Flâmula da Universidad de Chile, campeã da Copa Chile 2015. La U venceu o rival Colo Colo no superclásico decisivo, em La Serena. Empate no jogo normal, decisão nos pênaltis. E na final paulista da Copa do Brasil, lá também um goleiro foi herói. Pegou um e marcou o seu, o último. Johnny Herrera. Ex-Corinthians.
Flâmula do Palmeiras, tricampeão da Copa do Brasil.
Ganhar um título com gol de goleiro, convertendo o último pênalti… um título como a Copa do Brasil… a terceira Copa do Brasil… a primeira conquista na nova casa. Fernando Prass já vinha se destacando na campanha palmeirense. Na decisão por pênaltis depois da segunda partida contra o Santos, que começou e terminou à toda, Prass foi herói. Defendeu uma cobrança e bateu muito bem o quinto pênalti do Palmeiras. Gol do título. Pra virar santo entre os alviverdes, não falta quase nada… Mosaico no Allianz Parque, já tinha antes do jogo final.
Parabéns ao Prass e a todos alviverdes. Parabéns, Marcelo Oliveira.
Convidamos o amigo Raphael Sanz, de família basca, que nos apresentou a torcida do maior representante futebolístico do Euskadi. A forte identidade regional, as rivalidades com os clubes madrilenhos, muito folclore e rock cantado em euskara, ressonando desde a Herri Norte, que faz pulsar o renovado San Mamés.
Por falar na série Som das Torcidas, da Central3 (veja post anterior), os podcasts que inspiraram a primeira temporada em vídeo contam com mais de 70 programa. O podcast Som das Torcidas #71 fala do Athletic Club, de Bilbao, a influência dos ingleses, a ligação com o Atlético de Madrid (que nasceu como filial do clube de Bilbao), os anos sob Franco, as principais características – como só ter jogadores de origem basca, a torcida dos leones e, claro, cantos e músicas ouvidos em San Mamés. Ao lado do convidado Raphael Sanz, os titulares do programa rolam bandas como Escorbuto, Su Ta Gar e M.C.D. (Me Cago en Dios). Confesso que não conhecia a versão em castelhano do hino do Athletic – completamente diferente do hino que se ouve na ‘catedral’.
O que Tim Maia (torcedor do América-Rio), o vascaíno Martinho da Vila, o flamenguista Ary Barroso, o Jack White do White Stripes e um sucesso de Bonnie Tyler têm a ver com os times da cidade de São Paulo? Músicas de artistas como esses (mais Luiz Gonzaga, Adoniran e até fado etc etc etc) foram adaptadas por torcidas paulistanas. A relação entre música popular e futebol, os hinos, os cantos,os mantras, as batidas das torcidas são assunto da sérieSom das Torcidasque depois de 70 podcasts chegou ao vídeo. Cinco curtas sobre as torcidas de times paulistanos estão na primeira temporada do Som das Torcidas, que teve uma pré-estreia no CINEfoot e desde 1º de dezembro pode ser vista na íntegra no site do programa. O pessoal da Central3 começou a série visitando estádios e conversando com torcedores deCorinthians, Juventus, Palmeiras, Portuguesa e São Paulo para tratar da história, da origem e das referências das músicas cantadas nas arquibancadas. Bem legal o trabalho de pesquisa feito para os curtas por Leando Iamin, Matias Pinto e Paulo Júnior (Leandro e Paulo apresentam a versão em vídeo do Som das Torcidas). A direção dos 5 curtas é de Pedro Asbeg (premiado diretor de “Geraldinos”, “Democracia em Preto e Branco”). Que venham outras temporadas, em outras cidades, estados e, quem sabe, países!
O Espaço Itaú de Cinema da rua Augusta, no coração de Sampa, teve uma noite de estádio Olímpico Mangueirão nesta terça-feira.
Cartaz do filme
O filme “Paysandu, 100 Anos de Payxão” foi exibido no CINEfoot, fora de concurso, na sessão de encerramento da edição paulistana do festival de cinema de futebol. Festa no saguão, gritos de bicolor… Papão… e na sessão, os gols de ídolos como Vélber, Robgol e Iarley foram comemorados quase que como se a galera estivesse na Curuzú ou no Mangueirão. O documentário de Gustavo Godinho e Marco André levou mais de 15 mil pessoas aos cinemas no Pará e Amapá, excelente número para um doc.
Outro filme sobre torcida apaixonada, na rodada dupla do CINEfoot, que na preliminar, digo, na sessão das 19h, exibiu o argentino “Locura que Enamora MI Ciudad” sobre outro time azul e branco, o Talleres, de Córdoba. E se as torcidas dão show no interior da Argentina, o mesmo se pode dizer do Nordeste e no Norte do Brasil, que é o caso do Paysandu. Já é um filme que tem mais zoação – e põe gozação nisso -, afinal a rivalidade com o Remo é imensa, e o clássico Re-Pa, um dos mais tradicionais do Brasil. Mas também passa uma sensação de muito orgulho de Belém, do Pará e do Norte. E se este blogueiro aqui já considerava injusta a exclusão do Pará do Mundial 2014, vendo as cenas da torcida bicolor no Mangueirão lotado (o trailer já dá um belo aperitivo), a sensação é que foi uma enorme burrice deixar Belém fora da Copa do Mundo. Uma capital com um belo estádio e duas torcidas fanáticas!
Falemos aqui de coisas boas, a dramaticidade e explosão de alegria dos acessos celebrados pelo Papão da Amazônia… a histórica conquista em 2002 da Copa dos Campeões (torneio disputado por vencedores de torneios regionais como Copa Norte, Rio-São Paulo e a Copa Sul-Minas, embrião da futura Primeira Liga, que classificava para a Libertadores)… que jogo maluco foi a decisão contra o Cruzeiro em Fortaleza… a linda campanha na Libertadores 2003, com direito a vitória sobre o Boca em plena Bombonera. Iarley, super festejado. Aparição guardada pro momento certo. Filme esperto, bem roteirizado, com ótimo arquivo, entrevistas bem escolhidas. Este pessoal tem mesmo muita história pra contar. Valeu! Continuar lendo ““Paysandú, 100 Anos de #Payxão””→
Uma das surpresas do festival CINEfoot 2015 em Sampa foi este filme sobre paixão… fé… loucura pelo Club Atlético Talleresde Córdoba, que teve jogador campeão mundial em 1978 (Luís Galván), mas há mais de uma década não disputa a primeira divisão do futebol argentino. Bom, surpresa mesmo deve ser pra quem acha que futebol argentino se resume a Boca e River, ou mesmo San Lorenzo, Racing, Independiente, Vélez. É muito mais. Cada cidade, cada bairro, quase que cada estação de trem… tem sua paixão louca. “Locura que Enamora Mi Ciudad“ conta com jeito meio de doc, meio de reality show, as histórias de cinco ‘hinchas’ do Talleres: Marta, Finchaco, Pipa, Colo e Mariano, no ano da campanha de acesso do “matador” da terceira para a segundona, em 2013.
O filme de Maximiliano Baldi engrena uma quinta marcha quando acompanha o Talleres 2013 e sua fanática torcida, seja no imponente estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, seja nas pequenas canchas da terceirona argentina. É futebol muito bem filmado! No dia do acesso, então, Mario Alberto Kempes lotado, tem cenas que parecem de Play Station! Continuar lendo ““Locura que Enamora Mi Ciudad””→
Ao marcar o quarto gol do Barça contra a Real Sociedad, ontem, Messi chegou a 44 gols no ano. Suárez fez o segu 40º. E Neymar, com o doblete, a dobradinha contra La Real, tem 41.
Ainda tem Iniesta, Piqué, Busquets, o brasileiro Dani Alves, o chileno Bravo, o croata Rakitic.
Numa entrevista aqui pro blog, o jornalista e diretor Juan Rodríguez-Briso fez uma comparação muito interessante, com craques dos anos 80. É como ter Maradona, Zico e Francescoli e mais parte da seleção italiana campeã de 82 no mesmo time. Leia a entrevista aquie veja “Eighteam”, filme de Juan Rodríguez sobre a volta por cima da seleção de Zâmbia depois de um acidente aéreo, na sessão das 19h do CINEfoot neste domingo (Espaço Itaú de Cinema, rua Augusta, 1475). Continuar lendo “125 gols em 2015. A impressionante marca do trio MSN.”→
Depois do vídeo engraçadíssimo do Villanovense para promover o jogo de Copa do Rei em que recebeu o Barça, CF Reus Deportiubrincou com o próprio nome para viralizar a partida de dezesseis avos de final de La Copa contra o Atleti, em 1ª de dezembro. O time catalão de Reus -cidade-natal de Gaudí !- lidera o Grupo III da Segunda B, na prática a terceira divisão do futebol espanhol. Força, Reus!
O vídeo tem roteiro e realização da Acid Factory.
“Quinto beatle” era o apelido de um cracaço de futebol, George Best, ídolo da seleção da Irlanda do Norte e do Manchester United. Um jogador “star”. É considerado um dos integrantes da trindade que só não é santíssima porque o apelido do Manchester United é red devil. Old Trafford quase parou para homenagear o “quinto Beatle”, no minuto 7 da partida contra o PSV, para marcar os 10 anos da morte de Best – um mito que não se pode dizer que não viveu a vida. Veja a homenagem, primeiro no vídeo do canal FullTimeDEVILS e depois na foto da página do United no Face.
De camisa negra, Vaco campeão carioca em 1923. Nicolino, Torterolli, Leitão, Cecy, Bolão, Negrito, Arlindo, Arthur, Mingote e Paschoal e o goleiro Nelson, deitado. FOTO: Centro de Memória do Vasco da Gama. http://www.vasco.com.br/site/noticia/detalhe/11959