Racing Club grita #campeón depois de 13 … treze… anos!

14/12/2014
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#Banderín (flâmula) do campeão argentino. O Racing Club, de Avellaneda! Campeão do Torneio Transição. O último torneio ‘curto’ do futebol argentino. O último título nacional da Acadé foi no Apertura de 2001, disputado no segundo semestre de 2001. O ídolo e capitão Diego Milito também estava naquela campanha. Voltou pra ser bicampeão. Somando as conquistas da era amadora com a do profissionalismo, a Academia tem agora 17 títulos argentinos.

Confira a campanha vitoriosa:

  • Defensa y Justicia 1×3 Racing
  • Racing 2×0 San Lorenzo
  • Tigre 4×0 Racing
  • Racing 1×0 Arsenal de Sarandí
  • Independiente 2×1 Racing
  • Racing 1×3 Lanús
  • Boca 1×2 Racing
  • Racing 1×1 Newell’s
  • Belgrano 1×4 Racing
  • Racing 0x2 Atlético Rafaela
  • Estudiantes 0x4 Racing
  • Racing 2×0 Vélez
  • Olimpo 1×1 Racing
  • Gimnasia La Plata 0x1 Racing
  • Racing 1×0 Banfield
  • Quilmes 0x1 Racing
  • Racing 1×0 River
  • Rosario Central 0x3 Racing
  • Racing 1×0 Godoy Cruz
    Os campeões:
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Racing Club 2014-15. La Acadé….

Atual escudo do Racing
Atual escudo do Racing

La Academia, o Racing Club de Avellaneda, começou com três pontos e 3 gols contra o Defensa y Justicia o torneio transição do campeonato argentino, neste segundo semestre de 2014. Conta com a volta de um ídolo, Diego Milito, 35 anos, que reestreou com gol.

  • >IN>: Diego Milito, revelado em La Acadé, campeão do Apertura 2001; volta ao futebol argentino depois de 10 anos na Europa. goleando pelo Genoa, Zaragoza e Inter de Milão; Ricardo Gastón Diáz (Gimnasia y Esgrima); Facundo Castillon (Godoy Cruz), Nelson Acevedo (ex-Defensa y Justicia), Adrián Ricardo Centurión (volta do Genoa), entre outros.
  • <OUT<: Rodrigo de Paul (Valencia), Bruno Zuculini (Manchester City), Luciano Vietto (Villareal), Valentín  Viola (volta pro Sporting), entre outros. Camoranesi se aposentou.
  • Estrelas da Academia: Diego Sebastián Saja (goleiro que deve ser lembrado pela torcida do Grêmio), Gabriel Hauche, o colombiano Rentería, o jovem Centurión e o veterano Milito.
  • Técnico: Diego Cocca
  • Cancha: estádio Presidente Perón, por causa da forma conhecido como El Cilindro. Comporta 50.000 hinchas! A média de público no último torneio argentino de 2013 foi de 26.737 acadêmicos, segundo a Pluri Consultoria – 87º lugar no ranking mundial. A taxa de ocupação foi de 50% do estádio Presidente Perón.

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45 anos do título mundial do Racing Club

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Em 4 de novembro do glorioso ano de 1967, o Racing Club de Avellaneda ganhou seu título mundial – ou Intercontinental, conforme o gosto do freguês. Aliás, La Academia foi o primeiro clube argentino a ganhar um mundial (depois conquistado por Estudiantes, Independiente, Boca, River e Vélez).
O campeão da Libertadores de 1967 encarou o campeão europeu, o Celtic, vencedor da Copa dos Campeões Europeus 1966-67. Naquele tempo, a decisão era em jogos de ida e volta. No Hampden Park, os escoceses venceram por 1×0. Na “cancha” do Racing, o estádio Juan Domingos Perón, em Avellaneda, o Celtic saiu na frente e o Racing virou nos acréscimos. Ufa! O jogo desempate foi disputado no Centenário, em Montevideú. Cárdenas fez o gol do título de La Acadé.

No elenco campeão, que aparece em parte na foto autografada postada na página oficial do Racing Club no Facebook, estão algumas figuras conhecidas dos torcedores brasileiros com mais de quarenta. O goleiro Cejas, que depois jogaria no Santos e no Grêmio. O zagueiro Perfumo, ídolo do Cruzeiro. Basile, ainda hoje treinador. O gaúcho Cardoso foi um dos heróis da conquista da Libertadores.

Os campeões mundiais de 1967 IMAGEM Página do Racing Club no Facebook

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Academia

La Acadé… La Acadé… La Acadé… No fim de semana em que o Racing Club de Avellaneda (La Academia, no futebol argentino) derrotou o Boca Juniors de virada, e na Bombonera, a Academia de Hollywood deu o Oscar de melhor produção estrangeira a um filme argentino, O Segredo de Seus Olhos –que tem algumas referências ao Racing e  uma de suas melhores sequências num jogo de La Acadé na cancha do Huracán. Ok, os dois torcedores do Racing no filme de Campanella não saem muito bem na fita (e mais não posso contar), mas é ótima a cena dos personagens de Ricardo Darín e Guillermo Francella no meio da torcida do Racing que canta La Acadé… La Acadé… La Acadé… No atual campeonato argentino, o Racing briga para não cair – deu uma respirada com a vitória. E seu arquirrival de Avellaneda, o Indepediente, está na ponta.

O cinema argentino já havia ganho um Oscar por A História Oficial, ótimo filme de 1985, dirigido por Luis Puenzo, e estrelado por Héctor Alterio e Norma Aleandro. História linear, mas fortíssima e importante de conhecer. Até porque houve muitos casos reais de crianças tiradas do pais. A foto da família sorridente na capa do DVD, aí ao lado esquerdo, é um raro momento de alegria neste drama político.

Héctor Alterio e Norma Aleandro estão também em O Filho da Noiva, filmão sobre a falência da classe média argentina que tornou bem conhecido no Brasil o trabalho de Juan José Campanella, o diretor que acaba de ganhar o Oscar de película estrangeira por O Segredo dos Seus Olhos, que Fut Pop Clube recomendou semana passada. Continuar lendo “Academia”