O Cruzeiro Esporte Clube comemorou, em 2 de janeiro, 90 anos de páginas heróicas e imortais! Foi fundado como Societá Sportiva Palestra Itália. A flâmula, comemorativa do bi da Libertadores, foi presente de um amigo cruzeirense que mora em Sampa, mas sempre que pode, não perde a chance de ver um jogo da Raposa. Continuar lendo “#Cruzeiro 90 anos”→
Maraca sessentão, Morumba cinquentão, Mineirão 4.5 … Já vi nas lojas o CD duplo do Skank no Mineirão– da série Multishow Ao Vivo. O especial gravado no estádio que é orgulho do Skank, de atleticanos, americanos e cruzeirenses (e fez 45 anos em setembro) já passou no canal 42 do cabo. O DVD não demora. Coomo não demora pra rolar o clássico da MPB boleira: Continuar lendo “Ao Vivo no Mineirão”→
Na semana em que lamentou a morte do ex-zagueiro Waldemar Carabina, 584 jogos pelo alviverde, o Palmeiras comemora 96 anos de muita história. O Verdão foi fundado em 26 de agosto de 1914, como o Palestra Itália, chegou a ser Palestra de São Paulo antes de se chamar Sociedade Esportiva Palmeiras.
Primeiro símbolo do Palestra Itália, em 1914, segundo o palmeiras.com.brDistintivo na camisa do Palestra Itália, em 1915, no palmeiras.com.br
Goleiro do penta. Goleiro da Libertadores alviverde. Um dos dez mais do Palmeiras no livro do Mauro Beting. Um dos 11 maiores goleiros do futebol brasileiro do livro do Menon. Marcos, Marcão. São Marcos para os muitos. 500 jogos pelo Palmeiras nesta quinta-feira, contra o Vitória. Apenas Ademir da Guia, Leão, Dudu, Waldemar Fiúme, Valdemar Carabina e Luís Pereira atuaram mais pelo Palestra, meu! Mas eram outros tempos… E olha que o Marcos sofreu com contusões… Vai ter camisa comemorativa, bonecos… O site do Palmeiras já está em festa para o ídolo alviverde dos últimos 11 anos. Tem entrevistas e números. Entre eles, um que me chama especial atenção. Segundo o www.palmeiras.com.br, Marcos já catou 33 pênaltis! Parabéns, Marcos! Ele merece, ele merece!
Por falar em Palestra, neste sábado, 21 de agosto, o MemoFut dedica ao Palmeiras uma reunião aberta ao público no auditório do Museu do Futebol. Entre 9h e 12h, haverá um bate-papo com Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Verdão, o jornalista Mauro Beting e o ex-meia Leivinha (ex-Lusa, Palmeiras, onde foi ídolo, bicampeão brasileiro 72/73 e campeão paulista em 72 e 74, Atlético de Madrid -campeão espanhol NA temporada 76/77 – e São Paulo). Sessão de perguntas e respostas. Oportunidade para mostrar e ver memorabilia alviverde… De graça. Aberto ao público. Vai bombar.
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Alex, Evair, Galeano, Cléber, Júnior Baiano e os goleiros Sérgio e Velloso. FOTO: Fabio Menotti
Nesta “paradinha” para Copa, o torcedor do Palmeiras tem motivos para andar nas nuvens. Primeiro, a volta do ídolo Kléber. Depois, o tão esperado retorno de Felipão. 16 de junho é uma data para não esquecer. Há 11 anos, o aliverde conquistava sua primeira Libertadores, nos pênaltis, depois de vencer o Deportivo Cáli por 2 a 1, no Palestra Itália. Revirei os arquivos virtuais do Fut Pop Clube para republicar imagens de um post, que é um dos mais procurados do blog, que saiu no 10º aniversário da conquista. Continuar lendo “11 anos da Libertadores alviverde”→
Celebramos os 70 anos do Pacaembu, onde o Santos venceu o Santo André no primeiro jogão da final do Paulista 2010 (3×2, decisão muito mais disputada do que se esperava) e no próximo domingo deve sacramentar o título. O estádio municipal Paulo Machado de Carvalho foi inaugurado em 27 de abril de 1940, com a presença de Getúlio Vargas (ditador, no período do Estado Novo, 37-45), Adhemar de Barros (interventor federal em SP) e Prestes Maia (prefeito), mas a bola só rolou no dia seguinte. Rodada dupla. O Palmeiras ainda se chamava Palestra Itália. Na primeira partida, goleou o Coritiba, então campeão paranaense, por 6×2. Mas coube ao ponta Zequinha, do Coxa, a honra de marcar o 1º gol do estádio. A partida de fundo reuniu os campeões paulistas e mineiros: Corinthians 4×2 Atlético. São informações que estão no livro “A Construção do Pacaembu”, de João Fernando Ferreira (mestre em História que pesquisa futebol), lançado na Coleção São Paulo no Bolso da editora Paz e Terra. O pocket-book do professor contextualiza o nascimento do Pacaembu na história do futebol na cidade de São Paulo, com jesuítas, Charles Miller, clubes de elite x clubes populares, amadorismo x profissionalismo, uso do esporte por políticos. Para chegar à rodada dupla que inaugurou o estádio municipal. João Fernando Ferreira também dedica algumas páginas à estreia no São Paulo de Leônidas da Silva, o diamante negro, homem de borracha da Copa de 38. Foi num Majestoso contra o Corinthians, em 1942, que terminou em 3×3 e tem até hoje o recorde de público do Pacaembu: 72.018 pagantes. E olha que no lugar do horroroso tobogã de hoje, havia uma lindíssima concha acústica. No texto Pacaembu, 70 anos de emoção, o blog Memória EC, de Marcelo Monteiro, lista os 6 jogos da Copa de 50 que o Pacaembu recebeu. E reproduz excelente reportagem do Esporte Espetacular sobre o jogaço entre Santos e Palmeiras, no Rio-São Paulo de 1958, e com suas três reviravoltas no placar, fez com que cinco torcedores sofressem infartos. Palmeiras saiu na frente, Santos virou, chegou a vencer por 5×2, Palmeiras virou para 6×5, mas o Peixe virou de novo. Santos 7×6 Palmeiras.
Uma dica de filme em DVD para quem gosta da história dos grandes craques do nosso futebol (ainda que injustiçado na Seleção) e, especialmente, para a torcida do Palmeiras: Um Craque Chamado Divino – Vida e Obra de Ademir da Guia, dirigido por Penna Filho (lançado pela Europa Filmes em 2007). Quando eu comecei a acompanhar futebol, Ademir da Guia era um dos grandes craques com o 10 às costas, ao lado de Pelé (já no Cosmos), Rivellino (já no Flu), Pedro Rocha (São Paulo) etc etc etc. No filme, é Pedro Rocha -o grande verdugo tricolor, da Celeste e do Peñarol- quem conta: no Uruguai, os boleiros não entendiam como Ademir da Guia não era convocado para a Seleção Brasileira. Na Copa de 1974, foi… mas começou jogando apenas na decisão do 3º lugar contra a Polônia (e ainda foi sacado por Zagallo). Perdemos. Continuar lendo “DVD: “Um Craque Chamado Divino””→
Maneiríssimo o terceiro uniforme do Palmeiras para a temporada 2009/2010, apresentado hoje, com presença de Ademir da Guia, ídolo histórico do Verdão. A cor azul é uma homenagem à Squadra Azzurra, a seleção da Itália. No lado esquerdo do peito, a Cruz de Savóia, brasão oficial da família real italiana. O livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil mostra que o Palmeiras jogou com um uniforme azul em julho de 1929 (quando ainda se chama Palestra Itália) e em fevereiro de 1955. E vai estrear a roupa nova no “jogo de 6 pontos” contra o Internacional, neste sábado, 18h30, no Palestra Itália.
Jogão de ponta do Brasileirão daqui a pouco, entre Galo (3º) e alviverde (líder).
Distintivo na camisa do uniforme... Palmeiras, 1942-59
Em 1951, o Palmeiras de Fábio Crippa (que entrou no lugar de Oberdan Cattani após o 0x4 para a Juventus de Turim na primeira fase), Salvador, Juvenal, Túlio, Luiz Villa, Dema, Lima, Ponce de León (depois Canhotinho), Liminha, Jair Rosa Pinto e Rodrigues mostrou que de fato era campeão da Copa Rio – e luta até hoje para provar que de direito foi campeão mundial de clubes no ano seguinte ao Maracanazzo. Há alguns dias, o site oficial do Palmeiras apresentou um link para áudio de 6 minutos da narração da 2ª e decisiva partida contra a Juve, , um empate em 2×2 que deu a Copa Rio 51 ao alviverde. A histórica transmissão é da equipe da rádio Continental do Rio e também pode ser ouvida no interessante site Palestrinos – que ainda tem reproduções de capas de jornais, fotos, flâmula comemorativa etc. Indicado não só para palmeirenses, mas para interessados na memória do futebol de modo geral. Continuar lendo “Sabe sempre levar de vencida”→