A décima do Atleti

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Foi uma campanha histórica. A melhor do Atlético de Madrid em campeonatos espanhóis. Não rolou no Vicente Calderón lotado semana passada, ficou tudo pro Camp Nou, pra dar mais emoção, na terceira vez que por coincidência os dois postulantes ao título da liga espanhola se enfrentaram na última rodada. E com um gol do uruguaio Godín no começo do segundo tempo, esse time de guerreiros, mas sem um cracaço como o vice Barça e o galático terceiro colocado, conquistou sua décima liga, depois de 18 anos na fila. O grande ídolo estava no banco. O técnico argentino Diego Simeone, o Cholo. Que era jogador do Atleti na última conquista, em 1995-96. E que fez da luta e da união a grande característica desse campeão, como destaca o Tweet do @Atleti: https://twitter.com/Atleti/status/467734909600432129
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Rodada quádrupla de autógrafos

Convite virtual Futebol CopaNeste sábado, 17 de maio, às 16h, na Saraiva do Morumbi Shopping, lançamento de quatro livros sobre Copas da Panda Books:

“O Guia dos Curiosos – Copas”, do Marcelo Duarte;
“Dicionário das Copas”, do Humberto Peron e André Luís Nery;
“Infográficos das Copas” do Gustavo Longhi e Rodolfo Rodrigues;
“Tática Mente”, do PVC.

“The Two Escobars” e “Diamantes Negros”. Dois filmes que incomodam, no Thinking Football Film Festival, em Bilbao.

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Rose Bowl, Pasadena(CA), 22 de junho de 1994. O gol contra de Andrés Escobar, zagueiro da melhor seleção colombiana até hoje, foi como uma sentença de morte. A Colômbia chegou como uma das favoritas (Pelé disse isso) e na segunda partida foi eliminada. A barra pesou, numa Colômbia em turbulência por causa do narcotráfico. Jogadores e suas famílias foram ameçados. Na volta ao país, Andrés Escobar foi morto depois de uma discussão por causa do gol contra.
Esse é o ponto de partida do ótimo documentário “The Two Escobars, produção para a TV dos irmãos Jeff e Michael Zimbalist, que tive a oportunidade de ver na terceira quinta-feira do festival Thinking Football, promovido pela fundação do Athletic Club, em Bilbao.

O longa-metragem dos brothers Zimbalist, que costura rico arquivo de imagens com depoimentos, faz um paralelo entre a morte de Andrés Escobar com a do narcotraficante Pablo Escobar, com quem o zagueironão tinha parentesco nem ligação. E mostra como a seleção nacional colombiana foi usada tanto pelo poder do tráfico como pelo poder político constituído (claro, isso sempre aconteceu, e sempre acontecerá, em qualquer país). O que é incomum é ver jogadores de seleção visitando narcotraficantes na cadeia.

Documentário forte. Um filme que faz pensar, como a a outra atração do Thinking Football Film Festival na noite passada. “Diamantes Negros”, coprodução Espanha / Portugal dirigida por Miguel Alcantud sobre outro tráfico: o de jovens jogadores. Uma ficção com jeito de documentário.
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Um mascote pra Argélia, bolado pela artista plástica Lais Sobral.

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Ilustração: Lais Sobral – https://www.flickr.com/photos/lais-sobral/

Estamos a um mês do Mundial! Chegamos a 30 mascotinhos em homenagem aos países participantes da Copa. A artista plástica Lais Sobral mandou muito bem neste antílope aí de cima, em homenagem à Argélia. Maior capricho.

A série toda pode ser vista na página da Lais Sobral no Flickr ou aqui, no blog.

Espetáculo da torcida do Atlético de Madrid.

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Ontem vi um show de uma banda espanhola chamada Baron Rojo. Quase 3 horas de rock and roll pesado (fotos, pitacos e setlist breve na Coluna de Música). Hoje o concerto foi da torcida do Atlético de Madrid. Que joga junto com o time de Simeone. Por si, o estádio Vicente Calderón já tem uma das melhores atmosferas pro futebol que já vi. Clima de Copa sem as frescuras do Mundial.

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A festa só não foi maior porque o travessão e o goleiro do Málaga impediram a vitória do Atleti. Willy Caballero é argentino como Cholo Simeone, técnico e grande ídolo dessa equipe.

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O hino, as músicas de estádios e um refrão com o nome de outro técnico ídolo, Luis Aragonés, ajudam a empurrar esse time.
Agora ficou tudo pra última rodada. Continuar lendo “Espetáculo da torcida do Atlético de Madrid.”