Um dos primeiros estádios usados na história dos Mundiais vai ser ampliado. O Nacional, um dos grandes do Uruguai, da América do Sul e do mundo, anunciou a nova etapa do Gran Parque Central, que existe desde 1900, foi usado na Copa de 1930 e – passando por algumas reformas, é claro – é até hoje o alçapão, “el templo tricolor”, usado inclusive na Libertadores. Os clássicos com o Peñarol são no não menos histórico Centenário
O estádio dos #bolsos vai ser ampliado de 26.500 para 40 mil espectadores. E poderia ser usado na Copa de 2030, se a candidatura conjunta Uruguai + Argentina emplacar. Vamos torcer para que a Copa volte logo à América do Sul.
Uma festa com breja e boas covers de rock and roll, no pub All Black, em Sampa, marcou os 90 anos da Umbro. A marca fundada em Manchester, em 1924, que recententemente pertenceu à Nike, desde 2012 é da empresa americana Iconix Brand Group. No Brasil, o grupo Dass tem a licença da Umbro, que veste cinco equipes (por enquanto): Atlético Paranaense, Chapecoense, Náutico, Joinville e Remo. Recentemente, fez camisas lindas para o Juventus da Mooca e para Portuguesa Santista (se encontrar e gostar, não hesite, porque vão virar raridades). Veja as camisas atuais na galeria abaixo.
Este slideshow necessita de JavaScript.
O Vasco da Gama deve ser o próximo.
Atualmente, a Umbro fornece material para seleções como Sérvia, Irlanda, Canadá e Peru (vi torcedores peruanos com a camisa de sua seleção, durante a Copa, e realmente é muito maneira).
Novo uniforme 1 da Sérvia
Camisa da 1 Irlanda
Ki da seleção canadense
Uniforme 2 da seleção peruana
Tradicional camisa 1 da seleção peruana
Na terra natal da empresa, a Inglaterra, a Umbro voltou a fornecer material para o Everton (confira aqui). E também tem contrato com o Derby County…
Home Kit do Derby County
Detalhe do Home Kit do Derby County
Home Kit do Derby County
Home Kit do Derby County
Away kit do Derby County
Detalhe: Away kit do Derby County
Away kit do Derby County
e com o Hull City…
Home kit do Hull City
Home kit do Hull City
Home kit do Hull City
Away kit do Hull City
Away kit do Hull City
Ficou massa a volta do “bolsillo” à camisa do Nacional, de Montevidéu. Chique no último!
Por coincidência, um dos times vestidos pela Umbro na América do Sul, o Club Universitario de Deportes, de Lima, também faz 90 anos em 2014. Deixa para uma bela camisa comemorativa. Em volta do escudo de La U peruana,26 estrelas – uma para cada título nacional.
Este slideshow necessita de JavaScript.
O Atlético Paranaense também fez 90, em maio. Também ficou show a camisa comemorativa, olha só. Continuar lendo “Umbro 90”→
O escudo do Danubio de Montevidéu deve ser atualizado logo logo com mais uma estrelinha. “La Universidad del Fútbol Uruguayo” (vencedor do torneio Apertura) conquistou seu quarto campeonato uruguaio nesta tarde, no estádio Parque Central, ao derrotar o Montevideo Wanderers (vencedor do Clausura) nos pênaltis.
O Danubio é o clube de formação de jogadores históricos da Celeste como Ruben Sosa, Álvaro Recoba e Edinson Cavani (entre os 23 convocados por Tabárez, Walter Gargano, Christian Stuani e José Maria Giménez também foram danubianos). O ex-colorado Diego Forlán e o são-paulino Álvaro Pereira jogaram no juvenil do clube da “franja” (a faixa diagonal no escudo e camisa).
Veja dentro do post os atuais uniformes do Danubio, feitos pela Umbro, muito maneiros. O uniforme 1 é semelhante ao do Vasco e da Ponte Preta. Os outros seguem o padrão da faixa diagonal. Continuar lendo “Danubio FC, campeão uruguaio.”→
Óscar Tabárez definiu os 23 que vêm ao Brasil tentar o terceiro título do Mundial da Fifa. Apenas o zagueiro Coates, apelidado de #Luganito, joga no futebol uruguaio no momento (emprestado pelo Liverpool ao Nacional).
O Uruguai, atual campeão da Copa América, melhor sul-americano no último Mundial, participa do grupo B da Copa das Confederações (veja a tabela).
Oscar Tabárez já divulgou os convocados para a Copa das Confederações. Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray), Martín Silva (Olimpia) e Juan Castillo (Danubio) Defensores: Diego Lugano (Málaga), Diego Godín (Atlético de Madrid), Maximiliano Pereira (Benfica), Martín Cáceres (Juventus de Turim), Álvaro Pereira (Internazionale), Sebastián Coates (Liverpool), Matías Aguirregaray (Peñarol) e Andrés Scotti (Nacional) Meio-campistas: Diego Pérez (Bologna), Egidio Arévalo Ríos (Palermo), Nicolás Lodeiro (Botafogo), Walter Gargano (Internazionale), Cristian Rodríguez (Atlético de Madrid), Sebastián Eguren (Libertad), Gastón Ramírez (Southampton) e Álvaro González (Lazio) Atacantes: Luis Suárez (Liverpool), Edison Cavani (Napoli), Diego Forlán (Internacional) e Abel Hernández (Palermo).
A Celeste estreia dia 16 – logo contra a Espanha campeã do mundo! – na Arena Pernambuco.
Dica de música do amigo Roge Vasco, feliz da vida com seu Peñarol, mais uma vez campeão uruguaio: o clip do cantor uruguaio Jaime Roos no Centenário, “Cuando Juega Uruguay”, uma canção de incentivo à Celeste. Com Obdulio Varela (El Negro Jefe, capitão da campeã mundial em 1950) e tudo. O clip é de 1992.
2013 começou com uma grande perda para o futebol uruguaio, sul-americano e mundial.
Em 2 de janeiro, morreu Ladislao Mazurkiewicz, goleiro do Uruguai em três Copas do Mundo. Sim, o goleiro que não tomou aquele gol do Pelé, no drible de corpo gingado na semifinal da Copa de 70, que o escrete canarinho ganhou de virada por 3 a 1 (Cubilla abriu o placar; Clodoaldo, Jairzinho e Rivellino marcaram para o Brasil). “Mazurka” começou no gol do Racing de Montevidéu, mas se consagrou entre 1965 e 71 no Peñarol, clube em que encerraria a carreira depois de guardar a meta de Atlético Mineiro, Granada, Peñarol de novo, Cobreloa e América de Cáli.
O jornalista e radialista Beto Xavier, autor do livro Futebol no País da Música, me informa: “Era um goleiro muito elegante. Jogava adiantado, olhava o jogo da marca do pênalti. No Atlético Mineiro, vestia uma camisa preta, mas por baixo, uma outra, de gola amarela, à mostra, para lembrar o Peñarol”.
No Peñarol, Mazurkiewicz foi campeão sul-americano e mundial em 1966. Venceu a Libertadores ao lado de Pablo Forlán, do grande Pedro Rocha, do artilheiro equatoriano Spencer e do peruano Joya, num time treinado por Máspoli – goleiro do Uruguai no Maracanazo, em 1950. Depois de vencer o River Plate, os carboneros disputaram o Mundial de Clubes contra o Real Madrid. E levaram a Copa Intercontinental para Montevidéu. E é por isso que ilustro o texto com esta flâmula comemorativa do tri da Libertadores.
Atualizado em setembro/2014
“Banderín” (flâmula, em castelhano) do Clube Atlético Peñarol, que anunciou a construção de um estádio na região de Montevidéu. A Arena Peñarol terá capacidade para 40 mil pessoas, mas pode ser ampliada para receber 55 mil “manyas” se der certo a Copa conjunta entre Uruguai e Argentina, em 2030.
O vídeo abaixo – do canal oficial do Peñarol no You Tube- mostra o estágio das obras em agosto de 2014.