Sampa foot city

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O feriadão que começou com o aniversário da capital paulista é um bom motivo para dar um rolê pelos “cartões postais” do futebol em Sampa.
A começar pelo querido estádio do Pacaembu, setentão que recebeu as últimas duas finais da Libertadores. No Pacaembu, está o bem montado Museu do Futebol, com exposições fixas e temporárias.

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Só fique ligado na agenda do Museu e na tabela dos jogos. Neste domingo, tem Palmeiras x Penapolense.

No maior estádio da cidade, o Morumbi, sábado tem time reserva do São Paulo, com Ganso e Aloísio, contra o Atlético Sorocaba. No domingo, quem ainda não conhece o Memorial do São Paulo pode fazer o Morumbi Tour.

Antes, na manhã de sábado, tem jogo no estádio da rua Comendador Sousa: o Audax (ex-PAEC) tem mandados suas partidas no estádio Nicolau Alayon, do Nacional AC, e às 10h recebe o Rio Claro, pela série A2, a segundona paulista. Acesso principal pela Marquês de São Vicente, bem em frente aos CTs do Palmeiras e do São Paulo.

No domingo também cedinho, a Portuguesa tenta se recuperar do tropeço na estreia: às 10h, enfrenta o Santo André no Canindé.

Não dá para falar em Sampa Foot City sem citar o histórico Rodolfo Crespi, o estádio do Juventus, na rua Javari. O Juve também começou mal a segundona e só volta a atuar em casa na 4ª rodada, no comecinho de março.

Quanto às novas e modernas arenas do Corinthians e do Palmeiras, por enquanto, só espiando as obras. Continuar lendo “Sampa foot city”

Estádio Nicolau Alayon (rua Comendador Sousa), em dia de Bahia x Grêmio pela Copinha.

Estádio Nicolau Alayon (rua Comendador Sousa), em dia de Bahia x Grêmio pela Copinha.

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Grêmio e Bahia disputaram uma das quartas da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no começo da tarde deste domingo, no estádio do Nacional Atlético Clube, um dos clubes fundadores da Federação Paulista (quando o NAC -ou Naça ainda se chamava São Paulo Railway). Os torcedores dos dois tricolores deram show  e o jogo pela Copinha foi disputado  – os tricolores baianos saíram na frente. Os gaúchos empataram, mas acabaram perdendo de goleada. “Mais um Bahia, mais um Bahia”, pede o hino popular. Terminou 4×1 para os júniores do Bahia, semifinalista da Copinha. Porém, o foco principal deste post é o simpático estádio Nicolau Alayon, também conhecido pelo nome da rua próxima, Comendador Sousa. O Nacional é dono do estádio, onde o Audax (leia-se Pão de Açúcar) tem mandado seus jogos. Já há algumas marcas desse compartilhamento: escudo do Audax numa tribuna e no colete de vendedores ambulantes. É neste simpático estádio da rua Comendador Sousa que o Audax vai receber em breve o Juventus e a Portuguesa, em … digamos… clássicos municipais pela segundona paulista (série A2 estadual). O Naça está na quarta divisão do futebol paulista.

  • 2012_316030768518289_1505109846_nEstádio Nicolau Alayon
  • Proprietário: Nacional Atlético Clube
  • Inauguração: 14 de maio de 1938
  • Primeiro jogo: Nacional 1×2 Corinthians
  • Capacidade: 11.500 espectadores
Torcida do Bahia presente...
Torcida do Bahia presente…

... e a do Grêmio  também foi à rua Comendador Sousa
… e a do Grêmio também foi à rua Comendador Sousa

Mais fotos dentro do post… Continuar lendo “Estádio Nicolau Alayon (rua Comendador Sousa), em dia de Bahia x Grêmio pela Copinha.”

Minelli Futebol Clube

O blog Fut Pop Clube teve o prazer de participar de um bate-papo promovido pelo MemoFut (grupo que discute literatura e memória do futebol), no último sábado, com o multicampeão Rubens Minelli, treinador com passagens pelo Palmeiras, Lusa, Internacional, São Paulo, Al-Hilal, Atlético Mineiro, Grêmio, Corinthians, Paraná, Santos, Coritiba e muitos outros.  Minelli ganhou quatro grandes títulos nacionais (três consecutivos), outros seis estaduais de primeira divisão, mas espera “até hoje” (83 anos) um convite para treinar a seleção brasileira… No encontro mensal do MemoFut, realizado no auditório Armando Nogueira do Museu do Futebol, no Pacaembu, o ex-ponta-esquerda do Ypiranga, do Nacional da Barra Funda, do Taubaté e do São Bento contou casos e causos de sua curta carreira de jogador profissional e da longa e vitoriosa passagem como técnico.

A flâmula acima é do América de São José do Rio Preto, onde Minelli começou pra valer na profissão de técnico de futebol, treinando a equipe principal, que sob seu comando foi campeã da segunda divisão paulista em 1963 e campeã do interior em 1964. Depois de passagens pelo Botafogo de Ribeirão, de novo América, Sport Recife, Francana e Guarani, Minelli voltou ao Palmeiras, onde tinha treinado equipes de base antes do convite de Rio Preto. Continuar lendo “Minelli Futebol Clube”

Roberto Dias

PUBLICADO ORIGINALMENTE EM SETEMBRO DE 2009
DIAS Pontes EditoresO zagueiro e médio-volante Roberto Dias aparece na maioria das listas dos melhores jogadores da história do São Paulo, como a do livro do Arnaldo Ribeiro.  A biografia Dias – A Vida do Maior Jogador do São Paulo nos Anos 1960 (Pontes Editores),  escrita por Fábio Matos, mostra a importância do zagueiro habilidoso, considerado por Pelé seu melhor e mais leal marcador –  “era inteligente e sabia marcar sem fazer faltas”, disse o Rei ao Estadão, em 2005. Roberto Dias, esse zagueiro, é considerado o único grande craque que defendeu o Tricolor do Morumbi enquanto o estádio era concluído. Continuar lendo “Roberto Dias”