Eu acredito, tu acreditas, eles acreditam. Nós acreditamos…

  • Nos últimos meses, os torcedores do Galo conjugaram o verbo acreditar à beça, não? A gente já mencionou aqui o livro que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting escrevem, sobre a primeira Libertadores atleticana. Chama-se “Nós Acreditamos” e sai no mês que vem, pela BB Editora.
  • A editora Panda Books e a rádio  I t a t i a i a,  de Belo Horizonte, preparam um audiolivro. “Eu Acredito! Atlético Campeão da Libertadores 2013“. São 3h de áudio, com a narração de todos os 29 gols da campanha campeã, as defesas milagrosas que  levaram à beatificação e canonização de Victor para os atleticanos, e a íntegra da emocionante final contra o Olimpia, no Mineirão.  Narração de Mário Henrique Caixa. Capa abaixo. Fica pronto em 12 de agosto e já está em pré-venda no site da Panda.
www.PandaBooks.com.br
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Supercampeão

Borussia Dortmund
Flâmula do Borussia Dortmund, que bateu por 4×2 o todo poderoso Bayern agora de Pep Guardiola e conquistou a Supercopa da Alemanha. A Supercup reúne o campeão da Bundesliga, o campeonato alemão por pontos corridos, e o vencedor da Copa da Alemanha. Como o campeão europeu papou as duas competições nacionais em 2012-13, disputou a Supercopa contra o vice da liga alemã, o Borussia. Que levou a melhor e impôs o primeiro dissabor ao novo treinador dos bávaros.

  • Um tapinha não dói?

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Djalma Eterno

Divulgação | http://www.palmeiras.com.br/
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Muito bacana a homenagem do Palmeiras para o ídolo Djalma Santos, lateral direito bicampeão do mundo pela seleção em 1958 (ainda era da Lusa) e 62 (já no Palmeiras). O alviverde não só entrou em campo como jogou a partida deste sábado contra o Guaratinguetá com esta camiseta branca, com o rosto do bicampeão e a inscrição “Obrigado, Djalma”. Nas costas, o nome do jogador, que esta semana entrou para a seleção do Céu.

A Portuguesa também entrou em campo na rodada de sábado com homenagem ao seu campeão, com a hashtag #DjalmaEterno na camisa.

https://www.facebook.com/portuguesaoficial
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* 1971 * O(s) Ano(s) do Galo * 2013

_ Galooo!
É praticamente impossível passar um tempo em Belo Horizonte sem ouvir esse grito, às vezes do nada.
Imagine nesta semana em que o Atlético ganhou de forma indiscutível sua primeira Copa Libertadores. Indiscutível barra emocionante barra épica!

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Antes da estranha e política unificação dos títulos nacionais, que misturou campeonatos e copas, o Atlético Mineiro era considerado o campeão do primeiro Brasileirão. Em “1971 – O Ano do Galo”, o jornalista Marcelo Baêta relata essa campanha, de um Galo comandado por Telê Santana. Pé frio? O mestre foi campeão brasileiro no começo da carreira! E resolveu pagar uma promessa com uma caminhada de quase 80 quilômetros entre Belo Horizonte e Congonhas do Campo, interior de Minas Gerais. Só que não. O mestre não conseguiu completar o percurso a pé, não. Também está na linda biografia de Telê escrita por André Ribeiro, “O Fio de Esperança”.
Dizem por aí que alguns torcedores estão terminando de pagar, agora em 2013, a promessa que o mestre Telê inventou em 1971… De BH a Congonhas do Campo!

E não é pra menos. Tem mais é que agradecer a graça alcançada, mesmo,  conquistar essa pantera… Libertadores, sua linda! Obscuro objeto do desejo não só de Luís Buñuel como de todos os sul-americanos. Na primeira fase, o “Galo Doido” tocou um metal arrasa-quarteirão. Venceu o São Paulo (campeão da Sul-Americana 2012) no Horto, goleou duas vezes o Arsenal (campeão do Clausura 2012 na Argentina) , superou o Strongest outras duas vezes, só perdeu para o São Paulo no Morumbi quando a classificação e a melhor campanha já estavam garantidas.
Nas oitavas, o Galo atropelou o confuso São Paulo de Ney Franco, que entrou em crise que parece interminável.
Nas quartas, o imponderável começou a entrar em campo. Na partida de ida, no México, o Tijuana saiu na frente, chegou a abrir um confortável 2×0, mas o Galo empatou. O Atlético e um ofensivo Tijuana empatavam em 1×1 na partida de volta, no Horto, o que dava a classificação para o Galo. Pênalti para o Tijuana no finalzinho do jogo. Se convertido, teria o peso de um “gol de ouro” para os mexicanos, morte súbita para os mineiros. A defesa que elevou o goleiro Victor a categoria de santo valeu como um goooooolllllll!!!!!!!!
Semifinais: em Rosário, o Newell´s de Gerardo Tata Martino (agora o novo técnico do Barcelona) fez 2×0. Você pensa: ferrou para o Galo. Qual o quê? No jogo do Yes We C.A.M., Bernard marcou logo. Aí você pensa. Vai ser mais fácil do que se esperava. Qual o quê? O segundo gol, que levava a partida para os pênaltis, só saiu nos acréscimos. Jô e Richarlyson isolaram… mais os argentinos também desperdiçaram… e Victor operou o segundo milagre! Na primeira partida da final, no Paraguai, R10 pouco jogou. O Galo parecia contente com 0x1, aí tomou o segundo gol nos últimos instantes. O mosaico da torcida do decano Oimpia – “El Rey de Copas quiere la quarta [Copa Libertadores] – parecia mais real que mosaico 3D de time alemão.
Só que a massa atleticana disse “Eu Acredito” e lotou não o Horto, mas o Mineirão, que comporta o triplo de crédulos. Os gols saíram no segundo tempo… Jô logo no começo da etapa final. E quando Leonardo Silva marcou o segundo, parecia que o terceiro era questão de tempo. Qual o quê? Cuca, Alexandre Kalil e o grito de Galooooooo tiveram que esperar mais 30 minutos de prorrogação e os pênaltis. Ô boca a minha no Twitter: “Hora de Victor entrar em ação”.

  • Essa saga – a história louca do Galo campeão da Libertadores 2013, que deixou o técnico lelé da Cuca na beira do gramado, festejando como ‘jogador’ de video-game – será muito melhor contada, com muito mais informação, detalhes e graça no livro que os jornalistas Leonardo Bertozzi, Mário Marra e Mauro Beting estão escrevendo. Vai se chamar “Nós Acreditamos” e deve sair pela BB Editora em agosto.