
- Guitarra da Jackson, modelo Randy Rhoads
Com a imagem de uma guitarra fabricada pela Jackson, modelo Randy Rhoads, o blog Fut Pop Clube faz sua homenagem ao jovem guitarrista que morreu em 1982, num 19 de março, depois de gravar apenas dois ótimos discos com Ozzy Osbourne. Com 17 anos, Randy Rhoads foi um dos fundadores do grupo de hard rock californiano Quiet Riot – mesmo à epoca do jovem guitar hero, um som bem glam, à beira da farofa. No fim dos 70, a banda gravou dois LPs, lançados apenas no Japão – anos mais tarde, resumidos num CD da Rhino, Quiet Riot: The Randy Rhoads Years. Na virada para os 80, Randy Rhoads entrou pra banda que Ozzy Osbourne (ex-Black Sabbath) estava formando – o capítulo de heavy metal da série Seven Ages of Rock revela que a empresária Sharon Osbourne participou dessa escolha. Seja como for, o primeiro resultado da parceria entre o desvairado ex-vocalista do Sabbath e o virtuoso guitarrista ex-Quiet Riot foi o ótimo disco Blizzard of Ozz. Tem o hit desgovernado Crazy Train (belo riff), a balada Goodbye to Romance, a polêmica Suicide Solution, a dobradinha Revelation (Mother Earth)/Steal Away – a primeira bem na linha No More Tears. Continuar lendo “Randy Rhoads”
Para quem estava em 11 de janeiro de 1985 no Rock in Rio I, é impossível se esquecer do concerto do Iron Maiden, para trocentas mil pessoas. O impacto do primeiro gigante do metal mundial a pisar no Brasil – e logo quem? Iron Maiden!- bem na turnê de um disco clássico, o Powerslave. E é esse álbum que inspira boa parte da turnê Somewhere Back in Time. Do cenário ao repertório (4 das 16 músicas são da safra 1984).
Nono disco de estúdio do Maiden, 
O sétimo disco de estúdio do Iron vem sendo representando na atual turnê por The Evil that Men Do. No show, é um dos momentos que Eddie aparece – na versão que lembra o visual Blade Runner da capa de Somewhere in Time. Boneco gigante, como diz o blog
No começo dos anos 90, um certo fanzine chamado Headline publicou que só faltava um filme do Iron Maiden feito para o cinema. Pronto, não falta mais. Rolou nesta tarde, no cine Odeon, na tradicional Cinelândia, centro do Rio, a pre-estreia mundial do “rockumentário”
A Donzela de Ferro quer te pegar, more você no Norte, Nordeste, Sudeste ou Centro-Oeste. Manaus abriu a excursão. Bruce Dickinson prometeu voltar em 2011 e Steve Harris ganhou um “happy birthday to you”. Para o grande show de amanhã, na praça da Apoteose, o Rio armou até um esquema especial do Metrô: a estação Praça Onze vai funcionar até 1 hora depois do último bis. A volta a São Paulo é no domingo. Agora, imagine o frisson do grande fã-clube nordestino, que tem que esperar a Eddie passar por BH, Brasília, Chile, Peru e Argentina, até o show do dia 31, no Jockey do Recife? O blog
O clássico
O que o capitão do time do heavy metal tem em comum com o homem-gol do samba rock? A paixão pelo futebol. Como Jorge Benjor, que chegou a jogar nas divisões de base do Flamengo, o baixista Steve Harris, do Iron Maiden, atuou nos juvenis do West Ham, clube da ZL de Londres que teve três jogadores na seleção inglesa campeã do mundo, em 66 (o capitão Bobby Moore, o meia Peters e o atacante Hurst). O W.Ham também revelou Lampard (hoje Chelsea) e teve Carlos Tévez por um semestre (antes de repassá-lo ao ManUtd), mas no Brasil é mais conhecido mesmo pela ligação com o ilustre torcedor. Steve Harris queria ser jogador profissional, mas trocou as chuteiras pelo baixo. E hoje, neste 12 de março em que completa 53 anos anos, começa por Manaus a parte brasileira da turnê Somewhere Back in Time. Pelo menos um som que pode aparecer no setlist vem do quarto álbum do Maiden, 
