O Club Atlético de Madrid completou 110 anos nesta sexta-feira, 26 de abril, exatamente na véspera de um derby madrilenho contra o Real rival mais afortunado. O clube sempre lança anúncios que mostram a paixão e a fidelidade do torcedor rojiblanco, como Atleti: me mata/me dá la vida, estrelado pelo o sócio nº 1 (que já foi tema aqui do blog). Neste 110º aniversário, o clube madrilenho lançou mais uma campanha interessante, novamente criada pela agência Sra. Rushmore. “O Atleti te faz mais forte”.
11 de dezembro de 1983. Fla-Flu decisivo do campeonato carioca. O empate era tudo o que o rubro-negro precisava para eliminar o tricolor no triangular final que também teve o Bangu. Mas aos 45 do segundo tempo, o guerreiro Assis entra pela direita e tira do goleiro Raul. Aquele Fluminense de guerreiros acabaria sendo tricampeão estadual. 1983, 84, 85. E campeão brasileiro em 1984.
O Fluminense apresentou na terça-feira sua nova camisa nº 2, inspirada no uniforme branco de 1983, usado por Assis no gol que acabou sendo o do título. O “carrasco” Assis, o paraguaio Romerito, craques do atual elenco, dirigentes e torcedores participaram do lançamento, com o slogan “Recordar é Viver”, que está na gola.
Gostaria de aproveitar o dia de São Jorge, o santo guerreiro, padroeiro de tanta gente, de tantos times de futebol, para lembrar de um discão do Jorge Ben Jor, era Jorge Ben mesmo. “A Banda do Zé Pretinho” chegou para animar a festa em 1978 via Som Livre. Está fora de catálogo – meu exemplar é um LP de vinil, recentemente achado numa feirinha de discos em Sampa.
O álbum, que Ben dedica “ao mais Flamengo” e “ao mais anti-Flamengo”, está cheio de referências ao futebol, especialmente no lado A.
“Troca-Troca”, por exemplo, é uma canção sobre as trocas com que o ex-presidente do Fluminense, Francisco Horta, agitava o futebol carioca (“fez voltar ao Rio de Janeiro/a época de ouro da capital do futebol”). E de quebra, reforçava sem gastar nada a Máquina Tricolor na segunda metade dos anos 70.
O clássico “Cadê o Penalty” (aqui respeito a grafia inglesa do encarte) foi regravado pelo Skank, na sua estreia pelo selo Chaos/Sony Music, no começo dos anos 90.
Penalty, penalty, penalty, penalty, penalty/Cadê o penalty/que não deram pra gente/no primeiro tempo…
Na prima milionária e educada da Libertadores, adversários das Champions League como o Bayern e o Barcelona entram em acordo até para unificar uma #hasghtag oficial do jogão: #FCBFCB, relativa a esses grandes duelos (nesta terça em Munique; na quarta que vem no Camp Nou), aproveitando a coincidência das iniciais dos dois grandes times. Os bávaros, já campeões alemães por antecipação. E os catalães, virtuais campeões na Espanha (podem soltar o grito “Campeones” neste fim de semana em Bilbao). Enquanto isso, debaixo do Equador, existem sim pecados rasgados – clubes, jogadores, técnicos, policiais e torcedores que saem na mão nos vestiários, nos gramados, nas arquibancadas, na maioria das vezes sem um pingo de vergonha, diante das câmeras, mesmo (e infelizmente, de novo um sul-americano aprontou na Premier League. ô Luisito Suárez! Mordida? O atacante uruguaio do Liverpool é ótimo jogador, mas precisa de ajuda médica. Foi multado pelo próprio clube). Desorganização total.
Mas hoje é dia de Liga dos Campeões. E a Uefa organiza os jogos direitinho. Gostaria de repartir aqui fotos de um rolê do Fut Pop Clube pela Allianz Arena de Munique, local deste partidazo#FCBFCB. Um estádio moderno, que tem uma ótima atmosfera para ver e curtir futebol. Continuar lendo “FCB x FCB”→
“Gosto é gosto” etc… Mas eu particularmente achei uma aberração o uniforme 3 do São Paulo, usado na partida de quartas de final do Campeonato Paulista. Até o escudo manchado de vermelho… Pouca visibilidade para a marca do patrocinador (que deve ter “adorado”) e para os números dos jogadores (os locutores de rádio e TV também devem ter “achado o máximo”)…
FOTO Wander Roberto/VIPCOMM 28/04/2013
Muito mais legal foi a camisa feita pela própria Penalty no final de 2002, que comemorava os 10 anos do bi mundial de clubes (lembrada pelo tricolor Luciano Dias). Ela nunca foi usada em jogos. Era destinada apenas ao torcedor.
O São Paulo e sua fornecedora de material esportivo (a Penalty) decidiram lançar uma camisa vermelha na partida deste domingo contra o Penapolense, pelas quartas de final do Paulistão 2013. Por enquanto, clube e empresa fazem segredo sobre o uniforme que será usado em campo só nesse jogo.
O Morumbi, todo vermelho.
O objetivo da campanha #VermelhoACorDaRaça, lançada pelo tricolor nas redes sociais, é marcar a presença da cor vermelha… colorada, encarnada… nas cadeiras de todos os setores do Morumbi. E claro, vender camisas… Só me pergunto se os uniformes já não deveriam estar nas lojas… e se um jogo de mata-mata – ou melhor, só mata- é a ocasião ideal para uma ação desse tipo.
Outra camisa que já poderia estar nas lojas é a azul que o goleiro Rogério Ceni usou, na vitória por 2×0 contra o Atlético Mineiro e que valeu a dramática e suada classificação tricolor para o mata-mata dessa violenta Libertadores. A camisa é linda, diferente mesmo, e o exemplar abaixo está exposto na loja da Penalty no Morumbi.
Pennant (flâmula) do Manchester United, campeão inglês com 4 rodadas de antecipação, ao derrotar o Aston Villa por 3×0 (hat-trick de Van Persie, artilheiro do campeonato com 24 tentos até agora).
Os Red Devils, comandados por Sir Alex Ferguson, ampliam a vantagem sobre os Reds do Liverpool em número de ligas inglesas: 20 x 18.
Quando Ferguson assumiu o Man Utd, em 1986, o clube tinha 7 títulos nacionais. Ou seja, o “manager” faturou 13 campeonatos da liga inglesa – a sensacional Premier League.
OSaint-Étienne conquistou neste fim de semana sua primeira Copa da Liga da França. “Les Verts” – que já tiveram jogadores Platini e Rocheteau – fizeram uma bela festa para comemorar. O clube não ganhava nada há um tempinho…
Mas é o maior campeão francês (o campeonato de pontos corridos, hoje Ligue 1). São dez títulos. Continuar lendo “Time da semana: AS Saint-Étienne”→