Hoje é aqui!

Foto RODRIGO LIMA  | Portal da Copa | dez.2012
Foto RODRIGO LIMA | Portal da Copa | dez.2012

Pela terceira vez, o Mineirão recebe a última partida de uma Libertadores – a primeira com o Atlético. O Olimpia sai com uma vantagem de 2×0, ampliada no último minuto da partida de ida, no Defensores del Chaco. O Galo, se não conta com o papo de “caiu no Horto, tá morto”, terá a maioria das quase 65 mil vozes. Quem leva a melhor? O Rey de Copas, que quer a quarta taça, como dizia o imenso mosaico em Assunção? Ou o “Yes, We C.A.M.“da torcida do Clube Atlético Mineiro, que também deve ter mosaico? Veremos, a partir de 22h.

Yes, We C.A.M.

Marcos Rocha, Diego Tardelli e outros jogadores do Galo chegaram ao Independência com a camiseta "Yes, We C.AM." - foto posta por Tardelli no Instagram.
Marcos Rocha, Diego Tardelli e outros jogadores do Clube Atlético Mineiro chegaram ao Independência com a camiseta “Yes, We C.AM.” – foto posta por Tardelli no Instagram.

Achei divertido o slogan da camiseta usada pelo treinador Cuca, do Galo: “Yes, We C.A.M.– o trocadilho do “Yes, we can” da campanha de Barack Obama e das quadras esportivas americanas com as iniciais do Clube Atlético Mineiro. Lembro que “Sí, se puede” também já foi usado por torcidas nos países de língua castelhana, em estádios e ginásios do mundo, e foi o refrão da torcida do Málaga, na Champions League 2012/2013 – uma bela campanha, em que o clube andaluz eliminou o FC do Porto e só caiu diante do Borussia, que seria vice-campeão, num jogo inesquecível de quartas de final.

E aí, você acha que o C.A.M. pode chegar à sua primeira final de Libertadores, contra o Olimpia? Do outro lado, o Club Atlético Newell´s Old Boys vem com uma vantagem de 2×0 aberta em Rosário – e babando para voltar à final da copa, depois de 21 anos. Continuar lendo “Yes, We C.A.M.”

Victor, Victor, Victor!

Victor, herói da classificação atleticana para as semifinais da Libertadores FOTO  Bruno Cantini | http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/
Victor, herói da classificação atleticana para as semifinais da Libertadores FOTO Bruno Cantini http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/
A máscara é da franquia Pânico. Mas quem apavorou foi o goleiro com o prenome do Frankenstein: Victor. FOTO Bruno Cantini  http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/
A máscara é da franquia Pânico. Mas quem apavorou foi o goleiro com o prenome do Frankenstein: Victor. FOTO Bruno Cantini http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/

“Vencer, vencer, vencer, esse é o nosso ideal”, canta o hino do Atlético (veja mosaico da torcida na foto abaixo). “Victor, Victor, Victor”, podemos dizer hoje. A defesa que Victor Leandro Bagy fez aos pés de Piceño já tinha valido por um gol. O que dizer do pé (esquerdo) quente que impediu o gol de pênalti (mal cobrado) pelo ótimo Riascos? Se o Galo de Kalil, Cuca, Ronaldim, Réver, Jô, Tardelli, Bernard e cia for campeão da Libertadores pela primeira vez, esse moço de Santo Anastácio (extremo oeste de São Paulo), que começou no Paulista e defendeu o Grêmio por 4 anos, não pode ser esquecido. Herói! São Victor.

Mosaico da torcida do Galo. FOTO  Bruno Cantini | http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/
Mosaico da torcida do Galo. FOTO Bruno Cantini http://www.flickr.com/photos/clubeatleticomineiro/

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O melhor futebol do mundo está na “conexão BH-Munique”.


Claro, o Bayern ainda vai decidir a Champions League contra o rival alemão do Borussia Dortmund e o Atlético Mineiro acaba de se classificar para as quartas de final da Libertadores.
Mas em abril/maio de 2013 o melhor futebol desses dois lados do mundo é jogado no Independência e na Allianz Arena de Munique. No Horto, em BH, o Galo parece imbatível, com o quarteto fantástico -Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli, Jô e Bernard-, uma defesa segura, bons volantes, um grande técnico, outros bons valores no banco. O Super Bayern fez 7×0 no agregado contra o Barça, virtual campeão espanhol.
De novo, claro, ainda falta combinar com o Borussia e outros tantos concorrentes sul-americanos, mas neste momento seria no mínimo interessante imaginar uma final mundial entre Atlético e Bayern.
E já que estamos no reino da imaginação, como seria muito melhor se essa possível decisão do melhor time do mundo tivesse um jogo em Belo Horizonte e outro em Munique – como os Mundiais de Clubes eram decididos entre 1960 e 1979. Quem ganharia, hein?

Ronaldinho Gaúcho | R49 – O Meteoro Atleticano


Impressionante como deu “liga” o casamento entre o Atlético Mineiro e o seu camisa 49.
Um voltou a jogar muita bola. O outro, a cantar de Galo. Para celebrar esse “love affair” entre craque, time e torcida, está sendo preparado um documentário, Ronaldinho Gaúcho – R49 – O Meteoro Atleticano. Como dá para perceber no trailer acima, com legendas em inglês, o diretor Diego Lisboa e a Movimento Filmes já estão de olho no mercado internacional. Continuar lendo “Ronaldinho Gaúcho | R49 – O Meteoro Atleticano”

Coleção Ídolos Imortais | “Os Dez Mais do Atlético Mineiro”


O goleiro Kafunga, o zagueiro Luisinho, o meio-campo Toninho Cerezo, os artilheiros Mário de Castro, Guará, Ubaldo, Dario (o Dadá Maravilha), Reinaldo e Marques, e o ponta Éder. São “Os Dez Mais do Atlético Mineiro“, no livro do jornalista Eduardo Murta, lançamento da Maquinária Editora. Para chegar aos “dez mais” do Galo, foram colhidos os votos de um grupo de torcedores famosos, como é de praxe na coleção Ídolos Imortais da editora. Continuar lendo “Coleção Ídolos Imortais | “Os Dez Mais do Atlético Mineiro””

Ripa na chulipa, pimba na gorduchinha… e o Troféu Osmar Santos 2012 vai para o Galo.

Flâmula do Atlético Mineiro, campeão simbólico do primeiro turno do Brasileirão 2012, com impressionantes 42 pontos em 17 jogos. São 13 vitórias, 3 empates e apenas uma derrota (São Paulo, Morumbi). O esporte do jornal “O Globo” chamou a atenção também para a campanha do Fluminense. O tricolor soma 39 pontos em 18 jogos. Nesse aspecto, o Flu mandou melhor do que no turno do Brasileirão 2010, quando levou a taça nada virtual de campeão no final.
Ainda faltam 2 jogos do turno para o Galo: o clássico contra o Cruzeiro, domingo, no Independência; e o jogo adiado contra o Flamengo (remarcado para 26 de setembro, em Volta Redonda). Conseguirá o arquirrival azul carimbar a “faixa virtual” de vencedor do Troféu Osmar Santos, criado pelo jornal Lance!, para o melhor time do primeiro turno?  Dentro do post, todos os vencedores do “Osmarzão” pé quente. Só em 2008 e 2009, o campeão do turno não conquistou o Brasileirão. Continuar lendo “Ripa na chulipa, pimba na gorduchinha… e o Troféu Osmar Santos 2012 vai para o Galo.”

40 anos do Brasileirão de 71. Deu Galooo!!!

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Flâmula do Clube Atlético Mineiro, que tem uma estrela em cima do distintivo por causa do título brasileiro de 1971. Foi o primeiro disputado como campeonato nacional -bem, pelo menos até antes da unificação dos títulos, que equiparou Robertão/Taça de Prata e Taça Brasil ao Brasileirão.
O Galo treinado por Telê Santana se tornou campeão do Brasil ao vencer no Maracanã o Botafogo de Jairzinho, furacão da Copa de 70.
Gol de Dario, o Dadá Maravilha. Continuar lendo “40 anos do Brasileirão de 71. Deu Galooo!!!”

Torcida metal

O momento do futebol mineiro não é bom. Três times ameaçados no Brasileirão. Mas confesso que fiquei impressionado com a quantidade de torcedores / fãs com camisetas do Atlético – Galo Metal – e do Cruzeiro, no dia metal do Rock in Rio. Inclusive o guitarrista Phil Campbell, do Motörhead, usou uma do Gal, certamente presenteada pelo Paulo Xisto, baixista do Clube Atlé…, digo, baixista do Sepultura (tinha o nome de Paulo nas costas).

Também marcaram presença no clássico, ou melhor, no festival, torcedores de Flamengo, Fluminense, Vasco (felizes da vida com a fase turbinada do chamado Trem-Bala da Colina) e Botafogo, claro; de São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Coritiba, Grêmio, Internacional, Bahia, Remo, Paysandu, Santa Cruz, Sport, Náutico (Metal Alvirrubro), CSA etc etc etc… e até do Paraguai!

Agora, eu pergunto: se os torcedores falam a mesma língua, moram na mesma cidade, dividem os mesmos interesses e gostos musicais, seja heavy metal ou samba, por que se agridem, se matam tanto uns aos outros? Hein? Por que não aceitar a diferença e conviver com isso? Qual seria a graça de um campeonato estadual sem o seu maior arquirrival?

Leia meus pitacos sobre o Rock in Rio na Coluna de Música do Fut Pop Clube.