Messi pode levar sua quarta Bola de Ouro. Neymar rumo ao bi do prêmio Puskas.

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Eis que no dia do aniversário do Barcelona, Messi e Iniesta foram apontados como finalistas do prêmio Bola de Ouro da Fifa, ao lado de Cristiano Ronaldo. O argentino ganhou as duas primeiras edições unificadas do prêmio e. em 2009, tanto da Fifa como da France Football. Dá Messi de novo, creio.

Entre as mulheres, Marta concorre com as americanas Alex Morgan e Abby Wambach.

Eis que no dia em que o Brasil perdeu Joelmir Beting, o pai do gol de placa ou da placa do gol, a Fifa indicou os três golaços finalistas do prêmio Puskas: Neymar, o colombiano Falcao Garcia, do Atlético de Madrid, e  o tcheco Miroslav Stoch, do Fenerbahçe. Por mim. Neymar ganha o bi do gol mais bonito.
É um golaço o modelo 2012 dele contra o Internacional… O segundo, no hat-trick contra o Colorado, pela Libertadores 2012, na Vila famosa. Confira nas imagens da Santos TV, canal oficial do Peixe.

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A fantástica fábrica Ibrahimovic de gols. Neymar, rumo ao bi? E um gol escorpião.

http://svenskfotboll.se

Que azar da lista de gols mais bonitos do ano, divulgada pela Fifa, hein? Bastou sair a relação dos indicados ao prêmio Puskas para o Ibra aprontar no amistoso entre a Suécia e Inglaterra, que inaugurou a Friends Arena, sucessora do estádio Råsunda. Jogo de duas viradas, e quatro golsdo atacante sueco hoje no PSG. O segundo foi cheio de estilo. Matou no peito e bateu cruzado.

Agora, o último… fala sério… Um gol de bicicleta do meio da rua! Confira tudo no replay.

Bela inauguração para a Friends Arena… mas precisava demolir o Råsunda?

Sem Ibra, Neymar caminha rumo ao bi do Puskas? É um golaço o modelo 2012 dele contra o Internacional… O segundo, no hat-trick contra o Colorado, pela Libertadores 2012, na Vila famosa. Confira nas imagens da Santos TV, canal oficial do Peixe. Continuar lendo “A fantástica fábrica Ibrahimovic de gols. Neymar, rumo ao bi? E um gol escorpião.”

Futebol de botão do Neymar

Quantos campeonatos de futebol de botão joguei na infância e adolescência!
Hoje, o botão perde feio pro futebol virtual dos games… Mas não perco uma oportunidade de divulgar pra molecada de hoje o futebol de mesa.

Vi nas lojas de brinquedos uns times de botão com a marca do Neymar. Tem Santos – claro-, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Flamengo, Vasco, seleções do Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha, França, Itália. Em várias embalagens (um time só, dois, quatro, seis ou doze).

O curioso é que todos os times vêm com uma cartela com adesivos do Neymar. Mesmo nos times dos rivais paulistas. Já pensou Neymar no time de botão do corintiano, do palmeirense ou do são-paulino? Repare na imagem abaixo.
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Um feito histórico: Santos de Neymar é tricampeão paulista

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Flâmula do Peixe. Agora – não só agora, desde 2010 – quem dá a bola no campeonato paulista é o Santos. Sai de baixo! Neymar está voando. Artilheiro do Paulista. Tricampeão estadual. Será que se ganhar o bi da Libertadores (tetra santista) e o ouro olímpico com a seleção… será que assim poderia ganhar a Bola de Ouro da Fifa, como melhor jogador do mundo? Veremos.  Continuar lendo “Um feito histórico: Santos de Neymar é tricampeão paulista”

Peixe, de braçada, rumo a mais um tri. Com “hat-trick” de Neymar.

http://www.viladosantos.com.br

Com a bela camisa azul comemorativa do centenário, o Santos mais uma vez eliminou o São Paulo numa semifinal de Paulistão e nada de braçada para o tricampeonato estadual, algo que não acontece desde o Peixe de Pelé (1967-68-69). Jogo que começou a ser decidido bem cedo. Menos de dois minutos de jogo, e Paulo Miranda já fazia pênalti. Continuar lendo “Peixe, de braçada, rumo a mais um tri. Com “hat-trick” de Neymar.”

7×1, 6×3, 5×1, 5×4… “A Renascença do Futebol”

O Bayern de Munique quebrou o ferolho suíço e aplicou 7×0 no Basel num jogo de oitavas da Champions League! Dias depois de enfiar 7×1 no Hoffenhein, pela liga alemã.
Mesmo placar do Barça contra o Bayer Leverkusen, na Liga dos Campeões. Com direito ao “repoker” – cinco gols – de Messi (poker seriam quatro gols). Na mesma Champions,  o Arsenal chegou a 3×0 no Milan – faltou um pra devolver o 4×0 de San Siro e tentar uma classificação heroica.
Na Espanha, o Espanyol de Barcelona deu uma “manita” (5×1) no Rayo Vallecano, uma semana depois de levar ele mesmo, Espanyol, uma “manita” do Real Madrid.
Na Itália, na rodada do fim de semana, tivemos Napoli 6 x 3 Cagliari. Na Argentina, Independiente 5×4 Boca dentro da Bombonera! Triplete de Ernesto Farías.
Em São Paulo, semanas depois de um emocionante Choque-Rei que terminou 3×3, o Palmeiras fez 6×2 no Botafogo de Ribeirão Preto.
Deu a louca no show (da bola)? Os deuses (dos estádios) devem estar loucos? Nesse festival de gols, são normais as goleadas aplicadas por times com orçamento muito maior do que o adversário. Mas e esses placares elásticos envolvendo grandes clubes, e em clássicos, como Independiente x Boca? Não faz muito tempo – segundo semestre de 2011 – tivemos Manchester United 8×2 Arsenal, depois Manchester City 6 x 1 Manchester United, sem esquecer do inesquecível Santos 4×5 Flamengo – no dia do supergol de Neymar – e na final do Mundial, de triste recordação para a torcida santista, o 0x4 para o Barcelona. Aliás, olha o Neymar aí de novo, fazendo gols como o 2º, especialmente, e o 3ª do hat-trick contra o Internacional, que já poderiam ser considerados candidatos a gol mais bonito do ano.
Impressão minha ou não podemos mais falar que são exclusivos dos arquivos, almanaques e memórias jogaços como o Santos x Palmeiras de 1958? Virou 5×2 pro Santos, depois o Palmeiras reagiu e virou para 6×5, antes de nova virada – santista – para 7×6.
Procurei a palavra de alguém que cobre o futebol do Brasil e do mundo há mais de 20 anos. O jornalista Décio Lopes, do programa + blog Expresso do Esporte.
Perguntei: o futebol voltou a ser ofensivo e não devemos mais ficar só lembrando do passado? Pelo seu twitter, Décio Lopes respondeu: “Acho que sim. A guinada mais recente é para o ataque. E o Barça é tão lindo  que faz o futebol do futuro lembrar em muitos aspectos o do passado. É a releitura. A Renascença do futebol”.
Amém, Décio, amém. Gostei. Tanto que esse termo “Renascença do futebol” foi para o título do post. Perfeito! Obrigado!

Ballon d´Or | Bola de Ouro 2011

Casillas, Daniel Alves, Piqué, Vidić e Sergio Ramos; Xabi Alonso, Xavi e Andrés Iniesta; Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney e Lionel Messi. Melhor técnico: Pep Guardiola. Timaço essa seleção mundial, o melhor 11 de 2011 para o colégio eleitoral da Bola de Ouro / Ballon d´Or da Fifa / France Football. Só um brasileiro… Dani Alves, um dos 5 barcelonistas do escrete, fora o “mister” – Guardiola, colecionador de copas. O Real Madrid “emprestou” quatro de seus galáticos. E o Manchester United, dois: o zagueiro sérvio Vidić e Wayne Rooney.

  1. Ballon d´Or de melhor jogador, que surpresa, Messi! Mas foi a terceira Bola dourada seguida, digamos, um hat-trick. Valeu flâmula do craque argentino do Barça aqui no Fut Pop Clube!
  2. Bola de Prata: Cristiano Ronaldo
  3. Bola de Bronze: Xavi

Mas o futebol brasileiro – e o torcedor do Santos, em particular – tem do que se orgulhar.
Joia da Vila Belmiro, Neymar, muito jovem ainda, ganhou o prêmio de gol mais bonito do ano (confira a crônica do jornalista Walace Lara, testemunha ocular da história – do gol que fez história – especial para o blog. Belo depoimento, vale ler).
É o Prêmio Puskas. Leva o nome do húngaro que foi um dos maiores craques da história, um senhor goleador! Olha a responsa, hein, “moleque“? Prêmio Puskas!!!
Os outros prêmios: Continuar lendo “Ballon d´Or | Bola de Ouro 2011”

Ele viu o golaço de Neymar ao vivo, na Vila.

O DIA EM QUE ENTENDI A EXPRESSÃO: “O ESTÁDIO CALOU”
Por Walace Lara

Era uma quarta-feira. Meio chuvosa. Meio nebulosa. O clima estava a cara de São Paulo. Os meus dias de férias estavam acabando. Já tínhamos viajado com um grupo de amigos para Fortaleza; já tínhamos ido para Poços de Caldas e Alfenas, no Sul de Minas. E como estou passando por uma fase “paulistanês” decidi, junto com a minha família, aproveitar os últimos dias de descanso, nessa fantástica capital, que está se tornando a residência mais fixa de toda a minha vida (são oito anos morando aqui, um recorde para alguém que tem no sangue um DNA nômade).
Naquela quarta, haveria um jogo do Santos na Vila Belmiro. Sabia que não era fácil convencer a minha mulher e o meu filho a descerem até a Baixada (moro num bairro perto da Imigrantes, mas o trânsito sempre desafia qualquer plano em São Paulo). Naquele dia, no entanto, sabe-se lá porque, estávamos muito animados.
Compramos o ingresso pela internet. O jogo era contra o Flamengo de Ronaldinho Gaúcho. Na chegada ao estádio, logo vimos que não éramos os únicos empolgados. A torcida aguardava ansiosa a volta do time – que se não me falha a memória, voltava da histórica conquista do tricampeonato da Taça Libertadores.
A bola rolou. O ataque do Santos estava ligado a 220 por hora. Logo saíram os primeiros dois gols. Um deles, uma jogada muita rápida do artilheiro Borges.
O placar elástico para um começo de partida só animava a torcida. Os lugares que compramos ficavam do lado esquerdo do ataque do Santos. Em frente aquelas enormes “janelas” de vidro, que a diretoria instalou nessa parte do estádio. Você fica muito próximo a qualquer jogada.
De repente a bola cai no pé de Neymar. A torcida se levanta – um ritual que sempre acontece quando o “moleque” pega na bola. Um, dois, lá se vai o zagueiro Angelim. E o “moleque” sai na frente de Felipe, goleiro do Flamengo. Sem chance para a defesa. A bola entra…
Curiosamente, eu não ouço o grito da torcida. O estádio emudece. Durou cinco segundos. Olhei de volta para o campo, à procura de alguma sinalização do árbitro. Será que valeu? Ele não fez nada de irregular? O bandeirinha não marcou um daqueles malditos impedimentos (que no passado, já nos tiraram um título…)?
E finalmente: Goooooooollllll…
Quando comecei a carreira no Mantiqueira, na página de Esportes, sempre algum repórter mais velho comentava comigo que determinado gol do Pelé, por exemplo, havia calado o estádio. Eu sempre achei isso um exagero. Como poderia um estádio ficar calado? Chorando (como no Maracanã na Copa de 50) talvez. Aos berros com o zagueiro, sempre. Ou
xingando o árbitro? Ah, isso é quase natural (não é correto, hein?).
Esse jogo foi tão impressionante, que no final da partida, quando estávamos todos chateados pela maneira que terminou (a partida foi 5 a 4 para o Flamengo com um show de Ronaldinho Gaúcho), eu dizia para a minha mulher e o meu filho, numa tentativa de levantar o moral da tropa: “não esquentem, pensem que hoje nós vimos uma das maiores
partidas do ano”.
E abusando do futebolês (porque hoje tudo é permitido), eu ainda disse: “olha, só o gol do Neymar, valeu o ingresso”.
E como valeu!!!!!

  • * Walace Lara é jornalista.

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