Estreou no Festival do Rio 2010 e está no CineFoot 2011 o documentário Mario Filho, o Criador das Multidões, de Oscar Maron. Dá para ver o trailer no YouTube. … O Criador das Multidões, o filme, fala do grande cronistas esportivo, entusiasta da construção do Maracanã- que depois receberia seu nome. O diretor Oscar Maron (Canal 100 e Atlântida no C.V. ) usa crônicas do jornalista, cenas de arquivo que só pelo trailer já fico babando e depoimentos de Nelson Rodrigues (irmão do Maracanã, digo, de Mario Filho), Cony, João Máximo etc.
A exibição no CineFoot é neste sábado,28 de maio de 2011, no Unibanco Arteplex, Botafogo. Pena que este não vai passar em São Paulo.
Começou o Festival do Rio. Como tem acontecido nas mostras de cinema, sempre rolam alguns filmes sobre futebol. A dica é do twitter do siteLivros de Futebol: entre as mais de 300 produções do Festival, três falam de futebol, segundo o@LivrosdeFutebol:
A seção FLYER informa: o jornalista Alberto Villas – de Admirável Mundo Velho e do delicioso O Mundo Acabou – lançou nesta quarta-feira seu quinto livro, o quarto pelo editora Globo: Onde Foi Parar Nosso Tempo?Que Fausto Silva poderia definir como “do tempo em que a gente escondia vassoura atrás da porta” para se livrar de visitas indesejadas. Vou descobrir se o americano Villas fala sobre futebol em algum dos 50 verbetes e depois atualizo o post.
Nos últimos dias, os line-ups dos festivais SWU (outubro) e Planeta Terra (novembro) ganharam reforços de peso! O reformado Rage Against the Machine é a atração internacional da primeira das três noites do SWU Music and Arts Festival, numa arena erguida na fazenda Maeda, em Itu, a 70 km de São Paulo. Então, no sábado 9 de outubro, não bobeie para sair de São Paulo porque tem show dos viajandões barra pesadões goianos Black Drawing Chalks, Mutantes com Bia Mendes nos vocais, The Mars Volta, Infectious Grooves (lembra do clip Violent & Funky? era por aí)e, enfim, RATM ! Continuar lendo “Shows pra ir (2010)”→
“1×0 (Um a Zero)”, clássico do choro de Pixinguinha e Benedito Lacerda, versão cantada, com a letra do Nelson Angelo, que se encaixou perfeitamente no time que já estava ganhando…
“Na Cadência do Samba (Que Bonito É)”, clássico de Luiz Bandeira, a melô do Canal 100. Pa pa pá, pa pá…
e ainda a bonita “Futebol”, de Naná Vasconcelos.
“Na Cadência do Samba“, o disco, capinha ao lado, ainda tem a ótima “Badêjo ou Badéjo” e sambas de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão etc etc etc.
Capa do LP “Pintando o Oito”, que inclui “Saudades do Galinho”
Muito bom o show Jogando por Música, que o Moraes Moreira leva no Sesc Vila Mariana até este domingo de oitavas de final da Copa, às 18h. É olha que é só ele, voz e violão. Moraes não nega que é Flamengo, como mostra a capa ao lado, do LP “Pintando o Oito”, que alguém poderia relançar em CD e por que não, em vinil. Toca “Samba Rubro Negro” (Wilson Batista e Jorge de Castro), “Saudades do Galinho”, composta quando Zico foi vendido para a Udinese, “Despedida do Galinho”, feita quando o camisa 10 da Gávea pendurou as chuteiras (“Vitorioso Flamengo” ficou no banco de reservas).
Mas o show -parte de uma programação sobre futebol do Sesc Vila Mariana- teve novidades. No palco, Moraes disse que nos últimos tempos começou a torcer para um segundo time. O Santos. E mostrou uma inédita: “Outros Pelés”, sobre os novos Meninos da Vila. No meio da nova cação, incluiu um trecho de “1×1”, clássico do repertório de Jackson do Pandeiro. Show.
No set-list do espetáculo Jogando por Música desta sexta-feira, outras canções que cantam futebol, de alguma maneira: “Só Se Não For Brasileiro Nessa Hora” (dos tempos de Novos Baianos), “Sangue, Suingue e Cintura”, dedicada à Seleção de Telê na Copa de 1982, “Espírito Esportivo”, “O que é o que é”, “Nega Manhosa” (de Herivelto Martins), “Meninas do Brasil” (parceria com Fausto Nilo) e “Onde que Fica a África”, feita para Copa do Mundo 2010. O público acompanhou a nova melodia. E olha que “Brasil Campeão” (parceria com Pepeu, feita para a Copa de 1990) não foi relacionada.
Há uma canção sobre Elza Soares, a mulher da vida de Garrincha, com letra muito boa. O público canta junto clássicos do repértorio dos Novos Baianos e da carreira-solo de Moraes: “Lá Vai o Brasil Descendo a Ladeira”, “Brasil Pandeiro”, “Preta Pretinha”, “Besta é Tu”. Em homenagem às festas de São João, “Festa do Interior”. Seguidinha por “Pombo Correio” e a doce “Sintonia. Demais. Gostaria de ver o set-list? Aproximado, ok? Continuar lendo “Moraes Moreira: Jogando por Música”→
Estamos ligados que o Metallica vai fazer 3 shows no Brasil em janeiro, mas esta notícia aqui, que descobri no MusicRadar, é mais ou menos como uma semifinal de campeonato com os quatro grandes de São Paulo. Ou os quatro grandes do Rio. Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, juntos. Os “quatro grandes” do thrash metal vão tocar pela primeira vez num mesmo festival. De quebra, Mastodon e Behemoth. O Sonisphere, em 16 de junho de 2010, em Varsóvia, na Polônia; 18 de junho, em Zurich, e em 19 de junho, em Praga, na República Tcheca. Site do Metallica confirma e diz que mais datas com o “Big Four” do thrash reunido podem pintar. No começo dos anos 90, Slayer, Megadeth e Anthrax chegaram a excursionar juntos, às vezes com Testament à tiracolo. Clash of the Titans era o nome da turnê.
PS – Deu no Whiplash.net, G1 e outros sites que o MovieMobz vai promover uma transmissão do show dos Big Four para cinemas da rede Cinemark, em 22 de junho.
Aqui vai uma dica para quem se amarra em Bossa Nova e na arte das capas de discos. Começou hoje em Sampa a exposição Elenco – A Cara da Bossa. Organizada pela historiadora Zuleika Alvim, a expo leva 75 capas de vinis, fotos e design da extinta gravadora Elenco ao Instituto Tomie Othake. E o criador do visual dos discos de gente boa como Nara Leão, Maysa e Baden Powel foi o artista gráfico Cesar Villela, responsável por essa bela imagem ao lado – capa do LP Nara, de 64 – e mais duas que você pode ver aqui dentro do post. Continuar lendo “A cara da Bossa Nova”→