Rivaldo Maravilha

O cara se destacou na campanha do Brasil na Copa de 98. Há quem considere que ele foi o craque da Copa de 2002 (me incluo nessa). Rivaldo Victor Borba Ferreira.  Revelado pelo Santa, se deu bem no Mogi, passou pelo Corinthians, acabou contratado pelo Palmeiras multicampeão da era Parmalat. Foi pro Depor. De La Coruña, a Barcelona, onde brilhou… e se desentendeu com o mala do Van Gaal.  Milan, Cruzeiro, Olympiakos, AEK, Bunyodkor, São PauloFC, algumas passagens rápidas, outras vitoriosas, Rivaldo está aí, mandando uns gols. Na letra da jorge benjoriana balada do Mundo Livre S/A, Meu Esquema, seu futebol é comparado a uma princesa.  “Ela é o que meu médico receitou… Rivaldo Maravilha mandando um gol”. Recomendo a música, o disco (Por Pouco), o show do Mundo Livre logo mais (veja na minha Coluna de Música). Recomendaria Rivaldo Maravilha a qualquer clube do Brasil.
Performance em Copas: 14 jogos , 11 vitórias , 1 empate , 2 derrotas, 8 gols.

Zico, 57 anos

A nação rubro-negra hoje comemora o aniversário do maior ídolo. Republico texto do FutPopClube na época do lançamento do doc Zico na Rede, em julho de 2009.

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Foto: Divulgação DVD "Zico na Rede"

Eu quero ver gol. Se você pensa como a música do Rappa,  o recém-lançado documentário Zico na Rede é uma boa pedida (chegou a ser exibido em cinema até em São Paulo) em DVD. O doc de Paulo Roscio tem 170 dos 831 (!!!) gols de Zico, muitos deles comentados, analisados, explicados. E é cada golaço… O mais bonito, para o próprio Galinho de Quintino, é o tal do gol escorpião(veja!), pelo Kashima Antlers, do Japão: Zico passa da bola, dá um peixinho e, de calcanhar, encobre o goleiro.  LEIA MAIS… Continuar lendo “Zico, 57 anos”

“Seven Nation Army”, rock das torcidas


Quarta-feira é dia de futebol. 13 de julho é o dia do rock. Talvez você não ligue o nome, mas se frequenta estádios, já deve ter ouvido alguma versão de “Seven Nation Army”, do White Stripes, um hit nas arenas esportivas. O rock do disco Elephant, de 2003, logo foi adotado por torcidas europeias, virou hino não-oficial da galera na Euro 2008 (aquela que a Espanha ganhou) e há algum tempo chegou a estádios brasileiros. A melô do “ô ô ô ô ô ô”, no ritmo da batida de Meg White e da guitarrada de Jack White (uma das três estrelas do filme A Todo Volume), ganhou letras que declaram amor a times, como o Internacional de Porto Alegre, entre muitos outros. Lá fora, o argentino Javier Mascherano, “o chefe”, ganhou uma homenagem de uma torcida do Liverpool, no ritmo da grande melô do White Stripes. Por tudo isso, nesta quarta-feira de rock e bola rolando, “Seven Nation Army” é o Som do Dia do FutPop Clube /Coluna de Música. Se você gosta, pode se interessar pelo documentário sobre o White Stripes (saiba mais aqui). Ô ô ô ô ô ô…

“Na Cadência do Samba (Que Bonito é)”

Neste sábado de samba e rodada de futebol nos campeonatos estaduais – tem até semifinal de Taça Guanabara! – a dica de música do blog é o volume 4 da série “Samba Social Clube – Ao Vivo” (DVD/CD da EMI). Tem Jorge Loroza num medley de “O Mundo é uma Bola”, samba-enredo da Beija-Flor vice-campeã em 1986, de Betinho e Jorge Canuto, e “O Campeão (Meu Time)”, clássico de Neguinho da Beija-Flor e das arquibancadas. O grupo Casuarina contribui com uma boa versão cantada de “Na Cadência do Samba (Que Bonito É)”, clássico absoluto de Luiz Bandeira e da MPB que fala de futebol e samba (ah, que saudade da vinheta da rádio Globo que usava trecho dessa letra logo depois dos gols, nas históricas transmissões do pai da matéria, Osmar Santos). O flamenguista Moraes Moreira toca outra cover: “Samba Rubro-Negro (O Mais Querido“), de Wilson Batista e Jorge Castro. Teresa Cristina e o ex-lateral Júnior cantam a inédita “Samba Bom de Bola”, repetida  com Moacyr Luz, autor da música junto com Paulo César Pinheiro, homenageado em roda de samba nos extras do DVD. Mas “Samba Social Clube” 4 tem tem mais clássicos. Confira:  Continuar lendo ““Na Cadência do Samba (Que Bonito é)””

O rock e a camisa vermelha da Inglaterra

O vocalista do Kasabian apresenta a nova camisa 2 do English Team FONTE http://www.kasabian.co.uk

Se a camisa azul da Seleção Brasileira vai ser apresentada no carnaval do Rio e por Brown em Salvador, a Umbro escolheu o rock para mostrar ao mundo a camisa 2 da Inglaterra para a Copa do Mundo. O vocal da boa banda Kasabian, Tom Meighan, usou esta mítica camisa vermelha, num estilo retrô para lembrar o uniforme da final da Copa de 66,  diante de roqueiros … franceses, no bis de um show no Olympia, de Paris… O site da banda tem um clip, que você pode ver (e ouvir a vaia que o cara tomou) aqui.

“Frevo do Bi”

Já que mencionamos o “escrete de ouro” da Copa de 1962, no texto anterior, sobre o livro “As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos”, do Milton Leite, e hoje é o Dia do Frevo, republico a dica dada pelo jornalista Beto Xavier, autor do livro “Futebol no País da Música” (Panda Books), aqui no blog, em abril do ano passado.

FUTEBOL EM 11 RITMOS: 5) FREVO

publicado originalmente em 24/04/2009

O frevo indicado por Beto Xavier é “Frevo do Bi“, sucesso de Jackson Pandeiro – um daqueles apaixonados por futebol, capaz de torcer quase para um time em cada estado (ouça outras canções de Jackson). Feito em 1962, quando a Seleção foi bicampeã do mundo.

Foi regravado por Tom Zé e Gereba, disco “Cantando com a Platéia”, e por Silvério Pessoa, disco “Batidas Urbanas”, em formato pauleira, a tempo da Copa de 2002. Eta frevo pé quente!

LEIA MAIS:

Sobre o Dia do Frevo na minha Coluna de Música.

Sobre as dicas de Beto Xavier na série “Futebol em 11 Ritmos”, aqui do blog. Tem samba, choro, rock, balada, instrumental, marcha, bossa nova, baião, samba-rock e rap!

Taça Fut Pop Clube

http://www.thewho.com

Intervalo do Super Bowl, a grande noite da NFL, a liga do futebol americano que faz o chamado esporte bretão virar soccer nos EUA. No meio do estádio de Miami, palco da final que os Saints de New Orleans venceram, um belíssimo palco é montado. Parece uma nave espacial. Tudo para um show relâmpago do The Who, que manda 5 clássicos da banda em 12 minutos (veja quais foram as músicas e lembre outras feras que já participaram do halftime show na minha Coluna de Música). Fico pensando se um dia teremos algo tão organizado numa grande final no nosso futebol… Poderia ser numa Copa do Brasil reforçada com os times que disputam a Libertadores, ou num encontro do campeão brasileiro (por pontos corridos)  contra o campeão da Copa do Brasil (mata-mata).

O nome do troféu desse nosso SuperBowl? Taça Fut Pop Clube, claro! Hahaha!

“Coluna de Música” a todo volume


Semana Metallica! Saiba como foi o show de São Paulo na minha Coluna de Música
. Pitacos e set-list do show da turnê World Magnetic.

– Há 12 anos, outra mega turnê passou pelo estádio do tricolor paulista: a PopMart do U2 (relembre)!

– Por falar em U2, The Edge é uma das guitarras do filme A Todo Volume“, que entrou em cartaz em SP. Aleluia!

– Ouça o quinto disco do Mustang, trio carioca de Carlos Lopes, ex-Dorsal.

– Um livro bem apropriado para esses dias de rock e chuva: “Metendo o Pé na Lama – os Bastidores do Rock in Rio de 1985, quase um diário pessoal do diretor de arte Cid Castro, que bolou a marca do festival!

Leia tudo isso e muito mais na minha nova Coluna de Música, aqui ao lado, na mesma blogosfera.

São Paulo da Floresta

Publicado em 25 de janeiro de 2010

O CD Coração de 5 Pontas, de Hélio Ziskind (autor da trilha de Cocoricó), bolado pelo publicitário Rui Branquinho e ilustrado por Gustavo Duarte, conta a vida do tricolor paulista em 18 músicas, de olho nos torcedores mirins – e seus pais, tios, avós e padrinhos corujas… Não ficaram de hora os 5 anos de história do chamado São Paulo da Floresta, também SPFC, fundado há exatamente 81 anos, num 25 de janeiro, por boleiros descontentes com o fim do futebol no Clube Atlético Paulistano (vermelho e branco) e na Associação Atlética das Palmeiras (uniforme preto e branco). O campo da A.A. das Palmeiras era a Chácara da Floresta, que chegou a ser o maior estádio paulista, e rendeu o apelido do precursor do São Paulo F.C. de hoje.

Ilustração de Gustavo Duarte para o encarte do CD

São Paulo da Floresta que é tema de 3 músicas no comecinho do CD do Hélio Ziskind. Viajando pelo Tempo lembra do Paulistano, “pai do tricolor” e do craque Friedenreich. Em  Era Uma vez um Lugar, Hélio Ziskind descreve o campo da Floresta, “na beira do rio Tietê… uma arquibancada de madeira/e uma cerca branca ao redor” e o título paulista de 1931 (tema da ilustração acima, do Gustavo Duarte, presente no encarte do CD). A taça do Paulistão de 1931 está lá, no Memorial do São Paulo Futebol Clube, no Morumbi. A falência do tricolor da Floresta também é cantada no CD Coração de 5 Pontas. Seguida pela segunda fundação, em dezembro de 1935. O resto é história, ou letra e música de Hélio Ziskind.

Conheça mais sobre o CD no site da gravadora MCD.

LIVROS  SOBRE A HISTÓRIA DO SÃO PAULO FC, INCLUINDO O PERÍODO DO TRICOLOR DA FLORESTA… Continuar lendo “São Paulo da Floresta”