# Mineirão 45 anos

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Palco de tantos clássicos e confrontos decisivos – por campeonato mineiro, Taça Brasil, Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e até a partida de volta do Mundial Interclubes (ou Copa Intercontinental, em 1976, Bayern de Munique campeão em cima do grande Cruzeiro, campeão da Libertadores 76). O estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, completou 45 anos em 5 de setembro – e passou o aniversário em obras, para a Copa 2014. Continuar lendo “# Mineirão 45 anos”

Linha 130, rumo ao Monumental de Nuñez

Torcedores argentinos e venezuelanos chegaram ao estádio no mesmo ônibus
Torcedores argentinos e venezuelanos chegaram ao estádio no mesmo ônibus

Está certo que partidas entre a maioria das seleções – ainda mais de países amigos – não têm assim aquela rivalidade de jogos entre clubes. É um clima mais “ecumênico”, o futebol pelo futebol, sem revanchismos. No caminho do local da goleada argentina sobre a Vino Tinto, peguei um ônibus que misturava venezuelanos e argentinos, daqueles tipos que capricham na produção e são mostrados pelas câmeras de TV. Um hincha argentino estava  de gaúcho, com camisa 10 em homenagem a Gardel e uma réplica da Copa do Mundo na mão. Outro levava uma perna de pau do Independiente. Perdão, conterrâneos de Hugo Chávez, a seleção é fraquinha. Mas esta camisa grená certamente seria uma das mais bonitas da Copa do Mundo. Dentro do estádio, apenas uma pequena parte reservada aos visitantes. Mas havia venezuelanos de camisa e tudo no setor que fiquei, no meio do estádio. Na boa. Na paz. Continuar lendo “Linha 130, rumo ao Monumental de Nuñez”

Messi Monumental. Argentina 4×0 Venezuela.

Momentos antes da estreia de Maradona: note a aglomeração de fotógrafos no banco da Argentina, à direita.
Momentos antes da estreia de Maradona: note a aglomeração de fotógrafos no banco da Argentina, à direita.

Peço licença para parafrasear o bom título que os dois principais jornais argentinos usaram na cobertura antes do jogo de estreia de Maradona como treinador da seleção alviceleste em Eliminatórias e também jogando em casa. “Maradona monumental”, cravaram o Clarín e o La Nación, na edição impressa de sábado, relembrando grandes momentos de don Diego na “cancha” do River Plate. Que ficou lotada nesta noite de sábado para ver Argentina x Venezuela. Os argentinos saudaram a entrada do treinador que é um ídolo maior que os atuais jogadores ao coro de “olê olê olê, Diego, Diego”. De emocionar a paixão que o povo argentino tem por El Diez. Maradona armou sua equipe num superofensivo 3-4-3. E olha que o Zanetti não joga na defesa faz tempo, que eu saiba. E foi numa jogada individual do jogador da Inter de Milão que Messi abriu o placar. Restante do primeiro tempo: faltou troca de posições entre os 3 atacantes. Os dois delanteros venezuelanos levaram perigo à defesa argentina, que pode ficar exposta demais contra um adversário mais forte. O segundo tempo foi um passeio. Continuar lendo “Messi Monumental. Argentina 4×0 Venezuela.”