Fut Pop Clube pediu ao Beto Xavier sugestão de uma bossa nova que cite futebol.
A dica do autor do livro “Futebol no País da Música” é Falando de Amor, de Tom Jobim. Que pode ser encontrada no disco Miúcha e Tom Jobim, de 1979, lançado em CD.
Fut Pop Clube pediu ao Beto Xavier sugestão de uma bossa nova que cite futebol.
A dica do autor do livro “Futebol no País da Música” é Falando de Amor, de Tom Jobim. Que pode ser encontrada no disco Miúcha e Tom Jobim, de 1979, lançado em CD.
O frevo indicado por Beto Xavier é “Frevo do Bi“, sucesso de Jackson Pandeiro (ouça outras canções). Feito em 1962, quando a Seleção foi bicampeã do mundo.
Foi regravado por Tom Zé e Gereba, disco “Cantando com a Platéia”, e por Silvério Pessoa, disco “Batidas Urbanas”, em formato pauleira, a tempo da Copa de 2002. Eta frevo pé quente!
Agora, Fut Pop Clube pede uma dica de baião sobre futebol ao Beto Xavier.
Publicado em 6 de abril de 2009

“Boa noite passageiros. Bem-vindos ao voo 633, com destino a São Paulo. É um grande orgulho transportar o time tricampeão brasileiro de futebol”.
Esta alegre declaração, típica de torcedor, do comandante do avião que trouxe o São Paulo de volta do Distrito Federal depois da conquista do Brasileirão 2008, está no primeiro capítulo do livro ‘Maioridade Penal – 18 anos de histórias inéditas na marca da cal’ – escrito a 4 mãos por Rogério Ceni, o goleiro-artilheiro, e pelo repórter André Plihal, da ESPN Brasil. Em 6 de abril de 2009, a livraria Saraiva do Morumbi Shopping foi “invadida” por uma multidão de consumidores, torcedores, fãs… com uniforme do São Paulo. Continuar lendo “No gol, na linha e na história do futebol mundial”


Peço licença para parafrasear o bom título que os dois principais jornais argentinos usaram na cobertura antes do jogo de estreia de Maradona como treinador da seleção alviceleste em Eliminatórias e também jogando em casa. “Maradona monumental”, cravaram o Clarín e o La Nación, na edição impressa de sábado, relembrando grandes momentos de don Diego na “cancha” do River Plate. Que ficou lotada nesta noite de sábado para ver Argentina x Venezuela. Os argentinos saudaram a entrada do treinador que é um ídolo maior que os atuais jogadores ao coro de “olê olê olê, Diego, Diego”. De emocionar a paixão que o povo argentino tem por El Diez. Maradona armou sua equipe num superofensivo 3-4-3. E olha que o Zanetti não joga na defesa faz tempo, que eu saiba. E foi numa jogada individual do jogador da Inter de Milão que Messi abriu o placar. Restante do primeiro tempo: faltou troca de posições entre os 3 atacantes. Os dois delanteros venezuelanos levaram perigo à defesa argentina, que pode ficar exposta demais contra um adversário mais forte. O segundo tempo foi um passeio. Continuar lendo “Messi Monumental. Argentina 4×0 Venezuela.”

Nesta segunda-feira literária, o jornalista Mauro Beting lança o seu “Os Dez Mais do Palmeiras” (Maquinária Editora, coleção Ídolos Imortais). Para eleger o seleto grupo de craques alviverdes, o livro teve os votos de feras: Antero Greco, Claudio Carsughi, Joelmir Beting, Lucas Neto, Maurício Noriega, Paulo Bonfá, PVC, Roberto Avallone, Soninha e Ugo “Boleiros” Giorgetti.
E os dez mais da vida do Palmeiras escolhidos para o livro de Mauro Beting são: Marcos, Oberdan Cattani, Djalma Santos, Luís Pereira, Fiúme, Dudu, Jair Rosa Pinto, Ademir da Guia, Julinho e Evair.
A coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora, já abordou Flamengo e Corinthians. Vem aí volumes sobre Fluminense, São Paulo, Botafogo, Inter, Grêmio,Vasco, Santos, Cruzeiro e Galo.
Enquanto você aguarda o livro sobre o seu clube, você pode dizer quais são, na sua opinião, os 10 mais da vida do seu time de coração. É só entrar aqui na página de comentários.
… este amor do Botafogo pela Taça Guanabara. Neste domingo, 1º de março, em que a Cidade Maravilhosa completou 444 anos, o alvinegro de General Severiano goleou o Resende por 3×0 (Reinaldo, Lucas Silva e Maicosuel) e conquistou pela quinta vez a Taça Guanabara – hoje, o primeiro turno do Estadual do Rio. O Bota já está na final do campeonato. Se ganhar também a Taça Rio (o segundo turno), será campeão. Como nota o GloboEsporte.com, uma boa notícia para o botafoguenses que gostam de uma superstição: nas outras quatro vezes que ganhou a Taça GB, o Fogo foi campeão do Rio: 67, 68, 97 e 06. Parabéns ao técnico Ney Franco, que tem estrela. Os campeões: Renan; Emerson (Léo Silva), Juninho e Wellington; Alessandro, Leandro Guerreiro, Fahel, Maicosuel e Thiaguinho (Wellington Júnior); Lucas Silva (Jean Carioca) e Reinaldo. Público excepcional: mais de 72 mil pagantes!
CAMPEONATO CEARENSE: CEARÁ CAMPEÃO DO PRIMEIRO TURNO
CAMPEONATO PARAENSE: PAYSANDU CAMPEÃO DO PRIMEIRO TURNO
NO CAMPEONATO GAÚCHO, O PRIMEIRO TURNO É COLORADO
No Gre-Nal que decidiu o primeiro turno no Rio Grande do Sul, deu Inter. 2×1 sobre o Grêmio. Índio e Magrão para o Colorado. Alex Mineiro para o Tricolor. O treinador Tite garantiu seu time na final, no ano do centenário colorado, com Lauro, Bolívar, Índio, Álvaro e Kleber; Sandro, Magrão (Rosinei), Guiñazu e Andrezinho; Taison (Alecsandro) e Nilmar (Marcelo Cordeiro).
Publicado em 27 de fevereiro de 2009 e atualizado em 2012
Uma dica de passeio para o torcedor tricolor é o Memorial do São Paulo F.C., inaugurado em 1994, dentro do estádio do Morumbi. A visita ao Memorial agora faz parte do roteiro Morumbi Tour, do programa Passaporte FC (informações aqui). Grátis, para sócio-torcedor (mediante reserva) e sócio do clube (basta apresentar a carteirinha). No fim do post, acrescentei um vídeo oficial do Morumbi Tour, do Passaporte FC. Continuar lendo “Memorial do São Paulo”

No domingo de polêmicos clássicos em São Paulo, BH, Rio e Milão, o que eu assisti mesmo foi a um clássico do teatro nacional. E peguei no último minuto do tempo normal a peça “Chapetuba Futebol Clube”, escrita em 1959 por Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha. Fotonovela na revista “Placar” nos anos 70, se passa na véspera e no dia de uma partida decisiva de uma segunda divisão paulista. O Chapetuba só precisa da vitória para subir para a primeira divisão. Enquanto alguns jogadores pensam em disputar jogos no Pacaembu, o misto de técnico e jogador veterano do time, Durval, sonha é com uma volta ao Flamengo. Até que aparece um jornalista que tenta subornar o goleiro do CFC, Maranhão. Os jogadores ainda têm que enfrentar os compromissos políticos e a pressão psicológicas dos cartolas – até uniforme novo para a última partida eles inventam… e sabe como jogador (como torcedor) é supersticioso… Pessoal, não tem cena de jogo. A peça se desenrola na pensão onde moram jogadores e, depois, no vestiário do time, com uma reverência ao rádio como meio de comunicação. Muito interessante. Tem até cenas românticas…
Gostaria de destacar especialmente as atuações de Fábio Pinheiro como o goleiro Maranhão, Flávio Kena como o veterano Durval e Fernando Prata como o desmiolado Cafuné.
Pra quem gosta de teatro é uma ótima dica. Quem se interessa por futebol deveria tentar ver.