Na rede: “Som das Torcidas”, primeira temporada.

O que Tim Maia (torcedor do América-Rio), o vascaíno Martinho da Vila, o flamenguista Ary Barroso, o Jack White do White Stripes e um sucesso de Bonnie Tyler têm a ver com os times da cidade de São Paulo? Músicas de artistas como esses (mais Luiz Gonzaga, Adoniran e até fado etc etc etc) foram adaptadas por torcidas paulistanas. A relação entre música popular e futebol, os hinos, os cantos,os mantras, as batidas das torcidas são assunto da série Som das Torcidas que depois de 70 podcasts chegou ao vídeo. bannermenor_SDT_estreia-730x360Cinco curtas sobre as torcidas de times paulistanos estão na primeira temporada do Som das Torcidas, que teve uma pré-estreia no CINEfoot e desde 1º de dezembro pode ser vista na íntegra no site do programa. O pessoal da Central3 começou a série visitando estádios e conversando com torcedores de Corinthians, Juventus, Palmeiras, Portuguesa e São Paulo para tratar da história, da origem e das referências das músicas cantadas nas arquibancadas. Bem legal o trabalho de pesquisa feito para os curtas por Leando Iamin, Matias Pinto e Paulo Júnior (Leandro e Paulo apresentam a versão em vídeo do Som das Torcidas). A direção dos 5 curtas é de Pedro Asbeg (premiado diretor de “Geraldinos”, “Democracia em Preto e Branco”). Que venham outras temporadas, em outras cidades, estados e, quem sabe, países!


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Voltamos a apresentar… Brasileirão 2013!

Arte LAIS SOBRAL especial para o @Futpopclube | http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/
Arte LAIS SOBRAL especial para o @Futpopclube | http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/

O Brasileirão 2013 está de volta depois de uma “paradinha” de quase um mês para a Copa das Confederações. Normalmente, já demora pra esquentar, imagine com intervalo no meio. Os pontos ganhos por Coritiba, Vitória, Botafogo e Fluminense, os quatro primeiros colocados depois de 5 rodadas, podem fazer a diferença no fim do ano… A sexta rodada tem partidas em três dos estádios “padrão Fifa” da Copa das Confederações. E dérbis como o Clássico Vovô (Bota x Flu) na Arena Pernambuco -a 1.850 km do Rio- e um San-São em crise técnica. Confira os jogos da rodada e clique nos links para informações sobre ingressos.

Sampa foot city

WorldStadiums.com

O feriadão que começou com o aniversário da capital paulista é um bom motivo para dar um rolê pelos “cartões postais” do futebol em Sampa.
A começar pelo querido estádio do Pacaembu, setentão que recebeu as últimas duas finais da Libertadores. No Pacaembu, está o bem montado Museu do Futebol, com exposições fixas e temporárias.

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Só fique ligado na agenda do Museu e na tabela dos jogos. Neste domingo, tem Palmeiras x Penapolense.

No maior estádio da cidade, o Morumbi, sábado tem time reserva do São Paulo, com Ganso e Aloísio, contra o Atlético Sorocaba. No domingo, quem ainda não conhece o Memorial do São Paulo pode fazer o Morumbi Tour.

Antes, na manhã de sábado, tem jogo no estádio da rua Comendador Sousa: o Audax (ex-PAEC) tem mandados suas partidas no estádio Nicolau Alayon, do Nacional AC, e às 10h recebe o Rio Claro, pela série A2, a segundona paulista. Acesso principal pela Marquês de São Vicente, bem em frente aos CTs do Palmeiras e do São Paulo.

No domingo também cedinho, a Portuguesa tenta se recuperar do tropeço na estreia: às 10h, enfrenta o Santo André no Canindé.

Não dá para falar em Sampa Foot City sem citar o histórico Rodolfo Crespi, o estádio do Juventus, na rua Javari. O Juve também começou mal a segundona e só volta a atuar em casa na 4ª rodada, no comecinho de março.

Quanto às novas e modernas arenas do Corinthians e do Palmeiras, por enquanto, só espiando as obras. Continuar lendo “Sampa foot city”

“Bola no barbante” e um CD inteiro sobre o São Paulo

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Ê São Paulo! Ê São Paulo! O mais querido da terra bandeirante.
Ê São Paulo! Ê São Paulo! Com o tricolor é bola no barbante.
Entramos em campo confiantes. Nossa defesa joga com valor.
Vão pra frente os avantes. Aumentar o placar do tricolor
Grita a torcida delirante. Com o tricolor é BOLA NO BARBANTE (Oswaldo Molles / Sylvio Mazzuca)

25 de janeiro – aniversário da cidade de São Paulo – é também a data magna do tricolor paulista. Nesse dia, em 1930, boleiros insatisfeitos com o fim do futebol no Club Athletico Paulistano (alvirrubro) e na AA das Palmeiras (alvinegra) fundaram o primeiro São Paulo Futebol Clube, campeão paulista já em 1931. O clube ficou conhecido como  São Paulo da Floresta por causa do estádio que herdou da AA das Palmeiras – a Chácara da Floresta, Zona Norte, que chegou a ser o maior estádio da cidade. O time tinha escudo e uniforme iguais aos do tricolor de hoje (fundado em dezembro de 1935), que se considera “preservador das glórias e tradições do São Paulo Futebol Clube, da Floresta”.

Parte da curta história do São Paulo da Floresta e do tricolor renascido em 1935 está num disco lançado em 2009, de olho nos filhos, sobrinhos e netos dos são-paulinos: o CD ‘Coração de 5 Pontas’. O músico Hélio Ziskind (autor da trilha do Cocoricó, entre outros programas infantis) compôs e gravou o disco, idealizado por Rui Branquinho, desde o final de 2012 o diretor de marketing do São Paulo. É como um disco conceitual, que conta uma história, que lida com bom humor tempos de crise financeira e jejum (“de faquir”), e atinge seus melhores momentos nos refrões e nas recriações de canções, como essa que abre o texto, “Bola no Barbante”, popular na torcida tricolor nos anos 40 (!) e duas versões do hino oficial do São Paulo.
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