Os 10 mais da história do seu time

Capa do livro de Mauro Beting. Lançamento 16/03. Saraiva Eldorado.
Capa do livro de Mauro Beting. Lançamento 16/03. Saraiva Eldorado.

Oberdan Cattani, Marcos – goleiros, e que goleiros. Djalma Santos, lateral. Luís Pereira, zagueiro. Fiúme, volante, zagueiro, meia. Dudu, volante. Jair Rosa Pinto, meia. Ademir da Guia, divino camisa 10. Julinho, ponta. Evair, matador. Esses foram eleitos “Os Dez Mais do Palmeiras” para o livro do jornalista Mauro Beting, coleção Ídolos Imortais, da Maquinária Editora. O lançamento é na outra segunda, 16 de março, às 19h, na Saraiva Megastore do Shopping Eldorado, em São Paulo. Torcedor palmeirense, compareça, porque alguns desses craques de todos os tempos são esperados na noite de autógrafos, além do Mauro Beting, craque de texto e pranchetas táticas.

O esquema da coleção Ídolos Imortais é assim: dez torcedores votam nos 10 mais da história de cada time. No primeiro volume, “Os Dez Mais do Flamengo” tem Rubens, Dequinha,  Dominguos da Guia, Leônidas, Zizinho, Evaristo, Dida, Zico, Leandro e Júnior. Para o segundo, “Os Dez mais do Corinthians”, de Celso Unzelte, foram escolhidos Gilmar, Zé Maria, Wladimir, Luizinho, Baltazar, Rivellino, Cláudio, Sócrates, Neto e Marcelinho Carioca.

Acaba de sair o livro sobre os 10 do Fluminense. Vem aí volumes sobre  São Paulo, Botafogo, Inter, Grêmio,Vasco, Santos, Cruzeiro e Galo.

Difícil à beça votar só em 10. E você, se arriscaria a dizer os 10 mais do seu time de coração? Eu vou tentar. Clique em comentários.

Paixão pela Libertadores e pela música

O livro de Beto Xavier
O livro de Beto Xavier
No mês que vem, o jornalista e radialista Beto Xavier lança o livro que é um projeto de vida: “Futebol no País da Música”, pela Panda Books. Na capa, como você pode ver ao lado, uma bola bem no meio de um disco de vinil – como se fosse o selo dos LPs. Em anos e anos de pesquisa, Beto Xavier entrevistou músicos e jogadores  e reuniu uma belíssima coleção de música popular brasileira sobre futebol.  Cerca de 400 canções são mencionadas no livro, de 276 páginas. Contando versões , o número de músicas brasileiras sobre o “esporte bretão” chega a 1.000, calcula Beto. O livro tem prefácio do jornalista Ruy Carlos Ostermann e texto de contracapa escrito por Júnior, ex-lateral que brilhou no Mengo e na seleção, cantor do sucesso “Voa Canarinho”.
Apaixonado pela MPB e pelo Grêmio, Beto escreveu a pedido do blog um depoimento bem legal sobre a conquista da Libertadores de 1983 pelo seu time de coração. Vale a pena ler aqui.
NOITE DE AUTÓGRAFOS: 2 de abril, 19h, Fnac da avenida Paulista. SP.

O Casamento de Romeu e Julieta

No Brasil, um primo menos boleiro de “Febre de Bola” seria a comédia romântica “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigida pelo Bruno Barreto (2005).  A história do amor de um corintiano por uma donzela palmeirense que tem uma pai que é uma fera… digo, fanático pelo Palestra, meu. O filme é baseado no livro “Palmeiras, um Caso de Amor”, que o Mario Prata escreveu para a coleção Camisa 13, da editora DBA – Dórea Books and Art.

Continuar lendo “O Casamento de Romeu e Julieta”

Febre de bola | Fever Pitch

Ainda febredebfaltam ficções na hoje extensa literatura sobre futebol. Verdade. Na literatura pop inglesa, há um romance do escritor Nick Hornby –  um apaixonado pelo Arsenal,  grande time de Londres. O livro “Febre de Bola” (Fever Pitch, capa  ao lado direito), daqueles que você lê “de sentada”, acompanha as desventuras (até amorosas) de um torcedor do Arsenal durante os anos que o clube ficou “na fila”, sem títulos importantes. Virou filme, já exibido na TV a cabo. Colin Firth faz o professor, certamente um alterego de Nick Hornby. E depois ganhou versão hollywoodiana (“Amor em Jogo” no Brasil), trocando o futebol pelo beisebol e o Arsenal pelo Boston Red Sox. Drew Barrymore faz a a namoradinha. Torcedores die-hard e suas mulheres vão se identificar com livro e filmes.

Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva

Você curtiu o livro A Estrela Solitária – Um Brasileiro Chamado Garrincha, obra de Ruy Castro? Aceita uma dica de outra emocionante biografia? É a sobre o artilheiro Leônidas da Silva, escrita por André Ribeiro, que está sendo relançada com novos nome, capa e editora: Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva (Cia dos Livros). O jornalista André Ribeiro – autor também de Fio de Esperança -Biografia de Telê Santana), reproduz um diálogo entre um taxista argentino e o jornalista Luís Mendes. “Pelé não é nada, nada, nada… perto de Leônidas”, diz o motorista.

O polêmico cracaço de bola carioca, jogou (e aprontou!) no Sírio e Líbanes, São Cristóvão, Bonsucesso, Penãrol, Vasco, Botafogo, Flamengo (campeão nos 3 grandes grandes cariocas onde jogou), São Paulo (cinco títulos paulistas na década de 40!) e Seleção Brasileira (artiheiro da Copa do Mundo de 1938 com 7 gols, segundo site da Fifa). No fim da carreira, teve oportunidade de ser técnico no São Paulo, mas o gênio difícil atrapalhou. Depois, virou comentarista de rádio (Pan), até o Mal de Alzheimer complicar as coisas. Leônidas, ídolo de infância de Pelé, superlotou uma estação de trem quando deixou o Flamengo para jogar no São Paulo. A estreia no Tricolor, num 3×3 contra o Corinthians em 1942 é considerado até hoje a partida de maior público do Pacaembu. Leônidas morreu em 24/01/2004, na véspera dos 450 anos da cidade de S.Paulo. Aí já viu, né? O carioca que foi ídolo na cidade de São Paulo dos anos 40 não teve as homenagens que merecia. Continuar lendo “Diamante Negro – Biografia de Leônidas da Silva”