Iron Maiden 2.0

killers O segundo álbum do Iron Maiden marcou a estreia de Adrian Smith (ex- Urchin), um “velho” de Dave Murray. Um guitarrista mais melódico, como mostram suas canções (ex: Wasted Years) e carreira fora da donzela.  Killers (02/02/1981) abriu a parceria do quinteto com o produtor Martin Birch, de clássicos como Machine Head, do Purple, referência para os Irons. A maioria das canções (ouça trechos no site da banda) foi composta por Steve Harris bem antes de Adrian entrar. Innocent Exile, por exemplo, existia ante de Harris fundar o Maiden. Clássicos do metal como Wrathchild e Killers já levantavam shows como Live at the Rainbow. Killers não chegou tão alto na parada como o LP anterior (12º, contra 4º de Iron Maiden). Uma pena. É um discão. Se você acha que o Iron não toca nada, tente ouvir Prodigal Son. A formação com Paul Di´Anno lançou ainda dois singles e um excelente mini-LP ao vivo.

Twilight Zone/Wrathchild
Twilight Zone

SINGLES E EPs DO IRON EM 1981

Um pouco depois do disco, em 2 de março de 1981, saiu o single com Twilight Zone – que não entrou nas primeiras edições de Killers, mas aparece em quase todas reedições em CD – mais a sensacional Wrathchild, que pelo menos desde 2001 reentrou de vez nas turnês do Iron. Curioso é que Twilight Zone, de Harris e Murray, é que tem mais cara de lado B, de sobra de estúdio.

purgatory-copia2 Essa belezinha de Eddie no traço do Derek Riggs ilustra a capa do segundo single promocional do álbum Killers: Purgatory, que saiu em 15 de junho de 81. No lado B, outra música presente no álbum, a instrumental Genghis Khan.

maidenjapan-copiaEm agosto de 1981, um EP destinado ao mercado japonês acabou tendo lançamento mundial, com grande repercusssão, por se tratar do primeiro disquinho que captava a fúria do Maiden ao vivo – ainda que com quatro ou cinco músicas. Maiden Japan foi gravado em Nagoya, em maio, já nos últimos meses de Paul Di´Anno como vocalista do quinteto. É a chance de ouvir Running Free e Remember Tomorrow com um som melhor do que na versões de estúdio de 1980. Mas ótimas performances de Killers e Innocent Exile. Show ao vivo é com Iron Maiden, mesmo. Eu tive uma fitinha K7 nacional que incluía Wrathchild, infelizmente limada na edição em CD que possuo. Há edições piratas que contém as 18 músicas do tal show japonês. Sou louco pra ouvir, às vezes acho Maiden Japan o melhor do Iron Maiden fase Paul Di´Anno. Paul saiu, levado consigo a imagem meio punk que desagradava Steve Harris. Entrou Bruce Dickinson, ex-Samson, que por incrível que pareça estreou com desconfiança do público. Mas isso mudaria logo, logo. TO BE CONTINUED. Interação: qual a sua música preferida da era Paul Di´Anno no Maiden? Escreva na página de comentários. O sistema pede e-mail, que não é publicado, ok?

Leia também minha Coluna de Música, com muito metal!

4 comentários sobre “Iron Maiden 2.0

  1. Também voto em Wrathchild, embora seja difícil escolher entre ela, Murders In The Rue Morgue e Killers! Women In Uniform também é muito legal.

  2. Meu voto vai para a Prowler. O riff é sensacional.

    Nota do bolgueiro: VALEU, BATERA HISAYASU! O QUE ACHOU DA VERSÃO 1988 DE Prowler, COM O BRUCE CANTANDO? HOJE ACHEI UM VINILZÃO COM O SINGLE DE Virus, DA ERA BLAZE BAILEY, QUE TEM Prowler, a gravação de “THE SOUNDHOUSE TAPES”.

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