Camisa do Vasco da Gama em homenagem ao heroico português.

Foto LUIZ PIRES | Vipcomm
Foto LUIZ PIRES | Vipcomm

Já a camisa do Vasco na Coleção Raízes da Penalty não é bem um uniforme retrô, mas uma interessante homenagem ao navegador português que batiza o clube da Colina. Mapas, brasão, texto de carta de Vasco da Gama para o rei de Portugal em 1498 são alguns dos detalhes, que você vê abaixo. Continuar lendo “Camisa do Vasco da Gama em homenagem ao heroico português.”

Terceiro uniforme do Vitória

FOTO Luiz Pires | Vipcomm
FOTO Luiz Pires | Vipcomm

A camisa P&B do Vitória, lançada pela Penalty no Dia Nacional do Futebol, vai ser o terceiro uniforme do Leão da Barra, informa o site oficial do clube. Que explica a origem: o Club de Cricket Victória foi fundado em 1899. Em 1902, adotou o futebol virou Sport Club Victória e por um tempo usou a camisa listrada em P&B, antes de adotar o uniforme rubro-negro. No ano passado, o Vitória chegou a usar uma linda camisa preto e branca, como parte da campanha Meu Sangue é Rubro-Negro, premiada em Cannes. Confira os detalhes da camisa, como o distintivo retrô – e como em outras camisas da coleção, as marcas dos patrocinadores e da fornecedora também são “vintage”, Continuar lendo “Terceiro uniforme do Vitória”

Recampeão 2013

https://www.facebook.com/corinthians
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Ainda o atual campeão da Libertadores, campeão do mundo, campeão paulista, o Corinthians agora também é o dono da Recopa Sul-Americana. Justíssima conquista, com duas vitórias no clássico Majestoso: 2×1 no Morumbi. 2×0 no Pacaembu. Que estrela, a do Tite. O cara é bom, sem dúvida. Quanto ao São Paulo, precisa começar tudo de novo, do zero. A questão é que quem tem o poder para detonar esse processo de mudança, no momento, não tem legitimidade nenhuma. Passou da hora de Juvenal Juvêncio pedir o boné. Já tem até faixa das torcidas adversárias fazendo juras de amor ao presidente são-paulino.

Atlético de Madrid e Fiorentina fizeram a maior festa para seus novos atacantes.

"Maravilla" FOTO A.G.  http://www.clubatleticodemadrid.com/ | https://www.facebook.com/AtleticodeMadrid
“Maravilla” FOTO A.G. http://www.clubatleticodemadrid.com/ | https://www.facebook.com/AtleticodeMadrid

A apresentação de David Villa com a 9 do Atlético de Madrid levou 20 mil rojiblancos ao estádio Vicente Calderón.
O site da Fiorentina diz que o “Mario Gomez Day” reuniu 20 mil pessoas no Stadio Artemio Franchi (a página do clube fala em 30 mil). O “bomber” alemão vai vestir a 33 no clube viola.

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Centenário do Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre.

http://www.cruzeiropoa.com.br/
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Neste 14 de julho, o Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre, completa 100 anos. Diferentemente do Cruzeiro Esporte Clube, de Belo Horizonte, o torcedor do Cruzeiro de POA se chama cruzeirista. O clube estrelado foi campeão gaúcho em 1929, da segundona estadual em 2010 e de vez em quando apronta no campeonato estadual. Um dos apelidos do Cruzeiro é Leão da Montanha, referência a um dos muitos  estádios que o clube já possuiu (e teve que deixar). O estádio da Montanha, na “Colina Melancólica”, assim chamada por ser uma região de cemitérios porto-alegrenses. Não deu outra. Em 1970, o Cruzeiro teve que se despedir da Colina e o estádio da Montanha virou um cemitério vertical. Ainda hoje o cemitério João XXIII tem uma parte da arquibancada, o que pode ser visto neste vídeo aqui. Essa história foi lembrada por um dos mais célebres cruzeiristas, o escritor Moacyr Scliar (1937-2011), no livro  “A Colina dos Suspiros”, uma ficção inspirada no Cruzeiro e seu campo mais famoso.

Catalogado como literatura infanto-juvenil, A Colina dos Suspiros (Editora Moderna) é uma leitura leve e divertida – na real, indicada a todos que se interessam por ficções sobre futebol. Conta a história do Pau Seco, seu estádio, numa colina, vendido a um cemitério, pagamento em jazigos, jogadores  negociados em troca desses túmulos- como a história o Cruzeiro, do coração de Moacyr Scliar – a rivalidade com o União e Vitória, coronéis, empresários, exportação de jogadores…Ironia e tragédia se misturam. Final surpreendente. Recomendado!

Depois da morte de Moacys Scliar, o Cruzeiro entrou em campo com uma tarja preta de luto, na partida contra o Grêmio, pela semifinal da Taça Piratini (1º turno do campeonato gaúcho), em 2011. O escritor herdou a paixão do pai, José Scliar. Em 2010, Moacyr escreveu uma coluna no jornal Zero Hora, festejando a volta do Leão à elite do futebol gaúcho. Na crônica (leia aqui), Moacyr Scliar cita o livro A Colina dos Suspiros.
A venda do estádio da Montanha coincidiu com um período de decadência do tradicional clube estrelado, até a retomada, nessa década. O campo seguinte, o Estrelão, já não pertence ao Cruzeiro. No ano do centenário, sobe a Arena Cruzeiro, em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre. Deve ter capacidade para 15 mil cruzeiristas.

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O rock que rola nos estádios

Nada de “Touradas em Madri”  no olé 2013 que a Seleção Brasileira deu na Espanha, desta vez na final da Copa das Confederações. Diz a lenda que os espanhóis ficaram tão chateados, depois que o clássico do repertório de Alberto Ribeiro e Braguinha foi cantado pela massa que lotou o Maracanã na penúltima rodada da Copa de 50 (Brasil 6×1 Espanha). que a então Fúria ficou anos e anos sem jogar amistosos com nossa seleção (o fato é que só se reencontraram na Copa de 1962). A trilha sonora da noite em que o Brasil do Felipão fez 3×0 nos atuais campeões do mundo teve hino nacional à capella, funk dos morros cariocas e sambas campeões: “O Campeão (Meu Time)”, sucesso do Neguinho da Beija-Flor, hino dos estádios brasileiros; e a volta do samba-enredo do Salgueiro (“Peguei um Ita no Norte”), que foi muito cantado nos estádios brasileiros nos anos 90: “explode coração, na maior felicidade…”.

back-in-black1Mas as seleções entraram em campo no Maracanã – que está no coração da capital do samba, tão perto do morro da Mangueira e sua Estação Primeira – ao som de um rock do AC/DC, “Thunderstruck” (como nas outras partidas da Copa das Confederações). Sobe o som.


Ao som de outro rock do AC/DC, entram em campo o São Paulo, do goleiro-roqueiro Rogério Ceni, e o St.Pauli, da Alemanha (clube que foi o tema do post anterior).

Demais, não?
Os gols do time mais à esquerda deste planeta bola são comemorados com um dos sons mais vitaminados do Blur, “Song 2”. Tooor! Goool! Woo-hoo!

Se o gol não sai e o seu time precisa de um empurrãozinho… pode recorrer a um rock muito usado pelas torcidas. “Seven Nation Army”, cartão de visitas do White Stripes de Jack White, já foi adaptado por várias torcidas lá fora e no Brasil, como a do Brasil de Pelotas, do Inter, do São Paulo. Ôôôô!

Ou então adapte outra canção “levanta-estádio”: Coldplay, “Viva La Vida”. Só das torcidas cariocas ganhou 2 versões distintntas. Uma de alvinegros. Outra de rubro-negros. (veja post anterior).
A última dica pode até ser manjada, mas que torcedor  não quer poder cantar, depois da última rodada, este hit do Queen?

O time mais rock and roll do mundo

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Antinazista. Antirracista. Anti-homofóbico. Tudo isso está no estatuto do FC St. Pauli, clube do bairro operário de Hamburgo (não muito longe de onde os Beatles tocaram seus primeiros riffs e cantaram seus primeiros refrões fora da ilha do rock), cidade portuária no norte da Alemanha. Entra em campo em alto e bom som (AC/DC, Hells Bells), comemora gol ao som de Blur (“Song 2”. Woo-hoo!)e tem toda uma imagem ligada ao alternativo, muito além da caveirinha na bandeira.
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Os Helenos lançam “Hey Botafogo”.

https://www.facebook.com/oshelenos?fref=ts
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O Engenhão está fechado, mas o astral do Botafogo anda lá em cima. Nada como ter um ídolo como Seedorf, ganhar título estadual, vencer clássicos, começar bem no Brasileirão. Nessa buena onda, aparece um coletivo formado por músicos com passagens por grupos como Autoramas, Brylho, Carbona, Do Amor, Hanói-Hanói, Nervoso, Seletores de Frequência etc – todos apaixonados pelo clube da estrela solitária. Os Helenos se consideram a primeira banda botafoguense de rock, ska, samba, salsa, punk e música latina  da história.
Um EP com 7 músicas desse supergrupo botafoguense será lançado via iTunes na terça-feira. Em breve, essas músicas devem subir no canal da banda no You Tube.
Por enquanto, primeiro clip d´Os Helenos, “Hey Botafogo”, é uma versão alvinegra de um hit #1 de 1969, “Na Na Hey Hey Kiss Him Goodbye”, da banda americana Steam. Essa cover não entrou no EP.
Veja o clip dos fãs do time de Heleno de Freitas e companhia aqui ou abaixo.


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Barça x Santos, 2 de agosto @ Camp Nou.

www.fcbarcelona.com
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O que se passará na cabeça do torcedor do Santos, ao ver na TV a primeira partida de Neymar pelo novo clube? Tristeza, pela perda do ídolo? Orgulho por formar um grande craque? Conformismo, por saber que nenhum clube brasileiro consegue segurar sequer jogadores menos estelares? O certo é que pela primeira vez o santista vai torcer contra Neymar. Vale taça, mas é um torneio praticamente amistoso o Joan Gamper, que leva o nome do fundador do Barcelona. Dentro do post, o comercial do confronto, dica do Bate Bola da ESPN, que está no canal do Barça no You Tube. Continuar lendo “Barça x Santos, 2 de agosto @ Camp Nou.”

Fluminense <3 Maracanã

A "estátua do Bellini", ponto de encontro na frente do Maracanã. Na vida real, o capitão de 1958 defendeu Vasco, Fluminense e São Paulo.
A “estátua do Bellini”, ponto de encontro na frente do Maracanã. Na vida real, o capitão da Copa de 1958 defendeu Vasco, Fluminense,São Paulo e Atlético Paranaense.

A ausência dos estádios da Copa é um dos fatores que explicam a queda da média de público do último Brasileirão. Hoje a torcida do Fluminense recebeu a confirmação de uma ótima notícia: o tricolor entrou em acordo com os novos concessionários do Maracanã. E o Fluzão vai poder mandar seus jogos no Maraca pelos próximos 35 anos. A volta pra casa começa em 21 de julho: o clássico contra o Vasco será no Maracanã (18h30). Um presente de aniversário para a torcida tricolor, no dia em que o Flu completa 111 anos (valeu, Serginho Rock Flu).
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