Cruzeiro, 94 anos.

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O atual bicampeão brasileiro (tetracampeão levando em conta 1966 e 2003) faz aniversário neste 2 de janeiro. O Cruzeiro Esporte Clube vai celebrar os 94 anos de páginas heroicas numa missa, no dia 7, às 19h30, na sede do Barro Preto.
Na campanha da Libertadores, do estadual e do Brasileirão, o time comandado por Marcelo Oliveira deve ter Leandro Damião, emprestado pelo Santos, para o lugar de Marcelo Moreno, devolvido ao Grêmio. Em dezembro, o perfil do clube no Twitter adiantou uma imagem do novo uniforme da Raposa, agora fabricado pela Penalty (confira no post anterior os uniformes de 2014, ainda feitos pela Olympikus). A camisa 1 vai ter as tradicionais 5 estrelas soltas do lado esquerdo do peito e, no centro, o ‘scudetto’, o brasão do título nacional. Na gola, chama a atenção a tríplice coroa, homenagem às conquistas do Brasileirão, Copa do Brasil e campeonato mineiro em 2003.

https://www.facebook.com/cruzeirooficial
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Palestra Itália

http://www.cruzeiro.com.br/

O celeste Cruzeiro e o alviverde Palmeiras têm algo em comum, além de estarem com 9 dedos e meio na taça das duas principais divisões do Campeonato Brasileiro. Ambos têm origens ligadas à comunidade italiana, embora tenham atravessado e muito o limite das colônias. E ambos se chamaram Palestra Itália.

O Cruzeiro nasceu Societá Sportiva Palestra Itália em 1921, foi Sociedade Sportiva Palestra Itália, Palestra Mineiro, Ypiranga (por 1 jogo) e enfim, Cruzeiro –  virtual grande campeão da Série A em 2013.

O Palmeiras nasceu Palestra Itália em 1914, virou Palestra de São Paulo e, afinal, Sociedade Esportiva Palmeiras – a um pontinho do título da Série B. Continuar lendo “Palestra Itália”

De Palestra Itália a Cruzeiro

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“91 anos de páginas heroicas imortais”, comemorou o site oficial da Raposa, que neste 2 de janeiro de 2012 publicou a evolução dos distintivos do clube celeste, fundado como Societá Sportiva Palestra Itália. Que virou Sociedade Sportiva Palestra Itália, depois Palestra Mineiro, Ypiranga por uma partida e, finalmente Cruzeiro Esporte Clube – campeão da Taça Brasil de 1966 (hoje equiparada ao Brasileirão),cruzeiro campeão da Libertadores em 1976 e em 1997, bicampeão da Supercopa dos Campeões da Libertadores da América em 1991/92, campeão de tudo que disputou de importante em 2003 (Mineiro, Copa do Brasil e Brasileiro – a tríplice coroa do atual escudo), vencedor da Copa do Brasil também em 1993, 1996 e 2000. Sem falar no bi da Sul-Minas (2001/02) e em 36 títulos mineiros.
Alguns dos responsáveis por tantas taças estão no livro que o jornalista Cláudio Arreguy lançou em maio/2010: “Os Dez Mais do Cruzeiro”, o oitavo da coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora.

Arreguy escreveu os perfis dos 10 craques azuis escolhidos por um júri de especialistas em Cruzeiro.

Os eleitos: os atacantes Niginho, Tostão, o meia Dirceu Lopes, o meio-campo Piazza, o goleiro Raul, o atacante Natal, o lateral direito Nelinho, de famosa bomba no pé, o ponta-esquerda Joãozinho, o ala Sorín e o meia Alex. Continuar lendo “De Palestra Itália a Cruzeiro”

Terceiro uniforme do Cruzeiro

Montillo com o uniforme 3 do Cruzeiro FOTO Washington Alves VIPCOMM
Montillo com o uniforme 3 do Cruzeiro FOTO Washington Alves VIPCOMMMontillo com o uniforme 3 do Cruzeiro FOTO Washington Alves VIPCOMM

Não, o craque Montillo aí ao lado não foi apresentado pelo Palmeiras, não. Pra quem ainda não viu, o argentino veste o novo uniforme 3 do Cruzeiro – que como o Palmeiras, um dia já foi Palestra Itália, até a década de 40 – no caso do clube mineiro, mais exatamente Societá Sportiva Palestra Itália. E a essa história do Cruzeiro que o novo modelo retrô do fornecedor faz referência. Daí o distintivo com as iniciais SS PI no lado esquerdo do peito. Continuar lendo “Terceiro uniforme do Cruzeiro”

A primeira Libertadores do Cruzeiro

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Flâmula sobre o bi celeste na Taça

O ano, 1976. Na primeira fase, o Cruzeiro -então vice brasileiro- pegou o Internacional, de Minelli, Falcão e cia, e dois times do Paraguai: o Sportivo Luqueño e o Olimpia. O Cruzeiro também tinha um timaço: no gol, Raul, que seria campeão do mundo pelo Fla em 81. O lateral-direito Nelinho tinha aquela bomba, capaz de chutar bola fora de estádios grandes como o Mineirão. Piazza e Jairzinho ganharam a Copa 70 no México.  Palhinha fazia muitos gols (seria campeão paulista pelo Corinthians em 77). Na ponta-direita, Roberto Batata, ídolo da torcida cruzeirense, morreria num acidente de carro durante as semifinais. O ponta-esquerda era o infernal Joãozinho. Bom, o Cruzeiro ganhou as duas do Inter (5×4 e 2×0) e do Sportivo Luqueño (3×1 a 4×1). Com o Olimpia, um empate fora de casa (2×2) e uma goleada no Mineirão (4×1). Na fase semifinal, mais gols, muitos gols mais: 3×1 e 4×1 na LDU de Quito. 4×0 e 7×1 no Alianza de Lima (foi depois dos 4×0 contra o Alianza, no Peru, que Roberto Batata morreu, quando seguia de carro para o interior de Minas para ver mulher e filha ). Na grande final, o Cruzeiro começou goleando o River Plate em BH: 4×1. Perdeu em Buenos Aires por 2×1. No desempate, em Santiago do Chile, Cruzeiro 3×2, com gol de falta de Joãozinho no fim do jogo. Nelinho se preparava para bater. Joãozinho se antecipou e cobrou sem ninguém esperasse. Nem o goleiro do River, Landaburu, que nem se mexeu. Título da Libertadores dedicado a Roberto Batata. Continuar lendo “A primeira Libertadores do Cruzeiro”