Saiu: “Os Sem-Copa”.

Oberdan Cattani, Heleno de Freitas, Tesourinha, Evaristo de Macedo, Roberto Batata, Dener, Canhoteiro, Alex, Friedenreich. “Craques que encantaram o Brasil e nunca participaram de um Mundial”. É o subtítulo de “Os Sem-Copa” (Maquinária Editora), o novo livro da jornalista Clara Albuquerque (autora de “A Linha da Bola“).

http://www.maquinariaeditora.com.br/
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Boa dica da coluna de Mauro Beting no “Lance!” de hoje. Continuar lendo “Saiu: “Os Sem-Copa”.” →

Troca-troca já foi tema de música de Jorge Ben Jor.

15219_366848486769850_857745890_nJadson já estreou pelo Corinthians. Alexandre Pato foi apresentado nesta terça pelo São Paulo. O troca-troca entre os tricolores paulista e carioca não vai rolar – pelo menos por enquanto, São Paulo e Fluminense não vão trocar Osvaldo e Wagner.
A propósito, o GloboEsporte.com fez uma lista de trocas famosas entre grandes clubes brasileiros. Uma delas mexeu com o futebol carioca em meados dos anos 70. O Fluminense de Francisco Horta mandou pro Flamengo o goleiro Roberto, o lateral Toninho e o atacante Zé Roberto – todos atuaram,Toninho mais,  na campanha do título carioca de 1975. E o Flu trouxe da Gávea o goleiro Renato, o lateral Rodrigues Neto e o atacante argentino Doval.
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Francisco Horta, o cartola tricolor, ainda fez um troca-troca com o Botafogo. Mandou Manfrini e Mário Sérgio, levou Dirceu.
E com o Vasco. Para ter Miguel, Horta cedeu o zagueiro Abel, o lateral Marco Antônio e o meio-campo Zé Mario. Chacoalhou o mercado. E foi bicampeão carioca. E essa “trocação” toda foi o tema de uma música de Jorge Ben Jor, ainda Jorge Ben, mesmo, no LP  “A Banda do Zé Pretinho“, que chegou para animar a festa em 1978 via Som Livre. Está fora de catálogo – meu exemplar é um LP de vinil, recentemente achado numa feirinha de discos em Sampa.
O álbum, que Ben dedica “ao mais Flamengo” e “ao mais anti-Flamengo”, está cheio de referências ao futebol, especialmente no lado A.
“Troca-Troca” é uma gentil homenagem a Francisco Horta (“fez voltar ao Rio de Janeiro/a época de ouro da capital do futebol”). E tem mais:
O clássico “Cadê o Penalty” (aqui respeito a grafia inglesa do encarte) foi regravado pelo Skank, na sua estreia pelo selo Chaos/Sony Music, no começo dos anos 90.

Penalty, penalty, penalty, penalty, penalty/Cadê o penalty/que não deram pra gente/no primeiro tempo…

“Era uma Vez 13 Pontos” narra o destino que um trio de sortudos vai dar para o prêmio da loteria esportiva, fechando um irrepreensível lado a. Continuar lendo “Troca-troca já foi tema de música de Jorge Ben Jor.” →

Ídolos, memórias, achados.


No meio de uma mudança, no fim de 2013, deixei de blogar alguns assuntos, ou de me deter mais sobre alguns fatos. Por outro lado, o fim da mudança trouxe alguns achados. Por exemplo, o cartãozinho autografado por Pedro Rocha, na loja de esportes que o #Verdugo tinha na esquina das ruas Joaquim Floriano e João Cachoeira, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.

Coleção @FutPopClube
Coleção @FutPopClube

Ao amigo João, afetuosamente, Pedro Rocha

Segunda metade dos anos 70. Além da Pedro Rocha Sport, o craque celeste do tricolor paulista também tinha o nome numa chuteira – ainda vou achar um anúncio, em alguma revista.

A gente morre um pouco quando perde um ídolo. Lá se vai um pedaço da nossa infância, da nossa adolescência.

Fiquei comovido com o choro convulsivo de um torcedor do Botafogo, no velório de Nilton Santos. Se Pedro Rocha foi considerado por Pelé a certa altura um dos 5 melhores do mundo, o #Enciclopédia é tido como o maior lateral-esquerdo de todos os tempos.

Em 2013, perdemos outros grandes campeões. Gylmar dos Santos Neves, De Sordi, Djalma Santos, além de Nilton. Quase uma defesa inteira da seleção que trouxe a Taça do Mundo em 1958.  Continuar lendo “Ídolos, memórias, achados.” →

“1993 – Somos Bicampeões do Mundo”

Publicado em 12/12/2013

https://pandabooks.websiteseguro.com/livro/570/1993-somos-bicampeoes-do-mundo.html
https://pandabooks.websiteseguro.com/livro/570/1993-somos-bicampeoes-do-mundo.html

12 de dezembro de 1993. Era madrugada no Brasil. E o São Paulo do mestre Telê conquistava o seu bicampeonato mundial, ao derrotar o Milan por 3×2, numa partida emocionante, no belo estádio nacional de Tóquio. Vinte anos depois, o goleiro Zetti -um dos heróis do bi – e o jornalista André Plihal lançam o livro  “1993 – Somos Bicampeões do Mundo” (Panda Books). A noite de autógrafos, na noite em que o título completou 20 anos, levou muita gente à Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Às 21h30, a fila descia as escadas, saía da loja e avançava alguns metros na calçada da alameda Santos! Continuar lendo ““1993 – Somos Bicampeões do Mundo”” →

Jogo 1.117 de Rogério Ceni pelo São Paulo FC

Atualizado em 24 de novembro, às 23h30

O goleiro-artilheiro Rogério Ceni entrou em campo para sua partida número 1.117 com a camisa do São Paulo, no Morumbi, no empate contra o Botafogo (1×1). Bateu o recorde de jogos de Pelé com a camisa do Santos. Goste-se ou não de Rogério, não dá para negar: é um feito e tanto. Como seus 113 gols.

Foto: Luciano Dias
Foto: Luciano Dias

A foto acima mostra as luvas comemorativas do jogo 1.000 de RC ( x Atlético Mineiro, @ Morumbi, Brasileirão 2011), autografadas, orgulho da coleção do torcedor tricolor Luciano Dias.

Hoje ele jogou com a 10.  FOTO Rubens Chiri | http://www.saopaulofc.net/
Hoje ele jogou com a 10.
FOTO Rubens Chiri | http://www.saopaulofc.net/

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O Departamento de Comunicação do São Paulo preparou o e-book #M1T01117 – com pesquisa do historiador Michael Serra e produção gráfica da Publishouse. Clique aqui para fazer o download ou aqui para ler.

Dentro do post, uma reprodução do ingresso da milésima partida de Ceni, em 2011. A de hoje pode ser a última de Brasileirão no Morumbi de Rogério, que ainda não anunciou se pendura essa luvas (e a chuteira artilheira) ou renova.  Continuar lendo “Jogo 1.117 de Rogério Ceni pelo São Paulo FC” →

Boi-gol

https://www.facebook.com/saopaulofc
IMAGEM: página do São Paulo no Facebook : https://www.facebook.com/saopaulofc

1379987_466848083436556_418289290_nO São Paulo agora tem um novo homem-gol. Ou melhor, boi-gol.
Que fase a do Aloísio, o “boi bandido”!
Jogador raçudo, importante para um time, um cara que acredita em todas, não para de lutar… mas pecava nas finalizações. Nas últimas rodadas, desatou a fazer gols. Com direito a pedir música no “Fantástico”, graças ao hat-trick da vitória contra o Inter, erros do trio de arbitragem à parte.

A arte divulgada pelo São Paulo lembra das comemorações malucas que o Aloísio faz a cada gol: as “voadoras”. E a camiseta já chegou às lojas da rede São Paulo Mania.

Gol de Peixinho

Arquivo Histórico do São Paulo FC : http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/morumbi/2013/10/2/morumbi-53-anos-se-e-um-sonho,-que-seja-grande!/
Arquivo Histórico do São Paulo FC : http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/morumbi/2013/10/2/morumbi-53-anos-se-e-um-sonho,-que-seja-grande!/

Dois de outubro de 1960: o são-paulino Peixinho mergulhou para fazer de cabeça o gol da vitória do tricolor contra o Sporting Clube de Portugal. Era o amistoso de inauguração do Morumbi. Arnaldo Poffo Garcia fez o primeiro tento do estádio e imortalizou a expressão ‘gol de Peixinho’.

O que pouca gente hoje em dia sabe é que o houve um segundo amistoso de inauguração, sete dias depois: São Paulo x Nacional de Montevidéu. Esse segundo amistoso aparece no cartaz acima, divulgado pelo site do São Paulo, num trabalho de Michael Serra, do Arquivo Histórico do clube, e republicado pela página oficial do ex-goleiro Zetti no Facebook.   Continuar lendo “Gol de Peixinho” →

Leônidas: 100 anos de histórias.

A programação dos encontro do Memofut sobre o Diamante Negro neste sábado.
Flyer do encontro do Memofut sobre o Diamante Negro, que rolou sábado, 14/09.

Os 100 anos do Diamante Negro renderam uma manhã repleta de informações – e de emoção – no encontro mensal do Memofut, grupo que discute a memória e a literatura do futebol, do qual este blogueiro tem orgulho de participar. Por ironia do destino, o Memofut costuma se reunir no auditório do Museu do Futebol, que fica dentro do estádio do Pacaembu – onde Leônidas brilhou com as camisas de seleções estaduais (carioca e paulista) e do São Paulo FC, cinco vezes campeão paulista com o “crack”: 1943, 45. 46, 48 e 49. Sua estreia com a camisa tricolor, num majestoso 3×3 contra o Corinthians, em 1942 é recorde de público do estádio até hoje: mais de 70 mil presentes.

Os palestrantes (oops): o são-paulino Michael Serra, o flamenguista Antonio Carlos Meninéa, o consultor Max Gehringer e o jornalista André Ribeiro, autor da biografia de Leônidas
Os palestrantes (oops): o são-paulino Michael Serra, o flamenguista Antonio Carlos Meninéa, o consultor Max Gehringer e o jornalista André Ribeiro, autor da biografia de Leônidas

O sabadão começou com a exposição do jornalista André Ribeiro, autor da biografia de Leônidas, Diamante Negro, que também exibiu o trecho final do documentário da TV Cultura sobre o artilheiro. Não bastasse o forte conteúdo do finalzinho da vida de Leônidas, a viúva do jogador, Albertina Pereira dos Santos, estava no auditório e recebeu uma homenagem do Memofut.  Foram momentos muito emocionantes. Continuar lendo “Leônidas: 100 anos de histórias.” →