Deixa o rock rolar! Mais uma vez!

DCCD24O Morumbi pode até ficar sem jogo de abertura da Copa 2014, mas não vai ficar sem rock´n´roll em 2009. O AC/DC vai tocar no Morumbi! 27 de novembro será uma noite de rock ´n´ roll elétrico no Cícero Pompeu de Toledo. Site oficial da banda confirma que as vendas começam dia 1º de outubro, primeiro pra galera do fã-clube.

Deixa a Copa, digo, o rock, rolar! Em 2 de novembro, Angus Young e cia tocam no Monumental de Nuñez, cancha do River Plate. Let´s go!?

Em novembro de 2008, a revista Classic Rock fez uma eleição das 30 maiores músicas do AC/DC, escolhidas por roqueiros, que também fazem comentários (Peter Frampton, por exemplo; ele diz que não cai na estrada sem carregar de AC/DC o MP3…)

Vamos à lista dos 10 maiores clássicos do AC/DC, segundo votação feita pela revista britânica:

10 – Thunderstruck.

9 – Problem Child.

8 – Girls Got Rhythm

7 – Down Payment Blues

6 – For Those About to Rock

5 – Dirty Deeds Done Dirt Cheap

4 – Whole Lotta Rosie

3 – You Shook Me All Night Long

2- Highway to Hell

E a primeira, qual será? Tchan-tchan-tchan! Só pode ser ela! Clique aqui> Continuar lendo “Deixa o rock rolar! Mais uma vez!”

O som da banda Instiga

cartaz set pbNa estrada desde 2001, o Instiga é um trio de rock com influências de grunge e indie que começou no Barão Geraldo, celeiro de bandas de Campinas, SP. A banda investiu no visual do seu site e também está no My Space, Last FM, You Tube, Twitter etc etc etc.  Aliás, pelo Twitter do Instiga fiquei sabendo do show na feira ExpoMusic, em 25 de setembro. Antes, o trio toca no Bar do Zé, no mesmo bairro Barão Geraldo. É neste domingo, 19h. Ingresso a 7 reais. Maneiro o cartaz da show? Veja o “flyer” colorido.

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Dia de Beatlemania

[clearspring_widget title=”The Beatles Official Widget” wid=”4aa4cbc0d1c4b34a” pid=”4aa83b99581fa570″ width=”400″ height=”300″ domain=”widgets.clearspring.com”] Dia Mundial dos Beatles. Nas lojas gringas (por enquanto), video-game com os 4 rapazes de Liverpool animados na tela. E você pode dar uma de John, Paul, Ringo ou George, numa mistura de karaokê com guitarra aérea, digo, de brinquedo (veja o clip de abertura do game). Beatles Rock Band pode ser jogado em X-Box 360, Playstation3 ou Wii. Mas custa os olhos da cara, especialmente aqui no Brasil. Uma pena, porque dá uma senhora vontade de jogar! A aposta da já gigantesca indústria de games (uma das mais lucrativas do showbizz) é que o cartucho vai arrebentar a boca do balão. Você não curte jogos eletrônicos? Tudo bem. Toda a discografia dos Beatles foi remasterizada e está sendo relançada: uma caixa com os discos em estéreo, outra caixa em mono (ambas importadas) e ainda CDs avulsos, com novas embalagens. E se a sua Beatlemania ainda não ficar satisfeita, pode ver o espetáculo All You Need is Love

Thin Lizzy

lizzy front_coverThe Boys are Back in Town”. Mesmo que você não conheça a ótima banda irlandesa Thin Lizzy, é grande a chance de já ter ouvido esse rock, no rádio, em trilhas de filmes, como “Toy Story” (no caso da animação da Pixar/Disney, o clássico do Thin Lizzy foi usado em trailers). É boa também a chance de você ter ouvido sucessos do Thin Lizzy regravados por nomes como Metallica (“Whiskey in the Jar”, presente em “Garage Inc” que teve clip e tudo), Iron Maiden (“Massacre”, lado B do single “Can I Play With Madness”), Smashing Pumpkins (“Dancing with the Moonlight”, lado B do CD single “Disarm”). Como a banda de Phil Lynott acabou em 1983 e poucos discos foram lançados no Brasil, infelizmente o Thin Lizzy não é conhecido como deveria por aqui. E como deveria: junto com o Judas Priest, os irlandeses ajudaram a consolidar o formato de duas guitarras-solo. E como Lynott “lançou” grandes nomes da guitarra! Continuar lendo “Thin Lizzy”

Guitarras na tela. “A Todo Volume”.

it might get loud Jimmy Page, Jack White e The Edge. Três heróis da guitarra de diferentes gerações do rock num mesmo filme.  “It Might Get Loud” deve ser lançado no Brasil em 6 de novembro, com o nome de “A Todo Volume”. O doc, de 2008, passou em festivais (Sundace, Berlim, Toronto, Rio). O diretor é Davis Guggenheim (o mesmo do filme do Al Gore sobre clima…). Mas a julgar pelo trailer dá para ficar ansioso. O produtor Thomas Tull diz que a diferança de outros documentários de concertos é que “It Might Get Loud” tenta mostrar a relação entre essas três feras e suas guitarras.

Veja aqui salas e horários das próximas sessões na Mostra de Cinema de São Paulo.

E vem aí um filme sobre os White Stripes. Under Great White Northern Lights. Estreou no festival de Toronto, em setembro de 2009. Continuar lendo “Guitarras na tela. “A Todo Volume”.”

25 anos de um discão: “Powerslave”

powerslave O disco do Iron Maiden que geralmente aparece em almanaques e listas de melhores é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa, “The Number of The Beast“, que marcou a estreia de Bruce Dickinson e ainda conta com o excelente batera Clive Burr.  Entre os favoritos do blog, está “Powerslave” (ouça trechos). O disco lançado justamente antes do primeiro showzão do Maiden na América do Sul, o de 11 de janeiro de 1985, Rock in Rio I. Continuar lendo “25 anos de um discão: “Powerslave””

SRV

srvFui apresentado ao som do guitarrista texano que deu sangue novo e pegada roqueira ao blues por um saudoso amigo de faculdade, músico fissurado por rock e (futebol) do bom. Ele me emprestou uma fitinha K7  (ahn? era final dos anos 80!) e não me disse qual era o som. Gostei. “Tem influência de Hendrix, mas não só”. Era Stevie Ray Vaughan, com o seu Double Trouble. Comecei a procurar discos, o Live Alive foi um dos primeiros CDs que comprei na vida… Poucos anos depois, já estagiário, recebi via agência internacional a notícia do precoce desaparecimento do bluesman- SRV morreu num acidente de helicóptero junto com o piloto e 3 pessoas da equipe de Eric Clapton, em 27 de agosto de 1990. Apenas 7 anos depois do espetacular disco de estreia: Texas Flood. Que mostrou a levada típica de Stevie, o shuffle, em blues-rocks como Love Struck Baby, ótimas covers como Mary Had a Little Lamb, de Buddy Guy, baladas blues, lancinantes blues, emocionantes blues. A repercussão da estreia foi tão boa que Vaughan abriu mão de seguir tocando com David Bowie, com quem gravou guitarras do disco Let´s Dance. Compre, grave, baixe, jogue Rock Band, dê um google, não importa o jeito, mas ouça Stevie Ray Vaughan. Seus ouvidos merecem. Continuar lendo “SRV”

Pearl Jam

tenQue me perdoe o mestre Telê Santana, que odiava que nossos gramados fossem usados e pisados em shows.  Mas que espetáculo foi o Pearl Jam no Pacaembu! Rolou no glorioso 2005, 14 anos após o lançamento de Ten. Discão que hoje (27/8/09) atinge a maioridade. 18 anos da estreia do Pearl Jam. No começo de 2009, Ten foi relançado com faixas bônus e/ou DVD acústico. Pearl Jam continua aprontando. The Fixer, primeiro som do novo disco, Backspacer, já está na rede.

Uma jornada pelo mundo do metal

metal_defUm antropólogo faz um filme sobre heavy metal. Se você acha que o resultado pode ser acadêmico ou cheio de estigmas, se enganou. O canadense Sam Dunn e sua turma da Banger Productions são os responsáveis por Flight 666, o documentário da recente turnê do Iron Maiden. Antes, filmaram este Metal – Uma Jornada pelo Mundo do Heavy Metal (Metal – A Headbanger´s Journey) e sua sequência Global Metal. Sam Dunn ancora o filme se revelando um fã de heavy metal “desde criancinha”. Busca as origens do som (Sabbath, claro), do termo heavy metal,dos símbolos, fala dos problemas com a censura, destrincha os subgêneros, viaja à Alemanha para curtir o festival Wacken e à Noruega para investigar o braço radical do black metal nórdico, que queima igrejas e o próprio filme.

Metal, a jornada de Sam Dunn, é um filme de fã que não deixa de documentar e tem humor. Alice Cooper (pioneiro do rock horror show) tira sarro desse pessoal do black metal nórdico (que ele compara ao filme Spinal Tap). Ronnie James Dio não perde uma chance para zoar de Gene Simmons. E num dos extras tem até uma moça que faz dança do ventre ao som de metal pesadaço. E o que mais? Continue lendo. Continuar lendo “Uma jornada pelo mundo do metal”

Bate-pronto com PVC, autor de “Bola Fora”

pvc novo livroEle comenta um monte de jogos e participa de vários programas dos canais ESPN (como Loucos por Futebol) e rádio Eldorado-ESPN. Atualiza blog. Escreve duas colunas semanais na Folha de S.Paulo: uma aos domingos  e outra na segunda, essa com a prancheta do PVC. PVCO jornalista Paulo Vincius Coelho acaba de lançar o livro Bola Fora, sobre o exôdo dos jogadores brasileiros.  Prontamente, cedeu a seguinte entrevista.
FUT POP CLUBE – No final do capítulo 3 de “Bola Fora”, você escreve que a venda de Zico para a Udinese, em 83, foi o “gol com que a Europa fechou o placar do jogo contra o Brasil”. O que dizer em 2009, quando o Brasil exporta 34  jogadores e jogadoras para o Vietnã, 13 para Angola, 11 pra Tailândia e por aí vai?

Paulo Vinicius Coelho – São situações diferentes. Hoje o Brasil exporta todo mundo. Naquele tempo, não exportava. A partir do caso Zico, do caso Falcão, de Júnior, Cerezo… A situação mudou. Foi o ponto de partida para chegarmos ao nível em que estamos.

NA SEQUÊNCIA, PVC FALA DE CALENDÁRIO, COPA DO MUNDO, RIO SEM MARACA E JORNALISMO ESPORTIVO. Continuar lendo “Bate-pronto com PVC, autor de “Bola Fora””