“Paysandú, 100 Anos de #Payxão”


O Espaço Itaú de Cinema da rua Augusta, no coração de Sampa, teve uma noite de estádio Olímpico Mangueirão nesta terça-feira.

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Cartaz do filme

O filme “Paysandu, 100 Anos de Payxão” foi exibido no CINEfoot, fora de concurso, na sessão de encerramento da edição paulistana do festival de cinema de futebol. Festa no saguão, gritos de bicolor… Papão… e na sessão, os gols de ídolos como Vélber, Robgol e Iarley foram comemorados quase que como se a galera estivesse na Curuzú ou no Mangueirão. O documentário de Gustavo Godinho e Marco André levou mais de 15 mil pessoas aos cinemas no Pará e Amapá, excelente número para um doc.

Outro filme sobre torcida apaixonada, na rodada dupla do CINEfoot, que na preliminar, digo, na sessão das 19h, exibiu o argentino Locura que Enamora MI Ciudad” sobre outro time azul e branco, o Talleres, de Córdoba. E se as torcidas dão show no interior da Argentina, o mesmo se pode dizer do Nordeste e no Norte do Brasil, que é o caso do Paysandu. Já é um filme que tem mais zoação – e põe gozação nisso -, afinal a rivalidade com o Remo é imensa, e o clássico Re-Pa, um dos mais tradicionais do Brasil. Mas também passa uma sensação de muito orgulho de Belém, do Pará e do Norte. E se este blogueiro aqui já considerava injusta a exclusão do Pará do Mundial 2014, vendo as cenas da torcida bicolor no Mangueirão lotado (o trailer já dá um belo aperitivo), a sensação é que foi uma enorme burrice deixar Belém fora da Copa do Mundo. Uma capital com um belo estádio e duas torcidas fanáticas!

Falemos aqui de coisas boas, a dramaticidade e explosão de alegria dos acessos celebrados pelo Papão da Amazônia… a histórica conquista em 2002 da Copa dos Campeões (torneio disputado por vencedores de torneios regionais como Copa Norte, Rio-São Paulo e a Copa Sul-Minas, embrião da futura Primeira Liga, que classificava para a Libertadores)… que jogo maluco foi a decisão contra o Cruzeiro em Fortaleza… a linda campanha na Libertadores 2003, com direito a vitória sobre o Boca em plena Bombonera. Iarley, super festejado. Aparição guardada pro momento certo.  Filme esperto, bem roteirizado, com ótimo arquivo, entrevistas bem escolhidas. Este pessoal tem mesmo muita história pra contar. Valeu! Continuar lendo ““Paysandú, 100 Anos de #Payxão””

“12 de Junho de 93 – O Dia da Paixão Palmeirense”.

Publicado em junho de 2013, durante o festival CINEfoot, e atualizado em novembro.

Reprises na terça, 11/11,  às 15h30, na ESPN Brasil e 22h na ESPN.
Reprises na terça, 11/11, às 15h30, na ESPN Brasil e 22h na ESPN.
https://www.facebook.com/12dejunhode93ofilme
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Drama. Humor. Provocações. Boas histórias. Depoimentos interessantes, bem amarrados. Rico material de arquivo.
O filme “12 de Junho de 93 – O Dia da Paixão Palmeirense tem tudo o que um bom documentário de futebol deve ter. Estádios lotados. Craques. Grandes decisões. Golaços.
O filme, assinado pelo jornalista Mauro Beting, pelo cineasta Jaime Queiroz e pela produtora Canal Azul, se concentra nos 16 anos da história do Palmeiras. Do Paulistão de 1976 ao de 1993, já com o patrocínio da Parmalat, e o sofrido jejum entre essas conquistas. Destaca também que 2 anos antes de começar esse jejum, o Palmeiras deixou o rival Corinthians mais três anos na fila, ao vencer a decisão do estadual de 1974. Ainda eram os tempos de Ademir da Guia, divino camisa 10 reverenciado no começo do documentário, Dudu, Leivinha e Luís Pereira. Com a venda dos dois últimos para o Atlético de Madrid (onde viraram ídolos) e o fim da carreira de Dudu e Da Guia, o Palmeiras teve que se reformular. E teve cada elenco… que o bom humor dos entrevistados, muito bem escolhidos, não deixa escapar.

Claro que os palmeirenses vão se emocionar com as lembranças das grandes vitórias e  também dos anos de sofrimento.

Mas “12 de Junho de 93 – O Dia da Paixão Palmeirense” não deveria ser curtido só pelos alviverdes, não. Deveria ser visto por todos que gostam de futebol emoção, talvez até por alvinegros que já tenham superado as feridas de 74 e 93. Aqui está boa parte da história do nosso futebol, na década dos últimos grandes campeonatos paulistas. Palmas.

Abaixo, um teaser divulgado na página da produtora Canal Azul no You Tube.

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“Soberano – Seis Vezes Campeão”

Em 9 de junho de 1991, o São Paulo de Telê Santana conquistou um dos seus títulos mais importantes. O Brasileirão de 91, passaporte para a Libertadores, Mundial de Clubes … Abaixo, o post publicado em 2010, depois da pré-estreia do filme “Soberano -Seis Vezes São Paulo”, que conta a saga do hexa tricolor, já disponível em DVD.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

O público do cinema UCI Jardim Sul mais parecia uma torcida, com uniformes e até bandeiras. O hall foi decorado com cartazes gigantes de 6 escretes campeões brasileiros. A pré-estreia da noite contou com a presença de parte do elenco da película. Raí, Sidney, Jorge Wagner, Alex Silva, Rogério Ceni. O músico Nando Reis, que compôs músicas para o filme, também apareceu – todo feliz. Era noite de lançamento de Soberano – Seis Vezes São Paulo, documentário sobre os títulos brasileiros do tricolor (77/86/91/06/07/08) produzido pela G7 Cinema, com direção de Carlos Nader e Maurício Arruda. Estreou em 17 de setembro de 2010, em cinemas de 10 estados. E esta semana ganha mais uma exibição em tela grande na seleção paulista do CineFoot, no Museu do Futebol.

FOTO Rubens Chiri/www.saopaulofc.net

Se os depoimentos de Minelli (treinador tricampeão brasileiro, em 75 e 76 pelo Inter e 77 pelo São Paulo), Muricy (no elenco de Minelli em 77, técnico vitorioso de 2006 a 2008) e de jogadores como Waldir Perez, Dario Pereyra, Careca, Raí, Rogério Ceni e Hernanes trazem histórias curiosas de bastidores, são as entrevistas com torcedores – escolhidos como personagens – que emocionam mais. Continuar lendo ““Soberano – Seis Vezes Campeão””