Flâmula de madeira com escudo antigo do Ceará – coleção de José Renato Santiago.
O Cearáganhou um inédito título de Copa do Nordeste, e de forma invicta. Na final, o Vozão bateu o Bahia, num Castelão com recorde de público do futebol brasileiro não só no ano como depois da Copa: 63.399 torcedores.
Parabéns aos novos campeões, ao futebol nordestino e aos organizadores da competição, carinhosamente apelidada de “Lampions League”.
A Lazio lança neste sábado, na partida contra o Milan, no estádio Olímpico, uma camisa com uma águia estilizada, semelhante a uma #maglia que o clube da capital usou na segunda metade dos anos 80. E agora vai ser usada na segunda metade da temporada 14-15, nos jogos em casa.
A águia é o símbolo do time laziali, que no começo de 2015 completou 115 anos!
Com a maglia dell’aquila, a Lazio disputou a Série B italiana em 86-87 e escapou por pouco da queda para a terceirona. Tempos duros. Mas não há porque ter vergonha de temporadas difíceis. Fazem parte da história.Continuar lendo “Maglia dell’aquila: Lazio relança a camisa da águia.”→
#Banderín (flâmula) do campeão argentino. O Racing Club, de Avellaneda! Campeão do Torneio Transição. O último torneio ‘curto’ do futebol argentino. O último título nacional da Acadé foi no Apertura de 2001, disputado no segundo semestre de 2001. O ídolo e capitão Diego Milito também estava naquela campanha. Voltou pra ser bicampeão. Somando as conquistas da era amadora com a do profissionalismo, a Academia tem agora 17 títulos argentinos.
Publicado em 29 de novembro de 2014, 115º aniversário do Barça
Verso de flâmula comemorativa dos 50 anos do Camp Nou, em 2007
O Camp Nou – campo novo, em catalão-
A estátua do ídolo Kubala na frente do Camp Nou
foi desenhado pelos arquitetos Francesc Mitjans Miró e Josep Soteras Mauri, com colaboração de Lorenzo García – para substituir o velho campo de Les Corts, erguido em 1922 e sucessivamente ampliado, mas que ficou pequeno na era Kubala. O novo campo começou a ser construído em 1954 e ficou pronto em 1957. Foi inaugurado em 24 de setembro de 1957, num amistoso entre o Barça e uma seleção de jogadores de Varsóvia. Os donos da casa ganharam por 4 a 2 e o brasileiro Evaristo de Macedo fez um dos gols. A arena era oficialmente chamada de Estadi del FC Barcelona até a temporada 2000/2001 – quando, enfim, o nome mais querido pela torcida foi oficializado. É Camp Nou e pronto, ponto.
A capacidade atual do estádio é de 99.354 pessoas, segundo a página sobre o Camp Nou no site do Barça.
São dois “marcadores” (placares) como este do alto, atrás dos gols…… e mais dois como este, nas laterais.
Metro: Linha 3. Estação: Les Corts.
O Camp Nou recebeu a abertura da Copa do Mundo de 1982 (veja post sobre o Mundial), a final do futebol nos Jogos Olímpicos de 1992, as finais da Copa / Liga dos Campeões da Europa em 89 e 99, da Recopa 72 e 82, Copa de Feiras de 64 e das Copas do Rei de 1963, 70 e 2010 (deu Sevilla).
Flâmula do Cruzeiro, justíssimo campeão brasileiro pelo segundo ano seguido, faltando ainda duas rodadas para o fim do BR 2014. Bi tetra. A Raposa ganhou a Taça Brasil de 1966 e o primeiro Brasileirão da era dos pontos corridos, em 2003. Ano em que ganhou a sua tríplice coroa. Estadual, Brasileirão e Copa do Brasil.
Para repetir a tríplice coroa também em 2014, o Cruzeiro precisa superar uma vantagem de 2×0 do arquirrival. Garantia de emoções na quarta-feira, no Mineirão, numa histórica final nacional entre os dois grandes de Minas. Uma final que valoriza o formato da Copa do Brasil. E que mostra que há espaço para os dois formatos. Brasileirão por pontos corridos e Copa do Brasil em sistema mata-mata.
Parabéns, Cruzeiro! Incrível a marca de Dagoberto, campeão brasileiro pela quinta vez. Primeiro, em 2001, pelo Atlético Paranaense. Depois, Dagol foi bicampeão pelo São Paulo, em 2007 e 2008, e agora bi pelo Cruzeiro.
Lá em cima o Luciano do Valle deve estar feliz. A Ponte Pretaestá de volta à primeira divisão do futebol brasileiro. A Macaca, 114 anos, garantiu a classificação ao vencer o Braga, por 2×0, em Bragança Paulista. E ainda vai brigar pelo título da Série B com o Joinville, que também garantiu o acesso. Continuar lendo “A Ponte que subiu”→
Flâmula do Club Atlético SanLorenzo de Almagro, campeão da Libertadores 2014, com a benção papal. Você sabe, Jorge Bergoglio, o Papa Francisco, é torcedor #ciclón… Sócio do clube pelo menos desde 2008… E esse papo de santo no clube já vem de um século… O nome do clube fundado em 1908 homenagea um padre. Diziam que as inciais do clube, CASLA, significavam Club Atlético SEM Libertadores de América. Pois bem: o próprio Twitter e o site do clube azulgrana, sanlorenzo.com.ar/, aproveitaram a conquista inédita para brincar com o escudo do #ciclón: o CASLA virou CACLA. Club Atlético CON Libertadores de América.
O museu daReal Sociedad, da belíssima cidade de San Sebastián (em basco, Donostia), abriu suas portas exatamente no centenário dos txuri-urdin, em 7 de setembro de 2009.
Um dos antecedentes da Real foi o San Sebastián FC, que usava camisa branca, mas já tinha as iniciais do nome da cidade em azul no peito.
O Real100 Museoa, ou Museo Real100, está dentro do estádio Anoeta, o terceiro campo dos azuis reais. À direita de quem olha de frente para a entrada.
O Museu Real100 tem uma parte dedicada ao futebol e outra para as demais modalidades.
Não faltam camisas cheias de história – e até de suor e marcas do tempo.
Este slideshow necessita de JavaScript.
Os torcedores ganham homenagem num mosaico de fotos e as coleções de carteirinhas dos sócios, figurinhas e memorabilia sempre chamam a atenção.
Destaque para as participações da Real em competições europeias…
… e os troféus, como o bicampeonato espanhol (1980-81 e 1981-82), duas Copas do Rei (1909 e 1987) e uma Supercopa de Espanha (1982). Foram muito boas as campanhas da Real naquele começo dos 80.
O Juventus Museumtem uma extensa linha do tempo que conta a história do clube desde 1897, de cada scudetto, das estrelas acima do escudo, dos hinos…
Conta com uma grande galeria de camisas históricas dos ídolos bianconeri que usaram a camisa listada (e suas alternativas, azuis, amarelas, rosas etc) em mais de 300 partidas.
Flâmula do Juventus, disponível na loja oficial do clube, Grená e Branco.
Neste domingo, o Clube Atlético Juventuscompleta 90 anos. O Moleque Travesso foi fundado em 20 de abril de 1924 como Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube – resultado da fusão do Extra São Paulo FC e do Cavalheiro Crespi FC, clube dos trabalhadores da empresa de Rodolfo Crespi, que entrou com a sede social. As cores eram as do Extra São Paulo: vermelho, branco e preto. O terreno da rua Javari foi doado por Rodolfo Crespi um ano e quatro dias depois da fundação. Só em 19 de fevereiro de 1930 o clube adotou seu atual nome. Clube Atlético Juventus – homenagem ao time de coração de Rodolfo Crespi na Itália.
A Vecchia Signora emprestou seu nome ao Moleque Travesso.
Já as cores… como havia muitos alvinegros na liga paulista (Corinthians, Santos, Ypiranga), o #bianconero da Juve original da Itália foi trocado no clube paulistano pelo grená e branco do outro grande de Turim: o Torino. O apelido Moleque Travesso surgiu em setembro de 1930, cortesia do jornalista Tomaz Mazzoni. São explicações que estão em painéis na entrada social do clube, na Mooca, tradicional bairro paulistano.
Nos anos 80, o Moleque Travesso da Mooca conquistou um título nacional. A Taça de Prata, de 1983, equivalente a uma segunda divisão.
Nos 2000, papou a segundona – mas a estadual, em 2005. Depois do título da Copa Paulista, em 2007, que valeu vaga na Copa do Brasil, o Juventus começou uma fase de queda. Da série A-1 do estadual paulista para a A-2 (sem eufemismos, a segundona), para a A-3, sobe para a segunda divisão,cai de novo para a terceirona. O time da zona leste da capital já terminou sua participação no estadual 2014. Ficou em 13º lugar,entre 20 clubes. Ou seja, disputará a terceira divisão paulista novamente em 2015. Jogo do Juventus na Javari, agora, só no segundo semestre, na Copa Paulista. Quem sabe, hein?
Gostaria de recomendar neste aniversário um documentário de média-metragem, “Paixão Grená“, trabalho de conclusão de curso das jornalistas Carolina Garcia e Isabela Labate. O doc trata da relação do Juventus com a Mooca. Entrevista ex-jogadores (o ex-atacante Wilson Buzzone), funcionários (Elias Pássaro, massagista do clube há décadas), jornalistas (Fernando Galuppo, coautor do livro “Glórias de um Moleque Travesso”, o pessoal da Web Rádio Mooca) e torcedores: professor Pasquale, Hamilton Kuniochi, colecionador de camisas do clube e autor do blog Manto Juventino, pessoal das torcidas Ju-Jovem e Setor 2. Dá pra ver o documentário de cerca de 40 minutos neste link.