Lançamento: “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.

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No fim de semana, teve Come-Fogo e Majestoso no futebol paulista. Numa das semifinais da Copa do Nordeste, tem Clássico das Multidões. Se você tá boiando neste post, uma leitura curiosa pode ser o livro “”Os Clássicos do Futebol Brasileiro“, de José Renato Santiago e Marcelo Unti. “Mil e uma” curiosidades sobre 201 dérbis dos  estados e dos estádios do Brasil.

A noite de autógrafos é nesta quinta, 13 de março, às 19h, no São Cristóvão – um clássico dos bares da Vila Madalena, em São Paulo.

Na orelha do livro, o jornalista Maurício Noriega cita Vinicius:

Jogos comuns, vocês que me perdoem, mas os clássicos são fundamentais – Nori.

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Saiu: “Os Sem-Copa”.

Oberdan Cattani, Heleno de Freitas, Tesourinha, Evaristo de Macedo, Roberto Batata, Dener, Canhoteiro, Alex, Friedenreich. “Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial”. É o subtítulo de “Os Sem-Copa” (Maquinária Editora), o novo livro da jornalista Clara Albuquerque (autora de “A Linha da Bola“).

http://www.maquinariaeditora.com.br/
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Boa dica da coluna de Mauro Beting no “Lance!” de hoje. Continuar lendo “Saiu: “Os Sem-Copa”.”

“Entre os Vândalos”

Um grupo de torcedores de uma organizada espanca até a morte um torcedor de organizada (e pai de família) de outro time.
Um grupo de torcedores organizados invade o centro de treinamento do time de preferência deles para ameaçar jogadores.
Um grupo de torcedores ofende um jogador de futebol de um país amigo por causa da cor da pele dele.
2014 não começou bem, para aqueles que torcem não para uma organizada, mas pela paz dentro e fora dos estádios, para quem sabe um dia voltar a frequentar os estádios… perdão, arenas…  em dias de dérbis. Poder sair na rua com a camisa do time sem ficar com medo de um ataque covarde como o da primeira linha desse texto.
2014 não começou mesmo nada bem, como 2013… que não começou nem terminou bem, de Oruro à Arena Joinville.
E aí que entra o livro que indico neste post. “Entre os Vândalos” (Companhia de Bolso), do jornalista americano Bill Buford (Granta, The New Yorker). Subtítulo: “a multidão e a sedução da violência”.
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Bill Buford morou na Grâ-Bretanha e se “incorporou” às torcidas organizadas, especialmente do Manchester United, para tentar entender o fenômeno do hooliganismo. Faz um relato detalhado dos anos e anos que passou acompanhando os hooligans, e sofreu na pele -ele mesmo, o autor -as consequências. Escolhidas outras cores para seguir, poderia estar entre os mortos das tragédias de Heysel ou de Hillsborough. É assustador. O livro foi lançado lá fora em 1991, quando as coisas começaram a se acalmar pelo menos dentro dos estádios ingleses, com as medidas do relatório Taylor.

Que seja objeto de estudo, levado em consideração, no país da Copa. Antes, durante e depois do Mundial.

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“Almanaque do São Paulo” + “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.

ImageProxyDois livros muito curiosos.

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O José Renato Santiago, autor do texto do post anterior sobre o #Ferrim (clique aqui), que tem a maior coleção de livros e artigos de futebol segundo o Guinness World Records, está acrescentando mais dois livros na biblioteca, e o nono e décimo de autoria dele mesmo. De interesse mais dos são-paulinos, “Almanaque do São Paulo” é um calhamaço elaborado a 4 mãos com Raul Snell, que faz um levantamento histórico de todos os jogos disputados pelo tricolor paulista, desde a estreia do São Paulo da Floresta, em 1930, até o fim de 2013. A noite de autógrafos foi em 25 de fevereiro, no sempre movimentado bar São Cristóvão, na Vila Madalena – praticamente um museu do futebol informal.

O outro livro é indicado para quem curte as curiosidades do futebol em todos os estados brasileiros. “Os Clássicos do Futebol Brasileiro“, que José  Renato Santiago escreveu com Marcelo Unti, tem mais de mil informações sobre 201 dérbis de todos os estados, de 1902 até hoje. Opa! Boa ideia! Zé Renato e Marcelo Unti autografam este livro em 13 de março, também no bar São Cristóvão. Continuar lendo ““Almanaque do São Paulo” + “Os Clássicos do Futebol Brasileiro”.”

Banda Bate Bola

Coluna de Música Fut Pop Clube

Saiu em 2013 o CD da Banda Bate Bola, uma seleção de dez músicas da MPB boleira, a música popular que canta o futebol. Espero que seja só o primeiro da banda formada por Afonso Machado (bandolim, arranjos instrumentais), Ruy Faria (ex-MPB-4, voz e arranjos vocais), Tiago Machado (filho de Afonso; violão, cavaquinho, arranjos instrumentais) e Chico Faria (arranjos vocais; é filho de Ruy e da Cynara, do Quarteto em Cy, outro grupo vocal que gravou um belo disco com canções de Chico Buarque). A BBB (Banda Bate Bola, no caso) conta ainda com Diego Zangado na bateria e João Faria no baixo (no CD, Pretinho da Serrinha toca percussão).

http://www.ruyfaria.com/banda-bate-bola/
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  • E a Banda Bate Bola é uma das atrações da série de shows inspirada pelo livro do Beto Xavier, “Futebol no País da Música”, durante três fins de semana de fevereiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio. A Banda Bate Bola vai tocar no segundo fim de semana da série, 14 e 15 de fevereiro, 21h, numa noite que ainda terá Kleiton & Kledir, na tenda externa do CCBB carioca. Ingressos a 10 reais (5 a meia).

Já que canções que falam de futebol são uma das paixões da Coluna de Música e do Fut Pop Clube, vamos fazer um faixa a faixa do CD Banda Bate Bola. Continuar lendo “Banda Bate Bola”

Tecladista do Skank e jornalista lançam livro sobre o tri do Cruzeiro

Henrique Portugal, do Skank, e o jornalista Bruno Mateus, estão lançando “Tricampeão Brasileiro”. A sessão de autógrafos é nesta quinta-feira, 23 de janeiro, das 18h30 às 20h30, na loja do Cruzeiro ao lado da sede Barro Preto, em BH.

http://www.cruzeiro.com.br/
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“1993 – Somos Bicampeões do Mundo”

Publicado em 12/12/2013

https://pandabooks.websiteseguro.com/livro/570/1993-somos-bicampeoes-do-mundo.html
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12 de dezembro de 1993. Era madrugada no Brasil. E o São Paulo do mestre Telê conquistava o seu bicampeonato mundial, ao derrotar o Milan por 3×2, numa partida emocionante, no belo estádio nacional de Tóquio. Vinte anos depois, o goleiro Zetti -um dos heróis do bi – e o jornalista André Plihal lançam o livro  “1993 – Somos Bicampeões do Mundo” (Panda Books). A noite de autógrafos, na noite em que o título completou 20 anos, levou muita gente à Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Às 21h30, a fila descia as escadas, saía da loja e avançava alguns metros na calçada da alameda Santos! Continuar lendo ““1993 – Somos Bicampeões do Mundo””

Dossiê 50

http://www.maquinariaeditora.com.br/
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Capinha da primeira edição do livro do Geneton

A Copa de 50 e o Maracanazo estão entre os temas mais investigados por Geneton Moraes Neto. Em 2000,  quando a derrota de virada para a Celeste no Maracanã lotado completou 50 anos, o jornalista lançou o livro “Dossiê 50 – Os Onze Jogadores Revelam os Segredos da Maior Tragédia do Futebol Brasileiro” pela editora Objetiva (ao lado, a capinha dessa edição, esgotada). Agora, a saga de Geneton em busca desses segredos virou o documentário “Dossiê 50: Comício A Favor dos Náufragos”. Teve pré-estreia no Festival do Rio. Antes de entrar na programação do canal GloboNews (em 3 de novembro), às 21h30; 9 de novembro, às 18h30). vai ter uma pré em São Paulo. Anote: sábado, 19 de outubro, das 11h às 13h, no auditório do Museu do Futebol. A entrada é de graça, mas está sujeita à lotação da sala (o auditório Armando Nogueira tem capacidade para 180 pessoas). Imperdível. E quem concorda comigo e pensa em ver essa sessão deve chegar com antecedência.

Outra boa nova é que o livro “Dossiê 50 – Os Onze Jogadores Revelam os Segredos da Maior Tragédia do Futebol Brasileiro”  vai ser relançado pela Maquinária Editora, em papel, e também pela e-Galáxia, especializada em e-books.

Com as três mídias, documentário + livro + e-book, Geneton espera que os vice-campeões do mundo de 1950 sejam anistiados e tenham enfim o reconhecimento que mereciam. Sim, anistiados, porque como dizia o goleiro Barbosa (1921-2000), a pena máxima no Brasil era de 30 anos, mas o guarda-redes que está entre os 10 mais do Vasco pagou quase 50 anos. Continuar lendo “Dossiê 50”

L E Ô N I D A S. 100 anos do Diamante Negro.

A bicicleta de Leônidas, no Memorial do São Paulo FC.
A bicicleta de Leônidas, no Memorial do São Paulo FC.

Ao som de “Deixa Falar”, clássico na voz da pequena notável Carmem Miranda, a gente comemora hoje o centenário do nascimento de Leônidas da Silva, o artilheiro da Copa de 1938 (também jogou a de 34) que, se não inventou o gol de bicicleta, o popularizou no Brasil. Tricampeão carioca, pentacampeão paulista, o atacante hoje foi tema do “doodle”, aquele logotipo do Google que muda, em homenagem a uma data.

www.google.com.br
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O “crack” dos anos 30 e 40 renderia muitas manchetes de jornal se jogasse hoje. Imagine só como seus gols (média acima de um por partida no Flamengo), suas confusões fora dos campos, seus romances seriam compartilhados e curtidos (ou nção) pelas rede sociais, na era da internet. Você acha que o Neymar faz muita propaganda? Leônidas foi nome de cigarro e virou nome de chocolate, criado pela Lacta logo depois do Mundial de 1938, fabricado até hoje.

http://www.lacta.com.br/
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Nesta semana do centenário, Leônidas foi homenageado pelo Flamengo, clube que tirou da’ fila’, em 1939. O rubro-negro usou uma camisa com a hashtag #Leônidas100, na partida contra o Vitória.

https://www.facebook.com/FlamengoOficial
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Ao São Paulo, Leônidas chegou como astro, recebido por milhares na estação de trem, mas também visto com desconfiança, como o “o bonde de 200 contos de réis” por alguns. Saiu como cinco vezes campeão paulista na década de 40. Na quinta-feira, o tricolor jogou contra o Criciúma com uma linda camisa retrô, de tom gelo, em homenagem ao ídolo eterno.

FOTO divulgação Penalty | Vipcomm
FOTO divulgação Penalty | Vipcomm

Para saber mais sobre a vida da primeira grande celebridade do futebol brasileiro, não deixe de ler  “Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva“, trabalho de fôlego do jornalista André Ribeiro.

Obrigado, Leônidas, por continuar dando a alegria e orgulho a nós, torcedores, 9 anos depois de sua morte.