Berbatov

Ele é “o cara” da rodada de fim de semana. O nome do jogo – e que jogo!- Manchester United x Liverpool. O búlgaro Dimitar Berbatov – Berba para os íntimos – fez os três gols da vitória suada do ManUtd. Um deles, o segundo, uma pintura. De puxeta. O Liverpool empatou com duas bolas paradas de Gerrard. Mas o camisa 9 de sir Alex Ferguson subiu e decidiu. Hat-trick (três gols num jogo) e candidato ao “troféu” E que golaço da semana, Berbatov. O cara.

30 Gols Históricos do Gigante da Colina

Andrada, Fidélis, Moacir, Renê e Eberval (Batista); Alcir e Bougleaux [o Buglê]; Ferreira, Valfrido, Silva (Kosilek) e Gílson Nunes. Time-base do Vasco da Gama, que se sagrou campeão carioca de 1970 num 17 de setembro. A fonte é o livraço História dos Campeonatos Cariocas de Futebol 1906/2010 (Maquinária Editora), de Roberto Assaf e Clovis Martins – lançado esta semana no Rio. Por sinal, a coluna Baú do Assaf no jornal Lance! e Lancenet alertou este que vos bloga para a efeméride. O Vasco não ganhava o título carioca desde o super-supercampeonato de 1958 (super-super porque teve dois triangulares finais entre Vasco, Fla e Bota). Lembra Assaf que o campeonato de 1970 foi o último Carioca de pontos corridos (regulamento sem previsão de final entre vencedores de turnos). O título vascaíno, com uma rodada de antecipação, veio com a vitória no clássico contra o Botafogo de Jairzinho e Paulo César Caju, por 2 a 1. Gílson Nunes e Valfrido marcaram os tentos cruzmaltinos.
O gol de Valfrido, o “espanador da lua”, narrado por Waldir Amaral, está no CD 30 Gols Históricos do Gigante da Colina, de uma coleção lançada em 2010 em bancas pela rádio Globo Rio. “Gool legal”, atestou Mário Vianna, “com dois Ns”. Entre os outros 29 gols do CD, estão o  de Roberto Dinamite – de lençol – em outro clássico contra o Fogão, no Carioca 76; os gols dos quatro títulos brasileiros do Vasco: 74,  89, 97 e 2000; os quatro gols da histórica virada sobre o Palmeiras, na final da Mercosul de 2000, em pleno Palestra; e na vitoriosa campanha na Libertadores de 98, o golaço de Juninho Pernambucano contra o River Plate e o de Luizão contra o Barcelona de Guayaquil, Equador. As vozes no CD são de Jorge Cury, Antonio Porto, José Carlos Araújo, Edson Mauro, Gilson Ricardo e Edson Mauro, além da de Waldir Amaral (“a camisa que tem cheiro de gol”, “indivíduo competente” etc). Vascaíno, vale a pena dar uma fuçada por aí.
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Documentário sobre o Manchester City: “Blue Moon Rising”


Rolou em setembro de 2010, em Manchester, a avant-premiere de Blue Moon Rising, documentário sobre o time azul da cidade. Deu nos blogs Brasil Mundial FC e no Premier League Brasil. O filme é fruto de uma parceria do milionário Manchester City com a Endemol Sport Productions, braço esportivo da produtora com tentáculos em telas de vários cantos do mundo, a Endemol. Reality show? Não é à toa que as câmeras do diretor Stewart Sugg acompanham quatro torcedores do City na temporada 2009/2010, que viajaram Inglaterra afora numa mega van. Noel Gallagher, cara-metade do Oasis, torcedor fanático do Manchester City, participa do filme – e foi à pre-estreia (veja no site oficial do clube). Continuar lendo “Documentário sobre o Manchester City: “Blue Moon Rising””

Superquarta 2010-2011

Flâmula do Grupo "da morte" da Champions, à venda no site do Auxerre

Primeira de muitas superquartas da temporada. No Brasileirão, 5 jogos na faixa de 19h30 e 3 jogos às 22h, inclusive o confronto entre Fluminense e Corinthians no Engenhão, que fez todo mundo lembrar da invasão corintiana ao Maracanã, na semifinal de 1976. Na Liga dos Campeões da Europa, 8 jogos encerraram a primeira rodada da fase de grupos. Achei no site do Auxerre uma flâmula do grupo G, considerado da morte, com times que somam 20 títulos da Copa/Liga dos Campeões: Real Madrid (9), Milan (7), Ajax (4) e o Auxerre. E aí você vê como o futebol europeu sabe trabalhar o marketing. É flâmula da Champions, é cachecol com os nomes e cores dos times envolvidos em cada partida! Aqui, um cachecol oficial de time pode custar tão caro como uma camisa. Flâmula? Você pergunta na loja de esporte e só falta ouvir: “o que é isso?”.
Rápido balanço de pitacos da 1ª rodada da Liga. Continuar lendo “Superquarta 2010-2011”

“Soberano – Seis Vezes Campeão”

Em 9 de junho de 1991, o São Paulo de Telê Santana conquistou um dos seus títulos mais importantes. O Brasileirão de 91, passaporte para a Libertadores, Mundial de Clubes … Abaixo, o post publicado em 2010, depois da pré-estreia do filme “Soberano -Seis Vezes São Paulo”, que conta a saga do hexa tricolor, já disponível em DVD.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

O público do cinema UCI Jardim Sul mais parecia uma torcida, com uniformes e até bandeiras. O hall foi decorado com cartazes gigantes de 6 escretes campeões brasileiros. A pré-estreia da noite contou com a presença de parte do elenco da película. Raí, Sidney, Jorge Wagner, Alex Silva, Rogério Ceni. O músico Nando Reis, que compôs músicas para o filme, também apareceu – todo feliz. Era noite de lançamento de Soberano – Seis Vezes São Paulo, documentário sobre os títulos brasileiros do tricolor (77/86/91/06/07/08) produzido pela G7 Cinema, com direção de Carlos Nader e Maurício Arruda. Estreou em 17 de setembro de 2010, em cinemas de 10 estados. E esta semana ganha mais uma exibição em tela grande na seleção paulista do CineFoot, no Museu do Futebol.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

Se os depoimentos de Minelli (treinador tricampeão brasileiro, em 75 e 76 pelo Inter e 77 pelo São Paulo), Muricy (no elenco de Minelli em 77, técnico vitorioso de 2006 a 2008) e de jogadores como Waldir Perez, Dario Pereyra, Careca, Raí, Rogério Ceni e Hernanes trazem histórias curiosas de bastidores, são as entrevistas com torcedores – escolhidos como personagens – que emocionam mais. Continuar lendo ““Soberano – Seis Vezes Campeão””

# Mineirão 45 anos

http://www.ademg.mg.gov.br

Palco de tantos clássicos e confrontos decisivos – por campeonato mineiro, Taça Brasil, Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e até a partida de volta do Mundial Interclubes (ou Copa Intercontinental, em 1976, Bayern de Munique campeão em cima do grande Cruzeiro, campeão da Libertadores 76). O estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, completou 45 anos em 5 de setembro – e passou o aniversário em obras, para a Copa 2014. Continuar lendo “# Mineirão 45 anos”

Moda Cruzeiro casual e retrô

FOTO Washington Alves/VIPCOMM

Esta é para quem curte moda esportiva, independentemente do time de coração. O Cruzeiro e sua fornecedora de material, a RBK, lançaram hoje uma coleção casual e retrô inspirada em grandes conquistas da Raposa. Jogadores cruzeirenses como Fábio, Montillo, Farías, Wellington Paulista e Roger participaram da tarde de lançamento ao lado de belas modelos. A coleção está disponível no site do clube e nas lojas Cruzeiro Mania. Para colírio de nossos olhos, na galeria de fotos abaixo publico as fotos das manecas que desfilaram a linha destinada às não menos belas torcedoras do Cruzeiro.

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Libertadores virtual

Devo confessar que já fui mais de video-game de  futebol. Jogava os da série Fifa Soccer, depois Fifa Football, da EA Sports. Mas uma notícia da seção de tecnologia e games do G1 me chamou a atenção:  a versão 2011 do Pro Evolution Soccer vai ter um modo Copa Libertadores, representados os cinco times brasileiros que disputaram a competição em 2010. Internacional, São Paulo, Flamengo, Cruzeiro e Corinthians. Taí uma jogada em que a EA Sports deu bobeira, na minha opinião. Continuar lendo “Libertadores virtual”

40 anos do Paulistão de 1970

DIAS Pontes EditoresSérgio, Pablo Forlán, Jurandir, Roberto Dias e Gilberto (ou Tenente); Édson e o canhotinha de ouro Gérson (Nenê disputou alguns jogos, inclusive os 2 últimos); Paulo (Miruca), Terto (Zé Roberto), Toninho Guerreiro e Paraná. É o time-base do São Paulo campeão paulista de 1970, depois de um jejum de 13 anos (o último Paulistão tricolor havia sido em 1957), período que coincide com a construção do Morumbi (inaugurado parcialmente em outubro de 1960, ficou pronto em janeiro de 1970). Curiosamente, o título tão esperado foi confirmado longe do Morumbi,  em Campinas, em 9 de setembro de 1970. São Paulo 2×1 Guarani. No volume II de O Caminho da Bola, série de três livraços que conta a história da Federação Paulista, Rubens Ribeiro escreve que o Paulistão de 70 teve uma fase de classificação com 9 times do interior e o Juventus, que jogaram entre si em turno e returno. Guarani, Ferroviária, Botafogo de Ribeirão, Ponte Preta e São Bento passaram para a fase final, em que entraram os grandes: Santos, Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Portuguesa (ordeno de acordo com a classificação final do Paulistão de 1969). Os dez clubes jogaram entre si, de novo em turno e returno. O tricolor foi campeão com uma rodada de antecedência.

Aproveito para republicar parte de um post sobre Roberto Dias e biografia dele, Dias – A Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960, do jornalista Fábio Matos. Continuar lendo “40 anos do Paulistão de 1970”

A 1ª noite do resto de nosso campeonato

CASAL 20

Impressionante como Conca e Washington nasceram um para (jogar ao lado d)o outro. Um novo Casal 20? Um colega meu tricolor brincou: Conca + W9 + sheik Emerson, está mais para menage (0oops, este é um blog família, aí o post fica proibido para menores…)

G4

Uma magra mais importantíssima vitória sobre o Inter em Uberlândia, num confronto que já decidiu Brasileirão, 35 anos atrás. Cruzeiro no G4, ao menos por uma noite.

GOLEIRO-ROQUEIRO

AC/DC (o best seller Back in Black), um sucesso do Green Day, mega hit dos Guns N´Roses (Sweet Child o´Mine), do Ira! (Envelheço na Cidade), um som viajandão do Pink Floyd, Whitesnake (baladinha The Deeper the Love), entre outros, foram ouvidos no alto falante do Morumbi#50Anos, antes e depois do jogo dos hexas, que terminou com a vitória do São Paulo, 2×0 no Flamengo. A seleção musical foi de Rogério Ceni, 20 anos de tricolor paulista, homenageado na noite gelada no Morumbi.

REVANCHE DE 1995?

O estádio é o mesmo Pacaembu da polêmica finalíssima de 17 de dezembro de 1995. O Santos que era comandado em campo por Giovanni tem a volta de Neymar. O Botafogo que era de Túlio e Sérgio Manoel hoje conta com Maicosuel, Herrera e Loco Abreu. “O jogo” da noite!