Está no ar o Rock Flu # 108! Um especial sobre um hard rock especialmente americano: o glam, hair metal ou mesmo rock farofa. No programa de Gustavo Valladares e Serginho Duarte, rola um papo rápido sobre a ressaca pós-Copa como o engenheiro Luiz Lima, o Cori, e depois só mandam sons de bandas como Mötley Crue, Poison, Whitesnake, Yesterday & Today, Mr Big, FireHouse, Yahoo, Kiss e Def Leppard. Ouça o programa aqui. Ou baixe nesses links:
Aliás, o Cori teve a oportunidade de ver há algumas semanas uma escala em Nova Jérsei da turnê que reúne Kiss e Def Leppard. Continuar lendo “Rock Flu 108 na rede”→
Em 2013, o centenário do XV de Piracicaba, o tradicional “Nhô Quim” do futebol paulista, inspirou um documentário, já exibido nos sábados de encontro do Memofut.
O torcedor/espectador da “capitar” tem mais uma chance de ver “Nhô Quim – O Caipira Centenário”. O doc é uma das atrações do CINEfoot 2015 em Sampa. Passa em 30 de novembro, uma segunda-feira, às19h, no Espaço Itaú da rua Augusta.
E a fita sobre o modo “xis vê” de vida está classificada para lutar pela Taça CINEfoot de melhor longa! Goooor!
A página do curta “I Love Hooligans”no Facebook define o filme como um documentário animado. É uma produção belgo-holandesa de 2013, feita em 2D e 3D, e dura 15 minutos. Fala de um hooligan gay que esconde sua identidade para sobreviver no mundo do futebol.
No Anima Mundi 2014, abre a sessão Curtas 14. Nesta quarta, 6 de agosto, 22h30, sala 3 do Espaço Itaú de Cinema. E quinta, 7 de agosto, 19h, na sala 2. Continuar lendo “Bola na tela do Anima Mundi”→
Sessenta anos e um dia depois do Milagre de Berna, a vitória da Alemanha contra a Hungria favoritaça, no Mundial de 1964, na Suíça, por muito pouco não tivemos um Milagre de Salvador. A brava Costa Rica defendida por Navas resistiu 120 minutos à Laranja Mecânica de Robben, Van Persie, Sneijder e… Van Gaal! No finalzinho da prorrogação, o técnico Van Gaal substitui um goleiro por outro, só para a cobrança de pênaltis. Krul (goleiro do Newcastle), que já estava se aquecendo há um bom tempo, acertou os cantos e defendeu dois pênaltis. Van Gênio! Cillessen, goleiro do Ajax, parecia abatido. Mas saiu correndo para festejar quando a Costa Rica desperdiçou o pênalti decisivo.
Congratulations to #NUFC goalkeeper @TimKrul, who played a vital role in seeing #NED through to the #WorldCup2014 semi-finals tonight! #NUFC
Brasil x Alemanha, terça-feira, às 17h, no Mineirão. Um RT da final de 2002? Neymar fora. Mas, sim, nós podemos.
Argentina x Holanda, quarta-feira, às 17h, na Arena Corinthians. Revanche da final do polêmico Mundial de 1978? A Argentina não deve ter Di María, mas tem Messi, Higuaín (que fez uma partidaça hoje em Brasília), o papa Francisco e uma invasão azul e branca ao estádio alvinegro. E a Holanda terá o apoio da massa brasileira e o louco do Van Gaal no banco. Hoje ele ganhou.
A Alemanha já decidiu tanto contra a Holanda (1974) como contra a Argentina (1990, a pior de todas as Copas).
Tanto Brasil x Holanda como Brasil x Argentina seriam finais inéditas.
Gramde finais.
Por Neymar, vamos lá, vamos lá.
Armando de Castro, um dos guitarristas do Barón Rojo, mandando ver na slide guitar.
Pela segunda vez em 4 anos, este blogueiro teve o prazer de participar do programa “Rock Flu“, dos tricolores Gustavo Valladares e Sergio Duarte. O programa foi gravado na quinta-feira, 15º dia do Mundial, dia em que saiu a punição ao atacante uruguaio Luisito Suárez e da última rodada da 1ª fase. Portanto, não faltou assunto. Entre um pitaco e outro sobre a Copa, o Gustavo e o Serginho rolaram rock da Espanha. Um rock sem tiki-taka. Tá mais pra furioso, mesmo. Dos cantores Miguel Ríos (“Bienvenidos” à Copa de 1982 ) e Rosendo ao metal da banda Dark Moor, o playlist do “Rock Flu” 107 passou pelo rock and roll pesado, metal mesmo, da banda madrilenhaBarón Rojo(mais de 30 anos de estrada) e pelo som do Estopa, que lota grandes teatros na Espanha com sua mistura de pop en español e pitadas de rock, flamenco, rumba,salsa, cumbia etc. Tive a oportunidade ver concertos desses dois grandes nomes da música espanhola, Barón Rojo e Estopa, na última turnê dos blogs Fut Pop Clube por estádios europeus.
Na verdade, ao participar desse programa especial do “Rock Flu“, tive uma aula de rock de todas as partes da Espanha. Do rock galego, vem o punk rock da banda Siniestro Total. É de Vigo, terra do Celta.
O metal pesado espanhol é representado pelo Obúse pelo Mägo de Oz(mais pro folk metal).
Da época da “movida”, que agitou a cultura de Madri e da Espanha nos anos 80, vem a banda Radio Futura.
Do País Basco e de Navarra, são as bandas Eskorbuto (punk), La Gripe e Barricada – que levantava a bandeira do rock radical basco.
O rock aragonês é representado pela banda Prau(da terra do Real Zaragoza).
Da Catalunha, vem La Banda Trapera del Río. É de Cornellà, onde está o moderno estádio do Espanyol, como a popular dupla do Estopa – mas a família dos irmãos Davi e José Muñoz, torcedores do Barça, vem de Extremadura – terra do Extremoduro, Tome rock en español.
Ninguém aguenta mais ouvir a melô que começa com “Eu sou brasileiro…” nos estádios. A falta de bons refrões no gogó da torcida brasileira virou quase assunto de estado. Patrocinadores resolveram sugerir algumas letras, como se fossem encartes dos queridos discos de vinil. Talvez as torcidas organizadas dos principais clubes do país poderiam selar a paz e ensaiar algumas musiquinhas para embalar a Seleção. Utopia, eu sei. Na goleada contra Camarões, pelo menos rolou “o campeão voltou”. Calma lá. Confesso que temo o show da torcida do Chile no jogo de sábado no Mineirão… E se o Brasil vai passando e pega a Colômbia ou Uruguai nas quartas e mais pra frente, chega a uma final contra a Argentina? A torcida vai ter que jogar junto. Ok, tem rolado o clássico do Neguinho da Beija-Flor, “Domingo (Eu Vou Maracanã)”. Poderia rolar “Fio Maravilha”, “Umbarauma” (entre tantas do mestre Jorge Ben Jor), “Voa Canarinho”, um trecho do hino (…”pátria amada Brasil!), tantos sambas… Quem sabe, uma passadinha na exposição Música de Chuteiras, que fica até o final da Copa no Sesc Pompeia, zona oeste de São Paulo, possa inspirar o 12º jogador canarinho. É de graça. Vou tratar dessa mostra ainda neste post, mas antes queria comentar uma curiosidade. São tantas músicas brasileiras sobre futebol, pelo menos desde os tempos de Friedenreich – tantas, que há 2 livros sobre a relação música/futebol, o do Assis Angelo e o do Beto Xavier, que aliás, é um dos consultores da mostra do Sesc – mas para esta Copa, não apareceu quase nada. Tem um bom jingle do banco que patrocina a Seleção… recebi também um samba funk do João Damásio, cantor e compositor de Campos (RJ).
Um campeão do mundo vai se despedir precocemente dessa Copa maluca, cheia de gols e surpresas. A Azzurra pode empatar, mas “cabreiro”, o técnico Cesare Prandelli ensaia escalar Balotelli e Immobile juntos, dois atacantes na frente de um monte de (bons) zagueiros e (ótimos) meio-campistas como Pirlo, o maestro, que joga sua última Copa. Infelizmente.
Pra ganhar ou ganhar,a Celeste conta com Suárez, o astro da segunda rodada, que joga com a força de três milhões de uruguaios na ponta da chuteira.
Jogaço, que abre o São João da Copa, às 13h, na Arena das Dunas, em Natal.
No mesmo bat-horário, no Mineirão, a surpreendente “sele” da Costa Rica pega a eliminada Inglaterra. Pode ser a despedida de Gerrard dos mundiais.
Mais tarde, os samurais azuis do Japão encaram a Colômbia, já classificada. Mesmo assim, a “febre amarela” da torcida “cafetera” certamente vai contagiar a Arena Pantanal, em Cuiabá.
Também às 17h, Grécia x Costa do Marfim, no Castelão. As duas seleções têm chances.
Um pouco antes do Mundial, começou no Chile a campanha “La Roja És Nuestra“, que alegou que o Chile sempre chamou sua seleção de La Roja. E que a Espanha, antes conhecida como Fúria, só adotou o termo La Roja depois do tiki-taka, para se afastar da imagem furiosa.