção do Morumbi (inaugurado parcialmente em outubro de 1960, ficou pronto em janeiro de 1970). Curiosamente, o título tão esperado foi confirmado longe do Morumbi,  em Campinas, em 9 de setembro de 1970. São Paulo 2×1 Guarani. No volume II de O Caminho da Bola, série de três livraços que conta a história da Federação Paulista, Rubens Ribeiro escreve que o Paulistão de 70 teve uma fase de classificação com 9 times do interior e o Juventus, que jogaram entre si em turno e returno. Guarani, Ferroviária, Botafogo de Ribeirão, Ponte Preta e São Bento passaram para a fase final, em que entraram os grandes: Santos, Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Portuguesa (ordeno de acordo com a classificação final do Paulistão de 1969). Os dez clubes jogaram entre si, de novo em turno e returno. O tricolor foi campeão com uma rodada de antecedência.

Aproveito para republicar parte de um post sobre Roberto Dias e biografia dele, Dias – A Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960, do jornalista Fábio Matos. Continuar lendo “40 anos do Paulistão de 1970”

A 1ª noite do resto de nosso campeonato

CASAL 20

Impressionante como Conca e Washington nasceram um para (jogar ao lado d)o outro. Um novo Casal 20? Um colega meu tricolor brincou: Conca + W9 + sheik Emerson, está mais para menage (0oops, este é um blog família, aí o post fica proibido para menores…)

G4

Uma magra mais importantíssima vitória sobre o Inter em Uberlândia, num confronto que já decidiu Brasileirão, 35 anos atrás. Cruzeiro no G4, ao menos por uma noite.

GOLEIRO-ROQUEIRO

AC/DC (o best seller Back in Black), um sucesso do Green Day, mega hit dos Guns N´Roses (Sweet Child o´Mine), do Ira! (Envelheço na Cidade), um som viajandão do Pink Floyd, Whitesnake (baladinha The Deeper the Love), entre outros, foram ouvidos no alto falante do Morumbi#50Anos, antes e depois do jogo dos hexas, que terminou com a vitória do São Paulo, 2×0 no Flamengo. A seleção musical foi de Rogério Ceni, 20 anos de tricolor paulista, homenageado na noite gelada no Morumbi.

REVANCHE DE 1995?

O estádio é o mesmo Pacaembu da polêmica finalíssima de 17 de dezembro de 1995. O Santos que era comandado em campo por Giovanni tem a volta de Neymar. O Botafogo que era de Túlio e Sérgio Manoel hoje conta com Maicosuel, Herrera e Loco Abreu. “O jogo” da noite!