Quartas de final da Champions League | Liga dos Campeões

image
No papel, só o Real Madrid pegou uma molezinha nas quartas, no caminho da grande final, em 19 de maio, na Allianz Arena de Munique. E ainda por cima, joga a segunda partida em casa:

  1. Apoel x Real Madrid
  2. Olympique de Marselha x Bayern de Munique
  3. Benfica x Chelsea
  4. Milan x Barcelona

Continuar lendo “Quartas de final da Champions League | Liga dos Campeões”

7×1, 6×3, 5×1, 5×4… “A Renascença do Futebol”

O Bayern de Munique quebrou o ferolho suíço e aplicou 7×0 no Basel num jogo de oitavas da Champions League! Dias depois de enfiar 7×1 no Hoffenhein, pela liga alemã.
Mesmo placar do Barça contra o Bayer Leverkusen, na Liga dos Campeões. Com direito ao “repoker” – cinco gols – de Messi (poker seriam quatro gols). Na mesma Champions,  o Arsenal chegou a 3×0 no Milan – faltou um pra devolver o 4×0 de San Siro e tentar uma classificação heroica.
Na Espanha, o Espanyol de Barcelona deu uma “manita” (5×1) no Rayo Vallecano, uma semana depois de levar ele mesmo, Espanyol, uma “manita” do Real Madrid.
Na Itália, na rodada do fim de semana, tivemos Napoli 6 x 3 Cagliari. Na Argentina, Independiente 5×4 Boca dentro da Bombonera! Triplete de Ernesto Farías.
Em São Paulo, semanas depois de um emocionante Choque-Rei que terminou 3×3, o Palmeiras fez 6×2 no Botafogo de Ribeirão Preto.
Deu a louca no show (da bola)? Os deuses (dos estádios) devem estar loucos? Nesse festival de gols, são normais as goleadas aplicadas por times com orçamento muito maior do que o adversário. Mas e esses placares elásticos envolvendo grandes clubes, e em clássicos, como Independiente x Boca? Não faz muito tempo – segundo semestre de 2011 – tivemos Manchester United 8×2 Arsenal, depois Manchester City 6 x 1 Manchester United, sem esquecer do inesquecível Santos 4×5 Flamengo – no dia do supergol de Neymar – e na final do Mundial, de triste recordação para a torcida santista, o 0x4 para o Barcelona. Aliás, olha o Neymar aí de novo, fazendo gols como o 2º, especialmente, e o 3ª do hat-trick contra o Internacional, que já poderiam ser considerados candidatos a gol mais bonito do ano.
Impressão minha ou não podemos mais falar que são exclusivos dos arquivos, almanaques e memórias jogaços como o Santos x Palmeiras de 1958? Virou 5×2 pro Santos, depois o Palmeiras reagiu e virou para 6×5, antes de nova virada – santista – para 7×6.
Procurei a palavra de alguém que cobre o futebol do Brasil e do mundo há mais de 20 anos. O jornalista Décio Lopes, do programa + blog Expresso do Esporte.
Perguntei: o futebol voltou a ser ofensivo e não devemos mais ficar só lembrando do passado? Pelo seu twitter, Décio Lopes respondeu: “Acho que sim. A guinada mais recente é para o ataque. E o Barça é tão lindo  que faz o futebol do futuro lembrar em muitos aspectos o do passado. É a releitura. A Renascença do futebol”.
Amém, Décio, amém. Gostei. Tanto que esse termo “Renascença do futebol” foi para o título do post. Perfeito! Obrigado!

“Bíblia do São-Paulino”

image
Rui Branquinho, Michael Serra e a editora Panda Books lançam nesta terça-feira a Bíblia do São- Paulino (Livro e Documentos de uma Era de Conquistas). Hoje, a partir de 18h30, na livraria Cultura do Conjunto Nacional. Contém um livro de 344 páginas em formato de bíblia, com a história tricolor desde o “antigo testamento” – o Paulistano e a Associação Athlética das Palmeiras, que deram origem ao São Paulo da Floresta, em 1930 – e vem numa caixa com mais de 30 reproduções. Como o ingresso do jogo 1.000 de Rogério Ceni e  a série de cards comemorativos dos 50 anos do Morumbi. E mais: Continuar lendo ““Bíblia do São-Paulino””

Zazueira

JORGE BEN JOR E A BANDA DO ZÉ PRETINHO
Via Funchal, São Paulo, 9/03/2012
Coluna de Música do Fut Pop Clube

Gosto de ver sempre os shows de determinados artistas. Manu Chao. Buddy Guy. Metallica. Pearl Jam, por exemplo. São sempre diferentes do da véspera ou de anos anteriores e cheios de enegia, mesmo que eventualmente repitam o set-list. Jorge Ben Jor é um deles. Não tem duas semanas que vi o segundo show do Circo Voador (confira como foi no post anterior). Nesta sexta, vi de novo, em Sampa. Ingresso de pista 20 reais mais caro do que o do Rio, o que costuma acontecer. Casa lotada! Fila para pegar ingresso comprado via internet. No caminho, vi o carro de uma moça com um adesivo gigante de São Jorge, igual ao das costas da camisa com que Ben Jor entrou no palco. Era noite de Jorge. Chega de nariz de cera e vamos ao show. Foram mais de duas horas de clássicos do samba-rock – com muitas pitadas de funk e reggae – e vários hits apresentados um colados no outro, em formato de medley,

  • Eu Vou Torcer (de Tábua de Esmeralda) abriu o show.
  • Comanche
  • A Banda do Zé Pretinho 
  • Santa Clara Clareou / Zazueira / A Minha Menina
  • em seguida, veio uma levada reggae (acho que foi Zumbi)
  • Bebete Vãobora
  • Que Maravilha / Magnólia
  • Ive Brussel (que refrão!)
  • Engenho de Dentro
  • O Homem da Gravata Florida (público acompanha na palma da mão)
  • País Tropical / Spyro Gyro (dobradinha sempre sensacional)
  • Do Leme ao Pontal, cover do “síndico” Tim Maia, colada em W/Brasil (Chama o Síndico), que foi cantada em coro por uma plateia em parte formada por uma molecada que sequer engatinhava quando esse hit explodiu.

Depois de uma hora e dez de show, um intervalo de cinco minutos, “para afinar as guitarras”. Ben Jor voltou todo de branco e o BIS começou com: Continuar lendo “Zazueira”

Louco, muito louco Athletic Club

loja virtual do Athletic Club: http://www.athletic-club.net/

Maneiríssimo uniforme nº 2 do Athletic Club de Bilbao, com as cores da bandeira basca. O ofensivo Athletic do técnico Marcelo “El Loco” Bielsa” aprontou ontem em Old Trafford: 3 x 2 pra cima do Manchester United, na Liga Europa, fase oitavas de final. “Eurociclón”, berra a capa do madrilenho e madridista “Marca”.  Os bascos levam vantagem para o jogo de volta, na sua “catedral” de San Mamés.

Bom lembrar que os comandados de Loco Bielsa já estão na finalíssima da Copa do Rei contra o Barcelona campeão de tudo – marcada para 25 de maio no estádio Vicente Calderón, em Madri, depois de longa e chatíssima novela sobre o local dessa decisão. O senso comum indicaria o maior estádio neutro, o Santiago Bernabéu, mas o Real não liberou de jeito nenhum. Então, ficou assim: Athletic de Bilbao x Barcelona, jogo pra ver. 25 de maio. Local neutro, Vicente Calderón, Madri. Curioso é que o dono da casa, o Atlético de Madrid, foi fundado por fãs do xará de Bilbao. O Barça tem 25 Copas do Rei. Os bascos, 23. São os maiores vencedores dessa competição mata-mata. E Athletic e Barça fizeram um dos melhores jogos da atual temporada espanhola, segundo Pep Guardiola.

Gostaria de compartilhar uma historinha deliciosa sobre El Loco Bielsa que li no excelente Sport Blog, do jornal inglês The Guardian, em texto de Sid Lowe. Continuar lendo “Louco, muito louco Athletic Club”

Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.

http://www.auf.org.uy/ Asociación Uruguaya de Fútbol
Linda vista aérea do mítico estádio, em foto que está no Museo del Fútbol e no site  da Asociación Uruguaya de Fútbol: http://www.auf.org.uy/
Obra de Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol, em Montevidéu

Com este belo mural do artista plástico uruguaio Carlos Páez Vilaró, no Museo del Fútbol do estádio Centenario, Fut Pop Clube começa o passeio pelo cenário da primeira Copa do Mundo, a de 1930 – e seu interessantíssimo museu, inaugurado em 1975. O ingresso não custa caro, não. Cerca de 10 reais. Nós brasileiros podemos pagar na nossa moeda, mesmo. Aliás, leve reais, dólares ou pesos uruguayos de sobra, porque a lojinha do museu é tentadora! O senhor que me recebeu, um “carbonero” (torcedor do Peñarol) foi super simpático, mostrou não só interesse como muito conhecimento sobre o futebol brasileiro. Falou com opinião sobre a seleção de 1982, de Telê, falou do goleiro Leão, Libertadores… Enfim, tem história para contar e muito interesse pelo futebol brasileiro, como outros torcedores uruguaios. Continuar lendo “Rolê do blog pelo Museo del Fútbol, no estádio Centenario.”

El Centenario de Montevideo

O estádio Centenario foi desenhado por  Juan Antonio Scasso e construído a toque de caixa -9 meses- para o primeiro Campeonato Mundial de Futebol. O nome é uma referência aos 100 anos da primeira Constituição uruguaia. Foi inaugurado já em meio à Copa do Mundo, em 18 de julho de 1930, com a vitória da Celeste (então bicampeã olímpica) sobre o Peru por 1×0. Gol de Héctor “Manco” Castro, que também marcaria o quarto gol contra a Argentina, na final da Copa (4×2, de virada).

“Manco” Castro, autor do gol inaugural do Centenário, também marcou este, o 4º do Uruguai na final contra a Argentina, em foto exibida no Museo del Fútbol

As tribunas Colombes e Amsterdam fazem referência a esses títulos olímpicos do Uruguai, nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1924, e de Amsterdam, em 1928.
O Centenário também abrigou os campeonatos Sul-Americanos de 1942, 1956, 1967 e 1995, já como Copa América. Todos vencidos pela dona da casa, a Celeste.
Também foi a sede do Mundialito , que eles chamam de Copa de Oro. Deu Uruguai, em mais uma final contra o Brasil (já de Telê Santana).
Ainda bem que o Uruguai preserva suas memórias. valoriza conquistas e ídolos. Visitar o Centenario é visitar a história. Voltar no tempo e imaginar como foi a decisão de 1930. De arrepiar. Dentro do post, as fotos do rolê do blog pelo setor chamado Tribuna Olímpica, a que tem acesso os visitantes do museu. Entrei no clima de túnel do tempo e publico as fotos em preto e branco. Espero que você curta, meu caro leitor. Continuar lendo “El Centenario de Montevideo”

Sport Lisboa e Benfica. De todos um.

Galhardete (flâmula) do Benfica, que comemora 108 anos. Em 28 de fevereiro de 1904, nasceu o Sport Lisboa, que ao se unir com o Grupo Sport Benfica (de 26/07/1906) deu origem ao Sport Lisboa e Benfica. O glorioso SLB” que os adeptos encarnados cantam, dentro e fora da “catedral”, o magnífico estádio da Luz.
O site do Benfica mostra a evolução dos distintivos, desde o Sport Lisboa e do Grupo Sport Benfica, até o escudo do SLB de hoje. Continuar lendo “Sport Lisboa e Benfica. De todos um.”