Livro sobre o goleiro-artilheiro

Capa do livro do Plihal sobre Rogério
Capa do livro de André Plihal sobre Rogério Ceni

Na grande “ola” de biografias sobre futebol, li a notícia sobre o lançamento deste livro no Blog do Daniel Perrone, sempre em cima do lance. O tema é o goleiro-artilheiro Rogério Ceni, capitão do São Paulo nas suas grandes conquistas da década. O autor, o excelente repórter André Plihal, da ESPN Brasil, que acompanhou (para dar um exemplo) a vitoriosa viagem tricolor ao Japão, em 2005. Maioridade Penal-18 anos de histórias inéditas na marca do cal  já está em pré venda no site da editora Panda Books. Entrega só no começo de abril.

Aproveito para saber do leitor quais os três goleiros que você levaria para a Copa 2010, se fosse técnico da Seleção. Se quiser, escreva também os três que você acha que o Dunga vai levar. Só não vale xingar o treinador, ok, pessoal?

Mais clássicos do metal pesado

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Recordação da turnê de 1992

A banda Heaven & Hell, que nada mais é que o Black Sabbath com a volta do vocalista Ronnie James Dio e do baterra Vinnie Appice, vai fazer cinco shows no Brasil em maio. A saber:
10/05 – domingo – Belo Horizonte (Chevrolet Hall)
13/05 – quarta – Brasília (ginásio Nilson Nélson)
15 e 16/05 – sexta e sábado – São Paulo (Credicard Hall)
17/05 – domingo – Rio de Janeiro (Citibank Hall, na Barra)
Com Geezer Butler, Tony Iommi, Ronnie James Dio e Appice, o Sabbath gravou Mob Rules, Live Evil – ambos do começo dos 80- e Dehumanizer, em 92 (ainda com Bill Ward na bateria, mas já com Dio, o disco que inspira nome à banda atual, Heaven and Hell, em 80). E é da turnê do disco Dehumanizer que Fut Pop Clube traz esta fotinho aí de cima e o setlist dos shows, que rolaram no Olympia, Canecão, pista de atletismo do Ibirapuera… Continuar lendo “Mais clássicos do metal pesado”

A rodada

Num fim de semana em que o líder Palmeiras suou pra empatar com o Guaratinguetá; em que Dentinho roubou o show de Dentão, digo, Ronaldo, e de Neymar, num Corinthians e Santos de Pacaembu lotado; que o São Paulo só empatou com o Paulista em Jundiaí; que Santo André empatou em Ribeirão, e que a Lusa aproveitou, 2×0 no Ituano fora de casa, nova dança das cadeiras no G-4 do Paulistão. Palmeiras e Corinthians estão quase lá, lá nas semifinais. Tricolor, Lusa (ambos com 30 pontos), Santo André e Santos (os dois com 27), devem brigar pelas outras duas vagas. Continuar lendo “A rodada”

Nirvana gravou cover do Kiss

Chris Novoseliv (foto: acervo do fanzine Headline)
Krist Novoselic (foto do arquivo Headline)

Difícil de acreditar? O Nirvana regravou Do You Love Me, original do disco Destroyer, do Kiss. Saiu numa coletânea chamada Hard to Believe-a Kiss Covers Compilation, lançada pelo selo C/Z Records, de Seattle, em 1992. A compilação reúne outras bandas da safra grunge como The Melvins (cover de God of Thunder) e Skyn Yard.

Em algum lugar, ainda devo ter uma fita k7 com a versão do Nirvana para Do You Love Me. Gravei de programa de rádio, possivelmente algum do Kid Vinyl em FM paulistana. Bem bacana, a cover. Foi a única faixa do Nirvana lançada com um segundo guitarrista, Jason Everman, que aparece na capa de Bleach, mas não participou da gravação desse álbum. Fez alguns shows e deixou o grupo, que se consagrou como trio, mesmo.

Kiss, 35

Um das coletâneas em tributo ao Kiss
Um das coletâneas em tributo ao Kiss

O Kiss vem aí. Sete de abril em São Paulo, na arena Anhembi. Dia oito, na praça da Apoteose, no Rio. A turnê comemora os 35 anos de estrada da banda de Gene Simmons e Paul Stanley, hoje com a volta de Eric Singer às baquetas e com o guitarrista Tommy Thayer no posto de Ace Frehley. Num esquenta, vou comentar dois discos do tipo tributo à banda. O primeiro é Kiss My Ass-Classic Kiss Regrooved. Curiosa coletânea que apresenta Lenny Kravitz cantando Deuce, com Stevie Wonder na gaita. O cantor country Garth Brooks manda ver a balada Hard Luck Woman, gravada junto com o próprio Kiss. Ainda tem Anthrax, Lemonheads, Extreme e Dinosaur Jr regravando clássicos do quarteto. Se a seleção e o resultado são irregulares, como na maioria das coletâneas, a diversidade de artistas envolvidos revela a presença do Kiss na cultura pop americana.

Os 11 rapazes do Liverpool

O Liverpool não teve dó do Aston Villa e deu um banho no encerramento da 30ª rodada do campeonato inglês: 5×0, três gols de Gerrard. Os vermelhos (64 pontos) enconstaram no Manchester United (65, com um jogo a menos). Parecia que o Liverpool, simbólico campeão de inverno, não teria flôlego para acabar com o jejum de 19 anos sem título de liga. Só parecia. Depois de 4×0 no Real, 4×1 no Manchester, 5 no Aston Villa, o Liverpool tá com tudo. E indica que o final da Premier League vai ser eletrizante, como a cena musical britânica. Próximo fim de semana: o líder Manchester recebe o hoje goleado Aston Villa, a 3 pontos de uma vaga na Champions; o goleador Liverpool encara o Fulham, em Londres, enquanto o Chelsea, com 61, vai a Newcastle. Pra você, no final das 38 rodadas, quem ganha essa briga?

Nirvana em vinil

nevermindalbumcoverA página da edição brasileira da Rolling Stone destaca uma notícia de agências internacionais: três álbuns do Nirvana vão ser relançados em vinil pela gravadora ORG (Original Recordings Group). São eles o sensacional Nevermind, o In Utero e o Unplugged, lindo acústico para MTV. Já o primeirão, o pesadão Bleach, será relançado pela SubPop, célebre gravadora independente de Seattle que lançou a banda de Aberdeen.

Maiden ganha mais uma “taça”

Iron, dia 31 no Recife; 21 de abril nos cinemas
Iron, dia 31 no Recife; 21 de abril nos cinemas

Flight 666, filme sobre a turnê do Iron Maiden, ganhou o prêmio “24 beats per second” como melhor documentário musical no gigantesco festival SXSW, em Austin, no Texas. Palmas para banda, diretores Sam Dunn e Scot McFadyen e fãs (ou melhor, torcedores, como bem definiu o Vitor Birner em seu blog.) Este ano, o Maiden já tinha faturado o Brit Awards como melhor banda britânica ao vivo.
Aliás, lembrei de uma curiosidade que esqueci de inserir no texto sobre Flight 666: na Colômbia, a banda aparece usando máscaras de oxigênio por causa da altitude (2.600 metros). Os cinquentões Bruce Dickinson e o Steve Harris se movimentam bastante em duas horas de show, não tenho idéia de quanto. Agora, imagine a situação de jogadores de futebol, que correm de 5 km a 10 km por jogo, nas alturas… O Iron deixou no You Tube um trechinho de Rime of the Ancient Mariner, tirado do filme!

P.S. : Flight 666 estreia em cinemas de algumas cidades brasileiras no próximo feriadão, na madrugada da segunda, dia 20, para terça, 21 de abril, à meia noite e um. Também haverá algumas sessões na sexta, 24/04, e no sábado, 25. Consulte nos sites MovieMobz e Ingresso.com se Flight 666 passa na sua cidade. Segundo este último site, em SP o rock vai rolar em salas das redes Cinemark e UCI. 

Nas bancas

Trivela nº37

Chegou às bancas a edição de março da excelente revista Trivela. A reportagem de capa comemora: “Yes, nós temos atacantes”. As fontes ouvidas apostam em Alexandre Pato para a Copa de 2010 e Keirrison mais para 2014. Trivela também publica um interassante perfil de Edmundo, entrevista com Kléber, o gladiador do Cruzeiro, artigo sobre motivos da queda de Felipão no Chelsea e, na saborosa seção sobre capitais do futebol, a Grande Buenos Aires e seus 61 clubes. A Trivela nasceu de um site, antenadíssimo com futebol internacional.
Já a revista Brasileiros, em sua edição de fevereiro, traz franca entrevista de 16 páginas com o técnico tricampeão brasileiro, Muricy Ramalho. Caso não ache mais nas bancas, dá pra ler no site da revista.

Buddy Guy: “Damn Right, I´ve Got the Blues”

Discão: "Damn Right, I´ve Got the Blues"
Discão: “Damn Right, I´ve Got the Blues”

Quem diria, Buddy Guy passou quase toda a década de 80 sem gravar um disco de estúdio no seu próprio país, os EUA, terra do blues. Damn Right, I´ve Got the Blues (de 1991) foi o primeiro de uma série pela gravadora Silvertone – e o primeiro a faturar Grammy. Aqui, rodou bastante o clip da cover de Mustang Sally, sucesso na voz de Wilson Pickett, que Buddy regravou ao lado de outro herói da guitarra, Jeff Beck. É um show.
O CD tem canjas de outros guitarristas: Mark Knopfler e Eric Clapton, que idolatra Buddy. Outras covers presentes: Five Long Years, de John Lee Hooker, Let Me Love You Baby, de Willie Dixon. Composições do próprio Buddy abrem (a eletrizante faixa-título) e fecham o disco (Rememberin´Stevie, blues dedicado ao saudoso Stevie Ray Vaughan).