Ouvi até furar o CD uma antiga baladinha do Kiss, Hard Luck Woman (veja), música de Paul Stanley originalmente cantada (e muito bem) pelo mais “klássiko” batera, Peter Criss, no Rock and Roll Over, de 1976. No MTV Unplugged, é o próprio homem-estrela quem canta. Já no disco-tributo Kiss My Ass-A Kiss Covers´Compilation, o vocal é de Garth Brooks, também um fã do quarteto! Procure no You Tube que tem …
Foto FLÁVIO TOLEZANI Hoje e na próxima sexta-feira tem debate com boleiros e artistas depois da peça Chapetuba Futebol Clube (clique aqui para ler mais). Nesta sexta, o papo será com o ex-lateral corintiano Wladimir, os jornalistas Alberto Helena Jr, André Rizek e Fernando Soler, além da atriz Etty Frazer. Na sexta-feira que vem, 17 de abril, participam deste Bate-Bola depois da peça: Ademir da Guia, Vampeta, Cléber Machado, Mauro Beting, Paulo Júlio Clement e o ator/diretor de teatro Chico de Assis. Boa dica para quem passa o feriado em SP. O ingresso é baratinho. Para o serviço, clique aqui ao lado. Continuar lendo “Clássico”→
FOTO Gaspar Nóbrega/VIPCOMMO São Paulo está na fase de mata-mata da Libertadores. A classificação foi garantida com a segunda vitória sobre os uruguaios do Defensor, na véspera da Sexta-Feira Santa num Morumbi ocupado por 47 mil tricolores. O São Paulo começou errando muitos passes, insistindo em jogar pelo meio, contra um Defensor com 6 atrás, um certo nervosismo por atuar só com 2 zagueiros, em vez de 3. O Defensor – que desperdiçou inúmeras chances no jogo de Montevidéu- abriu o placar numa falha de Rogério Ceni. No segundo tempo, o São Paulo voltou mais ligado, mas a bola não entrava… Dagoberto entrou no lugar de Zé Luís e pôs fogo no jogo, desta vez passando a bola para os companheiros. Numa jogada de Dagol, quase que Washington empatou. A bola encobriu o goleiro e caprichosamente beijou o travessão. Mas Borges é o cara. Muito bom na área. Em posição de impedimento, o camisa 17 aproveitou o toque de cabeça de André Dias e empatou. Logo depois, virou pra cima do zagueiro e virou mesmo. Virou o jogo! Muricy, cada vez mais aplaudido pela torcida tricolor, ousou e garantiu os 3 pontos. Ah, a arbitragem? Muito ruim. No domingo, o São Paulo encara o Corinthians no Pacaembu e no meio da semana joga em Medellin, contra o Independiente.
Na quinta-feira de Libertadores, o colecionador de copas Boca Juniors conseguiu sua 4ª vitória. 3×1 contra o Guarani, do Paraguai, na Bombonera. Em Quito, pelo grupo de Sport e Palmeiras, a LDU ia vencendo o Colo-Colo até ceder o empate, no finalzinho.
Grande vitória do Verdão na Bombonilha do Retiro. Antes de fazer o segundo tento, muito bonito, Diego Souza quase marcou um gol de placa. Ele tinha razão. “É quarta-feira”. Marcos segurou os três pontos.
P.S. – na quinta-feira, a a LDU empatou com o Colo-Colo, que lidera o chamado grupo da morte desta Libertadores com 7 pontos. E o Palestra Itália vai ferver semana que vem, no jogo da volta contra o Sport. Se o Palmeiras vencer, vai a 6 pontos, como o Sport.
Será que alguma seleção nacional possui um ataque tão poderoso como o desse “best of” multinacional sediado na maravilhosa capital da Catalunha? Acho que não, né? Talvez a Argentina chegue perto, já que tem um terço do tridente ofensivo do Barça, e logo o melhor jogador do mundo 2009: “Lio” Messi. No papel, o Brasil pode chegar lá (a propósito, Alexandre Pato, Keirrison, Luís Fabiano e Robinho foram os mais votados na enquete do blog sobre quais deveriam ser os 4 atacantes da nossa seleção na Copa). A verdade é que dá gosto de ver o Barcelona atuar. Muitas jogadas de linha de fundo, seguidas por cruzamentos pra trás… que pegam as zagas adversárias sem pai, nem mãe. Tanto é que muitas vezes os zagueiros acabam empurrando a bola pras próprias redes. Também impressiona como Messi e amigos passam bolas açucaradas para os lados das áreas congestionadas de defensores. Assim, goleou o Bayern de Munique por 4×0 e poderia ter feito muito mais! Pra mim, o Barcelona é favorito à sua terceira Copa.
Não deu tempo nem de chegar em casa. Ouvi o gol do Liverpool aos 6´ de jogo no Anfield na vibrante narração do Paulo Soares, da rádio Eldorado ESPN. O que não imaginava era que… bem, primeiro o ex-time treinado por Felipão empatou em jogada de bola parada. O lateral Ivanovic apareceu desmarcado, um de camisa azul livre livre no meio dos defensores vermelhos. 1×1 no primeiro tempo. Continuar lendo “Liverpool 1×3 Visitante. O visitante era o Chelsea…”→
Raphael, amigo do blog, FOI! E vibrou com o show baseado no "Alive".
– Eu toco numa banda.
– Qual é o nome do grupo?
– KISS.
– É mesmo? Nome estranho para uma banda.
Este diálogo está no livro Kiss and Make-up, biografia de Chaim Witz, digo, Gene Klein, ou melhor ainda, Gene Simmons. E rolava no começo da carreira do Kiss, quando o grupo viajava em aviões comerciais. Uns 35 anos depois, os quatro super-heróis mascarados voltaram ao Brasil. Palco gigante, som alto, muitos fogos, quatro telões pra facilitar a visão de um exército de cerca de 40 mil fãs em São Paulo e duas horas de rocks, repetindo quase todo o disco “Alive”na ordem, e mais hits no bis. De um lado, o linguarudo Gene Simmons, botando fogo em Hotter than Hell e no show. Do outro, Paul Stanley, um showman que domina a arte de comunicação com a platéia – e até ameaçou tocar/cantarStairway to Heaven do Led no seu momento solo. No meio – às vezes sobre o palco!- a batera de Eric Singer, agora de cabelos escuros e maquiado com a máscara de Peter Criss. Na guitarra-solo, mais solto pelo palco, Ace Fr… ooops… Tommy Thayer! É que em 2002 ele herdou a maquiagem de Spaceman do cometa Frehley. Pelo seu longo solo típico de guitar hero e citação de Wont´Get Fooled (da banda The Who), Tommy deve ter tocado muita guitarra aérea ouvindo Jimmy Page, Jimi Hendrix e Pete Townshend. O show não pode parar e da guitarra de Tommy saem mais explosões. Alguns grandes momentos da parte Alive do show: o público cantando junto, especialmente a partir de Black Diamond. E o carnaval de Rock & Roll All Nite – parece festa de final de Copa! Curiosamente, entre os clássicos do bis, o Kiss resgatou Lick It Up, hit do primeiro disco sem máscara da banda, em meados dos anos 80 (após a 1ª passagem pelo Brasil). Se você gosta de conhecer set-lists de shows, clique aqui para saber mais. Continuar lendo “Kiss, Rock & Roll All Nite”→
Gostaria de lembrar de um sensacional frevo de Antonio Nóbrega que descobri por acaso. Garrincha é a faixa 12 do primeiro volume do CD “Nove de Frevereiro“. Fala com encanto de “um bobo da corte, um herói brasileiro”… que “deixou pátria órfã, sem circo a nação”. Também presente no DVD – capinha reproduzida aí embaixo.
Tem frevo para Garrincha
O livro que o jornalista Beto Xavier lançou pela Panda cita um mambo que entrou na trilha sonora do filme Garrincha, Alegria do Povo. E muitas outras canções sobre o herói da estrela solitária (para Beto, Garrincha só perde de Pelé em nº de músicas). Mané mereceu um capítulo do livro Futebol no País da Música – páginas divididas com Elza Soares, que casou com ele e gravou sambas do craque das pernas tortas. Já nas melhores livrarias.
Engana-se quem pensa que o FC do Porto é baba perto do Manchester. Há que se respeitar um time que tem dois títulos europeus e mundiais (1987 e 2004). O Porto foi pra cima do ManUtd, aproveitou uma bobeira da zaga e abriu o placar com o uruguaio Crístian Rodríguez. Tomou a virada, mas empatou no finalzinho com o argentino Mariano González. Que ataque é este do Manchester, com Tevez e Rooney? Monstruoso. Agora, a defesa… vacilou. Assim, nem Van Der Saar resolve. Semana que vem, a decisão da vaga nas semifinais. O 2×2 (veja aqui) é um excelente resultado que os dragões levam para o Porto. Mas todo cuidado com os diabos vermelhos. Como o colorado Internacional, o ManUtd também é campeão de tudo – e louco para ser bicampeão de tudo.