Portuguesa, campeã brasileira da Série B em 2011!

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Legal ver confirmada a volta da Portuguesa à primeira divisão nacional e, tão ou mais importante, o título nacional da simpática Lusa. Clube que revelou craques como Djalma Santos, Pinga, Julinho Botelho, Leivinha, Enéas Camargo,  Denner, Zé Roberto, Ricardo Oliveira e outros! Parabéns, @Barcelusa! O “comboio de alta velocidade do Canindé” partiu para a primeira!
Veja o vídeo da campanha do sócio-torcedor da Portuguesa Continuar lendo “Portuguesa, campeã brasileira da Série B em 2011!”

Julinho Botelho, Um Herói Brasileiro

Ele é um dos anjos barrocos do Museu do Futebol e está no livro dos dez mais do Palmeiras. O ponta-direita Julinho Botelho (*29/07/1929; + 11/01/2003) é o tema de uma biografia, escrita por Luciano Ubirajara Nassar.Julinho Botelho, Um Herói Brasileiro (editora Expressão e Arte). Foi lançado de novembro de 2010, na escola que leva o nome do craque de Juventus, Portuguesa, Palmeiras, Fiorentina e Seleção: colégio Julio Botelho, Rua Francisco Coimbra 855 – Penha (bairro da zona leste paulistana que o camisa 7 amava!).
Dica do seu Domingos D´Angelo,do MemoFut. Continuar lendo “Julinho Botelho, Um Herói Brasileiro”

35 anos do Paulistão 75

http://spfcpedia.blogspot.com/

Waldir Peres, Nelsinho (depois treinador), Paranhos, Arlindo (Samuel jogou as finais) e Gilberto Sorriso; Chicão e Pedro Rocha; Terto, Muricy Ramalho, Serginho Chulapa e Zé Carlos. Foi com esse time-base que o São Paulo treinado pelo argentino José Poy (ex-goleiro/ídolo do tricolor) conquistou o campeonato paulista de 1975. A grande final, há exatamente 35 anos, foi disputada no Morumbi e decidida nas cobranças de pênaltis. Tricolor campeão invicto do primeiro turno, disputado em pontos corridos.  Portuguesa campeã do segundo turno, depois de um hexagonal decisivo com os cinco grandes e o América de São José do Rio Preto (deu pra ter uma ideia do confuso regulamento, dois em um? era assim, naqueles tempos). A Portuguesa de Otto Glória tinha na decisão Zecão (com sua chamativa camisa amarela), Cardoso, Mendes Calegari e Santos; Badeco, Antonio Carlos, DicáEnéas, Tatá e Wilsinho – nada menos do que  7 jogadores do título paulista de 1973, dividido com o Santos, que também foi (mais ou menos) decidido nos pênaltis. Continuar lendo “35 anos do Paulistão 75”

Lusa, 90 anos

Zecão, Cardoso, Pescuma, Calegari e Isidoro; Badeco e Basílio; Xaxá, Enéas Camargo (depois Tatá), Cabinho e Wilsinho. Tive um time de botão com boa parte dessa equipe da Portuguesa, campeã paulista de 1973, junto com o Santos.  Cada time ganhou um turno. A finalíssima levou mais de 116 mil pessoas ao Morumbi! Santos jogou todo de branco. A Lusa, de camisa vermelha, calção e meião brancos. Depois do 0x0 no tempo normal e na prorrogação, decisão na marca do cal. O Santos desperdiçou uma cobrança (Zé Carlos) e acertou duas (Edu e Carlos Alberto Torres). Cejas, o goleiro argentino do Santos, defendeu as cobranças de Isidoro e Calegari. Wilsinho mandou no travessão. Armando Marques errou na contagem e apontou o fim do certame: Santos campeão. Depois que o trio de arbitragem e a Federação se tocaram do erro, Armando Marques foi ao vestiário da Lusa buscar o time de volta. Mas a delegação já tinha se mandado e os dois times foram declarados campeões. Terceiro e até agora o último título estadual da Lusa (os anteriores: 1935 e 1936).
Fonte: O Caminho da Bola – História da FPF II Volume 1953-1982, de Rubens Ribeiro.
Neste sábado, a Portuguesa de Desportos completou 90 anos. Pena que com derrota. 0x1, para o Náutico, no Recife. Mas a Lusa tem ainda 24 rodadas para garantir um lugar entre os quatro que sobem para a série A do Brasileirão. Queria aproveitar o aniversário da Portuguesa para lembrar do craque Enéas Camargo, que morreu com apenas 34 anos, depois de um acidente de carro e meses no hospital – Denner, outro craque revelado pela Lusa, também morreu por causa de acidente. Há uma biografia, Rei Enéas – Um Gênio Esquecido, de Luciano Ubiraja Nassar. Enéas teve passagens ainda pelo Bologna, Udinese e Palmeiras.

1958 e 1962. Brasil bicampeão.

Poster da Copa de 58

Gilmar, o grande goleiro, com a camisa 3; De Sordi, 14 (Djalma Santos, jogou a final com a 4); Bellini, 2; Orlando, 14, e Nilton Santos, 12; Zito, 19; Didi, 6; Garrincha, 11, vejam só; Pelé, 10; Vavá, 20, e Zagallo, com 7. Foi com essa numeração maluca que o Brasil ganhou o Mundial de 58, na Suécia. Cortesia de um jornalista uruguaio, Lorenzo Villizio, membro do Comitê Organizador chamado para indicar a numeração do escrete que acabaria campeão (por felicidade, Pelé caiu com a 10, mas Gilmar com a 3? Garrincha, 11? Zózimo, zagueiro reserva, 9?). A desorganização do futebol brasileiro antes da Copa de 58  foi um dos temas da terceira palestra da série Brasil nas Copas, parceria  MemoFut/Museu do Futebol, no último sábado. A LISTA COMPLETA DOS CAMPEÕES DO MUNDO EM 1958, COM MAIS EXEMPLOS DE NUMERAÇÃO DOIDA >>> Continuar lendo “1958 e 1962. Brasil bicampeão.”

Três golos a um. De viragem.

goloMuitos adeptos com camisolas do Vasco da Gama na zona norte de São Paulo para o encontro com a equipa da Portuguesa. Bancadas compostas no estádio do Canindé. Um jogo bastante emotivo, que terminou com uma importante vitória fora de portas da equipa carioca, 3 golos a um, de viragem.

Tentei escrever o parágrafo acima só com vocabulário tirado do livro “É Golo, Pá! – As Narrações do Futebol Português e suas Expressões Peculiares”, de Marcos e Luís Bogo, lançado anos atrás pela editora Nova Alexandria. Adeptos do Vasco praticamente dividiram as bancadas do Canidé com os da Lusa. Que saiu na frente. O guarda-redes do Vasco da Gama impediu o segundo golo da Portuguesa duas vezes. Carlos Alberto marcou o livre (bateu falta) da direita. Cabeceamento de Gian e golo do Vasco. Em Português do Brasil, bela triangulação de Alex Oliveira, Elton e Adriano. Golo da viragem cruzmaltina. A Lusa estava com 9 futebolistas no relvado quando o árbitro deu grande penalidade a favor do Vasco. O avançado Elton preparou-se para pontapear o esférico. Golo. Vasco 3 a 1.

Brasileirão de 74 e Série B 2009

O campeão da Terceirona em 2008  lidera a Segundona 2009. Na sexta-feira, em Campinas, o Atlético Goianiense derrotou o ex-líder Guarani por 3×1. Foi a quarta vitória seguida do Dragão, que abre 3 pontos de vantagem. Tem 32 contra 29 do novo vice-líder. O Vasco da Gama, que conseguiu contra o Juventude uma importante vitória fora de casa (2×1), no 1º de agosto em que os vascaínos lembraram dos 35 anos de outro 2×1 que representou uma grande conquista. O título do Brasileirão de 74 – o primeiro dos quatro do Vasco. Num polêmico jogo extra no Maracanã, o Vasco – de Roberto Dinamite, artilheiro com 16 gols, do técnico Mário Travaglini, do goleiro Andrada, Fidélis, Miguel, o xerife Moisés, Alfinete, Alcir Portela, Zanata, Ademir, Luís Carlos e Jorginho Carvoeiro – derrotou o Cruzeiro (Vítor, Nelinho, Darci Menezes, Perfumo, Vanderlei, Piazza, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Eduardo Amorim, Palhinha e o saudoso Roberto Batata). A final de 1974 é tema do blog Memória E.C, que tem um compacto da partida em vídeo, e do programa Loucos Por Futebol, que passa de novo amanhã, 3 de agosto, às 9h e às 20h, e na quinta, dia 6, às 21h30.

Voltando a 2009.Um ponto abaixo do Vasco  está outro ex-campeão brasileiro, o Guarani, que parou nos 28 pontos. Mesmo perdendo para o ABC em Natal, a Portuguesa se segurou no G4 da série B com 27 pontos, porque o Figueirense também perdeu fora de casa.

Lado B

Um Dragão do Centro-Oeste põe fogo na Segundona. O Atlético Goianiense venceu a terceira seguida e pulou para a liderança da Série B, beneficiado pela derrota do ex-líder, Guarani. Num jogo com duas viradas e sete gols, a Lusa venceu o Guarani e está em 3º lugar: 4 a 3! Deve ter sido um jogaço. O Figueirense também fez a trinca e segue no G4 – seguido de perto por Vasco, Ceará e Ponte Preta. É uma escadinha: Atlético-GO, 29 pontos; Guarani, 28; Portuguesa, 27, Figueirense, 26; Vasco, 26; Ceará, 25; Ponte, 24 pontos.