Finalmente, chegou o dia da reestreia de L u í s F a b i a n o, homem-gol, no São Paulo, bem no 2 de outubro em que o estádio do Morumbi completa 51 anos. A ver se o ex-Sevilla vencerá os problemas físicos e corresponderá, aos poucos, à fabulosa expectativa criada pela contratação.
São Paulo x Flamengo, jogo pra ir.
E ficar de ouvido grudado no radinho para saber o andamento de Vasco x Corinthians, outro grande clássico do “Rio-São Paulo” que parece ter se tornado mesmo o Brasileirão 2011.
Jogaços!
* Luís Fabiano obviamente não está entre as figurinhas do Sevilla no álbum oficial de cromos da Liga Espanhola 2011/12. Mas sua foto aparece impressa no próprio álbum, nas páginas do Sevilla, acompanhado pelo seguinte texto: “´O Fabuloso, uno de los maás prolíficos goleadores de la historia sevillista”.
Dica do amigo Joia.
Rivaldo Maravilha depois de mandar mais um gol. Golaço! O quarto do tricolor paulista FOTO WAGNER CARMO Vipcomm
“Hell´s Bells”! Por influência do goleiro-artilheiro, capitão e futuro manda-chuva Rogério Ceni, que gosta de rock, o São Paulo tem entrado em campo ao som dessa pauleira do AC/DC (que tocou em novembro de 2009 no estádio do Morumbi – leia meu post anterior). O tricolor começou mesmo em ritmo de hard rock, com uma grande chance de gol, a 1 minuto e meio de partida. Mas dormiu no ponto e chegou a levar um sufoco do Ceará, agora treinado por Estevam Soares, que aprontou lá pelo lado direito da defesa paulista. No finzinho do primeiro tempo, os dois laterais são-paulinos – Juan e o paraguaio Piris – deram a vantagem e a tranquilidade do tricolor.
Dois vira, quatro acaba? Talvez não fosse tão simples assim, não fosse a entrada de Rivaldo, experiente camisa 10 do São Paulo, no lugar do jovem centroavante Henrique, antes do primeiro terço do segundo tempo. Casemiro fez o terceiro gol, num tirambaço de fora da área.
Outra pintura: jogada de Lucas, bastante atuante, cruzamento de Juan e chute de primeira de Rivaldo. Golaço! O pentacampeão mundial ainda deu mais show, com ótimos lançamentos, assistências – proporcionou com toque de classe uma clara chance de gol desperdiçada por Cícero.
Mas como este é um blog mais de comportamento do que de resultados, não tenho como não mencionar a quantidade impressionante de mascotinhos que entram em campo acompanhando o goleiro-roqueiro Rogério Ceni. Nas arquibancadas, o pessoal sorri com a imagem da molecadinha em disparada para o túnel, antes de o jogo começar.
Agora, o marketing do São Paulo deveria pensar seriamente num plano para que o Morumbi não recebe menos de 22 mil pessoas (público de hoje) daqui até o fim da carreira de Rogério Ceni. Tem que ser trabalhado isso. O mito está na sua última centena de jogos, aproximadamente. Podem faltar umas 50 partidas apenas com o Rogério Ceni no gol tricolor. Já pensou nisso, torcedor são-paulino, ô “da poltrona”? Deixa o rock rolar! Continuar lendo “Um jogo que começou no ritmo rock do AC/DC e terminou com o sambalanço de “Meu Esquema””→
Eis que Diego Forlán concretizou mesmo sua negociação para a Inter de Milão, depois de marcar 96 gols em 4 anos e 198 partidas pelo Atlético de Madrid. Melhor da Copa do Mundo, campeão sul-americano pela Celeste, o raçudo Forlán tem 32 anos. Ficou bem distante o sonho do torcedor tricolor paulista de ver o filho de Pablo Forlán com a camisa do São Paulo.
Gostaria de lembrar de um documentário e de um livraço sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986. Já saiu em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho, Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme.
“…Eu quero ser campeão brasileiro de novo! Eu estou no fim da carreira, quero ganhar e vocês têm obrigação no começo de ganhar também!”.
Palavras do goleiro-artilheiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, antes da partida de domingo contra o Inter, no Beira-Rio, que terminou com a vitória dos visitantes por 3×0. Impressionante a determinação do capitão tricolor, que bate no peito enquanto fala. Sete pontos atrás do líder, passado o primeiro quarto do campeonato. Será que dá pro hepta tricolor? A ver, como diriam os espanhóis. Veja a íntegra da impressionante “preleção” de Rogério no vídeo abaixo, do canal oficial do São Paulo FC no You Tube, que inclui a apresentação do técnico Adilson Batista ao elenco são-paulino.
Foto: Fábio Menotti/divulgaçãoCapa do DVD Rogér100 Ceni, que o Lance! começou a vender nas bancas
Como serão o dia, a semana, os meses seguintes ao que Marcos aposentar a camisa 12 de goleiro do Palmeiras?
O que será do São Paulo no dia em que o Rogério Ceni pendurar a camisa 01, de goleiro-artilheiro? Confesso que, se fosse possível, torceria para esses dias nunca chegarem… Continuar lendo “E quando eles pendurarem as luvas?”→
Publicado em 14 de junho de 2011 Gostaria de aproveitar o começo da decisão da Libertadores 2011 para mencionar um ótimo perfil de um dos maiores artilheiros dessa copa. Pedro Virgílio Rocha Franchetti, o Pedro Rocha, ídolo do Peñarol nos 60, do São Paulo nos 70 e da Celeste Olímpica é o garoto da capa do nº 5 da revista brasileiraFootball(capinha ao lado). É um pouco difícil achar Footballnas bancas (quando encontro na Cultura ou na La Selva, já vou pegando), mas dá para ler o perfil escrito por Moacir Japiassu no site da revista. Continuar lendo “Verdugo”→
Jean passa por Vi ctor para fazer São Paulo 3x1 FOTO Wander Roberto VIPCOMM
Entreouvido na arquibancada do Morumbi, no começo da noite deste sábado, da quarta rodada do Brasileirão 2011:
– Tira a mão das cadeiras, Dagoberto! – Ô Rodrigo “Preso” (referência ao volante Rodrigo Souto) – Vai, aleijado! (????). Manco! – Carpegiani, tira o “filho do presidente”!
“Filho do presidente”, entre aspas, mesmo, foi uma referência do folclórico torcedor ao Marlos, autor do gol de desempate. Que como Dagoberto, Rodrigo Souto, “aleijado”, “manco”, mais os jovens Lucas, Casemiro e companhia ajudaram o São Paulo a vencer a quarta seguida, contra um Grêmio mais tímido do que o normal, e manter a ponta no Brasileirão 2011.
A bem da verdade, diga-se que os pouco menos de 15 mil pagantes no Morumbi aplaudiram Marlos quando o jogador foi substituído.
O São Paulo vinha de 2 vices seguidos em Brasileiros: em 89, diante do Vasco, e em 90, já com mestre Telê Santana como técnico, diante de um arquirrival, o Corinthians. Na terceira final seguida, o tricolor enfim conseguiu seu tri do Brasileirão.”Cadê o pé-frio?”, perguntou Telê, lembra o recém-lançado livro de Orlando Duarte e Mário Vilela, São Paulo FC – o Supercampeão (Companhia Editora Nacional), que tem os detalhes dessa e muitas outras conquistas.
Primeiro jogo no Morumbi contra o Bragantino de Carlos Alberto Parreira: 1×0 magro, gol de Mário Tilico, que era opção no banco.
O segundo jogo, num 9 de junho como hoje, foi em Bragança Paulista, diante de pouco mais de 12 mil pagantes. O 0x0 deu, enfim, o tricampeonato ao São Paulo (que no fim do ano ganharia o Paulista também). A taça das bolinhas erguida pelo capitão Raí foi o passaporte para saltos aindas maiores: a conquista da América e do mundo, com a Libertadores e o Mundial Interclubes, em 1992. E o espetacular time de Telê Santana ainda daria bis, em 1993. Continuar lendo “20 anos do tri tricolor no Brasileirão”→