Para o alto e #Avanti: programa de fidelidade do Palmeiras passa de 100 mil sócios.

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O Avanti, o bem-sucedido programa do tipo sócio-tordedor do Palmeiras, tem 100.781 associados (e contando…), no momento em que termino este post, em 10 de março de 2015. É o vice-líder no #Torcedômetro, do Movimento por um Futebol Melhor.  O Inter lidera o ranking nacional, com impressionantes mais de 130 mil sócios. Colorados como os encarnados, adeptos do Benfica que fazem o time da águia Vitória liderar o ranking mundial de sócios – os torcedores que pagam uma mensalidade ao time de coração e ganham uma série de vantagens – especialmente descontos ou até tarifa zero – para ir ao estádio empurrar o time. O Corinthians passou o Grêmio: 83.356 x 81.012. O Cruzeiro vem em quinto: 68.932. O Santos em sexto, com 57.470 sócios. O Flamengo manteve o sétimo lugar: 54.460, à frente do São Paulo, que tem 52.333 no seu programa Sócio-Torcedor. O do Galo está em nono lugar, com 40.287.  Em 10º, o Bahia24.021. Na cola dele, Fluminense, o 11º, com 23.528.  O Sport, 12º, 18.685. O programa de fidelidade do Vascão só está em 13º: 15.818.Chapecoense, 14º lugar, 11.258. O ‘caçula’ Joinville aparece em 15º: 10.537. E o Botafogo é aṕenas o 16º (10.332) – dados de 10 de março de 2015, ok? Confira os demais aqui.

Manchester United, Inter de Milão e Borussia que se cuidem com a expansão do programa de fidelidade do Palmeiras.

Confira abaixo a campanha #CadaUmÉOnze, lançada em 2015 pelo Inter para manter a liderança do torcedômetro, e claro, encher o cofre e o Beira-Rio.

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Natal rubro-negro

https://www.facebook.com/FlamengoOficial
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Ok, não estamos mais em dezembro. Até o Carnaval já passou. Mas para a torcida do Flamengo, hoje é Natal. Aniversário de nascimento de Arthur Antunes Coimbra, o Zico. 62 anos de praia agora em 2015. Campeão mundial (sim, claro que é, deixa o freguês falar que é só Intercontinental), da Libertadores, tetra brasileiro e sete vezes campeão do Rio com a camisa 10 da Gávea. Saudades do Galinho. Zico na Rede.

Então, Feliz Natal, torcida do Flamengo!
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Camisas do Futebol Carioca

Aproveito o domingão de Rio 450 para indicar um livro bacana que saiu pela Maquinária Editora, na época da Copa do Mundo. “Camisas do Futebol Carioca”, do museólogo e designer Auriel de Almeida.
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São reproduzidas mais de 700 camisas de times cariocas e do estado do Rio, inclusive de clubes que não existem mais e das seleções estaduais. Sim, claro, tem Botafogo, Fla, Flu, Vasco, América, mas tem muito mais, até 2014, é verdade. Uma joia para quem pesquisa ou tem interesse pessoal pelo futebol do Rio e do Brasil. Belíssima pesquisa do Auriel de Almeida, que é colaborador da RSSSF Brasil, grupo que pesquisa resultados e estatísticas do futebol.
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Camisa 3 do Flamengo 2015: homenagem aos 450 anos do Rio.

O Flamengo e a Adidas aproveitaram o domingo de clássico contra o Fogão e de 450º aniversário do Rio para lançar a nova terceira camisa do rubro-negro. Ela lembra o primeiro uniforme do futebol do Flamengo, a camisa “Papagaio Vintém” (usada primeiro em 1912 e depois lembrada no centenário do Fla, em 1995, como mostra este livro aqui, olha). A barra traz a cor azul, em referência à bandeira do estado do Rio de Janeiro, e tem um selo em homenagem ao Rio 450. Continuar lendo “Camisa 3 do Flamengo 2015: homenagem aos 450 anos do Rio.”

Futebol carioca

Por que o campeonato do Rio, que levava 120… 143… até 177 mil pessoas ao Maracanã em dia de final,… que poderia reunir mais de 100 mil num jogo entre o Flamengo e algum time do subúrbio… no ano passado teve média de 3.171 torcedores por jogo? O encolhimento do futebol carioca, “entre as glórias do passado e um futuro de incertezas”, é o tema de um artigo que gostaria de recomendar, “À Espera de Novos Gols”, do jornalista Chico Santos, publicado no caderno Eu & Fim de Semana, do jornal Valor Econômico, de sexta-feira, 13 de dezembro. Com sorte, o Valor de sexta-feira ainda pode ser encontrado nas bancas. Mas dá para ler o artigo de Chico Santos neste link aqui, mediante cadastro. Continuar lendo “Futebol carioca”

Torcedômetro (janeiro/2015)

O Palmeiras já é o segundo time do Brasil com maior número de sócios-torcedores, segundo o #torcedômetro do Movimento por um futebol melhor. Passou um pouco na frente do Grêmio e só está atrás do Inter, que tem impressionantes 129.452 sócios (dados de 25 de janeiro de 2015). Confira o top 10 nessa data, com links para se associar ao time de coração:

  1. Internacional, 129.452
  2. Palmeiras, 81.534
  3. Grêmio, 80.491
  4. Corinthians, 72.332
  5. Cruzeiro, 67.305
  6. Santos, 57.029
  7. Flamengo, 53.690
  8. São Paulo, 43.361
  9. Atlético Mineiro36.996
  10. Bahia, 24.021.

Fiquei impressionado também com o 22º lugar do Juventus da Mooca, que não disputa nenhuma série do Brasileirão: 6.727 sócios. Logo abaixo da Ponte e acima do Brasil de Pelotas, o 23º, com 6.098 fanáticos.
Por falar em rankings, esta semana a consultoria Deloitte divulgou o tradicional relatório Deloitte Football Money League, e o Real Madrid completou 10 anos na liderança dos clube$ que mais faturam no planeta bola. Mas o Manchester United tá crescendo. Confira o top 10 dentro do post.

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Campeonato Carioca de 1974: o 17º título do Flamengo.

Os campeões do Rio em 1974 https://www.facebook.com/FlamengoOficial?fref=ts
Os campeões do Rio em 1974 https://www.facebook.com/FlamengoOficial?fref=ts

Um pouquinho antes do Natal de 2014, o Flamengo fez uma bela surpresa para Zico, Júnior, Jayme e outros campeões cariocas de 1974. Infelizmente, alguns jogadores importantes na conquista já morreram: o meia Geraldo, o atacante argentino Doval, o volante Liminha.

O título carioca de 1974 foi o primeiro do camisa 10 da Gávea como titular. O primeiro de muitos do lateral Júnior. Também o primeiro do zagueiro Jayme e do saudoso Geraldo – que era conhecido como Assoviador. Um dos mais promissores jogadores brasileiros na época, Geraldo Assoviador morreu em 1976. Choque anafilático numa cirurgia de amígdalas.

Sabe quem estava no elenco? Um lateral esquerdo chamado Vanderlei, hoje mais conhecido pelo sobrenome: Luxemburgo. O hoje treinador era reserva, jogava às vezes. Continuar lendo “Campeonato Carioca de 1974: o 17º título do Flamengo.”

Este era mesmo um Escrete do Rádio

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Anúncio publicado em 1978

Meus amigos… começaria João Saldanha, o comentarista que o Brasil inteiro consagrou…
… como seria um gol transmitido por diferentes gerações da equipe de esportes da rádio Globo do Rio?

O saudoso Jorge Curi poderia narrar, com seu vozeirão, bem de família.

Anotem… tempo e placar no maior do mundooooo!

Seu colega Waldir Amaral anunciaria um bordão clássico.

Bololô na área…

… enquanto o garotinho José Carlos Araújo poderia acrescentar

Preparou, apontou, entrou! Golão, golão, golão!

Mário Vianna, sempre com dois “N”, aprovaria.

Goool legal!

Voltaria Waldir…

Tem peixe na rede do … Indivíduo competente…

Minha homenagem às grandes equipes esportivas da Rádio Globo, que comemorou 70 anos.

O site da emissora publicou uma infográfico em forma de história em quadrinhos multimídia, maneiríssima, com áudios.

E muitos áudios históricos, como a final do Mundial de Clubes de 1981, que o Flamengo faturou em cima do Liverpool, e narrações do pai da matéria, Osmar Santos, da Rádio Globo São Paulo. Clique aqui para ouvir tudo isso. Continuar lendo “Este era mesmo um Escrete do Rádio”

Rolê do blog pela Fonte Nova, em escaldante tarde de Bahia x Flamengo, Brasileirão 2014.

Post inspirado pelo Futebol de Campo, blog parceiro, que ainda deu a maior força na divulgação.

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Fila pra entrar na Fonte Nova: 37.393 presentes.

A galera do Flamengo em todo o Nordeste foi em excelente número à Arena Fonte Nova. Deu o ar de sua graça rubro-negra em Salvador durante todo o fim de semana.

P… que p…., é a maior torcida do Brasil” – gritavam os flamenguistas, já dentro da Fonte Nova. Clique em qualquer foto da galeria para ver num tamanho maior.


Num domingo em que o Flamengo foi campeão mundial de basquete, no campo de futebol deu Bahia, 2×1.

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E nas arquibancadas da belíssima Fonte Nova, a torcida do Bahia deu espetáculo. Bandeiras…  Show de tambores, no setor leste e no alto do setor norte. E muita música, com o grito de guerra consagrado pelo hino do esquadrão tricolor.

Bahêa! Bahêa! Bahêa!”

Na torcida do Bahia, vi gente com camisa do Galo no ombro (era o adversário do arquirrival Vitória na rodada), do Sergipe e do Ypiranga, time de coração de Jorge Amado. Clique em qualquer foto da galeria para ver num tamanho maior.

Mas quase tivemos uma tragédia. Uma torcedora caiu do setor leste inferior. Se fosse de um nível mais alto, as consequências  poderiam ter sido bem mais graves. Continuar lendo “Rolê do blog pela Fonte Nova, em escaldante tarde de Bahia x Flamengo, Brasileirão 2014.”

“Canal 100: Uma Câmera Lúdica, Explosiva e Dramática”.

Era uma vez um futebol que tinha Pelé, Garrincha, Tostão, Gerson, Jairzinho, Carlos Alberto Torres, Félix, Coutinho etc etc etc.
E ainda era filmado (e editado) com uma classe…
As câmeras do Canal 100 são o tema de um livro de arte – de futebol-arte. “Canal 100: Uma Câmera Lúdica, Explosiva e Dramática” (Dois Um Produções), organizado por Carla Niemeyer (filha de Carlos Niemeyer, criador da produtora) e Cláudia Pinheiro, tem umas 300 imagens de clássicos do futebol brasileiro, que levavam ao deleite o torcedor brasileiro que ia ao cinema entre as décadas de 60 e 80. E mais recentemente, em algumas sessões de festivais como o CINEfoot.

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https://www.facebook.com/pages/DOIS-UM-Produções/

Este livraço, que saiu durante a Copa, custa 45 reais e inclui um DVD, com uns 40 minutos de gols do Canal 100. Olha só o que tem neste extra:

  • Fla-Flu de 1960, onde os rubro-negros quebraram a invencibilidade dos tricolores (de uniforme branco) no campeonato carioca, que seria o último conquistado pelo América.
  • Depois de uma reportagem do Canal 100 sobre o ‘Carnaval quatrocentão’, o DVD tem outro Fla-Flu, em Maracanã lotado. O que decidiu o título carioca de 1969. Tempos em que os uniformes clássicos (Fla de rubro-negro e Flu novamente de branco) não tinham marcas de patrocinadores. E que o goleiro também era chamado de “keeper”. Félix era o “keeper” do Flu. Rodriguez, o do Fla, dá um pique “a 100 km por hora” para reclamar do segundo gol tricolor. No final, o Flu ganhou por 3×2 e deu a volta olímpica. O técnico? Um mestre Telê Santana começando sua gloriosa carreira de treinador.
  • Depois do cinejornal sobre a visita da musa Claudia Cardinale ao Rio, para filmar “Uma Rosa para Todos” (no papel de uma mulata!), tem o clássico Botafogo x Santos no Torneio Rio São Paulo de 1964, já no começo de 1965. Do lado do glorioso, tinha Manga, Gerson, Jairznho, Garrincha… Do lado do alvinegro praiano, Gylmar, Pelé, Coutinho… E o Canal 100 ainda usava a versão instrumental de “Na Cadência do Samba”, a melô do “Que Bonito É”… Covardia…
  • A seguir, uma reportagem sobre o surf, “a nova moda das praias cariocas”, e outra toda sobre a estreia da Seleção Brasileira na Copa de 1966, contra a Bulgária, no estádio do Everton, Goodison Park. Pelé e Garrincha (com a 16), garantiram a vitória, ambos em belíssimas cobranças de falta. Pelé vibrou muito com o gol de Mané – foi o último do anjo das pernas tortas com a amarelinha.
  • Tem também um curta sobre o GP do Brasil de F1, num autódromo de Interlagos ensolarado e tomado por “150 mil pessoas” em 1973. O então campeão mundial Emerson Fittipaldi venceu de ponta a ponta, com a Lotus 72 D, aquela flecha negra, o carro mais bonito da história da Fórmula 1. Mas o segundo no pódio em Interlagos, Jackie Stewart, se recuperaria e adiaria o bi de Fittipaldi.
  • O último filme do DVD é a reportagem sobre o clássico Brasil 1×0 Inglaterra, na Copa de 1970, no México. O jogo da extraordinária defesa de Gordon Banks na cabeçada do Rei Pelé. E da jogadaça de Tostão no gol decisivo, de Jairzinho, o ‘furacão da Copa’.

O livro virou exposição em 2015. “Canal 100, uma câmera lúdica, dramática e explosiva” fica até 29 de março no Galpão das Artes – Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio. Continuar lendo ““Canal 100: Uma Câmera Lúdica, Explosiva e Dramática”.”