Morreu o Capitão do Tri. Descanse em paz, Carlos Alberto Torres.

25 de outubro de 2016

Que botonista nunca sonhou jogar com a seleção brasileira tricampeã mundial no México, em 70?

Homenagem da Botões Clássicos ao Capita (botoesclassicos.com.br)

Quem não gostaria de beijar a Taça do Mundo, levantando pela última vez a Jules Rimet, conquistada em definitivo por aquele time dos sonhos?

E ser o ‘Capita’, o capitão daquelas feras todas? Pelé, Tostão, Jairzinho, Gérson, Rivellino etc etc etc.

Carlos Alberto Torres (17/07/1944 – 25/10/2016) ainda fez mais. Assinou uma das mais lindas obras do futebol-arte da história das copas. Tiki-Taka? De Tostão pra Piazza. Piazza para Pelé. Pelé para Gérson. Do canhotinha para Clodoaldo. Clodoaldo driblou um, dois, três, quatro italianos, tocou para Rivellino. De Riva para Jairzinho. O furacão da Copa, que estava pela esquerda nesse momento, entrou em diagonal, tocou para Pelé, que passou a pelota com açúcar para Carlos Alberto… Gol do Brasil! O quarto sobre a Itália, na final da Copa de 1970, no estádio Azteca.

Para a Fifa, o mais bonito de uma lista de 100 gols brasileiros nos Mundiais.


Para muitos torcedores, o mais bonito das Copas!

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De letra: o canhão da Vila, a patada atômica e o jornalista Michel Laurence.

capa_rivellino_imprensaMais um! Mais um! O jornalista Maurício Noriega (Sportv, Blog do Nori) lança novo livro em 28 de agosto. Um perfil de Rivellino.
O garoto do parque merecia mesmo livro, e também música, filme… risos! A noite de autógrafos do “Rivellino” de Nori em São Paulo é em 28 de agosto, 18h30, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista (Metrô: Paulista/Consolação).

Maurício Noriega já publicou livros sobre grandes técnicos brasileiros, mais recentemente um só sobre o mestre Osvaldo Brandão (Libertador Corintiano, Herói Palmeirense) e também sobre os atacantes Kléber, o gladiador, e sobre o Marques- O Messias.

Boa sorte e que venha o próximo, Nori!

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Minuto de silêncio para Seu Mário Travaglini

Não pode passar em branco aqui a morte de Mário Travaglini, técnico campeão por Palmeiras, Vasco, Fluminense, Corinthians e medalhista de ouro no Pan-1979.

O ex-zagueiro do Ypiranga, Nacional, Ponte Preta e Palmeiras conquistou seu primeiro estadual como treinador da academia alviverde: em 1966, contra Santos de Pelé e tudo. Pelo Palmeiras, também foi o técnico campeão da Taça Brasil 1967, que na reunificação dos títulos equivale ao campeonato brasileiro.

Seu Mário também se deu bem no Rio. Campeão brasileiro de 1974 pelo Vasco, de Roberto Dinamite.

Pelo Fluminense, ganhou com a Máquina o torneio de Paris e o carioca de 1976.

Foi o técnico da Democracia Corintiana. Campeão paulista de novo, em 1982.

Pela Seleção Brasileira, ganhou a medalha de ouro no Pan de 1979, em Porto Rico.

Obrigado, seu Mário. Descanse em paz.

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Troca-troca já foi tema de música de Jorge Ben Jor.

15219_366848486769850_857745890_nJadson já estreou pelo Corinthians. Alexandre Pato foi apresentado nesta terça pelo São Paulo. O troca-troca entre os tricolores paulista e carioca não vai rolar – pelo menos por enquanto, São Paulo e Fluminense não vão trocar Osvaldo e Wagner.
A propósito, o GloboEsporte.com fez uma lista de trocas famosas entre grandes clubes brasileiros. Uma delas mexeu com o futebol carioca em meados dos anos 70. O Fluminense de Francisco Horta mandou pro Flamengo o goleiro Roberto, o lateral Toninho e o atacante Zé Roberto – todos atuaram,Toninho mais,  na campanha do título carioca de 1975. E o Flu trouxe da Gávea o goleiro Renato, o lateral Rodrigues Neto e o atacante argentino Doval.
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Francisco Horta, o cartola tricolor, ainda fez um troca-troca com o Botafogo. Mandou Manfrini e Mário Sérgio, levou Dirceu.
E com o Vasco. Para ter Miguel, Horta cedeu o zagueiro Abel, o lateral Marco Antônio e o meio-campo Zé Mario. Chacoalhou o mercado. E foi bicampeão carioca. E essa “trocação” toda foi o tema de uma música de Jorge Ben Jor, ainda Jorge Ben, mesmo, no LP  “A Banda do Zé Pretinho“, que chegou para animar a festa em 1978 via Som Livre. Está fora de catálogo – meu exemplar é um LP de vinil, recentemente achado numa feirinha de discos em Sampa.
O álbum, que Ben dedica “ao mais Flamengo” e “ao mais anti-Flamengo”, está cheio de referências ao futebol, especialmente no lado A.
“Troca-Troca” é uma gentil homenagem a Francisco Horta (“fez voltar ao Rio de Janeiro/a época de ouro da capital do futebol”). E tem mais:
O clássico “Cadê o Penalty” (aqui respeito a grafia inglesa do encarte) foi regravado pelo Skank, na sua estreia pelo selo Chaos/Sony Music, no começo dos anos 90.

Penalty, penalty, penalty, penalty, penalty/Cadê o penalty/que não deram pra gente/no primeiro tempo…

“Era uma Vez 13 Pontos” narra o destino que um trio de sortudos vai dar para o prêmio da loteria esportiva, fechando um irrepreensível lado a. Continuar lendo “Troca-troca já foi tema de música de Jorge Ben Jor.”

Sala de Troféus | Fluminense Football Club

Dica do tricolor Sergio Duarte, do programa “Rock Flu”: a nova Sala de Troféus do Fluminense, que fica na sede do clube, no simpático e histórico estádio das Laranjeiras! Tem um painel com os grandes jogadores da história vert, blanc, rouge. Linha do tempo interativa. A bola da primeira partida da Seleção Brasileira, em 1914. Maquetes das Laranjeiras. Uniformes históricos. Narrações de jogos. Jornais de épocas vitoriosas e, claro, galeria de troféus. Taí o que você queria, torcedor do Flu e maluco por futebol de modo geral! Quero conhecer! Breve, em mais um Rolê do Fut Pop Clube. Saiba um pouco mais no vídeo abaixo.


“Totalmente moderno e interativo”, comentou o amigo tricolor, que já esteve na Sala de Troféus das Laranjeiras. Continuar lendo “Sala de Troféus | Fluminense Football Club”

Vale a pena ver de novo: “História do Futebol Carioca”.

Publicado em janeiro de 2011

Foi um gol de placa do pessoal do Globo Esporte Rio ! No meio de um programa esportivo, uma minissérie – de ficção, inspirada em fatos reais, uma espécie de “docudrama”. “História do Futebol Carioca” foi ao ar no começo de 2012, em cinco capítulos:

  1. o capítulo 1 recupera o prímeiro título do Vasco da Gama na primeira divisão do futebol carioca, em 1923, vencendo o racismo e o falso amadorismo. Os comerciantes portugueses davam uma graninha para os atletas negros treinarem. Os grandes da zona sul reclamaram, reclamaram, mas o Vascão levou a melhor em 1923, na então Liga Metropolitana de Desportos Terrestres.
  2. o segundo volta a 1912 para falar do primeiro Fla-Flu, o clássico das multidões que este ano completa seu centenário.
  3. o terceiro episódio conta a história do gol que deu o primeiro tricampeonato carioca do Flamengo (1942/43/44), da então Federação Metropolitana de Futebol.
  4. o capítulo 4 fala sobre o Botafogo campeão em 1948 na Federação Metropolitana de Futebol, depois de 13 anos, seu presidente Carlito Rocha e o amuleto da sorte, o cachorrinho Biriba.
  5. e o quinto capítulo contou a história do Sport Clube Mangueira, que não era verde-e-rosa, mas rubro-negro. E a contrário da Estação Primeira e do rubro-negro mais famoso, era um saco de pancadas…

Veja abaixo o primeiro episódio, sobre a bela história do Vasco da Gama, também retratada no clássico livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, de Mario Filho, vulgo Maracanã...

E mais… Continuar lendo “Vale a pena ver de novo: “História do Futebol Carioca”.”