“É dele a camisa número 8!”

34ª de 38 rodadas da liga espanhola 2010. Líder e vice-líder, Barcelona e Real Madrid enfrentaram os dois lanternas. De olho no jogaço contra a Inter na próxima quarta-feira (*), o Barça poupou vários titulares e, em tarde de Ibrahimovic, venceu o Xerez por 3 a 1. Chegou a 87 pontos. O Real, que começou a rodada com 1 ponto a menos que o arquirrival, visitou o desesperado Zaragoza. Empatava. 1 a 1. Isso poderia significar que a distância do Barça pularia para 3 pontos. Aí voltou a brilhar a estrela de Kaká, 8 no Real Madrid, certamente 10 do Brasil na Copa (aliás, Kaká é um dos escolhidos pelo jornalista Marcelo Barreto no recém-lançado livro Os 11 Maiores Camisas 10 do Futebol Brasileiro). Entrou aos 30 do segundo tempo (depois de 45 dias sem jogar), recebeu passe mais que açucarado de Cristiano Ronaldo, e bateu cruzado, no melhor estilo Kaká. Golão! Real 2, Zaragoza 1. Os blancos de Madri somam 86 pontos, só 1 a menos que o Barça, e estão vivos no campeonato espanhol. Jogos que faltam para o Real: Osasuna, Athletic Biblao (em casa), Mallorca e Málaga (fora). E para o Barcelona? Villareal e Sevilla (fora) Tenerife e Valladolid (casa). Se os dois poderosos terminarem com o mesmo nº de pontos, o Barça leva, porque venceu os confrontos diretos, os 2 superclássicos.
(*) sobre Barça x Inter, pela Champions: o site do jornal catalão Sport, publicou uma foto do elenco com uma camiseta que convoca a torcida: “na quarta-feira às 20h, todos no Camp Nou“. São duas frentes de batalha, as ligas europeia e a espanhola. Conseguirá o Barça mais uma dobradinha?
Ah, esta semana o Futebol Finance destacou a pesquisa da Forbes sobre os 20 times mais ricos do mundo. Manchester lidera. Real é o 2º mais rico. Arsenal, o 3º. Barça, o 4º. Veja a lista completa no Futebol Finance.

A Era Telê Santana

Neste 21 de abril (data das mortes de Tiradentes e Tancredo Neves), faz quatro anos que perdemos o mestre Telê Santana, o Fio de Esperança, ídolo das torcidas do Fluminense, Atlético Mineiro, São Paulo, entre outras, e de todo mundo que se encantou pela seleção brasileira da Copa de 82. Coincidência ou não, na sexta-feira, chega às bancas o 3º DVD da Coleção Copa do Mundo Fifa, da Abril. Exatamente o filme sobre o Mundial da Espanha, com sua, nossa, tragédia do Sarriá. Neste link aqui, dá pra ver trailer e folhear o dossiê em formatinho feito pela revista Placar.
A Era Telê na seleção (1982-1986)  é o tema de mais um papo da série Brasil nas Copas, tabelinha MemoFut-Museu do Futebol. Neste sábado, 24 de abril, o jornalista André Fontenelle, coautor do livro Todos os Jogos do Brasil, baterá bola com o advogado Marcelo Unti – membro do MemoFut e colecionador de futebol de botão e de escudos. Começa às 10 h deste sábado no Museu do Futebol. É bom chegar meia horinha antes para garantir lugar. O tema A Era Telê deve ser um dos mais concorridos. De tarde, o Museu faz sessões de vídeos sobre os mundiais.
Quem admira os times de Telê deve saber que está pronto um documentário sobre o mestre – subtítulo “Meio Século de Futebol-Arte“. As diretoras Ana Carla Portella e Danielle Rosa afinam  detalhes para a chegada do DVD às lojas. Continuar lendo “A Era Telê Santana”

Livro: “Os 11 Maiores Volantes do Futebol Brasileiro”

Falcão, Dino Sani, Danilo Alvim, Clodoaldo, Dudu, Piazza, Andrade, Zito, Toninho Cerezo e Dunga. Os dez estão na seleção de volantes escalada pelo jornalista Sidney Garambone para o próximo livro da editora Contexto sobre futebol. O 11º é um personagem fictício criado por Garambone, em homenagem aos brucutus. Dá para ver o sumário e ler a apresentação de Os 11 Maiores Volantes do Futebol Brasileiro no site da Contexto.

115 anos de bola rolando no Brasil

Para você, morador de São Paulo, Charles Miller é apenas o nome da praça em frente ao estádio do Pacaembu? Quem cresceu lendo o Manual do Zé Carioca e outros almanaques e enciclopédias sobre esporte, sabe que este paulista filho de britânico e brasileira é Charles Miller – O Pai do Futebol Brasileiro, título da biografia escrita por John Mills e lançada pela Panda (capinha ao lado). Bem lembrado pela reportagem de Renato Peters no JN… tuitado pelo Bernardo Pombo, que postou no curioso blog Bola de Meia, no portal de O Globo: em 14 de abril de 1895, Charles Miller promoveu a que é considerada a primeira partida de futebol no Brasil. São Paulo Railway 4×2 Companhia de Gás! Também dá pra ver e rever a reportagem do Renato Peters no site do JN.
SAIBA MAIS: na coluna Memória EC.

Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.

Segundo o site do XV de Piracicaba, foi o jornalista Tomaz Mazzoni quem batizou de “Nhô Quim” o mascote do clube. Mazzoni também criou apelidos de outros times e de clássicos paulistas. Aproveito a rodada do Brasileirão com clássicos estaduais para publicar de novo a lista com nomes e apelidos de alguns dos grandes clássicos estaduais – e até municipais. Muitos desses grandes encontros já inspiraram edições especiais de revistas e livros. Não quis eleger aqui os maiores clássicos nacionais, coisa que já foi feita pela revista Trivela. A lista se refere aos clássicos que têm nomes ou apelidos como Fla-Flu, Gre-Nal, Clássico dos Clássicos, dos Milhões, das Multidões etc, mas não é definitiva. Aceito sugestões. Atualizado com as dicas dos amigos do Maranhão e do Domingos D ´Angelo, do MemoFut.

  • AtleTiba: Atlético Paranaense x Coritiba. Há um livro, “AtleTiba, a Paixão das Multidões”, de Vinícius Carneiro e Coelho Neto, editado pela prefeitura de Curitiba, em 1994.
  • Ba-Gua: Clássico de Bagé (RS), entre o Grêmio Esportivo Bagé e o Guarany.
  • Ba-Vi: Bahia x Vitória.
  • Botauto: clássico de João Pessoa, entre o Botafogo-PB e o Auto Esporte.
  • Bra-Pel: clássico de Pelotas (RS): Brasil e Pelotas. Livro: “A História dos Bra-Péis”, de Sérgio Augusto Gastal e Mário Gayer do Amaral (editado pela Signus em 2008).
  • Ca-Ju: Caxias x Juventude. Vejo no Futebooks que há um livro, “Clássico CA-JU: Paixão e Rivalidade“. De Gustavo Côrtez. Capa belíssima, abaixo.
    • Choque-Rei: o clássico entre Palmeiras x São Paulo, apelidado assim pelo jornalista Tomaz Mazzoni, do jornal “A Gazeta Esportiva”. Agora é tema de livro: “Palmeiras x São Paulo – As Histórias do Choque-Rei (confira mais neste post aqui).
    • Clássico da Amizade: Botafogo x Vasco.
    • Clássico da Amizade (PE): Santa Cruz x América-PE
    • Clássico Bisavô: America do Rio x Bangu, desde 1911.
    • Clássico da Ilha: o clássico de Florianópolis, Avaí x Figueirense – dica do Cleiton.
    • Clássico da Leopoldina: Olaria x Bonsucesso.
    • Clássico da Linguiça: Concórdia x Chapecoense.
    • Clássico da Saudade: encontrei essa referência na internet para designar Palmeiras x Santos. Veja a explicação de Juca Kfouri sobre a expressão.
    • Clássico da Soja: Cascavel x Toledo.
    • Clássico da Paz: América-RJ x Vasco.
    • Clássico da Paz – Ceará x Ferroviário. Agora Clássico dos Clássicos, dica do leitor Roberio.
    • Clássico da Técnica e da Disciplina: Náutico x América-PE
    • Clássico das Cores: Ferroviário x Fortaleza. Dois tricolores.
    • Clássico das Emoções: Náutico x Santa Cruz.
    • Clássico das Multidões (AL): CSA x CRB.
    • Clássico das Multidões (MG): América-MG x Atlético-MG.
    • Clássico das Multidões (PE): Santa Cruz x Sport, times da massa em Pernambuco.
    • Clássico das Praias: Santos x Portuguesa Santista. Dica do Marcos.
    • Clássico de Ouro: outro velho clássico de Salvador, Galícia x Ipiranga, segundo o site Clássico É Clássico.
    • Clássico do Café, no norte do Paraná: Londrina x Grêmio Maringá, dica do Marcos.
    • Clássico do Cariri: Icasa x Guarani de Juazeiro, outra dica do leitor Roberio.
    • Clássico do Carvão: Criciúma x Próspera.
    • Clássico do Interior, em Santa Catarina: Criciúma x Joinville.
    • Clássico do Vale (Santa Catarina): Metropolitano x Brusque – dica do Cleiton.
    • Clássico dos Campeões: Sport Recife x América-PE
    • Clássico dos Clássicos: Náutico x Sport, considerado o mais antigo do Nordeste. E o 3º do Brasil, atrás apenas do Clássico Vovô e do Gre-Nal. Como lembra o Maurício Targino, do BlogSport, as emoções de Timbu x Leão são contadas no livro “Clássico dos Clássicos – 100 Anos de História”, do Carlos Celso Cordeiro, Lucídio José de Oliveira e Roberto Vieira. Uma capa para torcedores do Sport, outra para os do Náutico. As capinhas abaixo saíram no Blog do Cassio Zirpoli, do Diário de Pernambuco.
    • Clássico dos Gêmeos: Esporte Clube União Suzano x União Suzano Atlético Clube
    • Clássico dos Gigantes: nome escolhido pelo jornal “Lance!” para Flu x Vasco. Mas não ‘pegou’, certo?
    • Clássico dos Maiorais: Campinense Clube x Treze fazem o derby de Campina Grande. O Clássico dos Maiorais foi assim batizado pelo locutor Joselito Lucena. Tema de reportagem no nº 2 da revista Fut, editado pelo Lance!
    • Clássico dos Milhões: Flamengo x Vasco. Livro: “Flamengo x Vasco”, de Roberto Asssaf e Clovis Martins (Relume Dumará, 1999).
    • Clássico Imperial: Imperatriz x JV Lideral. De Imperatriz (MA).
    • Clássico Rei: Ceará x Fortaleza. Livro: “Grandes Clássicos Reis da História – Ceará x Fortaleza”, de Airton de Farias e Vagner de Farias (Edições Livro Técnico, 2006).
    • Clássico Rei: ABC x América, o derby de Natal.
    • Clássico Tradição: dérbi paraibano entre o Botafogo-PB (de João Pessoa) e o Treze (Campina Grande).
    • Clássico Vovô: Botafogo x Fluminense, o mais antigo do Brasil. Segundo o site Livros de Futebol, há o livro “Clássico Vovô”, de Alexandre Mesquita e Jefferson Almeida.
    • Come-Ferro: clássico do interior paulista, entre Comercial de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara.
    • Come-Fogo: o clássico de Ribeirão Preto entre Comercial e Botafogo. Segundo o livroBotafogo – Uma História de Amor e Glórias, de Igor Ramos, que traz uma lista dos Come-Fogos até 2008, o apelido foi dado pelo jornalista Lúcio Mendes em 1954.
    • Dérbi citadino: Tubarão x Hercílio Luz.

  • Derby: Corinthians x Palmeiras. Há o livro de Antonio Carlos Napoleão,Corinthians x Palmeiras – Uma História de Rivalidade”. Sem falar no livro recém lançado pelo Aldo Rebelo, que trata especialmente de um amistoso de 1945.
  • Derby campineiro: Guarani x Ponte Preta.
  • Derby do Cerrado: Goiás x Vila Nova, o derby goiano.
  • Derby rio-clarense ou Briga de Galos: Rio Claro (Galo Azul) x Velo Clube (Galo Vermelho) – dica do Michel.
  • DeRB: Desportiva x Rio Branco, clássico capixaba, dica do Cesar.
  • Fer-Vo: Fernandópolis x Votuporanguense.https://www.facebook.com/flafluofilme/info
  • Fla-Flu: Flamengo x Fluminense, claro, jogado desde 1912. Há referências como Clássico das Multidões também. Seu Domingos D´Angelo do MemoFut indica 2 livros: “Fla-Flu: O Jogo do Século”, de Roberto Assaf e Clovis Martins, editado pela Letras & Expressões, em 1999. E “Fla-Flu… E as Multidões Despertaram”, de Nelson Rodrigues e Mario Filho (Edição Europa, 1987). E agora, o filme “Fla x Flu – 40 Minutos Antes do Nada”
  • Ga-Leão: o dérbi limeirense, entre o Independente (Galo) e a Inter de Limeira (Leão) – dica do Michel.
  • Goyta-Cano: clássico de Campos (RJ), entre Goytacaz e Americano.
  • GreNal: Grêmio x Internacional. Há o livro “A História dos GreNais”, texto de David Coimbra e mais 3 autores, na edição atualizada dos 100 anos do grande clássico gaúcho, publicada pela LP&M Editores.
  • Juve-Nal: Juventus e Nacional de São Paulo.
  • Juve-Nal (RS): Juventude x Internacional.
  • Majestoso: Corinthians x São Paulo. Outra criação do jornalista Tomaz Mazzoni.
  • Mare-Moto: Maranhão x Moto Clube.
  • Pai e Filho, ou Pai-Filho: Nacional FC e Nacional Fast Clube, pai e filho, quer dizer, o Fast é uma dissidência do Nacional.
  • Para-Tiba: Paraná x Coritiba – dica do Cleiton.
  • Para-Tico: Paraná x Atlético Paranaense.
  • Rio-Nal (AM): clássico manauara, Atlético Rio Negro x Nacional.
  • Rio-Nal (RS): é o clássico de Santa Maria (RS), Riograndense x Internacional de Santa Maria.
  • Rai-Fran: São Raimundo x São Francisco, o derby de Santarém (PA).
  • Re-Pa: Remo x Paysandu, também conhecido como Clássico-Rei da Amazônia. Tema do livro “Remo x Paysandu – O Clássico mais disputado do futebol mundial”, de Ferreira da Costa.
  • RiVengo: River (PI) x Flamengo (PI). Em livro: “Rivengo – O Clássico do Século”, de Severino Filho Buim, editado pelo autor, em 2001.
  • SAC-Dino: Sumaré Atlético Clube x Paulínia FC, o “Dino Paulino”
  • SaMará: Sampaio Corrêa x Maranhão AC também é conhecido como Clássico Vovô, por ser o mais antigo do estado.
  • San-São: Santos x São Paulo.
  • Super Clássico: Moto Clube x Sampaio Corrêa
  • Vi-Rio. Vitória x Rio Branco, clássico capixaba. Continuar lendo “Clássico Vovô, Choque-Rei, Gre-Nal e outros Clássicos das Multidões: nomes e apelidos dos dérbis estaduais.”

Brasil nas Copas: “Nos tempos da Ditadura”

Quinta rodada de Brasil nas Copas, tabelinha de primeira da entrosada dupla MemoFut/Museu do Futebol. No papo deste sábado, as Copas de 1974, na Alemanha, e de 1978, na Argentina. “Nos Tempos da Ditadura” é o tema da vez. Os convidados são os jornalistas Valmir Storti, coautor do livro Todos os Jogos do Brasil (editado pela Abril/Placar em 2006), e Rafael Casé,que escreveu O Artilheiro que Não Sorria – Quarentinha, o Maior Goleador da História do Botafogo. Certamente vão falar muito sobre a decepcionante campanha da seleção brasileira, detentora do título, no Mundial de 74, ditadura aqui… Lá, show de bola do carrossel holandês, e vitória da azeitada máquina alemã capitaneada por Beckenbauer. E 1978? Copa disputada num país sob uma ditadura (como em 1934, aliás). Estranha goleada dos hermanos sobre o Peru… Brasil, “campeão moral” – menos, menos, porque não jogamos tanto assim). A verdade é que Kempes deu um show. E a Azzurra se preparava para 1982…
Brasil nas Copas rola no Museu do Futebol, no Pacaembu, sábado, a partir de 10h. É de graça, mas convém chegar uns 30 minutos antes para pegar senha.

Um derby de 1945 virou livro

Publicado em 9/4/2010 e atualizado em 27/10/2011

É do deputado – agora ministro do Esporte – Aldo Rebelo (PCdoB-SP) o livro Palmeiras x Corinthians 1945 – O Jogo Vermelho (editora Unesp). Se um time é alviverde e o outro, alvinegro, por que o derby de 1945 é chamado de “o jogo vermelho”? Na época, Palmeiras e Corinthians fizeram um amistoso para ajudar a campanha do Partido Comunista a favor de uma Assembleia Nacional Constituinte. O livro já foi tema de coluna do Ugo Giorgetti no Estadão. O diretor dos filmes Boleiros I e II conta que Aldo Rebelo teve a ideia de pesquisar o tema ao se deparar, na sala de troféus do Palestra Itália, com uma taça que dizia: “Homenagem do Movimento Unificado dos Trabalhadores – 13 de outubro de 1945 – Palmeiras x Corinthians”.

Figurinhas

Daqui até o junho é Copa do Mundo em tudo quanto é lugar. TV, rádio (hoje começaram boletins do Max Gehringer sobre os Mundiais na Globo AM e CBN, As Copas de Max), centros culturais como o do Banco do Brasil, no Rio (dia 13/4 tem Ruy Castro e Marcos Eduardo Neves)… a série de palestras Brasil nas Copas, que volta este sábado ao Museu do Futebol, em SP… e até em universidades. A Gama Filho promove uma série de encontros a partir desta quarta-feira, 16h, na Treze de Maio, 681, Bela Vista, SP. No 1º encontro, José Renato Santiago, do MemoFut, fala de futebol e sociedade.  É de graça e também pode ser visto no site www.phortetv.com.br. E para quem também gosta de trocar figurinhas, literalmente, está chegando às bancas o álbum oficial da Copa do Mundo. Em 2006, foi uma febre! A capinha que ilustra este texto é de um livro que ouvi falar pela primeira vez na coluna do Dapieve, em O Globo. Il Grande Album dei Mondiali Di Calcio, da editora italiana Rizzoli,  reproduz todos os álbuns de figurinhas das Copas editados pela Panini entre 1970 e 2002.

Links:

Ouça As Copas de Max no site da CBN.

MemoFut: 3 anos de bola rolando

Preservar a memória do futebol.
Divulgar a literatura e outras formas de expressão cultural e artística do futebol. São os objetivos expressos do MemoFut, grupo formado por administradores, advogados, engenheiros, escritores, estudantes, historiadores, jornalistas, médicos, pesquisadores e professores… são-paulinos, palmeirenses, corintianos, santistas etc etc etc. Todos têm uma coisa em comum: são loucos por futebol. Colecionam livros, camisas, estatísticas, todo tipo de memorabilia. Uma vez por mês, reúnem-se aos sábados pra trocar figurinhas, digo, ideias e informações. O MemoFut também faz encontros abertos ao público em geral. Até maio, por exemplo, a bola rola redondinha nas palestras da série Brasil nas Copas (saiba mais), parceria com o Museu do Futebol. No finalzinho de novembro de 2009, o pessoal fez uma reunião aberta no Sesc Pompeia só para contar histórias dos maiores clássicos paulistas (leia aqui).  Ainda em 2009, Domingos D´Angelo teve a paciência de responder por e-mail a um monte de perguntas sobre livros de futebol, e deu uma série de dicas – tantas, que publiquei em 5 posts diferentes! Aqui vão meus parabéns ao MemoFut e um abraço ao seu Domingos e ao José Renato Santiago.