“11 Metros 9 Meses”: Víctor Valdés dá canja no curta de Juanma Arizmendi.

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Martijn é holandês e nasceu no dia em que o carrossel da “Laranja Mecânica” perdeu a Copa do Mundo de 1974 para a dona da casa, a Alemanha. Agora mora em Barcelona e sua mulher está grávida. Só que Martijn pagou 2 mil euros pelo direito de bater um pênalti em Víctor Valdés – ele mesmo, em pessoa. O holandês está decidido a se livrar do karma da seleção de seu país nas decisões por pênaltis (a derrota na semifinal da Copa de 98 para o Brasil está na lista). Assim é o divertido curta-metragem “11 Metros 9 Meses”, de Juanma Arizmendi. Veja abaixo o curta, falado em castelhano, que dura um pouco menos de 10 minutos e conta com uma ponta do goleiro do Barça e de La Roja, a seleção espanhola.


Há uma versão com legendas em inglês (clique aqui). Tomara que “11 Metros 9 Meses” passe em algum festival de cinema no Brasil. Vamos torcer.

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Da série “Te Vejo em 2014”

As seleções da Alemanha, Bélgica, Colômbia e Suíça virão ao Brasil em 2014. Já são 14 países garantidos. O Brasil, dono da casa, vai receber também Argentina, Austrália, Coreia do Sul, Costa Rica, Estados Unidos, Holanda, Itália, Japão e o Irã.

http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/
Arte de Lais Sobral para @FutPopClube: http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/

A ilustração é da artista plástica Lais Sobral, que faz uma série sobre os países classificados para a Copa do Mundo de 2014, especialmente para o Fut Pop Clube. Continuar lendo “Da série “Te Vejo em 2014””

Coreia do Sul 2014, no traço da artista Lais Sobral.

http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/
http://www.flickr.com/photos/lais-sobral/

A Coreia do Sul já estava classificada, como Japão, Austrália e Irã.

Nesta “data Fifa”, conhecemos as primeiras seleções europeias garantidas na Copa do Mundo do ano que vem: a Itália e a Holanda vêm pro Brasil. Ainda bem!

Argentina, Estados Unidos e Costa Rica também carimbaram o passaporte.

Breve, na série Te Vejo na Copa, com as ilustrações graciosas da artista plástica Lais SobralContinuar lendo “Coreia do Sul 2014, no traço da artista Lais Sobral.”

Desventuras na Copa de 1998, na França.

10 de junho de 2013

Stade de France, local da abertura e da final, no xoxo Holanda x Bélgica
Stade de France, local da abertura e da final, no xoxo Holanda x Bélgica

Em 10 de junho de 1998, o Brasil (então o último campeão) e a Escócia abriram a Copa do Mundo, a segunda disputada na França. A seleção Canarinho de Zagallo venceu por 2×1. E quem acha que bagunça é só no Brasil saiba que no chamado Velho Mundo também há muita sacanagem. Milhares de torcedores compraram pacotes turísticos para o Mundial de 98 e já na França descobriram que tinham caído numa roubada. Estava num grupo de brasileiros em Paris e comecei a ouvir um zum zum zum de que não receberíamos as entradas para o jogo de abertura. E não recebemos mesmo. Fomos para a porta do Stade de France no dia da partida. Um outro teve coragem de comprar ingresso de cambista, por pequenas fortunas.  Acabamos vendo Brasil x Escócia num telão, numa área de “fan fest” montada pelos organizadores da Copa, ao lado do estádio, no meio de um multidão de escoceses. Tudo bem, clima de confraternização, até que uma brasileira provocou um escocês (pelo que me lembro, com um cuspe…). Achei melhor pegar o metrô e ver o segundo tempo no hotel.

Memorabilia: Itália 2x2 Chile
Memorabilia: Itália 2×2 Chile

No dia seguinte, peguei um TGV até Bordeaux e consegui ver Itália x Chile no Stade Lescure. Uma joinha de estádio, tribunas bem perto do campo. Lembrou-me um pouco do velho Parque Antarctica. O Lescure foi usado na Copa de 38 também. Mas claro que passou por uma cuidadosa reforma para o Mundial de 98, sem detonar o projeto original – o primeiro estádio do mundo a ter uma marquise sem vigas. Fiquei emocionado por ver pela primeira vez in loco uma partida de Copa do Mundo. Jogo bom, heio de alternativas. Vieri abriu o placar. Marcelo Salas empatou e virou. No fim, pênalti para a Itália. Desta vez, Baggio não errou. 2×2. Confesso que a quantidade de torcedores chilenos me surpreendeu. No mínimo, fizeram tanto barulho que pareciam em maior número do que os italianos, vizinhos da França. Chi Chi Chi, Le Le Le”. Foi a minha ‘estreia’ em Copas do Mundo. Inesquecível. Não ficaria para a segunda fase. Tinha que conhecer o Stade de France. Resolvi ver Holanda x Bélgica. Jogo chaaaatooooo! 0x0.

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Memorabilia: Holanda 0x0 Bélgica

Depois de muitas reclamações e cobertura da mídia, a muito custo a empresa de turismo picareta conseguiu ingressos para a segunda e terceira partidas do Brasil. Toca a excursão (de ônibus) para Nantes.

No estádio La Beaujoire, o Brasil venceu o Marrocos por 3×0. Aos 9 minutos, o primeiro gol de Ronaldo Fenômeno na história das Copas (ele fez 15 ao todo). Rivaldo – o melhor do Brasil em 98- ampliou. E no segundo tempo, Bebeto fechou a goleada.

Bebeto fez o terceiro gol do Brasil contra Marrocos.
Bebeto fez o terceiro gol do Brasil contra Marrocos.

Assistimos à partida atrás de um dos gols. Brasileiros e marroquinhos misturados, sem problema nenhum.

Memorabilia: Brasil 3x0 Marrocos
Memorabilia: Brasil 3×0 Marrocos

O rolê do futuro autor do blog Fut Pop Clube pela Copa do Mundo da França terminou em outro estádio histórico. O Vélodrome, em Marselha. Também usado no Mundial de 1938 e reformado para 1998 (para a Euro 2016, recebeu uma cobertura espetacular). Até casamento teve, antes de Brasil x Noruega!

@FutPopClube
@FutPopClube

Dá para imaginar algo assim hoje em dia? Difícil.

@FutPopClube
@FutPopClube
Memorabilia: Brasil 1 x 2 Noruega
Memorabilia: Brasil 1 x 2 Noruega

Bebeto abriu o placar. Tore Andre Flo empatou e numa lambança de Júnior Baiano – um pênalti ‘mirim’ -, a Noruega virou, com Rekdal.F Digitalizar 06-2K13 -00001

Mais uma do Vélodrome
Mais uma do Vélodrome

Minhas férias continuaram na Espanha (desci de Fokker 50 em Barcelona – paixão à primeira vista!). E o Brasil seguiu viagem até a final fatídica, até hoje motivo de muita polêmica e teses conspiratórias. A seleção arrasou o Chile, no Parc des Princes: 4×1. Nas quartas, de volta à Nantes, partidaça contra a Dinamarca. 3×2. Rivaldo Maravilha! Semifinal e m o c i o n a n t e contra a Holanda, em Marselha. Ronaldo marcou, Kluivert empatou no finalzinho. Prorrogação. A decisão saiu nos pênaltis. Taffarel! O Brasil de Zagallo, que começou a Copa sem encantar, chegou à final no Stade de France com todos os méritos. Mas aí Ronaldo sofreu aquele apagão… e o Brasil tomou um vareio da França de Zidane. Pô, tomamos gol até do Petit…

Grupo B da Eurocopa 2012. O “grupo da morte”.

Resultados atualizados em 17 de junho de 2012

Stadion Metalist, em Cracóvia, em foto do http://www.WorldStadiums.com
Arena de Lviv, na Ucrânia, em foto do http://www.WorldStadiums.com

A Holanda, campeã em 1988, com a maravilhosa geração de Gullit, Rijkaard e Marco Van Basten, atual vice-campeã do mundo, é uma cabeça-de-chave bem pé-fria. Terá pela frente a Alemanha, tricampeã europeia (1972, 1980 e 96), Portugal (bateu na trave em 2004) e a Dinamarca (convidada em 1992, acabou campeã). Se tem um grupo para acompanhar “in loco” na Euro 2012, é este! Jogos disputados no estádio Metalist, em Cracóvia, e na Arena de Lviv, na Ucrânia.

  • Veja a tabela do Grupo B:
  1. 9 de junho (sábado, 13h) – Holanda 0x1 Dinamarca – estádio Metalist, em Cracóvia.
  2. 9 de junho (sábado, 15h45)- Alemanha 1×0 Portugal – Arena Lviv
  3. 13 de junho (13h)- Dinamarca 2×3 Portugal – Arena Lviv
  4. 13 de junho (15h45)- Holanda 1×2 Alemanha – estádio Metalist
  5. 17 de junho (15h45)- Portugal 2×1 Holanda – estádio Metalist
  6. 17 de junho (15h45)- Dinamarca 1×2 Alemanha – Arena Lviv
  • Nas quartas, a Alemanha, 1ª do grupo B pega a 2ª do A, a Grécia.
  • E o 2º do B, Portugal, enfrenta a líder do A, República Tcheca.

Leia também:

Escudinhos do curioso site Distintivos.com.br.

Holanda x …

A Holanda da dupla Sneijder e Robben, 100% de aproveitamento na África do Sul, é uma finalista – algo sem graça – do Mundial 2010.
A Laranja terá direito à revanche da final da Copa de 1974, contra a Alemanha?
Ou teremos um campeão inédito, numa final Holanda x Espanha?
Saberemos amanhã, neste mesmo bat horário.
Ao bravo Uruguai, prejudicado por um gol irregular,  parabéns pela excelente campanha. Tabarez errou na escalação: deveria ter começado com Forlán e 2 atacantes. Acho que a Celeste brigará pelo 3º lugar como se fosse a medalha de ouro. E merece.

Uma Copa do Mundo de bandas!

Está no ar desde as quartas de final a edição 69 do programa online Rock Flu, com a segunda parte do especial Copa do Mundo. Desta vez, o convidado de Serginho Duarte e Gustavo Valladares para comentários sobre futebol e música é o guitarrista Renato Zanata, da banda Zanata & Blues Trio, agora um dos titulares da coluna Futebol Argentino, no globoesporte.com. São mais 16 sons, cada um “vestindo” a camisa de uma seleção do Mundial 2010. Países que ainda estão na disputa, que caíram nas quartas, nas oitavas ou não passaram da primeira fase. No Rock Flu, como nas Olimpíadas, o que importa é participar!
Quem ganharia um mata-mata sonoro entre a banda Buitres, vestindo com a conhecida garra uruguaia a linda camisa da Celeste Olímpica e o veterano grupo Golden Earring, com a não mais bela camisa laranja da Holanda?
Podemos até pensar em revanches musicais: Kraftwerk, da favorita Alemanha, pais da música eletrônica, versus Kaiser Chiefs (banda de Leeds, Inglaterra, nome que faz uma referência ao Kaizer Chiefs, time de futebol de Johanesburgo, África do Sul).
Quem ganharia: os Heroes Del Silencio (extinto grupo de hard rock de Zaragoza, Espanha) ou Os Pontos Negros (Portugal)?
Divididos veste a camisa albiceleste da forte cena rock da Argentina). Horkýže Slíže representa o rock da Eslováquia, novata em Copa que eliminou a Azzurra. Também tem música de banda roqueira do Paraguai: Los Rockers.
Elvis Presley, o rei do rock, foi escolhido para representar o supreendente time de Donovan, a seleção de “soccer” dos Estados Unidos.
Os tricolores Serginho e Gustavo não esqueceram quem dançou na primeira fase. Da terra de Didier Drogba, vem o Zoanet Comes (cantor de reggae da Costa do Marfim). Da Nova Zelândia, o país do time dos all blacks ou all whites, dependendo do esporte, se rugby ou futebol, o Rock Flu pescou a banda Atlas. E a Dinamáquina? Não foi deixada de lado, não! Do fundo do baú do rock, o programa tirou o Moses, um trio dinamarquês de hard rock dos anos 70, cujos vinis viraram uma raridade. Da Coreia do Norte (Pochonbo Electronic Ensemble, uma orquestra. E o que mais me chamou a atenção, representando a Argélia, foi Rachid Taha, com uma maneiríssima cover de “Rock the Casbah”, clássico da essencial banda The Clash (discão “Combat Rock”). Coprodutor e um dos apresentadores do programa, Serginho me recomenda o balanço jazz do Manu Dibango, de Camarões.
Acesse www.rockflu.com.br e baixe. Copie num pen e ouça no carro ou enquanto navega aqui pelo blog… Hahaha!

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Sou Copa do Mundo.com.br

Nada como mais três partidas muito interessantes de quartas de final para combater a ressaca de mais uma eliminação do Brasil nessa fase de Copa do Mundo. Ainda na sexta-feira, que jogo histórico foi Gana 1×1 Uruguai! Golaços de fora da área, prorrogação, aí vai o atacante Suárez (já importantíssimo para a Celeste por seus gols), dá uma de goleiro, salva o gol certo, e faz o pênalti que Gyan, artilheiro de Gana, explodiria no travessão. A sorte estava lançada. E favoreceu o Uruguai, que – com ajuda de mais dois pênaltis muito mal cobrados pelos ganeses e da loucura do botafoguense Abreu- volta a uma semifinal de Copa do Mundo depois de 40 anos. A última foi no México em 70.
“Casca grossa” será o adversário laranja da Celeste na terça-feira. A Holanda busca sua terceira final (depois de 32 anos) e a 1ª taça. O treinador Oscar Tabarez terá muitos desfalques. Mas quem diria que o Uruguai seria o sul-americano (e o único) presente nas semifinais na África do Sul? Acho que nem Pablo Forlán, pai do camisa 10 uruguaio, poderia imaginar isso.
Hoje cedo, a final antecipada da Copa. Argentina, duas estrelas na camisa, muitas no gramado, e a maior delas no banco. Maradona. Do outro lado, a Alemanha, três estrelas sobre o escudo, e um time jovem. Um gol logo aos 2 minutos e uma muita marcação pararam a Albiceleste de Messi, Tévez, Higuaín. No segundo tempo, veio o chocolate histórico. No contra-ataque, mais um, dois, três gols alemães. Sim, a Alemanha encanta. E como jornais argentinos disseram dos brasileiros, os hermanos também terão se contentar com a Copa pelas telas LCD… Deu pena de Maradona, figuraça polêmica como sempre. E o naufrágio de seu time não é uma boa notícia para quem gosta de futebol com muitos atacantes – pelo menos não com defensores assim tão fraquinhos, da meta à lateral-esquerda.

Alemanha que fará a outra semifinal contra a Espanha (revanche da final da Euro 2008?). La Roja que sofreu um bocado para eliminar la Albirroja, Paraguai. Em outro jogo maluco, com um roteiro rocambolesco – em parte, graças às lambanças do juizão. Grandes atuações de Villar, goleiro paraguaio. E no lado da Espanha, bolões de Iniesta e seu futuro colega de Barcelona, David Villa, artilheiro da Copa (“pichichi”, na Espanha), com cinco gols – quase sempre decisivos. Desde o Mundial de 1950, no Brasil, a Espanha não chegava entre os quatro melhores do mundo.
Para quem você vai torcer? E quem você acha que ganha? Gostou do Mundial? No mínimo, foi igual aos de 2002 e 2006, não?