Por coincidência ou não, dias antes do plebiscito sobre independência convocado pelo governo da Catalunha (e contestado pelo governo espanhol), estreou em Barcelona um documentário sobre a chegada do craque holandês Johan Cruyff ao Camp Nou. “L’últim partit: 40 anys de Johan Cruyff a Catalunya”. O filme foi dirigido por Jordi Marcos e produzido pela Bonita Films, de Barcelona, com colaboração do jornalista Xavi Torres.
O doc reúne celebridades do futebol e da sociedade catalã. Quando Cruyff chegou ao Barça, o franquismo ainda dava as cartas na Espanha. A língua catalã estava banida e o pessoal aproveitava os jogos no Camp Nou para tirar o grito do fundo da garganta. Como jogador blaugrana, o eterno camisa 14 ganhou uma liga espanhola (1973-74) e uma Copa do Rei (77-78). Como técnico, foi ainda mais bem sucedido: tetra espanhol no começo dos 90, uma Copa do Rei (89-90), três supercopas da Espanha, uma Recopa europeia (89), a desejada Copa (Liga) dos Campeões e a Supercopa europeia em 1992. Comandou a geração do chamado Dream Team do Barça (com um jovem Guardiola com a camisa 4) e só perdeu o Mundial de Clubes no Japão, para o São Paulo do mestre Telê Santana.
Não sei se o Eto’o é gente boa, acredito que sim, mas simpatizo com o camaronês e tomara que ele continue fazendo seus golzinhos no Everton, que vai disputar a Europa League (grupo H, com Krasnodar, da Rússia, mais Lille e Wolfsburg), além das competições inglesas. Outro que veio do Chelsea foi o atacante belga Romelu Lukaku – Rom, para os íntimos.
>In>: Gareth Barry (Manchester City), Muhamed Bešić (Ferencváros ), Romelu Lukaku (Chelsea, Brendan Galloway (MK Dons FC), Christian Atsu (emprestado pelo Chelsea), Samuel Eto’o (liberado pelo Chelsea), David Henen (emprestado pelo Olympiacos)
Estádio: Goodison Park. Capacidade: 39.572. Média em 2013-14, segundo a Pluri: 37.732 espectadores, jogo, a 42ª do mundo. 94% de ocupação do Goodison Park.
Deu no site Futebol Marketing: estreou na Inglaterra “One Night in Istanbul“, um filme de ficção que conta as aventuras de quatro torcedores do Liverpool rumo à histórica final da Champions League 2004-05: aquela em que o time de Gerrard, Rafa Benítez e cia saiu perdendo de 3×0 do Milan de Kaká, Pirlo, Seedorf, Shevchenko, Crespo, Maldini, Nesta, Cafu, Dida, etc, buscou o empate e conquistou a ‘orelhuda’ nos pênaltis.
Veja o trailer dentro do post.
O post sobre o Rayo Vallecano de Madrid no blogEfeito Fúria, da jornalista brasileira Tatiana Mantovani, destaca o orçamento do clube de Vallecas para a temporada: apenas 7 milhões de euros, contra as centenas de milhões do Barça e dos vizinhosReal, campeão europeu pela décima vez, e Atlético de Madrid, campeão e supercampeão espanhol.
Em 2014, o Rayo comemorou 90 anos (veja os uniformes comemorativos)- foi fundado em 29 de maio de 1924. É um time de bairro, alternativo, simpático, que (à maneira do Juventus da Mooca no Paulistão de até alguns anos atrás), de vez em quando apronta uma travessura e arranca pontos preciosos dos três grandes, como aconteceu com o Atlético multicampeão de Diego Simeone no começo da temporada 14-15.
>IN>: Léo Baptistão, atacante brasileiro que já goleou pelo Rayo, volta a Vallecas emprestado pelo Atlético de Madrid, é um dos principais reforços de um ‘time de operários’. Emiliano Insúa (lateral-esquerdo, também emprestado pelo Atleti).
<OUT<: o argentino Joaquín Larrivey (Celta) foi uma das perdas.
Técnico: o ‘figuraça’ Paco Jémez, no Rayo desde 2012.
Estádio: Campo de Fútbol de Vallecas. Estação do Metrô de Madri: Portazgo (linha 1). Capacidade: 14.708. Para a temporada 14-15, já são mais de 10 mil rayistas ‘abonados’. Torcedores de carteirinha, com direito a entrar em todos os jogos.
Em 2013-14, o Napoli terminou em 3º na liga italiana. Perdeu o play-off da Champions para o Atlhetic e entra na fase de grupos da Liga Europa no grupo I, com Sparta Praga, Young Boys e Slovan Bratislava. Por enquanto, o técnico Rafa Benítez mantém as principais estrelas.
>IN>: Jonathan De Guzmán (meia, Holanda, Swansea), Mariano Andújar, goleiro ítalo argentino, que estava no Catania, o zagueiro francês Kalidou Koulibaly (estava no Genk, da Bélgica) e o meio-campo espanhol Michu (Swansea)
<OUT<: Vargas (voltou do Valencia e já foi emprestado de novo pro QPR), Pandev (Galatasaray), Behramni foi pro Hambugo e El Kaddouri foi emprestado para o Torino.
Brasileiros: o zagueiro Henrique, o meio-campo Jorginho e o goleiro Rafael Cabral (ex-Santos), que certamente desfalcará o Napoli em convocações da seleção brasileira de Dunga. Taffarel já o elogiou.
Outras estrelas da companhia: Hamsick, Higuaín, Inler, Zúñiga, Insigne, Dzemaili,Insigne, Albiol, Callejón e Vargas.
Técnico: Rafa Benítez.
Estádio: Stadio San Paulo, palco de 5 jogos do Mundial 90.
Atualmente a capacidade é de 60 mil tifosi. Na temporada 13-14 do calcio, o Napoli teve em média 40.632 por jogo, segundo a Pluri Consultoria, 33ª melhor do mundo, um pouco melhor que a da Roma. Confira uma galeria de fotos da goleada do Napoli contra o Cagliari, na última rodada do campeonato de 13-14.
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Uniformes: desde 2009 o Napoli veste Macron. O que ferra é essa estampa vermelha gigante do patrocinador… confira na galeria. Veja primeiro o inovador uniforme 2 – com cara de “jeans”. E depois a galeria do uniforme 1.
Dez anos e três meses depois de ganhar sua segunda Liga/Copa dos Campeões, o Porto começou a luta para avançar na Champions pela última fase eliminatória da Champions.
O jovem meia colorado Otávio foi uma das novidades do Porto no Dia D da janela na Europa.
>IN>: Shinji Kagawa (Man United), Ciro Immobile, artilheiro do último italiano pelo Torino (a torcida do Flu o conheceu bem no amistoso de Volta Redonda), Adrián Ramos, atacante colombiano (ex-Hertha Berlin), Matthias Ginter (zagueiro, ex-Freiburg), Ji Dong-won (Coreia do Sul, Augsburg).
<OUT<: Lewandowski (mais um que foi pro Bayern).
Estrelas da companhia: o próprio técnico, Klopp, o goleiro Weidenfeller, o zagueiro Hummels, Grosskreutz, Erik Durm – todos da seleção alemã campeã do mundo – mais o meia-atacante Marco Reus (desfalque de última hora no mundial e que pode sair), Sebastian Kehl, Sokratis, e os heróis do bi da Supercopa 2014, Henrikh Mkhitarian e Pierre-Emerick Aubameyang, o Homem-Aranha.