Djalma Eterno

Divulgação | http://www.palmeiras.com.br/
Divulgação | http://www.palmeiras.com.br/

Muito bacana a homenagem do Palmeiras para o ídolo Djalma Santos, lateral direito bicampeão do mundo pela seleção em 1958 (ainda era da Lusa) e 62 (já no Palmeiras). O alviverde não só entrou em campo como jogou a partida deste sábado contra o Guaratinguetá com esta camiseta branca, com o rosto do bicampeão e a inscrição “Obrigado, Djalma”. Nas costas, o nome do jogador, que esta semana entrou para a seleção do Céu.

A Portuguesa também entrou em campo na rodada de sábado com homenagem ao seu campeão, com a hashtag #DjalmaEterno na camisa.

https://www.facebook.com/portuguesaoficial
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Rolê pelo Maracanã, em noite de Neymar, Fred, David Luiz e Brasil campeão!

Rolê pelo Maracanã, em noite de Neymar, Fred, David Luiz e Brasil campeão!
Hino nacional: como em quase todas as partidas do Brasil na Confederações 2013, um momento de muita emoção.
Hino nacional: como em quase todas as partidas do Brasil no torneio, um momento de muita emoção.

Um minuto e meio de jogo. Não deu nem para saída. Empurrada por 78 mil vozes, que cantaram o hino nacional à capella, a seleção brasileira voltou a usar a blitz do começo de cada tempo na campanha da Copa das Confederações. A defesa espanhola vacilou e Fred, com força, presença na área, faro de gol e ousadia marcou, caído, o primeiro. Só que o Brasil de Felipão não parou por aí. É verdade, David Luiz, tema  do post anterior, foi festejado como artilheiro ao salvar um gol certo. Seria o gol de empate da Espanha, alvo da ira de grande parte dos torcedores brasileiros. Eles têm uma bronca danada do futebol “tiki-taka”, tic-tac, o toque de bola infindável da Roja, que diga-se de passagem, foi bem usado na estreia, contra o Uruguai, e não muito mais. E esses torcedores gritaram:

Uh! Cadê? O tic-tac sumiu.

1013062_401700893284609_763310495_nMas essa linha de passe era uma velha característica do futebol brasileiro. Tabelinha entre Oscar e Neymar, golaço do novo astro do Barcelona, sem dúvida, o MVP da Copa das Confederações. Bola de Ouro e chuteira de bronze para Neymar Jr. 2×0. E aí o Maracanã- que obra nenhuma consegue enfeiar – começou a cantar “O campeão voltou”…
Começo do segundo tempo, outra blitz da seleção de Scolari. Fred, chuteira de prata, definiu o placar. 3×0. No meio do segundo tempo, o público já soltava gritos de “é campeão”.
63 anos depois que as “Touradas em Madri”, clássico de Alberto Ribeiro e João de Barro, o Braguinha, lembrado no blog do Beto Xavier, foram entoadas no Maracanã (o que dizem, enfureceu os espanhóis, que ficaram sem jogar com o Brasil até a Copa de 62)… 63 anos depois dos 6×1 sobre a Espanha, do 1×2 para o Uruguai e do Maracanazo, o (ainda) estádio Mario Filho cantou e pediu bis para “O Campeão(Meu Time)”, sucesso de Neguinho da Beija-Flor, hino do maior dos nossos estádios: “Domingo, eu vou ao Maracanã, vou torcer pro time que sou fã”… Imagina na Copa, Neguinho, que emoção! O povo também cantou o refrão de “Peguei o Ita no Norte”, samba campeão do Salgueiro, de 1993: “Explode coração, na maior felicidade…”

A Espanha tem que acertar sua defesa e ser mais efetiva na frente, quem sabe se definir um 9 melhor que “Niño” Torres. A Itália (3º lugar) mostra que pode evoluir ainda mais. O Uruguai, se vier, tem bom time e uma camisa que é sinônimo de raça, seus jogadores se superam quando a vestem.  Tem Alemanha e Argentina ainda… Mas o fator campo e torcida podem ser decisivos em 2014. E tem o fator Felipão. O campeão voltou.

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O Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais acostumada a receber grandes eventos. A estação Maracanã é uma das três do Metrô próximas ao estádio. Você mal sai da estação e olha só…
Tudo pronto para Brasil x Espanha
Tudo pronto para Brasil x Espanha
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Os olhos do mundo para a taça.
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O onze inicial da seleção Canarinho 2013.
O gol-relâmpago abalou o time campeão do mundo.
O gol-relâmpago abalou o time campeão do mundo.
O herói David Luiz e o goleiro Julio Cesar comemoram o golaço de Neymar. Brasil 2x0.
O herói David Luiz e o goleiro Julio Cesar comemoram o golaço de Neymar. Brasil 2×0.
Deu o recado!
Deu o recado!
No intervalo, o fotógrafo se divertiu com o Fuleco.
No intervalo, o fotógrafo se divertiu com o Fuleco.

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Um gigante de 1m89

Maracanã, 30/06/2013. Foto: WAGNER CARMO | Vipcomm.
Maracanã, 30/06/2013. Foto: WAGNER CARMO | Vipcomm.

1013062_401700893284609_763310495_nO moço de Diadema, SP – que saiu do Vitória para virar ídolo do Benfica e, desde 2011, do Chelsea – já se destacava no primeiro tempo, na decisão da Copa das Confederações 2013. Boa colocação, luta, raça, muita raça. Aí David Luiz salvou a bola do jogo. Um chute do espanhol Pedro, que já tinha batido Julio Cesar. O Maracanã gritou o nome de um novo ídolo da seleção Canarinho. Como se ele fosse o autor de um gol.
D-a-v-i-d  L-u-i-z!
Gigante em campo, foi um dos heróis da maiúscula vitória do Brasil sobre La Roja.
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Muralha verde e amarela

Muralha verde e amarela

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E eu não me refiro exatamente à defesa brasileira…
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1013062_401700893284609_763310495_nNos últimos anos, a gente não costumava ver muitas camisas da seleção brasileira nas ruas, no dia a dia. Certamente em menor número do que as camisas dos clubes brasileiros.
Mas jogando Copa das Confederações em casa, foi curioso ver uma maré de amarelinhas nas ruas, avenidas e meios de transporte, como o Metrô do Rio, no domingo da final contra a Espanha.
E como o novo formato do Maracanã lembra o de uma tribuna única, do gramado ao ponto mais alto, a torcida brasileira deu a impressão de formar uma muralha amarela, verde e amarela. Muralha essa atrás do gol da rua Professor Eurico Rabelo que puxou o hino nacional no meio do segundo tempo. Isso, depois do hino normal, antes do jogo. Normal? Emocionante.muralha amarela DSC02542 (1)
Dentro do post, o batalhão de fotógrafos do mundo todo. Continuar lendo “Muralha verde e amarela”

A maior arquibancada do Brasil

O pessoal da publicidade da Fiat certamente não imaginava que o anúncio com o som da banda O Rappa emprestaria seu refrão para um protesto do tamanho do Brasil. “Vem pra rua, vem pra rua”. Pegou. O Rappa é certamente um dos grupos mais “callejeros” do país, dono de discurso e atitude de rápida comunicação com o jovem público de diferentes classes sociais. Curiosamente, a manifestação – em grande parte motivada pelos gastos vergonhosos em estádios da Copa 2014 e pela atenção internacional despertada pela Confederações 2013 –  não deixa de mostrar uma influência de  ‘gritos de guerra’ de torcidas organizadas, em muitos refrões.

O Brasil acordou, ô” (leia como ‘o campeão voltou, ô’).

S e m  v i o l ê n c i a” (leia como o ´É  … q u a r t a – f e i r a!’ dos estádios)

Eu sou brasileiro/com muito orgulho/com muito amor… ” (cantado nos estádios há mais de 15 anos).

Pena que junto com tantas manifestações imensas, bonitas e justas, a gente tenha visto outra característica de torcidas organizadas. A intolerância a quem pensa diferente. Rasgar bandeiras de partidos, agredir quem não usa as mesmas cores, não tem as mesmas crenças… provocar policiais (que também ganham mal para caramba)… destruir ou saquear patrimônio público ou particular… não tem nada a ver e não é nem um pouco democrático. Tolerância zero e vandalismo… isso não me representa! Diálogo, sim!
O gigante, que parecia “deitado eternamente em berço esplêndido”, despertou pra valer. Especialmente seu lado jovem. Mostrou para governantes brasileiros de TODOS os níveis…  parlamentares de TODOS os plenários –  e também a todos os estrangeiros que planejam lucrar muito com o mínimo de investimentos – que a farra acabou.
Viu só? Foi só sair da internet para reclamar que as passagens de transporte público caíram (por outro lado, não acredito em tarifa zero). Outros aumentos foram revogados. Governo e oposição acordaram. Voltaram a discutir temas de interesse nacional, e não só aquele Fla-Flu, aquele Gre-Nal, aquele derby PT x PSDB que enche o saco nos anos de eleições, quanto mais nas outras temporadas. O Congresso -outro alvo da fúria popular – reagiu. Caiu a absurda PEC-37 que limitava as investigações do Ministério Público. Demorou.
No domingo, vamos ter uma grande final da Copa das Confederações, no caro Maracanã, entre a seleção brasileira e uma esquadra fortíssima europeia. Respeitemos o direito de manifestação pacífica. Respeitemos o direito de ir e vir. Respeitemos o resultado. Se a nova Família Scolari ganhar, ótimo. Se perder, tudo bem. Felipão terá um ano para corrigir os erros. E posso apostar que ele saberá trazer a ‘maior arquibancada do Brasil” para o lado da seleção.

A bola está com os políticos. Claro, vamos ter que continuar a marcar forte. Pressão. Mas sem violência. Continuar lendo “A maior arquibancada do Brasil”

“Eu sou você … amanhã?”

Grécia 2004. Portugal 2004. Brasil 2014 (mais Rio 2016!). “Eu sou você… amanhã”?

Sempre que leio as notícias sobre crise econômica na Grécia e em Portugal, não tenho como não me preocupar com o futuro do Brasil… A Grécia gastou os tubos com os Jogos Olímpicos de Atenas 2004. No mesmo ano, Portugal recebeu a Euro 2004. Muitos estádios e outros equipamentos erguidos para essas duas competições andam vazios… ou foram até abandonados. São elefantes brancos. Saca só os custos dos seis estádios usados na Copa das Confederações (para não falar dos outros seis da Copa do Mundo, três deles correndo o risco de serem os novos “Vaziozões”).

Arena Pernambuco, 16/06/2013: https://futpopclube.com/2013/06/17/da-lama-aos-caos/
Arena Pernambuco, 16/06/2013: https://futpopclube.com/2013/06/17/da-lama-aos-caos/
  • Estádio Nacional Mané Garrincha: R$ 1,2 bilhão (US$ 533 milhões)
  • Maracanã: R$ 1,049 bilhão (US$ 466 milhões)
  • Fonte Nova: R$ 699 milhões (US$ 310 milhões)
  • Mineirão: R$ 695 milhões (US$ 309 milhões)
  • Arena Pernambuco: R$ 532 milhões (US$ 236 milhões)
  • Castelão: R$ 518 milhões (US$ 230 milhões)

São estádios, ou melhor, “arenas” com padrão Fifa? São, sim senhor.  Mas a questão é que nada em volta atende o elevado padrão Fifa. O transporte até os estádios está longe de ser padrão Fifa. Não temos trens interestaduais e escolas sequer no padrão Conmebol. A segurança pública, então, passa longe do padrão Fifa. Se algum torcedor estrangeiro passar mal, poderá ver que há hospitais públicos e particulares sem padrão Fifa também. Aliás, muitas coisas na Europa, onde moram os senhores Blatter e Valcke, também não têm padrão Fifa. Na verdade, acho que eles moram em Marte. Não sabiam que no Brasil quase nada tem padrão Fifa? Que isso leva muito tempo para construir?

É muito maneiro assistir a um jogo perto do campo, sem pista de atletismo. Sem dúvida. Não que não possa ser uma experiência legal também se tiver uma pista na frente. Não vai impedir um time de jogar bem, se tiver talento. Não vai impedir que uma torcida faça uma festa linda – como a do São Paulo já fez tantas vezes no Morumbi, como os times romanos fazem no Olímpico da cidade eterna. Aliás, na Europa há excelentes estádios com pistas de atletismo.  A final da Copa de 74 foi num deles, hoje esquecido pelo futebol. Vai me dizer que Alemanha de Beckenbauer x Holanda de Cruyff não fizeram uma grande decisão?
Os três times mais rentáveis do mundo em 2012 (Real Madrid.Barcelona e Manchester United) não têm exatamente estádios novos. Vai me dizer que não poderia ter jogo de Copa do Mundo no Maracanã já bem reformado para o Pan 2007? No Mineirão ou no Castelão de antes das últimas reformas ou no Pacaembu? Com um mínimo de boa vontade, vai me dizer que não poderia ter abertura do Mundial no Morumbi? Não faz tanto tempo assim -Zidane, Ronaldo, Rivaldo jogavam (muita) bola-  fui à Copa de 1998 na França (aliás, bem bagunçada no quesito ingressos; e houve muita briga de torcida) e, com exceção do Stade de France, não havia assim nenhuma arena galática. O Velódrome de Marselha, só agora está ganhando cobertura. O estádio Lescure, em Bordeaux, parecia um pouco com um Parque Antarctica – o de antes da reforma. Aliás, o futuro Allianz Parque (construído pela W Torre) não foi sequer considerado para o Mundial. Nada contra o Beira-Rio, vai ficar bonito, mesmo sem ter público assim tão pertinho do campo como no new Maraca, mas por que o estádio colorado foi convocado para a Copa e a Arena do Grêmio não?

Quem vai jogar no Mané Garrincha? Os grandes times do Rio de Janeiro? Pode ser, porque no Maracanã, não há acerto entre os futuros concessionários e o Flamengo, time de maior torcida. Mineirão: o Cruzeiro não tem lotado o estádio apesar de seu forte programa de sócio; o Galo prefere jogar no Independência, mais barato … e um alçapão fatal para o time visitante. O Castelão não lotou na rodada dupla de reinauguração, com partidas dos dois maiores times do Ceará. E a Arena Pernambuco? É bonita, tem uma acústica interessante, mas fica muito longe do centro do Recife (veja post anterior). Sport e Santa não abriram mão de seus estádios. Sobrou para a torcida do Náutico.

Governar não é construir estádios.

E como dizia pelo menos um cartaz no Castelão em Brasil x México, também “queremos hospitais padrão Fifa”.

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Desventuras na Copa de 1998, na França.

10 de junho de 2013

Stade de France, local da abertura e da final, no xoxo Holanda x Bélgica
Stade de France, local da abertura e da final, no xoxo Holanda x Bélgica

Em 10 de junho de 1998, o Brasil (então o último campeão) e a Escócia abriram a Copa do Mundo, a segunda disputada na França. A seleção Canarinho de Zagallo venceu por 2×1. E quem acha que bagunça é só no Brasil saiba que no chamado Velho Mundo também há muita sacanagem. Milhares de torcedores compraram pacotes turísticos para o Mundial de 98 e já na França descobriram que tinham caído numa roubada. Estava num grupo de brasileiros em Paris e comecei a ouvir um zum zum zum de que não receberíamos as entradas para o jogo de abertura. E não recebemos mesmo. Fomos para a porta do Stade de France no dia da partida. Um outro teve coragem de comprar ingresso de cambista, por pequenas fortunas.  Acabamos vendo Brasil x Escócia num telão, numa área de “fan fest” montada pelos organizadores da Copa, ao lado do estádio, no meio de um multidão de escoceses. Tudo bem, clima de confraternização, até que uma brasileira provocou um escocês (pelo que me lembro, com um cuspe…). Achei melhor pegar o metrô e ver o segundo tempo no hotel.

Memorabilia: Itália 2x2 Chile
Memorabilia: Itália 2×2 Chile

No dia seguinte, peguei um TGV até Bordeaux e consegui ver Itália x Chile no Stade Lescure. Uma joinha de estádio, tribunas bem perto do campo. Lembrou-me um pouco do velho Parque Antarctica. O Lescure foi usado na Copa de 38 também. Mas claro que passou por uma cuidadosa reforma para o Mundial de 98, sem detonar o projeto original – o primeiro estádio do mundo a ter uma marquise sem vigas. Fiquei emocionado por ver pela primeira vez in loco uma partida de Copa do Mundo. Jogo bom, heio de alternativas. Vieri abriu o placar. Marcelo Salas empatou e virou. No fim, pênalti para a Itália. Desta vez, Baggio não errou. 2×2. Confesso que a quantidade de torcedores chilenos me surpreendeu. No mínimo, fizeram tanto barulho que pareciam em maior número do que os italianos, vizinhos da França. Chi Chi Chi, Le Le Le”. Foi a minha ‘estreia’ em Copas do Mundo. Inesquecível. Não ficaria para a segunda fase. Tinha que conhecer o Stade de France. Resolvi ver Holanda x Bélgica. Jogo chaaaatooooo! 0x0.

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Memorabilia: Holanda 0x0 Bélgica

Depois de muitas reclamações e cobertura da mídia, a muito custo a empresa de turismo picareta conseguiu ingressos para a segunda e terceira partidas do Brasil. Toca a excursão (de ônibus) para Nantes.

No estádio La Beaujoire, o Brasil venceu o Marrocos por 3×0. Aos 9 minutos, o primeiro gol de Ronaldo Fenômeno na história das Copas (ele fez 15 ao todo). Rivaldo – o melhor do Brasil em 98- ampliou. E no segundo tempo, Bebeto fechou a goleada.

Bebeto fez o terceiro gol do Brasil contra Marrocos.
Bebeto fez o terceiro gol do Brasil contra Marrocos.

Assistimos à partida atrás de um dos gols. Brasileiros e marroquinhos misturados, sem problema nenhum.

Memorabilia: Brasil 3x0 Marrocos
Memorabilia: Brasil 3×0 Marrocos

O rolê do futuro autor do blog Fut Pop Clube pela Copa do Mundo da França terminou em outro estádio histórico. O Vélodrome, em Marselha. Também usado no Mundial de 1938 e reformado para 1998 (para a Euro 2016, recebeu uma cobertura espetacular). Até casamento teve, antes de Brasil x Noruega!

@FutPopClube
@FutPopClube

Dá para imaginar algo assim hoje em dia? Difícil.

@FutPopClube
@FutPopClube
Memorabilia: Brasil 1 x 2 Noruega
Memorabilia: Brasil 1 x 2 Noruega

Bebeto abriu o placar. Tore Andre Flo empatou e numa lambança de Júnior Baiano – um pênalti ‘mirim’ -, a Noruega virou, com Rekdal.F Digitalizar 06-2K13 -00001

Mais uma do Vélodrome
Mais uma do Vélodrome

Minhas férias continuaram na Espanha (desci de Fokker 50 em Barcelona – paixão à primeira vista!). E o Brasil seguiu viagem até a final fatídica, até hoje motivo de muita polêmica e teses conspiratórias. A seleção arrasou o Chile, no Parc des Princes: 4×1. Nas quartas, de volta à Nantes, partidaça contra a Dinamarca. 3×2. Rivaldo Maravilha! Semifinal e m o c i o n a n t e contra a Holanda, em Marselha. Ronaldo marcou, Kluivert empatou no finalzinho. Prorrogação. A decisão saiu nos pênaltis. Taffarel! O Brasil de Zagallo, que começou a Copa sem encantar, chegou à final no Stade de France com todos os méritos. Mas aí Ronaldo sofreu aquele apagão… e o Brasil tomou um vareio da França de Zidane. Pô, tomamos gol até do Petit…

Há 94 anos, Friedenreich marcou um gol que virou clássico – da música.

Dica do Facebook do Museu do Futebol

FutPopClube.com
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Estádio das Laranjeiras, 29 de maio de 1919. Decisão do Sul-Americano. Brasil x Uruguai.

Numa jogada emocionante, o nosso time venceu por um a zero e a torcida vibrou.

O gol de Friedenreich, que 7 décadas depois inspirou a linda letra de Nelson Angelo para “1×0”, o chorinho já clássico de Pixinguinha e Benedito Lacerda, saiu na 3ª prorrogação. 122 minutos de clássico. O Sul-Americano de 1919 é tido como o primeiro grande título da Seleção – que ainda não era Canarinho. Usava camisas brancas, só abandonadas após o vice na Copa de 1950, diante do mesmo Uruguai.
Aproveito a efeméride para recomendar algumas versões de “Um a Zero”: a do próprio Nelson Angelo, a do grupo vocal Arranco de Varsóvia, a de Pedro Lima e a instrumental do grupo Choro das 3.
E livros. “Friedenreich – A Saga de um Craque nos Primeiros Tempos do Futebol Brasileiro”, recém-lançado,  “Sul-Americano de 1919 – Quando o Brasil descobriu o Futebol”, de Roberto Sander. “Futebol no País da Música”, de Beto Xavier”. de “A Presença do Futebol na Música Popular Brasileira”, de Assis Angelo.
Para saber mais sobre a história do estádio das Laranjeiras, a primeira casa da Seleção, vale a pena dar um rolê pela Sala de Troféus do Fluminense. É um museu sensacional, muito interativo.

A seleção de 1,162 bilhão de reais. Você gostou da “família Scolari”?

Um bilhão e 162 milhões de reais é o valor de mercado dos 23 jogadores convocados por Luiz Felipe Scolari para a seleção brasileira que vai disputar a Copa das Confederações, segundo estudo da Pluri Consultoria (confira aqui).

Felipão, 14/05/2013. FOTO Paulo Mumia/VIPCOMM
Felipão, 14/05/2013. FOTO Paulo Mumia/VIPCOMM

Veja os convocados no slide-show.


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400 dias para a Copa

Cartaz oficial da Copa do Mundo 2014 (C) Fifa
Cartaz oficial da Copa do Mundo 2014 (C) Fifa

O governo divulgou através do Portal da Copa (copa2014.gov.br) a vinheta “A Pátria de Chuteiras”.
Animação legal, a inconfundível/inevitável “Na Cadência do Samba (Que Bonito É)” – clássico de Luiz Bandeira, tema do Canal 100 e de transmissões de rádio – e a expressão parecida com “o escrete é a pátria em chuteiras” consagrada por Nelson Rodrigues.