12 de junho de 1993: quando ressurge o alviverde imponente.

No dia dos namorados de 1993, o Palmeiras reatou com os títulos, depois de um jejum de quase 17 anos – a última taça foi a do Paulistão de 76, com Ademir da Guia.

http://www.bbeditora.com/portfolio/palmeiras-2/
http://www.bbeditora.com/portfolio/palmeiras-2/

O título paulista de 93 é o tema do livro “Sociedade Esportiva Palmeiras 1993 – Fim do jejum, início da lenda” (do ídolo Evair, com Mauro Beting e Fernando Razzo Galuppo, pela BB Editora; 180 páginas, R$ 54,90). A noite de autógrafos é hoje mesmo, às 18h, na Academia Store – loja oficial do Palmeiras, na rua Augusta.

Dica de link: página especial do site do Palmeiras sobre o o Paulista de 1993. Tem a campanha, os campeões, entrevistas e vídeos. Era apenas o começo de uma era vitoriosa.

Um comentário sobre “12 de junho de 1993: quando ressurge o alviverde imponente.

  1. Acho que a celebre frase de Edmundo ao fim dos 120 minutos resume o que foi aquela serie de dois jogos: “Futebol se ganha dentro de campo”.

    Aquela Sele-Verde entrou em campo mordida. A quantidade de asneiras disparadas pela estupida midia esportiva durante a semana foi o estimulo que o mega-talentoso Palmeiras precisava. Idiotices do tipo “Palmeiras sempre amarela na reta fina” ou “Corinthians sempre leva a mlehor” foram ditas e escritas nos dias entre os dois jogos. Obviamente, a imitacao do Porquinho do Viola ajudou muito tambem.

    E seria muita injsutica se a Terceira Academia nao levasse aquele Paulistao. Fez exibicaoes de gala do inicio ao fim, com direito a varios chocolates. Alias, nem o mais otimista dos Palestrinos poderia imaginar que o jejum terminaria de maneira tao apoteotica com uma saraivada de 4×0 pra cima do Arqui-inimigo. Inimigo esse que tinha um belissimo time com o supra citado Paulo Sergio Viola , Neto e o roqueiro Ronaldo.

    O jogo foi espetacular, com o Palmeiras ligando o macarico logo no primeiro minuto, com Edmundo perdendo um gol impossivel. A troca de passes , as jogadas pelas pontas mostravam um time muito bem treinado por Luxa.

    Os gols sairam todos com muita naturalidade, demosntrando a grande superioridade verde naquela epoca. Nao que o Alvinegro nao tivesse tido suas chances, como um lance de Viola na prorrogacao, antes do penalti que definiria o titulo.

    A embaixadinha de Edmundo no fim de jogo foi uma resposta ao Porquinho e as asneiras dos pseudo jornalistas. Alias, que personagem foi o Anlinal naquela conquista. Nao fez gol na final , mas acabou com o jogo, indo pra cima como sempre fazia , especialmente em jogos decisivos. A pintura contra a Ferroviaria na fase semi final lhe valeu o apelido, apos ganhar pela enesima vez o rotulo de Animal do Jogo, conferido por Osmar Santos ao melhor em campo.

    Evair foi outro monstro na conquista, fazendo gol de todos os jeitos e servindo os companheiros com seu futebol inteligente. Sampaio e Zinho foram os motores que deram regularidade ao time.

    Emfim…como eram felizes os palestrinos nos anos 90, assim como haviam sido nos anos 60 e 70, quando a Academia era o unico time a fazer frente ao Santos de Pele e dominou o futebol brasileiro por 6 anos . Nos 90 , sera a mesma sina. Luxa e Felipao comandariam esquadroes que colecionaram titulos.

    Dias melhores virao….

    Forza Palestra!

    Recordar eh viver…Edmundo acabou com voce….

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