capa_rivellino_imprensaMais um! Mais um! O jornalista Maurício Noriega (Sportv, Blog do Nori) lança novo livro em 28 de agosto. Um perfil de Rivellino.
O garoto do parque merecia mesmo livro, e também música, filme… risos! A noite de autógrafos do “Rivellino” de Nori em São Paulo é em 28 de agosto, 18h30, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista (Metrô: Paulista/Consolação).

Maurício Noriega já publicou livros sobre grandes técnicos brasileiros, mais recentemente um só sobre o mestre Osvaldo Brandão (Libertador Corintiano, Herói Palmeirense) e também sobre os atacantes Kléber, o gladiador, e sobre o Marques- O Messias.

Boa sorte e que venha o próximo, Nori!

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Lançamento: “Oswaldo Brandão – Libertador Corintiano, Herói Palmeirense”.

CAPA OSWALDO BRANDAO_IMPRENSA (2)
Oswaldo Brandão foi técnico da Segunda Academia alviverde, bicampeã brasileira de forma consecutiva em 1972 e 73 – já tinha sido campeão da Taça Brasil de 1960, que hoje é equiparada ao Brasileirão, paulista de 1947, 59 e 72 pelo alviverde. Era o técnico do Palmeiras quando um gol de Ronaldo (Ronaldo Gonçalves Drummond, ex-Galo, futuro cruzeirense) impediu que o Corinthians de Rivellino acabasse com o jejum, num Morumbi lotado, na final do Paulistão de 74. Três anos depois, já sofrendo com a doença do filho, Márcio (câncer no cérebro), Oswaldo Brandão levou o Corinthians ao título paulista de 1977, acabando com os 23 anos de jejum de grandes títulos, com o chorado gol de Basílio contra a Ponte Preta. Aliás, Brandão era o treinador do Corinthians no último título antes da fila, o de 1954. Também foi campeão paulista em 71 pelo São Paulo de Gerson, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Forlán, Terto, Paraná, Sérgio Valentim. O primeiro e até agora único treinador a boatar no peito faixa de campeão estadual por todas as cores do “trio de ferro” (Palmeiras, Corinthians e São Paulo). Na Seleção, lançou Falcão e Cerezo. Também levantou taça na Argentina, com o Independiente (Nacional de 1967).

Libertador Corintiano, herói palmeirense, como diz o título do livro que o jornalista Maurício Noriega está lançando pela editora Contexto. Esse livro era sonhado e preparado por Noriega há anos, como contou nessa #e-entrevista aqui pro Fut Pop Clube, em 2009.

Uma figura humana admirável. Sei até porque ele era muito amigo do meu pai, Luiz Noriega, e ouvi histórias muito, mas muito tocantes dele.

Brandão é o tema do capítulo 1 do primeiro livro de Nori, “Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro” (também da Contexto, 2009). Leivinha, craque dessa segunda academia alviverde, depois ídolo do Atlético de Madrid, diz que o técnico Brandão foi o “nº 1” de sua carreira, um treinador quase sempre paternalista, rude quando necessário.

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Kléber

Do Cruzeiro (ex-Palestra Itália) para o Palestra Itália. O Palmeiras confirmou a volta de Kléber. Namoro antigo.

Aliás, “Kléber – O Gladiador” é o nome de um dos dois novos livros do jornalista Maurício Noriega, pela editora Belas Letras –  o outro biografado de Nori é o ex-atleticano Marques (leia post anterior), na nova coleção Ídolos do Futebol. Só não sei se o pessoal contava com a aposentadoria forçada de Marques no Galo e a saída de Kléber do Cruzeiro…

Livro: “Marques – O Messias”

Maurício Noriega também lançou um livro sobre um ídolo recente do Galo. “Marques – O Messias” fala do atacante rápido que só pelo Atlético anotou 135 gols (o último, na final do campeonato mineiro contra o Ipatinga; foi o 3º estadual conquistado pelo ídolo no Galo). A editora é a Belas Letras, a mesma que lançou os livrinhos da coleção Meu Time do Coração, como “Meu Pequeno Atleticano” (esse tem texto do cantor Wilson Sideral e ilustrações de André Fidusi).

Na rede

Um ano na blogosfera, somando Fut Pop Clube e o meu blog anterior. Ao invés de publicar o Top 10 dos mais lidos, vou lembrar posts de que mais gostei. Vou começar com algumas e-entrevistas, que fiz por e-mail:

Carlinhos VergueiroCarlinhos Vergueiro, cantor, compositor e violonista que daqui a pouco (18/11, 20 h) faz show junto com seu irmão Guilherme Vergueiro, no Teatro Popular do Sesi, na av. Paulista 1.313. Em dezembro de 2008, o autor de Camisa Molhada (parceria com Toquinho; é a melô do Fique de Olho no Apito…), me concedeu a e-entrevista deste link aqui.

– Por falar na relação som/bola, gostaria de lembrar o vasto material que publiquei com o Beto Xavier, autor do livro Futebol no País da Música (a entrevista está aqui).

Tem a lista de Curiosas canções com narrações de gols, a começar pela do Palavra Cantada sobre Pelé, que inspira o título.

Outros coleguinhas, comentaristas esportivos de primeiro time, cederam parte do seu tempo para responder aos e-mails deste mala que vos digita:

– o jornalista Mauro Beting, autor do livro Os Dez Mais do Palmeiras.

– o jornalista Maurício Noriega, o Nori, na época do lançamento do livro Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro.

– e o enciclopédico Paulo Vinícius Coelho, o PVC, que este ano lançou o livro Bola Fora.

Deu para perceber que um dos temas prediletos deste blog são os livros sobre futebol, não? Para ajudar a selecionar, pedi uma lista ao Domingos D´Angelo, do MemoFut. Ele não fez uma, mas várias listas. Uma seleção de livros sobre… a Seleção Brasileirasobre times, biografias e mais biografias de feras da bola, almanaques e livros sobre competições.

Achei que também ficaram legais os posts sobre o livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do País. Um dos autores, o Paulo Gini, escolheu 12 uniformes mostrados no livro de que gosta mais. Paulo Gini também montou uma seleção brasileira de uniformes raros, fotografados de sua coleção. Para quem se interessar, veja a partir deste link aqui (e também posts anteriores).

– E a 1ª e-entrevista que bloguei (em novembro/08) foi com um ex-camisa 1: o goleiro Waldir Peres, titular da Seleção na Copa de 1982 e do São Paulo, no 1º título brasileiro tricolor, o de 1977, entre outros clubes.

Heleno de Freitas, Quarentinha, João Saldanha.

Nunca-houve-um-homemBiografias sobre os atacantes Heleno de Freitas e Quarentinha e sobre o jornalista e treinador João Saldanha, “o comentarista que o Brasil consagrou”. São novas dicas de Domingos D´Angelo, criador do MemoFut, o Grupo Literatura e Memória do Futebol, e colecionador de livros sobre o esporte (leia texto anterior). “Muito bem escritos e com base em pesquisas muito bem feitas”, diz ele.

Nunca Houve um Homem como Heleno, de Marcos Eduardo Neves, Ediouro, 2006, 327 páginas.João Saldanha

João Saldanha: uma vida em jogo, de André Iki Siqueira, Editora IBEP, 2007, 552 páginas.

QuarentinhaO Artilheiro que não sorria – Quarentinha, o maior goleador da história do Botafogo,deRafael Casé, Livros de Futebol, 2008, 331 páginas.

Curiosamente, as três recentes biografias recomendadas pelo criador do grupo que discute literatura e memória do futebol são de personalidades ligadas à história do Botafogo.

11 perguntas para Maurício Noriega

Publicado em 23 de maio de 2009
Um dos textos mais lidos aqui no Fut Pop Clube é o que fala do livro Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro, do comentarista Maurício Noriega, do Sportv e do Bom Dia São Paulo. Antes de mais um fim de semana de transmissões do Sportv e entre um texto e outro no Blog do Nori, o cronista encontrou um tempinho para responder por e-mail 11 perguntinhas sobre treinadores.
nori

1 –Fut Pop ClubeNoriega, você acha que técnico ganha jogo, ganha Copa do Mundo? Como se diz, em evidente força de expressão, que Garrincha ganhou sozinho em 62, Maradona em 86 e Romário em 94… dá para arriscar dizer que algum técnico ganhou “sozinho” uma Copa ou título importante?
Maurício Noriega -Diria que jogadores ganham jogos e técnicos ganham títulos, fazem planejamento de trabalho a longo prazo, correção de rota, ajustes. O jogo é propriedade dos jogadores. Mas o trabalho de pensar uma temporada é do técnico.
2- Fut Pop Clube No futebol do século XXI, os técnicos são superestimados, valorizados além da conta?
Noriega – Em alguns casos, sim. Mas apenas porque os dirigentes são muito amadores, despreparados e engolem tudo que os técnicos falam, na maioria dos casos. Bons dirigentes não aceitam tudo que os técnicos pedem ou propõem. Casos do Juvenal Juvêncio [S.Paulo]e do Fernando Carvalho [Inter], por exemplo.
3 – Fut Pop ClubeQuem merece mais reconhecimento? Feola? Lula? Zagallo? Ênio Andrade?
Noriega – Todos merecem. Acho que Lula e Feola sempre foram injustiçados e injustamente ridicularizados. Espero que o livro ajude a mudar esse olhar míope sobre dois grandes treinadores. Zagallo é um mito do futebol e Ênio Andrade foi genial. Continuar lendo “11 perguntas para Maurício Noriega”