Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!

2010
O professor Carpegiani reestreia como técnico do São Paulo Futebol Clube logo mais, contra o Vitória, na Arena Barueri. Porque hoje tem Bon Jovi no Morumbi (leve um casaco, tá com uma neblina danada e pinta de garoa). Gosto muito de Livin´on a Prayer, onde Richie Sambora brilha no talk-box (usado também por Frampton, Beck e Matthias Jabbs, entre outros – veja post anterior).

Na sexta-feira, dia 8/10/2010, o cinquentenário Morumbi recebe de volta o Rush (leia sobre show e filme). Desta vez, a turnê inclui o álbum Moving Pictures na íntegra – e muito mais.

Em 21 de novembro, a atração não é de N. Jersey nem do Canadá, mas de Liverpool. Ninguém menos do que Paul McCartney.  Antes, em 7 de novembro, a Up and Coming Tour para no Beira-Rio, em Porto Alegre. Ingressos à venda em breve aqui neste link (tanto pro show de POA como pro de Sampa).

Isso me lembra a notícia do Blog do repórter Ricardo Perrone, sobre um projeto de venda de naming rights para uma parte do Morumbi, que seria usada para shows não tão mega assim, com palco atrás de um dos gols e sem galera no gramado. Segundo o Blog do Perrone, a negociação do nome desse mini Morumbi pode ajudar a pagar a cobertura do estádio. E a “briga” será boa quando a Arena Palestra Itália estiver pronta e o Corinthians começar usar o Parque São Jorge para shows. Quem sairá ganhando com a oferta cultural em várias regiões da cidade será o público (bom, e o preço poderia não ser tão alto assim…). A cidade de São Paulo não tem áreas para shows não tão mega, entre casas como Via Funchal e Credicard Hall e os estádios de futebol. E o Pacaembu? Deixa de gerar dinheiro com o veto a shows por lá. Continuar lendo “Quarta: Bon Jovi. Sexta: Rush. Em novembro, um beatle!”

Ao Vivo no Mineirão

Maraca sessentão, Morumba cinquentão, Mineirão 4.5 … Já vi nas lojas o CD duplo do Skank no Mineirão – da série Multishow Ao Vivo. O especial gravado no estádio que é orgulho do Skank, de atleticanos, americanos e cruzeirenses (e fez 45 anos em setembro) já passou no canal 42 do cabo. O DVD não demora. Coomo não demora pra rolar o clássico da MPB boleira: Continuar lendo “Ao Vivo no Mineirão”

Mario Filho, o Criador das Multidões

Estreou no Festival do Rio 2010 e está no CineFoot 2011 o documentário Mario Filho, o Criador das Multidões, de Oscar Maron. Dá para ver o trailer no YouTube. … O Criador das Multidões, o filme, fala do grande cronistas esportivo, entusiasta da construção do Maracanã- que depois receberia seu nome. O diretor Oscar Maron (Canal 100 e Atlântida no C.V. ) usa crônicas do jornalista, cenas de arquivo que só pelo trailer já fico babando e depoimentos de Nelson Rodrigues (irmão do Maracanã, digo, de Mario Filho), Cony, João Máximo etc.

A exibição no CineFoot é neste sábado,28 de maio de 2011, no Unibanco Arteplex, Botafogo. Pena que este não vai passar em São Paulo.

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Luz, câmera, gol: “Mundialito” no FestRio

Começou o Festival do Rio. Como tem acontecido nas mostras de cinema, sempre rolam alguns filmes sobre futebol. A dica é do twitter do site Livros de Futebol:  entre as mais de 300 produções do Festival, três falam de futebol, segundo o@LivrosdeFutebol:

Prepare a pipoca! Valeu @LivrosdeFutebol! Continuar lendo “Luz, câmera, gol: “Mundialito” no FestRio”

Onde Foi Parar Nosso Tempo?

A seção FLYER informa: o jornalista Alberto Villas – de Admirável Mundo Velho e do delicioso O Mundo Acabou – lançou nesta quarta-feira seu quinto livro, o quarto pelo editora Globo: Onde Foi Parar Nosso Tempo? Que Fausto Silva poderia definir como “do tempo em que a gente escondia vassoura atrás da porta” para se livrar de visitas indesejadas. Vou descobrir se o americano Villas fala sobre futebol em algum dos 50 verbetes e depois atualizo o post.

“Um Artilheiro no Meu Coração”

Poster do documentário sobre Ademir Menezes

“Deem-me Ademir que eu lhes darei o campeonato”.

A frase é do treinador Gentil Cardoso, que ao acertar com o Fluminense, pediu a contratação de Ademir Marques de Menezes (1922-1996), o Ademir Menezes, ou simplesmente Ademir, o “Queixada”, jogador do Vasco, chamado Expresso da Vitória nos anos 40. A frase de Gentil Cardoso é propositalmente repetida no documentário Um Artilheiro no Meu Coração, de Diego Trajano, Lucas Fitipaldi e Mellyna Reis. O vídeo em curta-metragem sobre Ademir Menezes, artilheiro isolado da Copa de 50, com 9 gols (num Mundial só, recorde não superado nem por Jairzinho e Ronaldo), foi uma das atrações do sábado no Museu do Futebol, depois da palestra da série Brasil nas Copas (texto anterior), juntamente com um curta sobre outro jogador que esteve a ponto de virar herói nacional, mas acabou marcado pela derrota para o Uruguai (Barbosa – O Dia em que o Brasil Inteiro Chorou – tema para outros 500 posts). Voltando à frase de Gentil Cardoso sobre Ademir, reproduzida assim no filme pelo comentarista Luiz Mendes, o ponta de lança (termo criado pelo mesmo Luiz Mendes) foi contratado, sim, pelo Fluminense. A peso de ouro. E foi campeão carioca em 1946 (um “supercampeonato” contra Fla, Bota e Mecão). Aliás, Ademir, foi campeão por onde passou. Tri pernambucano pelo Sport. Pela seleção carioca, 3 vezes brasileiro de seleções. 3 vezes campeão carioca , campeão sul-americano de clubes em 1948 pelo Vasco, para onde retornou depois da vitoriosa passagem pelo tricolor das Laranjeiras. Ademir também foi campeão pela Seleção Brasileira: em 49, Sul-Americano; em 52, Pan-Americano (há uma foto, do arquivo do jornal Última Hora/Folha Imagem, que mostra Ademir e Getúlio Vargas, com a taça desse Pan de 1952 – vi no jornal Valor, caderno Eu&, 15/01/2010). Só não foi campeão do mundo. E o rótulo de vice em 1950 magoava o artilheiro, como mostra o documentário.Um Artilheiro no Meu Coração fala ainda do clube de bairro que revelou Ademir Menezes para o Sport Recife: o Centro Esportivo de Pina. Traz depoimentos de jornalistas pernambucanos, cariocas, Evaristo Macedo, Roberto Dinamite…

O trio de diretores festeja o prêmio Cristina Tavares

Uma linda crônica de Armando Nogueira, publicada em O Globo, em 1987, emprestou o nome ao documentário, vencedor do prêmio Cristina Tavares na categoria documentário, em 2008, e do prêmio especial do Júri Oficial do Cine PE, em 2009, na categoria vídeo digital. O documentário – que nesta primeira versão tem 24 minutos – inclui entrevistas em dias de jogo na Ilha do Retiro e São Januário. E a conclusão lamentável: hoje em dia, o nome de Ademir Menezes (ou seu apelido Queixada) não é conhecido por torcedores de Vasco e Sport – pelo menos entre os entrevistados que aparecem no vídeo. Ficou interessado no documentário Um Artilheiro no Meu Coração? O contato está aqui dentro. Continuar lendo ““Um Artilheiro no Meu Coração””

“Punk: Attitude”. Barulhão bom no festival In-Edit Brasil 2012.

51Z9K5B8J4L._SL500_AA240_Espetacular o documentário Punk: Attitude que o festival In-Edit mostrou em SP e no Rio. Dos pioneiros do rock que os primeiros punks curtiam… à explosão do Nirvana, o que vale – mais do que um penteado espetado, roupa  detonada, acessórios ou quantidade de acordes – bem, o que importa no doc de Don Letts é a atitude.  Continuar lendo ““Punk: Attitude”. Barulhão bom no festival In-Edit Brasil 2012.”