“Soberano – Seis Vezes Campeão”

Em 9 de junho de 1991, o São Paulo de Telê Santana conquistou um dos seus títulos mais importantes. O Brasileirão de 91, passaporte para a Libertadores, Mundial de Clubes … Abaixo, o post publicado em 2010, depois da pré-estreia do filme “Soberano -Seis Vezes São Paulo”, que conta a saga do hexa tricolor, já disponível em DVD.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

O público do cinema UCI Jardim Sul mais parecia uma torcida, com uniformes e até bandeiras. O hall foi decorado com cartazes gigantes de 6 escretes campeões brasileiros. A pré-estreia da noite contou com a presença de parte do elenco da película. Raí, Sidney, Jorge Wagner, Alex Silva, Rogério Ceni. O músico Nando Reis, que compôs músicas para o filme, também apareceu – todo feliz. Era noite de lançamento de Soberano – Seis Vezes São Paulo, documentário sobre os títulos brasileiros do tricolor (77/86/91/06/07/08) produzido pela G7 Cinema, com direção de Carlos Nader e Maurício Arruda. Estreou em 17 de setembro de 2010, em cinemas de 10 estados. E esta semana ganha mais uma exibição em tela grande na seleção paulista do CineFoot, no Museu do Futebol.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

Se os depoimentos de Minelli (treinador tricampeão brasileiro, em 75 e 76 pelo Inter e 77 pelo São Paulo), Muricy (no elenco de Minelli em 77, técnico vitorioso de 2006 a 2008) e de jogadores como Waldir Perez, Dario Pereyra, Careca, Raí, Rogério Ceni e Hernanes trazem histórias curiosas de bastidores, são as entrevistas com torcedores – escolhidos como personagens – que emocionam mais. Continuar lendo ““Soberano – Seis Vezes Campeão””

35 anos do Paulistão 75

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Waldir Peres, Nelsinho (depois treinador), Paranhos, Arlindo (Samuel jogou as finais) e Gilberto Sorriso; Chicão e Pedro Rocha; Terto, Muricy Ramalho, Serginho Chulapa e Zé Carlos. Foi com esse time-base que o São Paulo treinado pelo argentino José Poy (ex-goleiro/ídolo do tricolor) conquistou o campeonato paulista de 1975. A grande final, há exatamente 35 anos, foi disputada no Morumbi e decidida nas cobranças de pênaltis. Tricolor campeão invicto do primeiro turno, disputado em pontos corridos.  Portuguesa campeã do segundo turno, depois de um hexagonal decisivo com os cinco grandes e o América de São José do Rio Preto (deu pra ter uma ideia do confuso regulamento, dois em um? era assim, naqueles tempos). A Portuguesa de Otto Glória tinha na decisão Zecão (com sua chamativa camisa amarela), Cardoso, Mendes Calegari e Santos; Badeco, Antonio Carlos, DicáEnéas, Tatá e Wilsinho – nada menos do que  7 jogadores do título paulista de 1973, dividido com o Santos, que também foi (mais ou menos) decidido nos pênaltis. Continuar lendo “35 anos do Paulistão 75”

Ponte Preta, 110 anos!

Flâmula da Ponte Preta, que neste 11 de agosto completa 110 anos! O clube já revelou jogadores como Waldir Peres, Carlos, Nelsinho Baptista, Oscar, Juninho Fonseca, Polozzi, Jair Picerni, Fábio Luciano, Dicá (como jogava!), Luís Fabiano etc… Pela Macaca, passaram ainda Chicão (valente volante de Piracicaba que depois jogaria no São Paulo, Santos, Galo, Seleção de 78), Dadá Maravilha, Jorge Mendonça, Tuta, W9, Mineiro.

O site Minhas Camisas chama atenção para a camisa comemorativa dos 110s anos da Ponte. Maneira!

E o seu Domingos D´Angelo, do MemoFut, sempre ligado nos lançamentos, avisa do livro Ponte Preta: A Torcida que Tem um Time, de André Pécora e Stephan Campineiro (Pontes Editores). Noite de autógrafos: quarta-feira que vem, 18 de agosto, a partir das 19h30, no Giovannetti Cambuí, à rua Padre Vieira, 1277, em Campinas. Clique para ver o convite. Continuar lendo “Ponte Preta, 110 anos!”

Brasileirão, de 1971 a 2008

A polêmica taça das bolinhas
A polêmica taça das bolinhas

O pessoal do Futpédia, do portal Globoesporte.com, marcou um golaço neste começo de Brasileirão. Preparou um infográfico sobre a história dos campeonatos nacionais. Os campeões de 1971 (Atlético-MG) a 2008 (São Paulo) ganham ficha com time-base, campinho com esquema tático, nome do técnico, craque, artilheiro e um vídeo da época. Por falar em Galo e tricolor, os dois clubes decidiram o título de 1977. O Galo era um timaço, tinha João Leite, Cerezo, Paulo Isidoro, o artilheiro Reinaldo (suspenso na finalíssima) etc, e ganhou mais pontos do que o campeão, o São Paulo de Minelli, SÃO Waldir Peres, Chicão, Dario Pereyra, Zé Sérgio, Serginho Chulapa (outro suspenso na final). Não tinha idade para acompanhar o campeonato, mas lembro da dramática final como se o 5 de março de 78 fosse hoje. Sempre se diz que o Galo era muito melhor. Mas o vídeo do quadro “Baú do Esporte” usado pelo Futpédia mostra a força do São Paulo de Minelli. Um 4×1 no então bicampeão Internacional em pleno Beira-Rio, 2ª fase do campeonato, em 11 de dezembro de 1977Continuar lendo “Brasileirão, de 1971 a 2008”