O vídeo do Portal da Copa mostra como ficou a Arena Castelão, entregue hoje, 16/12/12.
Confira o post anterior, com fotos de setembro. Continuar lendo “Copa do Nordeste no Castelão novinho em folha.”
O vídeo do Portal da Copa mostra como ficou a Arena Castelão, entregue hoje, 16/12/12.

A expressão que é mais usada para definir sistemas de disputas de torneios esportivos também define uma segunda chance para o torcedor, ou melhor, para o espectador ver alguns filmes da Mostra de Cinema de São Paulo – até quarta-feira, 7/11/2012. Bons programas para quem passa o feriadão na metrópole – mais vazia.

E é bom saber que o filme mencionado aqui no Fut Pop Clube, A Copa Esquecida (Il Mundial Dimenticato), ganhou um dos prêmios de público do festival. A película de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni buscou inspiração no conto “El Hijo de Butch Cassidy”, do escritor e jornalista argentino Osvaldo Soriano (*1943/+1997), torcedor do Ciclón, o San Lorenzo. Trata-se de um “mockumentário”, um falso documentário sobre a suposta Copa do Mundo disputada na Patagônia, em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. E o resultado é muitas vezes hilário… como as cenas que mostram as criativas câmeras usadas para “documentar” o “Mundial”… os gols impossíveis… o jeito com que os “juízes” expulsam jogadores de campo… e a figura roliça de certos “jogadores”. Aspas são uma boa mesmo para definir “Uma Copa Esquecida” (como fez o “Estadão”): um “documentário” entre aspas – talvez um pouco como o “Zelig” de Woody Allen, mas pra mim os italianos chegaram a resultado mais legal. E não é indicado apenas pra quem gosta de futebol e de filmes de futebol, não. Basta entender o humor das cenas. Tinha gente se esbaldando de dar gargalhada na sessão que eu vi.
O que também foi muito engraçado na sessão foram as cenas que discutem o uso de imagens na decisão de lances duvidosos para a arbitragem. Na semana em que o Brasil discutiu a anulação do gol de mão de Barcos, no jogo entre Internacional x Palmeiras, foi no mínimo curioso ver um “jogo” do “Mundial” de 42 parado por uma hora, para que um filme seja revelado e o juiz tome a sua decisão sobre um lance, com direito a depoimento canastrão de Gary Lineker. Coincidência? No futebol italiano, no mundo todo, as decisões da arbitragem geram cada vez mais controvérsia.
Em tempo: “A Copa Esquecida” passa de novo nesta quarta-feira, 7 de novembro, às 17h40, no CineSesc.
Veja o trailer do premiado “documentário” italiano.

Se é verdade que é uma imagem vale mil palavras, então, a foto do menino chorando com a clássica camisa da seleção do mestre Telê Santana é um resumo perfeito da chamada “tragédia do Sarrià” e do desfecho da campanha brasileira na Copa do Mundo de 1982, na Espanha. O trabalho, de Reginaldo Manente, ocupou quase toda a primeira página do “Jornal da Tarde” no “day after” da “tragédia” – e depois ganhou o Prêmio Esso de Fotografia, edição 1982.
Primeiras páginas chamativas como essa foram a marca registrada do “Jornal da Tarde” – “JT” para os íntimos -, publicado pelo grupo do jornal “O Estado de São Paulo” desde 1966 e que hoje foi para as bancas pela última vez. Posso citar também a capa no dia seguinte de outra tragédia, a derrota da emenda das Diretas-Já, em abril de 1984. A primeira página do “JT” saiu toda de luto. Também me lembro da campanha que o jornal fez no mandato de Paulo Maluf como governador de São Paulo. Ele abriu a Paulipetro e prometeu encontrar petróleo no interior do estado de São Paulo. O “JT” criou uma charge de Maluf como Pinóquio. O nariz ia crescendo dia a dia, até atravessar a primeira página toda.
Posso dizer que pude acompanhar o “Jornal da Tarde” no seu auge. Quando eu aprendi a ler, meu pai assinava o “Estadão”. Comecei a ler o noticiário do meu time, passei para o esporte, variedades e depois, o jornal todo.
Talvez pelo fato de o “Estadão” não circular às segundas, meu pai comprava o “Jornal da Tarde” nesses dias. Sorte minha. Segunda-feira era o dia da “Edição de Esportes”, caderno que fez história e sobre o qual vou me deter mais adiante.
Mudamos para a Belo Horizonte, 18 meses depois para o Rio de Janeiro … e continuamos leitores do “Jornal da Tarde”. Quando meu velho viajava para São Paulo, trazia o “JT” pra mim. Em tempos sem internet, isso era ouro. Em determinados dias, procurávamos o “JT” em alguma banca maior, com jornais de outros estados. Era um jornal muito bonito, fácil e gostoso de ler. Capas politizadas, muitas charges, excelente aproveitamento das fotos. Ainda tinha o caderno de variedades, seções como “Modo de Vida” e “Divirta-se” (com o roteiro cultural).
A “Edição de Esportes” de todas as segunda-feiras parecia quase uma revista. Capas bem desenhadas, cobertura completa da rodada do fim de semana e, num tempo com bem menos futebol ao vivo na TV, havia os desenhos de Gepp & Maia, reproduzindo os principais gols da rodada – que achado! Lembro da primeira página da “Edição de Esportes” sobre o primeiro título nacional do São Paulo, o Brasileiro de 77, decidido já em março de 78: só uma foto da hoje malfadada “taça das bolinhas”, num fundo preto, com a manchete: “Essa taça é tua, São Paulo”.
Toda a vez que um campeonato terminava, a “Edição de Esportes” do “JT” era um “must” para todo torcedor: campanha completa, análise dos jogos, perfis dos jogadores, dezenas de fotos, bastidores da decisão. Itens de colecionador. Devo ter até hoje algumas dessas edições especiais, dos anos 80.
A “EE” do “JT” tinha também a coluna “Bola de Papel”, com o Alberto Helena Jr e depois com o Roberto Avallone.
Certamente meu pai preferiria que o seu primogênito seguisse uma carreira de exatas, em especial, engenharia, como a profissão dele. Mas o gosto pela leitura de jornais, em especial a do “JT” no auge, influenciou demais a vida profissional do filho.
Obrigado, pai!
Obrigado, “Jornal da Tarde”.

Flâmula com o belo distintivo do Vasco da Gama, que era o time de coração do poeta aniversariante. Neste 31 de outubro de 2012, lembramos os 110 anos de nascimento de Carlos Drummond de Andrade. Várias crônicas e até cartas de Drummond sobre o planeta bola foram reunidas por dois netos na compilação “Quando É Dia de Futebol”, de 2002, tema do post anterior. Acho que com muita sorte ele pode ser encontrado em sebos, já que houve uma mudança de editora de lá pra cá e no site da anterior não aparece mais o link de “Quando É Dia de Futebol”. Aqui, você pode saber por que ele era Vascão e o que escreveu sobre outro mineirinho de outubro, um jogador que fez mil gols… Continuar lendo “Dia D | Dia Drummond”
112 anos do Espanyol neste 28/10/2012.
CORNELLÀ – Impressionante como a “barra” do Espanyol de Barcelona não para. Puxados por um cara que funciona como um animador, os torcedores cantam o tempo todo, inclusive uma adaptação de Balancê, sucesso com Gal Costa. Em determinados momentos, uma animação de um periquito no telão estimula a galera a imitar o som de “We Will Rock You”. E no minuto 21 do primeiro tempo, sessenta segundos de palmas para Dani Jarque, jogador espanyolista que morreu muito jovem.
Arena moderna. E custou muito menos que os novos estádios brasileiros.

Confira comigo no replay, digo, no RT, o rolê do Fut Pop Clube pela tour que o RCD Espanyol promove no estádio novo, fora dias de jogos.
Ver o post original 404 mais palavras
… ainda mais se for no aniversário de Salvador! 29 de março de 2013… é a data em que a Federação Baiana sugere para abrir as portas da reerguida Fonte Nova – que na minha opinião será um dos estádios mais bonitos da Copa do Mundo de 2014.

Continuar lendo “Nada melhor do que um Ba-Vi para inaugurar a Arena Fonte Nova…”
Fut Pop Clube em rede com a Coluna de Música
Embora não seja fanático por futebol, Milton Nascimento é torcedor do Cruzeiro. O Fut Pop Clube e a Coluna de Música aproveitam o aniversário do “Bituca” para lembrar de um dos golaços da seleção brasileira de música: “Aqui é o País do Futebol”, tabelinha Milton / Fernando Brant, regravada por um monte de gente boa, brilhou na trilha sonora do filme “Tostão, A Fera de Ouro”. Quatro canções feitas para o documentário foram lançadas em compacto duplo de vinil na época (1970). E entraram como bonus tracks nas edições mais recentes do disco “Milton”, também de 1970, inclusive na que está nas bancas agora, na série da Abril Coleções. Vale a pena ouvir de novo! Continuar lendo “Milton Nascimento, 70 anos”


Veja mais dentro do post… Continuar lendo “O álbum da Liga dos Campeões”
Publicado em outubro de 2012

O MemoFut, grupo que discute literatura e memória do futebol, costuma fazer reuniões fechadas no Museu do Futebol. Mas a deste sábado é aberta ao público e interessa à maior torcida do país, com grande representação em São Paulo. A partir de 9h da manhã, historiadores, jornalistas, pesquisadores e um ex-goleiro, hoje empresário, vão fazer apresentações sobre a história do Flamengo, a entrada do clube no futebol, há 100 anos, o centenário de Domingos da Guia, a torcida, as grandes conquistas rubro-negras. Chegue cedo, porque a entrada é de graça mas limitada à capacidade do auditório do Museu do Futebol (180 pessoas).
Confira a programação atualizada:

O Borussia Dortmund teve a maior média de público do planeta bola na última temporada completa. 80.552 torcedores, quase 100% de ocupação do Signal Iduna Park (o Westfalenstadion). O bicampeão alemão lidera o ranking dos 100 clubes com maior média de público do mundo em 2011, divulgada pela Pluri Consultoria, com imediata repercussão nos sites de jornais e blogs esportivos. A lista considera os principais campeonatos nacionais.
Apenas 3 clubes brasileiros aparecem no Top 100:
Abaixo, os 10 clubes mandantes com maiores médias em 2011 (9 europeus e o popular América do México):
Então, no top 10, temos 5 clubes alemães, 2 ingleses, os dois gigantes da liga espanhola e o América do México. Na lista das 100 maiores médias da Pluri, aparecem 22 clubes alemães, 20 ingleses, 12 espanhóis, 10 mexicanos, seis italianos, cinco holandeses, quatro chineses, três franceses, três portugueses, os três brasileiros, dois escoceses, dois ucranianos, dois americanos, dois japoneses, dois belgas, um canadense e um suíço.
Dentro do post, o top 10 dos clubes do mundo com maior taxa de ocupação dos estádios onde mandam os jogos.
Continuar lendo “A lista dos 100 clubes com maior média de público no mundo (2011) só tem três brasileiros.”