Os fabricantes gostam de inovar, pra vender mais… ficou diferente… e pelos comentários nas redes sociais, alguns torcedores do River Plater torceram o nariz, mas a maioria parece ter curtido o novo uniforme alternativo do clube da “banda roja”.
“Para-Heróis”, o primeiro livro da repórter Joanna de Assis (TV Globo/Sportv), conta as histórias de dez para-atletas brasileiros. Um trabalho que levou dois anos de apuração. O lançamento é da editora Belas Letras. O preço de capa é de R$ 29,90. Dá pra ler uma entrevista com a autora aqui.
A Joanna autografa “Para-Heróis”nesta terça-feira, a partir das 19h, na livraria Cultura do shopping Market Place, em Sampa.
Lá em cima o Luciano do Valle deve estar feliz. A Ponte Pretaestá de volta à primeira divisão do futebol brasileiro. A Macaca, 114 anos, garantiu a classificação ao vencer o Braga, por 2×0, em Bragança Paulista. E ainda vai brigar pelo título da Série B com o Joinville, que também garantiu o acesso. Continuar lendo “A Ponte que subiu”→
Por coincidência ou não, dias antes do plebiscito sobre independência convocado pelo governo da Catalunha (e contestado pelo governo espanhol), estreou em Barcelona um documentário sobre a chegada do craque holandês Johan Cruyff ao Camp Nou. “L’últim partit: 40 anys de Johan Cruyff a Catalunya”. O filme foi dirigido por Jordi Marcos e produzido pela Bonita Films, de Barcelona, com colaboração do jornalista Xavi Torres.
O doc reúne celebridades do futebol e da sociedade catalã. Quando Cruyff chegou ao Barça, o franquismo ainda dava as cartas na Espanha. A língua catalã estava banida e o pessoal aproveitava os jogos no Camp Nou para tirar o grito do fundo da garganta. Como jogador blaugrana, o eterno camisa 14 ganhou uma liga espanhola (1973-74) e uma Copa do Rei (77-78). Como técnico, foi ainda mais bem sucedido: tetra espanhol no começo dos 90, uma Copa do Rei (89-90), três supercopas da Espanha, uma Recopa europeia (89), a desejada Copa (Liga) dos Campeões e a Supercopa europeia em 1992. Comandou a geração do chamado Dream Team do Barça (com um jovem Guardiola com a camisa 4) e só perdeu o Mundial de Clubes no Japão, para o São Paulo do mestre Telê Santana.
O primeiro jogo vai ser no alçapão do estádio Independência, praticamente um terreiro do Galo. A segunda partida rola no novo Mineirão, que tem sido uma autêntica Toca da Raposa III.
Quem é o melhor? O Cruzeiro, que caminha para o bicampeonato no Brasileirão por pontos corridos? Ou o Atlético, que tem se dado bem no mata-mata, e depois da dramática Libertadores 2013 levantou a Recopa 2014, virando situações dadas como perdidas, arrancando forças sabe-se-lá-como-e-de-onde?
Este slideshow necessita de JavaScript.
A #superquarta de Copa do Brasil (também de Liga dos Campeões e Copa Sul-Americana) foi uma épica noite de viradas, com um script de fazer inveja aos roteiristas do filmão argentino “Relatos Selvagens” (em cartaz nos cinemas).
No Mineirão, o Flamengo de Luxemburgo saiu na frente, aumentou a vantagem de 2 para 3 gols – como tinha acontecido com o Corinthians contra o mesmo Galo, nas quartas. Mas recuou. O Atlético de Levir Culpi fez um, fez dois, fez três… O mantra do “Eu Acredito” voltou, mais forte do que nunca. E aos 39 do segundo tempo, saiu o quarto gol. Inacreditável!
Na Vila Belmiro, o Santos puxado por Robinho abriu o placar contra o Cruzeiro de Marcelo, tomou o empate, chegou ao placar que precisava. 3 a 1. Mas a Raposa fez mais um, que já lhe servia, e mais outro. 3 a 3.
O Fut Pop Clube saúda o Joinville Esporte Clube, que ao vencer o Sampaio Corrêa, no Maranhão, confirmou presença na Série A do Brasileirão em 2015. Os tricolores #jequeanos voltam à primeira divisão depois de 28 anos. Parabéns, JEC! Continuar lendo “O JEC subiu!”→
Na vitória contra o Bahia, no último fim de semana, pela rodada #32 do BR-2014, os jogadores do Palmeiras entraram no gramado vestindo uma camisa retrô (re)lançada pela Adidas. Verde escuro, gola V, número 9 com o tipo padrão da Adidas na época, logo do fabricante, mas sem as tradicionais três listras. Uma camisa muito semelhante à usada na segunda metade dos anos 80, pelo que pude perceber no livro do Paulo Gini e do Rodolfo Rodrigues, “A história das camisas dos 12 maiores times do Brasil”(a original tinha um banner gigante do patrocinador, Agip; nas ruas e arquibancadas, de vez quem quando se vê um alviverde com essa camisa clássica). Veja os detalhes da camiseta retrô, lançada pela Adidas em 2014 (clique em qualquer imagem para abrir a galeria).
Já a colorida camisa de goleiro agora (re)lançada lembra um uniforme usado pelo espetacular Zetti, em1988. Em algumas fotos da época, o goleiro usava uma camisa que tinha a inicial P cercada pelas oito estrelas do escudo atual, além do banner gigante da Agip. Dica do alviverde Fernando Nakajato. Confira os detalhes.
Isso mesmo. Antes de ser campeão e bicampeão de (quase) tudo pelo tricolor, Zettiviveu excelente fase no Verdão. Em 1987, chegou a ficar 1.238 minutos sem tomar gol. Invencibilidade quebrada justamente por um ex-ídolo palmeirense: Luís Pereira, que em maio de 1987 jogava no Santo André.Senhor goleiro.tivera
E o amigo alviverde do blog lembra que foi com essa colorida camisa de goleiro usada pelo Zetti em 1988 que outro jogador do Palmeiras viveu uma noite de herói no Maracanã. Brasileirão de 88, partida contra o Flamengo. Zetti quebrou a perna numa dividida. O atacante Gaúcho teve que ir pro gol e vestiu a camisa 1 de Zetti. Pior Em caso de empate, todos os jogos tinham decisão por pênaltis! E não é que Gaúcho improvisado no gol defendeu dois pênaltis e com a camisa de goleiro converteu sua cobrança? O nome do jogo, naquela sexta-feira, 18 de novembro, que teve jeito de sexta 13 pro Zetti, e de noite de gala para o atacante improvisado no arco (veja um vídeo da época aqui).
E o “garoto da capa” da nova revista do São Paulo (a SPFC Inside) é o centro do lançamento do uniforme 1 com o que o Orlando City Soccer Clubvai estrear na MLS, a principal divisão do “esporte bretão” nos EUA, em 2015. Com Kaká de camisa 10 (ele só deve permanecer com a camisa 8 do São Paulo até o fim de 2014).
O Orlando City vai disputar a Conferência Leste da MLS ao lado do Chicago Fire, Columbus Crew, DC United, New England Revolution, Philadelfia Union, Montreal Impact, Toronto FC, New York Red Bulls e do também caçula New York City FC. Veja abaixo, no detalhe, o patch da Major League Soccer que ficará nos ombros de Kaká e cia.
Mudou a revista oficial do tricolor paulista. Agora ela se chama “SPFC Inside”. A revista é bimestral, tem versões impressa (a assinatura de 6 seis edições custa 60 reais) e também pode ser baixada (de graça) na loja da Apple ou na Play Store, para Android.
O primeiro número da revista produzida pela Áurea Editora tem, além da reportagem de capa com o Kaká, entrevista com o técnico Muricy Ramalho e o torcedor Andreas Kisser (guitar hero do Sepultura) e um perfil do ex-centroavante Careca, que brilhou no São Paulo, no meio dos anos 80.
No finzinho de outubro de 2014, o Nacional de Montevidéu e a Umbro apresentaram o novo uniforme 2 do Decano do futebol uruguaio, o “away kit”, usado fora de casa . E como explica o texto no site do tricolor uruguaio, era vermelha a primeira camisa do Club Nacional de Football, entre 1899, ano da fundação, e 1902.
Só em 1902, apareceu a camisa branca, com um bolso, que rendeu um dos apelidos do clube: bolso, bolsillo, bolsilludo. E passou a ser a camisa titular. Esse uniforme com o #bolsillo já tinha sido resgatado na temporada 2014 pela empresa fabricante, que veste o Nacional pela terceira vez desde meados dos anos 1990 (veja no post anterior).