Bola de Prata, Prêmio Craque do Brasileirão, Ballon d´Or da Fifa

Fernando Prass, Mário Fernandes, Dedé, Paulo André, Juninho (Figueirense), Marcos Assunção, Paulinho, Ronaldinho Gaúcho, Montillo, Neymar, Fred. Essa é a seleção do campeonato de acordo com o prêmio Bola de Prata, de “Placar” e ESPN.
Neymar também é o dono da Bola de Ouro, como melhor jogador, e de uma Chuteira de Ouro.
Borges ganhou uma Bola de Prata como artilheiro do Brasileirão 2011.

Veja agora como ficou a seleção segundo outro prêmio, o Craque Brasileirão: Continuar lendo “Bola de Prata, Prêmio Craque do Brasileirão, Ballon d´Or da Fifa”

Agueeenta coração!

… diria Fiori Gigliotti, saudoso locutor esportivo do rádio paulista.
Ninguém pode reclamar de falta de emoção no nono Brasileirão disputado por pontos corridos.
Não tem uma final.
Tem duas “finais”, simultâneas, isso só falando da última rodada (o que houve em Floripa e no Engenhão, se não foram “finais”?). E da briga pelo título.
Pois a 38ª rodada do Brasileirão 2011, tão lotada de clássicos que dois deles vão ser disputados fora de suas cidades originais, nos reserva:

  • um Derby paulista valendo título, de um lado, e salvar a temporada, do outro, no Pacaembu
  • um Clássico dos Milhões no Engenhão que vale título para o lado cruzmaltino e vaga na Libertadores para os rubro-negros
  • um AtleTiba de arrepiar na Arena da Baixada, onde está em disputa uma vaga na Libertadores e a fuga do rebaixamento
  • um GreNal no Beira-Rio que pode valer vaga na Libertadores para os colorados
  • um Avaí x Figueirense na Ressacada em que os visitantes tentam a Libertadores
  • um San-São esvaziado  em Mogi Mirim, em que o tricolor joga suas derradeiras chances de Libertadores
  • um Clássico Vovô em Volta Redonda, onde o Fogão também joga suas últimas fichas para tentar a principal Copa do continente, e o tricolor entrar direto na fase de grupos da cobiçada taça
  • e por último, mas não menos importante, um Cruzeiro x Atlético de arrepiar em Sete Lagoas, onde o Galo já salvo, pode rebaixar o arquirrival Continuar lendo “Agueeenta coração!”

Leitura recomendada

Sabe quando você separa um artigo de jornal para ler depois, com calma? Volto ao caderno de esportes do “Estadão” de quarta-feira, 16 de novembro. Guardei a coluna do jornalista Antero Greco para ler mais tarde e valeu muito a pena. É uma educadíssima  resposta a uma crônica (brilhante, como sempre) do cineasta Ugo Giorgetti, diretor dos deliciosos filmes Boleiros, I e II, que fez uma proposta provocadora: por que não mudar de time, já que a gente muda tanto na vida? Ugo Giorgetti levantou a bola e Antero Greco cortou. Antero – que me parece ser um dos mais sensatos e educados cronistas esportivos, sem perder o bom humor, pelo que acompanho há anos na ESPN Brasil – responde que não, e argumenta porque não devemos mudar de time, independentemente se ele está bem ou não, se ganha sempre ou está há anos na fila (leia aqui a crônica de Antero e aqui a do “boleiro” Giorgetti).

Tem muito a ver com as cenas que a gente vê num fim de semana de futebol. Torcedores da Ponte e do Náutico vibrando e se emocionando – rodadas depois dos leões rubro-verdes da Lusa – não com um título, mas com a volta de seus times de coração à elite do futebol brasileiro (tema do post anterior). Tem a ver com o que vi agora há pouco: a torcida do Figueirense cantando e aplaudindo o time, depois de levar uma goleada do Fluminense. É o que motiva a jovem e grená torcida do Juventus da Mooca, há tempos longe da primeira divisão estadual, mas que mobiliza centenas para os jogos como esse que eu vi,na rua Javari, pela Copa Paulista (infelizmente, o Juve foi eliminado em fase posterior). Torcedor que é torcedor compreende tudo isso perfeitamente. Continuar lendo “Leitura recomendada”

Super Ézio, o super-herói das Laranjeiras

Homenagem ainda que tardia do blog a um ídolo do Fluminense. Ézio. Para o locutor Januário de Oliveira, o Super Ézio. O câncer levou precocemente o ex-artilheiro, um dos dez maiores goleadores da história tricolor.
Na quinta-feira, Fred, o atual camisa 9 do Flu, posou nas Laranjeiras com uma camisa em homenagem ao super-herói tricolor dos anos 90. A foto é de Nelson Perez/Fluminense FC.
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[FOTO: Nelson Perez/Fluminense FC]

Som na Tela: Chico Buarque, Politheama e O Futebol.

Reproduzo post publicado em agosto de 2010

Capa do DVD Chico Buarque: O Futebol

No oitavo DVD da série retrospectiva dirigida por Roberto de Oliveira, o cantor, compositor (e peladeiro nas horas vagas) Chico Buarque mostra sua paixão não só pelo tricolor, mas pelo futebol de modo geral. O nome do DVD é uma referência ao sambadedicado a Mané, Didi, Pagão, Pelé e Canhoteiro: O Futebol, de Chico Buarque, um dos camisas 10 da paquera futebol e música no Brasil. Ou melhor, camisa 9, de Pagão, ex-jogador do Santos, ídolo de Chico – que o encontra num dos capítulos do DVD (ele também vê Pelé, Ronaldinho Gaúcho e os veteranos do Santos – que ganham do Politheama em amistoso na Vila Belmiro. Politheama é o time de pelada de Chico, que herdou o nome de seu jogo de botão. Manda seus jogos no campo Vinicius de Moraes. E como diz o hino, o Politheama cultiva a fama de não perder – fora amistosos. “Alguns empates”. Fala sério, Chico!
E ele fala de uma maneira bem divertida de futebol, ao lembrar do Maracanazo de 1950 (tem áudio de gol narrado por Edson Leite), das idas ao Pacaembu… E ainda tem uma pá de músicas que de alguma maneira citam futebol, como Conversa de Botequim (Noel Rosa/Vadico), E o Juiz Apitou (Antonio Almeida/Wilson Batista) Doze Anos (com Moreira da Silva), Pelas Tabelas, Bom Tempo (com Toquinho) etc. Para estufar o filó, mesmo. Continuar lendo “Som na Tela: Chico Buarque, Politheama e O Futebol.”

Torcida metal

O momento do futebol mineiro não é bom. Três times ameaçados no Brasileirão. Mas confesso que fiquei impressionado com a quantidade de torcedores / fãs com camisetas do Atlético – Galo Metal – e do Cruzeiro, no dia metal do Rock in Rio. Inclusive o guitarrista Phil Campbell, do Motörhead, usou uma do Gal, certamente presenteada pelo Paulo Xisto, baixista do Clube Atlé…, digo, baixista do Sepultura (tinha o nome de Paulo nas costas).

Também marcaram presença no clássico, ou melhor, no festival, torcedores de Flamengo, Fluminense, Vasco (felizes da vida com a fase turbinada do chamado Trem-Bala da Colina) e Botafogo, claro; de São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Coritiba, Grêmio, Internacional, Bahia, Remo, Paysandu, Santa Cruz, Sport, Náutico (Metal Alvirrubro), CSA etc etc etc… e até do Paraguai!

Agora, eu pergunto: se os torcedores falam a mesma língua, moram na mesma cidade, dividem os mesmos interesses e gostos musicais, seja heavy metal ou samba, por que se agridem, se matam tanto uns aos outros? Hein? Por que não aceitar a diferença e conviver com isso? Qual seria a graça de um campeonato estadual sem o seu maior arquirrival?

Leia meus pitacos sobre o Rock in Rio na Coluna de Música do Fut Pop Clube.

80 anos do eterno mestre Telê

Gostaria de lembrar de um documentário e de um livraço sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Já saiu em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme.

A outra dica vai para uma reedição, uma oportuna reedição: Fio de Esperança-Biografia de Telê Santana é o emocionante livro do jornalista André Ribeiro, agora pela editora Cia dos Livros e com nova capa, que você pode ver ao lado. André Ribeiro é o autor de Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva, também relançado pela Cia dos Livros.  Tem 512 páginas e vale cada 59 reais e 90 centavos.

Outros posts sobre o maior técnico de todos os tempos:
Continuar lendo “80 anos do eterno mestre Telê”

Fluminense, 109 anos de praia

Flâmula do Fluminense Football Club, atual campeão brasileiro, 109 anos neste 21 de julho.

Dicas de alguns sites para aniversariantes tricolores:

Leia também alguns posts anteriores sobre o Fluzão:

Petkovic nos cinemas

Uma sessão só para convidades do documentário O Gringo Mais Querido do Brasil, sobre Petkovic,deu o pontapé inicial no segundo CineFoot, que como o nome indica é um festival só com filmes sobre futebol. A pré-estreia foi fechada, mas em 10 de junho entra em cartaz normalmente. Dá para ver o trailer abaixo.

Continuar lendo “Petkovic nos cinemas”

Ao mestre Telê Santana, com carinho

21 de abril. 5 anos que Telê Santana nos deixou. Gostaria de lembrar de um documentário e de um livro sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Está para sair em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme: Continuar lendo “Ao mestre Telê Santana, com carinho”