MADRI, 28 de agosto de 2011
Yo me voy al Manzanares/al estádio Vicente Calderón/donde acuden a millares/los que gustan de emoción
MADRI, 28 de agosto de 2011
Yo me voy al Manzanares/al estádio Vicente Calderón/donde acuden a millares/los que gustan de emoción

Sensacional fachada do estádio do Sevilla, palco da segunda partida de uma das eliminatórias da Europa League, entre o time da casa e o Hannover 96. Nos azulejos, em volta do emblema do Sevilla FC, estão desenhadas flâmulas de vários times, inclusive sul-americanos como Santos, Peñarol e Newell’s Old Boys.
Notas curtas sobe o futebol em Portugal :
– o “esquerdino” Bruno César, ex-Santo André e Corinthians, atual camisola 8 do Benfica, está bem na foto, depois do golão que marcou sábado contra o Feirense. Ele já tem dois golos na Primeira Liga portuguesa. A questão é saber se brasileiro conseguirá lugar no 11 titular dos encarnados, ao lado do argentino Aimar, o craque da equipa. Bruno César não deve deitar fora a chance. Nesta quarta, o Benfica recebe o Twente, jogo de volta pelas eliminatórias da Champions.
Continuar lendo “Remates à baliza”
– Não se esqueça do cachecol do Benfica, me aconselhou o prestativo e bem-humorado recepcionista do hotel de Lisboa, ao saber que eu ia ao jogo do time dele.
-Força, Benfica – completou, quando me despedi.
Usar o cachecol do time é uma mania nos estádios de Portugal e da Europa. No Metro de Lisboa, a caminho da catedral do futebol português que é o novo estádio da Luz, a maioria dos torcedores leva com orgulho a echarpe do time.
Taí uma coisa que não pegou nos estádios do Brasil, talvez pelo clima.
Dentro da Luz, é impactante a acústica da arena. Uma moça à minha frente chegou a tapar os ouvidos durante uma vaia. E olha que neste sábado, o público foi de 35 mil pagantes- pouco mais da metade da capacidade do estádio do clube recordista de sócios no mundo.

Aliás, como em outros estádios, quem dá show nas bancadas é aquela torcida mais fanática que fica atrás de uma das balizas. “Benfica, amor da minha vida. Benfica, minha paixão”.
O restante do estádio acompanha essa torcida nos momentos mais felizes do time. E vaia, reclama e xinga muito técnico (“És burro mesmo, o pá!”, grita um benfiquista ao meu lado), jogador que não está bem, adversário e juiz.
Lá como cá, fila pra comprar ingresso.
Atendendo a sugestão do leitor benfiquista, dentro do post vou acrescentar aos poucos fotos de cachecóis de futebol. Não obrigatoriamente do glorioso encarnado de Lisboa… Continuar lendo “Mania de Cachecol – I”

“SLB, SLB, ‘glurioso’ SLB”. . . saiu cantando a torcida benfiquista pelo túnel acima, que liga o estádio da Luz ao imenso shopping Centro Colombo (a estação do Metro, Colégio Mitar/Luz, fica emaixo). 3 a 1 contra o Feirense. Continuar lendo “O glorioso SLB”
Publicado em 18/08/2011 
Dizem que La Bombonera pulsa. Também posso dizer que o Camp Nou pulsa. E balança! Também pudera. O Barça começa a temporada 2011-2012 como terminou a anterior: levantando taças. Num tira-teima (se é que era necessário algum tira-teima) entre o tricampeão espanhol e o campeão da Copa do Rei, o Barcelona enfrentou pela sexta vez no ano o Real arquirrival de Madri. A Supercopa de Espanha. Primeiro jogo: 2-2 no Bernabéu. Segundo jogo: 93 mil pessoas no Camp Nou. Expectativa para a reestreia de Cesc Fàbregas, depois da novela que foi sua volta ao Barcelona. Lembro-me que em maio de 2011 havia torcedores com camisas do Barça já com o nome de Fàbregas. Ontem ele ficou no banco e entrou quase aos 40 do segundo tempo de um clássico eletrizante. Continuar lendo “Supercampeões de Espanha 2011”

Bom, como estava tentando dizer e o dispositivo não ajudou, impressionante a torcida da Sampdoria. Os ultras lotaram os dois níveis atrás do gol sul. E passaram o tempo todo gritando “Dória! Dória! Dória!” E de tudo quanto é jeito.
Também me impressionou o ingresso “popolare” para a partida contra o Alessandria pela Coppa: 5 euros. Menos do que uma flâmula. Doze mil tifosi foi considerado um bom público para o jogo no meio de um feriado. Na próxima fase da Coppa, a Doria pega o Empoli. Juve, Roma, Lazio,Milan, Palermo, Udinese, Inter e Napoli só entram nas oitavas de finais, em dezembro. Se seguir em frente, a Samp poderá se encontrar com Roma, Juve, Lazio ou Milan no seu lado da chave.
Segunda fase eliminatória da Coppa Itália. A Sampdoria recebeu o Alessandria no interessantíssimo Luigi Ferraris – arquitetonicamente uma mistura das arenas Barueri e da Baixada com uma cobertura tipo Engenhão. O detalhe são as torres nos quatro córners do gramado, onde muitos torcedores preferem ver o jogo. A Samp (hoje na série B) teve dificuldades pra seguir em frente na Coppa.
Marcava seu gol, mas cedia o empate – o 2×2 no finalzonho. Mas na prorrogação Sanmarco fez o tento da vitória. Um golaço, de bicicleta. Para alegria dos cerca de 12 mil tifosi que não pararam de empurrar o time.



Rumo ao Allianz Arena, onde o Bayern de Munique manda seus jogos, a linha de metrô é a U-6. A estação, Fröttmaning. Na saída da estação, já dá para ver o “pneuzão”, que ficou lotado para o jogo entre dois velhos rivais, o Bayern e o Borussia Mönchengladbach -primeira rodada da Bunsdesliga. Muita organização, muito consumo e também muita fila na loja oficial do Bayern e nas lanchonetes da arena. Imagine se não fosse tudo tão organizado. Confesso que fiquei surpreso com o excelente número de torcedores do Borussia, já no metrô. 
Dentro do estádio, eles ficaram concentrados num dos cantos, em dois dos três níveis do moderno estádio – mais alguns espalhados, misturados com os do Bayern. Atmosfera incrível durante o jogo. Ambas torcidas cantando o tempo todo, só que os visitantes cantaram mais forte no fim, graças a uma trapalhada do goleiro Neuer e do zagueiro Boateng. Gol da vitória do Borussia, apesar do domínio do time da casa. Continuar lendo “Fussball Pop Club”
Publicado em fevereiro de 2011

Foi neste simpático estádio da foto acima que Ronaldo Fenômeno marcou seu primeiro gol pelo Cruzeiro, numa excursão da Raposa pela Europa. O Cruzeiro foi ao estádio do Restelo enfrentar os Belenenses, donos da casa. E estrela do jovem artilheiro começou a brilhar em gramados internacionais. Agosto de 1993. Primeiro gol do então Ronaldinho, 16 anos!

“Gancho” para publicar mais um rolê do Fut Pop Clube: agora pelo belo estádio do Restelo e sede do Clube de Futebol Os Belenenses.
O nome vem do bairro lisboeta onde o clube foi fundado: Belém, o mesmo dos tentadores pastéizinhos. E o estádio – que me lembrou um pouco o velho Palestra Itália, do Palmeiras, antes da demolição, claro, mas com pista de atletismo na mesma cor da do Engenhão – está muito bem localizado, pertíssimo do Mosteiro dos Jerônimos e da Torre de Belém, com vista para o rio Tejo e Ponte 25 de Abril. Saca só as fotos abaixo.
