Retrô: Tottenham Hotspur 1978

Retrô: Tottenham Hotspur 1978

A camisa desta sexta-feira. Retrô do Tottenham Hotspur 1978, quando chegaram os argentinos Osvaldo Ardiles e Ricardo Villa. Tem o selo da Admiral, marca que vestiu os Spurs de 1977 a 80.

Ossie Ardiles e Ricky Villa chegaram a White Hart Lane como campeões do mundo, depois da Copa de 1978. Continuar lendo “Retrô: Tottenham Hotspur 1978”

Retrô: Crystal Palace 1978-79.

Retrô: Crystal Palace 1978-79.
Camisa retrô em homenagem à campanha do Crystal Palace na temporada 1978-79, que resultou na volta dos #eagles à elite do futebol inglês.

O Crystal Palace, clube azul e vermelho do sul de Londres, tinha jogado no topo da pirâmide do futebol inglês entre 1969 e 1973. Depois, chegou a cair até a terceira divisão. Sob o comando do técnico Terry Venables, conseguiu subir da terceira para segunda divisão em 1976-77. E em 1978-79, o Palace fez grande campanha na segundona -apenas quatro derrotas-e ganhou o título da Second Division. Na defesa, estava um ídolo do clube do sul de Londres: o zagueiro Jim Cannon, 660 partidas com a camisa do CPFC.

Na última rodada, um empate garantia a vaga e uma vitória também valia a taça. Jogando com uma camisa branca com a faixa diagonal vermelha e azul, feita pela marca inglesa Admiral, os #Eagles ganharam por 2 a 0 do Burnely no jogo do acesso e do título. Gols de Ian Walsh e Dave Swindlehurst. O público foi recorde em Selhurst Park : 51.482 torcedores. A procura foi tão grande que os portões do estádio foram fechados uma hora antes do match!

Agora, essa camisa histórica que marcou a volta do Palace à primeira divisão inglesa foi resgatada no modelô retrô acima, lançado pela Score Draw, com o selo da Admiral, fornecedora dos #Eagles na época.

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O time mais rico do mundo

O time mais rico do mundo

Facebook:  73 milhões de curtidas e contando. Instagram: 17,7 milhões.
Twitter: mais de 11,2 milhões. Google +: quase sete milhões de seguidores.
São os números (em 25/05/17) das redes sociais do Manchester United, o time de futebol mais rico do mundo (Deloitte Football Money divulgado em 2017), mesmo tendo chegado apenas em quinto lugar no Inglês 2015-16. Receita de 689 milhões de euros, quase setenta milhõezinhos a mais que Barça e Real Madrid na temporada 15-16, analisada pelo relatório mais recente da Deloitte. Fruto dos grandes contratos (Chevrolet, adidas), direitos de transmissão de TV, mais a grana que Old Trafford movimenta em dias de jogos (e fora deles!).
No começo de março de 2017, tive a oportunidade de fazer o tour pelo museu do United, que fica dentro do estádio Old Trafford. Como já era um finzinho de tarde, não dava mais para acessar o campo. Era pegar ou largar.

O uniforme do Newton Heath, no começo da linha do tempo do United

A flamulinha ao lado indica o ano de fundação: 1878. Primeiro como Newton Heath, que era verde e amarelo (em 1992, a Umbro fez um terceiro uniforme com o visual verde-amarelo). Só passou a ser chamado Manchester United em 1902. Desde 1910, os Red Devils estão em Old Trafford,  investimento inicial de 40 mil libras, na grande Manchester. Infelizmente, a história do time vermelho tem uma coisa em comum com o Verdão do oeste catarinense. Em fevereiro de 1958, um acidente de avião em Munique acabou com parte de uma jovem geração promissora e já vitoriosa, os Busby Babes, comandados por Sir Matt Busby – que sobreviveu à tragédia de Munique.

Primeira página do Daily Herald, fevereiro de 1958.

Para um brasileiro, é impossível não lembrar da tragédia da Chapecoense em 2016, impossível não se emocionar na sala dedicada aos Busby Babes, que tem vários painéis e gavetas forradas de jornais de 1958.

Homenagem a Matt Busby

Sir Bobby Charlton, Denis Law e George Best, o quinto beatle, o primeiro football star na Inglaterra. 470 partidas, 179 gols pelo Manchester. Com a United Trinity dos Red Devils em campo, Busby levou o United à primeira de três Copas/Ligas dos Campeões, em 1967-68. Dez anos depois da tragédia.

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