80 anos do eterno mestre Telê

Gostaria de lembrar de um documentário e de um livraço sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Já saiu em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme.

A outra dica vai para uma reedição, uma oportuna reedição: Fio de Esperança-Biografia de Telê Santana é o emocionante livro do jornalista André Ribeiro, agora pela editora Cia dos Livros e com nova capa, que você pode ver ao lado. André Ribeiro é o autor de Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva, também relançado pela Cia dos Livros.  Tem 512 páginas e vale cada 59 reais e 90 centavos.

Outros posts sobre o maior técnico de todos os tempos:
Continuar lendo “80 anos do eterno mestre Telê”

A motivação de Rogério Ceni

“…Eu quero ser campeão brasileiro de novo! Eu estou no fim da carreira, quero ganhar e vocês têm obrigação no começo de ganhar também!”.

Palavras do goleiro-artilheiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, antes da partida de domingo contra o Inter, no Beira-Rio, que terminou com a vitória dos visitantes por 3×0. Impressionante a determinação do capitão tricolor, que bate no peito enquanto fala. Sete pontos atrás do líder, passado o primeiro quarto do campeonato. Será que dá pro hepta tricolor? A ver, como diriam os espanhóis. Veja a íntegra da impressionante “preleção” de Rogério no vídeo abaixo, do canal oficial do São Paulo FC   no You Tube, que inclui a apresentação do técnico Adilson Batista ao elenco são-paulino.

E quando eles pendurarem as luvas?

Foto: Fábio Menotti/divulgação Palmeiras
Foto: Fábio Menotti/divulgação
Capa do DVD Rogér100 Ceni, que o Lance! começou a vender nas bancas

Como serão o dia, a semana, os meses seguintes ao que Marcos aposentar a camisa 12 de goleiro do Palmeiras?
O que será do São Paulo no dia em que o Rogério Ceni pendurar a camisa 01, de goleiro-artilheiro? Confesso que, se fosse possível,  torceria para esses dias nunca chegarem… Continuar lendo “E quando eles pendurarem as luvas?”

Verdugo

Publicado em 14 de junho de 2011
Gostaria de aproveitar o começo da decisão da Libertadores 2011 para mencionar um ótimo perfil de um dos maiores artilheiros dessa copa. Pedro Virgílio Rocha Franchetti, o Pedro Rocha, ídolo do Peñarol nos 60, do São Paulo nos 70 e da Celeste Olímpica é o garoto da capa do nº 5 da revista brasileira Football(capinha ao lado). É um pouco difícil achar Football nas bancas (quando encontro na Cultura ou na La Selva, já vou pegando), mas dá para ler o perfil escrito por Moacir Japiassu no site da revista. Continuar lendo “Verdugo”

Corneta

Jean passa por Vi ctor para fazer São Paulo 3x1 FOTO Wander Roberto VIPCOMM

Entreouvido na arquibancada do Morumbi, no começo da noite deste sábado, da quarta rodada do Brasileirão 2011:
Tira a mão das cadeiras, Dagoberto!
– Ô Rodrigo “Preso” (referência ao volante Rodrigo Souto)
– Vai, aleijado! (????). Manco!
– Carpegiani, tira o “filho do presidente”!

“Filho do presidente”, entre aspas, mesmo, foi uma referência do folclórico torcedor ao Marlos, autor do gol de desempate. Que como Dagoberto, Rodrigo Souto, “aleijado”, “manco”, mais os jovens Lucas, Casemiro e companhia ajudaram o São Paulo a vencer a quarta seguida, contra um Grêmio mais tímido do que o normal, e manter a ponta no Brasileirão 2011.

A bem da verdade, diga-se que os pouco menos de 15 mil pagantes no Morumbi aplaudiram Marlos quando o jogador foi substituído.

Continuar lendo “Corneta”

20 anos do tri tricolor no Brasileirão

O São Paulo vinha de 2 vices seguidos em Brasileiros: em 89, diante do Vasco, e em 90, já com mestre Telê Santana como técnico, diante de um arquirrival, o Corinthians. Na terceira final seguida, o tricolor enfim conseguiu seu tri do Brasileirão.”Cadê o pé-frio?”, perguntou Telê, lembra o recém-lançado livro de Orlando Duarte e Mário Vilela, São Paulo FC – o Supercampeão (Companhia Editora Nacional), que tem os detalhes dessa e muitas outras conquistas.

Primeiro jogo no Morumbi contra o Bragantino de Carlos Alberto Parreira: 1×0 magro, gol de Mário Tilico, que era opção no banco.

O segundo jogo, num 9 de junho como hoje, foi em Bragança Paulista, diante de pouco mais de 12 mil pagantes. O 0x0 deu, enfim, o tricampeonato ao  São Paulo (que no fim do ano ganharia o Paulista também). A taça das bolinhas erguida pelo capitão Raí foi o passaporte para saltos aindas maiores: a conquista da América e do mundo, com a Libertadores e o Mundial Interclubes, em 1992. E o  espetacular time de Telê Santana ainda daria bis, em 1993. Continuar lendo “20 anos do tri tricolor no Brasileirão”

Campeões do CINEFoot 2011

“Apita o árbitro. Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo, torcida brasileira. Agueeenta coração”. Assim o saudoso locutor Fiori Gigliotti poderia narrar a abertura da “seleção paulista” do CineFoot, festival de cinema de futebol.

Nesta quinta, 2 de junho, a partir de 19h30, no Museu do Futebol, Pacaembu dois filmes sobre histórias de estádios: “Vivaldão, o Colosso do Norte”, sobre o Vivaldo Lima derrubado para a construção da arena da Copa, em Manaus, e uma pré-estreia de  “Primeiro Tempo”, etapa inicial do projeto Palestra Itália.doc (leia post anterior, com trailer).

Nesta sexta, 3/6, na mesma bat-hora, no mesmo bat-museu, o curta “Vila da Torres” e o longa “Soberano – Seis Vezes Campeão” (veja post anterior sobre a pré-estreia, em 2010). Programação completa aqui.

No “crepúsculo de jogo” na parte carioca do festival (no Rio, tem competição), foram anunciados os filmes vencedores. Na categoria longa-metragem, a Taça CineFoot foi para “Copa Vidigal”. Confira o trailer:


O curta-metragem que levou a Taça CineFoot para a Espanha foi “Porque Há Coisas que Nunca São Esquecidas (Porque Hay Cosas que Nunca se Olvidan)”, de Lucas Figueroa. Continuar lendo “Campeões do CINEFoot 2011”

Jogada Ensaiada do portal Cultura Brasil

Tempo de decisão no Campeonato Paulista (aliás, finalmente, já era hora de termos alguma emoção no estadual; estamos em abril!). Aproveito para dar um alô sobre o excelente especial Jogada Ensaiada que o portal Cultura Brasil fez sobre músicas que falam dos quatro maiores times paulistas – e os ídolos do Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo. Golaço! Os links para ouvir: Continuar lendo “Jogada Ensaiada do portal Cultura Brasil”

Ao mestre Telê Santana, com carinho

21 de abril. 5 anos que Telê Santana nos deixou. Gostaria de lembrar de um documentário e de um livro sobre o ponta franzino do Fluminense – daí o apelido “Fio de Esperança” – que virou técnico campeão pelo Flu, Galo, Grêmio, São Paulo campeão de tudo entre 1991 e 94. Onde não levantou título, deu show de bola – Palmeiras 1979, Seleção Brasileira da Copa de 1982 e, em menor grau, do Mundial de 1986.
Está para sair em vídeo pela Imovision o documentário Telê Santana – Meio Século de Futebol-Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portella e Danielle Rosa. Tive o prazer de ver uma exibição em cinema do doc, na mostra CineFoot, no ano passado. Depoimentos de montão: Cafu, de quem Telê pegou muito no pé para aprender a cruzar a bola, Roberto Dinamite, Juvenal Juvêncio, Leonardo, Wanderley Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Muller, o pupilo Muricy Ramalho,  Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Serginho Chulapa, Sócrates, Zetti, Zico e muitos outros. Confira o site e o Facebook do filme: Continuar lendo “Ao mestre Telê Santana, com carinho”