“Bahêa Minha Vida” levou a Taça CINEfoot 2012!

Atualizado em 6 de junho de 2012



Trailer oficial do filme “Bahêa Minha Vida”, de Márcio Cavalcanti, que acaba de conquistar a Taça CINEfoot de melhor longa-metragem, na parte paulista da terceira edição do festival de cinema de futebol! Segundo os produtores, foi o documentário nacional mais assistido em 2011. Gol! Continuar lendo ““Bahêa Minha Vida” levou a Taça CINEfoot 2012!”

Torcida metal

O momento do futebol mineiro não é bom. Três times ameaçados no Brasileirão. Mas confesso que fiquei impressionado com a quantidade de torcedores / fãs com camisetas do Atlético – Galo Metal – e do Cruzeiro, no dia metal do Rock in Rio. Inclusive o guitarrista Phil Campbell, do Motörhead, usou uma do Gal, certamente presenteada pelo Paulo Xisto, baixista do Clube Atlé…, digo, baixista do Sepultura (tinha o nome de Paulo nas costas).

Também marcaram presença no clássico, ou melhor, no festival, torcedores de Flamengo, Fluminense, Vasco (felizes da vida com a fase turbinada do chamado Trem-Bala da Colina) e Botafogo, claro; de São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Coritiba, Grêmio, Internacional, Bahia, Remo, Paysandu, Santa Cruz, Sport, Náutico (Metal Alvirrubro), CSA etc etc etc… e até do Paraguai!

Agora, eu pergunto: se os torcedores falam a mesma língua, moram na mesma cidade, dividem os mesmos interesses e gostos musicais, seja heavy metal ou samba, por que se agridem, se matam tanto uns aos outros? Hein? Por que não aceitar a diferença e conviver com isso? Qual seria a graça de um campeonato estadual sem o seu maior arquirrival?

Leia meus pitacos sobre o Rock in Rio na Coluna de Música do Fut Pop Clube.

Novos Baianos e o futebol

Fala tamborim! Novos Baianos FC é o nome do disco de 1973 do grupo de Baby, Moraes, Pepeu, Luiz Galvão, Paulinho Boca de Cantor, Dadi, Jorginho Gomes e companhia ilustre. Novos Baianos FC é o nome do documentário que Solano Ribeiro fez para a TV alemã e “caiu na rede”. A paixão dos Novos Baianos pelo futebol fica clara no novo documentário  Filhos de João, Admirável Mundo Baiano, de Henrique Dantas (que passou no festival In-Edit Brasil e estreia nos cinemas em 22 de julho). Reis da bola na MPB em meados dos anos 70, os Novos Baianos não perdiam uma chance de jogar futebol. Mesmo que fosse dentro de um apartamento… Está no filme Filhos de João, Admirável Mundo Baiano. O João do título é João Gilberto, amigo e influência do grupo – já descrito como mistura de João Gilberto com Jimi Hendrix, pandeiro e cavaquinho com guitarra elétrica. Continuar lendo “Novos Baianos e o futebol”

Taça Brasil

Embrião do Campeonato Brasileiro ou precursora da Copa do Brasil? O certo é que a Taça Brasil dava vaga para a Libertadores (aliás, foi criada para isso: definir o time brasileiro classificado para a versão sul-americana da Copa dos Campeões da Europa, hoje Champions League). E a Taça Brasil premiou timaços, como Santos de Pelé, o  Bahia (primeiro campeão), a Academia do Palmeiras, o Botafogo e o Cruzeiro de Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. Em formato mata-mata, reunia de forma regionalizada os campeões estaduais (de modo geral). Os vencedores da Taça do Brasil (PS: oficializados como campeões brasileiros pela CBF em novembro de 2010):

  • 1959 – Bahia campeão. Vice: Santos. Artilheiro: Léo (Bahia), 8 gols. O site do Bahia publicou um especial sobre os 50 anos da grande conquista.
  • 1960 – Palmeiras campeão. Vice: Fortaleza. Artilheiro: Bececê (Fortaleza), 7 gols. O alviverde – treinado por Oswaldo Brandão – tinha no gol Valdir Joaquim de Moraes e nomes como Djalma Santos, Valdemar Carabina, Zequinha, Humberto Tozzi, Chinesinho e o capitão Julinho Botelho.
  • O Memorial das Conquistas do Santos tem réplica do manto clássico do Peixe na Década de Ouro: os anos 60
  • 1961 – Santos campeão. Vice: Bahia. Artilheiro: Pelé, 7 gols.
  • 1962 – Santos bicampeão. Vice: Botafogo. Artilheiro: Coutinho (Santos), 7 gols. O site do Santos dá as escalações da 2ª partida decisiva, em que o Peixe fez 5×0 no Fogão. Santos: Gilmar, Lima, Mauro e Dalmo, Zito e Calvet, Dorval, Mengálvio, Coutinho (Tite), Pelé e Pepe.  Botafogo: Manga, Rildo (Joel), Zé Maria e Ivan (Jadir), Airton e Nilton Santos, Garrincha, Edson Quarentinha, Amarildo e Zagalo.

Um Brasileirão de livros

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Última rodada das dicas de livros recomendados pelo colecionador Domingos D´Angelo, criador do MemoFut, grupo que estuda memória e literatura de futebol.
Hoje, só livros sobre clubes de futebol. Muitos são das coleções Camisa 13, da Ediouro, e Ídolos Imortais, da Maquinária.
Com a palavra, Domingos D´Angelo: “Sobre clubes, temos os livros da Editora DBA que ainda consegue se encontrar”.
Corinthians, Paixão e Glória, do jornalista Juca Kfouri.

Palmeiras, a Eterna Academia, do jornalista Alberto Helena Júnior.

São Paulo- Saga de um Campeão, do escritor Ignácio de Loyola Brandão.

Santos, um Time dos Céus, de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta.

“E os dois da Editora Mercado Aberto, do Ruy Carlos Ostermann”.

Até a Pé Nós Iremos – Grêmio

Meu Coração é Vermelho – Sport Club Internacional

“Não se pode esquecer a coleção Camisa 13, inicialmente da DBA e agora da Ediouro. São 12, faltou o do Vasco.”

Corinthians – É preto no branco, de Washington Olivetto e Nirlando Beirão.

Páginas Heróicas-Onde a imagem do Cruzeiro Resplandece, de Jorge Santana.

Bora Bahêeea! – A História do Bahia Contada Por Quem a Viveu, de Bob Fernandes.

Atlético Mineiro – Raça e Amor – 2ª edição, de Ricardo Galuppo, pela Ediouro.

Botafogo – Entre o Céu e o Inferno, do jornalista Sérgio Augusto, pela Ediouro.

Flamengo-O Vermelho e O Negro – 2ª edição do jornalista e escritor Ruy Castro, Ediouro.

FluCamisa13Fluminense – A breve e gloriosa história de uma máquina de jogar bola, do jornalista e produtor musical Nelson Motta.

Grêmio – Nada pode ser maior, de Eduardo Bueno.

Internacional – Autobiografia de uma paixão, de Luis Fernando Veríssimo.

Palmeiras – Um Caso de Amor – 2ª edição, do escritor Mario Prata.

Santos – Dicionário Santista – 2ª edição, de José Roberto Torero, Ediouro.

são paulo ediouro.com.brSão Paulo-Dentre os Grandes És o Primeiro, de Conrado Giacomini [imagine se o Marco Aurélio Cunha escrevesse um livro sobre o tricolor. É mais ou menos por aí].

“Numa mistura de biografias e clubes, temos a coleção recente da editora Maquinaria, Ídolos Imortais”.

Os Dez Mais do Flamengo, de Roberto Sander.

Os Dez Mais do Corinthians, de Celso Unzelte [leia post anterior].

Os Dez Mais do Palmeiras, de Mauro Beting [leia post anterior].

Os Dez Mais do Fluminense, também de Roberto Sander. [leia mais – acaba de sair o volume sobre os craques do Internacional. Vem aí os do São Paulo e do Botafogo]

PentaTri-A história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo (leia trecho), de Paschoal Ambrósio Filho, também é da Maquinária.

“Sobre clubes, os dois mais recentes foram escritos pelo Orlando Duarte”.

Corinthians o Time da Fiel, de Orlando Duarte e João Bosco Tureta, pela Companhia Editora Nacional.

Palmeiras – O Alviverde Imponente, de Orlando Duarte, também pela Companhia Editora Nacional.

LEIA MAIS DICAS DE Domingos D´Angelo:

Copa de Livros.

Seleção de livros sobre o escrete canarinho.

Biografias e mais biografias.

Uma nova voz na série B (atualizado)

Foi dada a largada também para a divisão de acesso do campeonato mais bacana do mundo, o Brasileirão. Um blogueiro não pode abraçar o mundo e acompanhar todas as competições legais, mas pretendo manter um olho na Série B, com tantos times que foram campeões ou vice da 1ª divisão. A torcida do Vasco seguiu o canto e transformou São Januário realmente num caldeirão, lotado (aparentemente por bem mais que os 13 mil anunciados), em jogo que passou ao vivo em TV aberta para o Rio (estreia em transmissões da Globo aberta de Luiz Carlos Júnior e Alex Escobar). Torcida que cantou quase o tempo todo, mesmo que o gol do veloz Rodrigo Pimpão contra o Brasiliense só tenha saído aos 16 minutos do segundo tempo (veja/reveja). Continuar lendo “Uma nova voz na série B (atualizado)”